Tōkyō Monogatari, marcado pela história
Tōkyō Monogatari (1953) é uma das obras mais marcantes de Yasujiro Ozu, na qual ele imprime sua visão sobre a moralidade sentimental humana que se manifesta em uma época sombria e desolada no Japão.
Tōkyō Monogatari (1953) é uma das obras mais marcantes de Yasujiro Ozu, na qual ele imprime sua visão sobre a moralidade sentimental humana que se manifesta em uma época sombria e desolada no Japão.
Uma narrativa construída em abismo. Muitas questões são abertas e nenhuma possui explicação aparente ou se quer subentendida nas imagens: é como se tudo fosse uma realização de um desejo imagético do diretor ou até mesmo um sonho que virou filme. É possível dizer apenas das impressões que tivemos ao assistir, mas sem nenhuma comprovação de que algo estará explícito na tela ou até mesmo na intenção da obra.
Por Letícia Gois Na série animada Entergalatic: love will find us all (2022), dirigida por Fletcher Moules, as imagens são as verdadeiras protagonistas. Pode-se entender a imagem como o conjunto de ações e significantes (o que recebe o significado) que estão presentes em cada sequência de uma produção audiovisual. Elas são mais do que cores…
Aproveitando o clima do Oscar, a postagem de hoje é uma recomendação de leitura da matéria do site Mídia Ninja. O texto conta com uma breve análise sobre cada um dos concorrentes a categoria de melhor documentário. Vale Muito a pena a leitura.
No texto, Os Brasis (quase) impossíveis no Festival de Cinema de Berlim, de autoria de Juliana Gusman – publicado no portal da Mídia Ninja, temos a oportunidade de analisar debates que, em algumas camadas da sociedade, são considerados tabus e para outras camadas são pautas necessárias e de urgência. Você pode conferir o conteúdo na íntegra…
A história se passa em Rigshospitalet, um hospital universitário em Copenhague (que existe de verdade); nele, um grupo de médicos com ideais duvidosos integram o setor de neurocirurgia. Paralelamente, acompanhamos a trama de um grupo de personagens formado por uma senhora, paciente do hospital no setor de neurologia, e seu filho, funcionário de limpeza e assistência no local. Esses diferentes núcleos narrativos nos oferecem visões distintas e alternantes sobre os acontecimentos ao longo da série, diferenças que se tornam mais evidentes quando o hospital começa a ser atormentado por espíritos e demônios vindos do reino dos mortos.
“Joker”, de Todd Phillips, consegue se tornar um clássico instantâneo em um século marcado pelos “blockbusters de super-heróis”, que estão em alta e predominam no mercado audiovisual. Seus dilemas debatidos trazem seriedade e trazem similaridades com filmes aclamados como “Taxi Driver” (1976) para um gênero tão marcado pelo preconceito da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, um avanço extraordinário foi feito.
Essa galerinha linda também precisa de descanso! Passando para avisar que o CCM dará uma pausa nas publicações a partir de 16/12. Mas não se preocupem, no próximo semestre voltamos com todo o vapor!!!
Lançado em 1979, Stalker, inspirado no livro Roadside Picnic, apresenta-nos a um futuro “pós-apocalíptico”, ambientado em uma cidade pequena aparentemente paralisada no tempo em termos de economia, natureza, saúde e espiritualidade.
Por Letícia S. Góis Entergalactic: love will find us all, de Fletcher Moules, é um filme sobre amor; fala, então, sobre algo que sempre faltou às pessoas negras. Trata-se de filme protagonizado por um casal que, apesar de processos de racialização, completam-se. A obra é o acompanhamento visual do álbum de mesmo nome do cantor…