Análise do curta “Estás vendo coisas”
Um curta experimental que aborda os bastidores da criação artística e desconstrói a glamorização em torno do ofício.
Um curta experimental que aborda os bastidores da criação artística e desconstrói a glamorização em torno do ofício.
“São Paulo, dia 1º de outubro de 1992, oito horas da manhã.” (Diário de um detento – Racionais MC’s)
É com essa frase que Mano Brown, em parceria com Jocenir, abre a música que relata o massacre do Carandiru, que ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, há 30 anos.
The Last of Us Part ll é um jogo sobre perdas e sobre trauma, que constrói uma narrativa imersiva e poderosa. O game nos apresenta a uma experiência capaz de nos fazer reconectar com a nossa humanidade.
O segundo longa da diretora pretende promover o “prazer feminino”, mas entre as telas e os bastidores, parece que ninguém saiu satisfeita.
Casimiro Miguel se tornou a sensação da nova geração com suas lives durante a madrugada assistidas por centenas de milhares de pessoas.
O filme Avatar (James Cameron, 2009) voltou às salas de cinema com intuito de gerar engajamento para o lançamento de sua continuação. Sua exibição foi feita exclusivamente no formato 3D, como aconteceu em seu lançamento, há 13 anos. A obra representou o ápice da febre da tecnologia 3D e marcou a história do cinema com seus efeitos especiais e cenários de tirar o fôlego.
O sobrenatural permeia as histórias e o imaginário das pessoas há séculos. Vampiros, lobisomens e fantasmas, por exemplo, são figuras que atravessaram gerações e seguem causando arrepios, seja em lendas, livros ou nas telonas.
The Last of Us é um jogo de videogame lançado em 2013 pela Sony e desenvolvido pela Naughty Dog, sob direção de Neil Druckmann e Bruce Straley. Os personagens principais, Joel e Ellie, são interpretados respectivamente por Troy Baker e Ashley Johnson. Ao assumir o papel de Joel, o jogador tem uma experiência single player. A narrativa do game, que mescla ação, aventura e shooter, é linear e atravessada por objetivos de sobrevivência.
José Mojica Marins, diretor e intérprete de Zé do Caixão, o maior ícone do terror brasileiro, já dizia que “Nós somos o país das superstições”. Em um país com um folclore tão rico e lendas urbanas locais que são passadas entre gerações (Loira do Bonfim em Belo Horizonte, a Moça do Táxi em Belém, os acontecimentos sobrenaturais no Edifício Joelma em São Paulo…), é impensável que o gênero de terror não fosse vingar no cinema nacional.
Quintal (2015) de André Novais, se apresenta, num primeiro momento, de forma tranquila e familiar. Acompanhamos um casal de idosos em sua rotina diária. Nota-se a simplicidade da produção, assim como a simplicidade dos personagens.