CHATÔ e o Poder da Mídia.

Por: João Gabriel Ferreira “Chatô, o Rei do Brasil” é uma biografia escrita pelo jornalista Fernando Morais, publicada no ano de 1994, que reconstrói a vida de Assis Chateaubriand (1892-1968), mais conhecido como Chatô, uma das figuras mais influentes da imprensa e da política no Brasil do século XX. A obra é uma das biografias…

8 de janeiro

Por Ana Paula Valentim como em um relacionamento abusivo eles dizem amar (a pátria), mas a destroem  objetos históricos, identidade nacional são depredados  seus atos ferem a constituição como se virassem uma xícara de café  para que todos os artigos sejam manchados dizem serem contra o comunismo, mas o capitalismo é que vigora  muitos se…

Como a Disney cria narrativas para vender

“Nós criamos felicidade.” Há 70 anos, esse tem sido o lema do atendimento da Disney e, não por acaso, a empresa se tornou a maior companhia de entretenimento do mundo. Isso porque, desde a sua fundação, a Disney se propôs a oferecer uma experiência de compra memorável para seus clientes. Mais do que fidelizar, ela busca despertar um senso de pertencimento, capaz de envolver não apenas crianças, mas também adultos e idosos em um universo mágico, onde os sonhos se tornam realidade… desde que você pague por eles.

Gosto pessoal ou racismo velado? A solidão afetiva da mulher negra sob a análise de poemas de Upile Chisala

Upile Chisala é uma escritora africana que relata em seus poemas a vivência de uma mulher negra em uma sociedade que ainda reproduz comportamentos e padrões racistas. Em um de seus escritos do livro A alegria espera por você (2023), ela diz: “Eu sou uma mulher negra e africana num mundo que desvaloriza essas três coisas”. Infelizmente, Chisala tem razão e muitas mulheres e meninas brasileiras afrodescendentes enfrentam diariamente essa desvalorização, sobretudo no campo afetivo.

Dor em prosa: uma análise de O Peso do Pássaro Morto, de Aline Bei

Em uma entrevista para o canal do YouTube Litera Tamy, Aline Bei, autora de O Peso do Pássaro Morto, revelou que o título da obra lhe veio em mente antes mesmo de começar a escrevê-la. Passado um tempo, ela se lembrou de um acontecimento marcante de sua infância: enquanto segurava seu passarinho na palma da mão, esperando sua mãe retornar com um cortador para aparar as unhas do animal, assustado, ele morreu. Essa imagem, então, serviu como inspiração para o tema central do livro — perdas.

Charles Bukowski, Notas de um velho safado

No livro “Notas de um velho safado”, podemos observar que Bukowski não se preocupa em delimitar um contexto ou até mesmo um sentido para todos os seus textos. O livro é uma coletânea das colunas e histórias de Charles Bukowski em um jornal chamado: “Open City”. No prefácio do livro, em suas palavras, ele descreve a experiência em: “com estas notas, é sentar com a cerveja e bater a máquina numa sexta ou no sábado ou no domingo e, por volta de quarta-feira, a coisa já está circulando por toda cidade”.