O Cotidiano de um fotorrepórter na pandemia: entrevista com Douglas Magno
Por Renata Garboci. O “olhar” e o “fazer” do fotógrafo sobre a fotografia de tragédias sofreu mudanças. Quando se fotografa uma guerra ou um desastre, o que é perigoso está visível e concreto. Mas quando se registra sobre uma doença que é altamente contagiosa e pode ser fatal, como se proteger? Como retratar o invisível…









