Digger (2026): A impotência da arte e sátira diante do fim do mundo.
Créditos da imagem: Digger (Reprodução) Por Bernardo Carvalho Marujo. Eu não consigo parar de pensar em Digger (2026). Em todo aspecto, na verdade: o marketing confuso; a recepção terrível; mas especialmente o filme em si — em sua glória esquisita e deprimente. Cada escolha desse filme parece dedicada a fazê-lo falhar e, mesmo assim, não…









