A ascensão das minas na cena – Feminilidade, negritude e empoderamento dominam o rap nacional.

Por Alice Giovana Ao decorrer dos anos, mulheres enfrentam o apagamento dentro de diversos âmbitos na sociedade, seja ciência, tecnologia, arte, entre tantas outras descobertas e avanços que homens fizeram questão de invisibilizar. A indústria musical não foge desse padrão. Desde a pressão estética e objetificação sofrida pelas divas pop, os backvocals de mulheres que…

Malês: o levante que o Brasil tentou esquecer — e o cinema se recusa a silenciar

Por Lídia Caetano Em 1835, Salvador foi palco da maior revolta urbana de escravizados da história brasileira: a Revolta dos Malês. Liderada por africanos islamizados, alfabetizados em árabe e organizados com precisão militar, o levante foi sufocado com violência e, desde então, relegado ao esquecimento. Quase dois séculos depois, essa história ressurge com força no…

8 de janeiro

Por Ana Paula Valentim como em um relacionamento abusivo eles dizem amar (a pátria), mas a destroem  objetos históricos, identidade nacional são depredados  seus atos ferem a constituição como se virassem uma xícara de café  para que todos os artigos sejam manchados dizem serem contra o comunismo, mas o capitalismo é que vigora  muitos se…

Crítica: Thunderbolts*(2025) — Um filme bom não é o suficiente para reviver o hype

É estranho pensar no quão dominante foi o Universo Cinematográfico da Marvel entre 2012 e 2019. Das dez maiores bilheterias da década de 2010, metade pertenceu ao estúdio. Em 2018 e 2019, liderou os rankings com os filmes mais lucrativos de seus respectivos anos, levando multidões aos cinemas mesmo em plena ascensão do streaming. O UCM estava no topo do mundo, e seu sucesso inspirou outros grandes estúdios a copiar seu estilo, humor e estrutura — tudo para capturar parte daquele público massivo. Mas o problema de estar no topo é que o único caminho restante é a queda.