Tem compaixão de mim, Laura Cánepa. Sejas sombra ou mulher certa.
Por Carolina Gouvêa. O horror é tinta; se alonga e se encontra. O horror é volume sensível. O horror é plástico, assim como é carne. É o familiar inatural. O horror penetra os limites, polui o sentido, perturba o sinistro. O ser é sinistro – o ser é familiar inatural. O ser desconhecido, o sentir…









