Quando o “Halftime” vira discurso: Bad Bunny e a batalha cultural no SuperBowl 60

Por João Pedro Diniz  O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 60 ultrapassou os limites tradicionais do entretenimento esportivo e se consolidou como um acontecimento simbólico no debate cultural e político dos Estados Unidos. Ao ocupar o maior palco midiático do país com uma apresentação majoritariamente em espanhol, o artista porto-riquenho não…

Mídia, mito e mercado político: o socialismo performático de Zohran Mamdani e os limites da narrativa contemporânea

Por João Pedro Diniz   A eleição de Zohran Mamdani como novo prefeito de Nova Iorque representa um marco na política norte-americana contemporânea e, sobretudo, um fenômeno comunicacional digno de análise. Jovem, muçulmano e assumidamente socialista, Mamdani surge como uma figura que rompe com o perfil tradicional de liderança da cidade mais midiática do mundo.…

8 de janeiro

Por Ana Paula Valentim como em um relacionamento abusivo eles dizem amar (a pátria), mas a destroem  objetos históricos, identidade nacional são depredados  seus atos ferem a constituição como se virassem uma xícara de café  para que todos os artigos sejam manchados dizem serem contra o comunismo, mas o capitalismo é que vigora  muitos se…

Quando a Infância é Transformada em Produto: A denúncia ao espetáculo cruel das redes sociais

Por: Neemias Feres Vivemos uma era em que a infância passou a ser explorada como ativo de mercado nas mídias sociais. Imagens, rotinas e até emoções infantis são transformadas em conteúdo, alimentando algoritmos de empresas que lucram com a exposição precoce. Esse fenômeno, muitas vezes disfarçado de entretenimento ou oportunidade de negócios, mascara um cenário…

Arte e Cangaço: o marco cultural da música e da dança dos cangaceiros

O Cangaço foi um fenômeno social que sucedeu no Nordeste brasileiro entre os anos de 1870 e 1940. Surgiu em um contexto de uma sociedade marcada pela ausência do apoio do Estado, muita violência, seca, fome, precariedade e injustiça tremenda. Essas influências sociais geraram como consequência a formação dos grupos de cangaceiros, inicialmente apenas homens, que se uniram para fazer justiça com as próprias mãos e lutar para sobreviver nesse cenário de miséria por meio do banditismo.

Como a Disney cria narrativas para vender

“Nós criamos felicidade.” Há 70 anos, esse tem sido o lema do atendimento da Disney e, não por acaso, a empresa se tornou a maior companhia de entretenimento do mundo. Isso porque, desde a sua fundação, a Disney se propôs a oferecer uma experiência de compra memorável para seus clientes. Mais do que fidelizar, ela busca despertar um senso de pertencimento, capaz de envolver não apenas crianças, mas também adultos e idosos em um universo mágico, onde os sonhos se tornam realidade… desde que você pague por eles.