Pausa temporária de férias
É hora de recarregar as energias e renovar as ideias! Nos vemos em agosto!
É hora de recarregar as energias e renovar as ideias! Nos vemos em agosto!
É estranho pensar no quão dominante foi o Universo Cinematográfico da Marvel entre 2012 e 2019. Das dez maiores bilheterias da década de 2010, metade pertenceu ao estúdio. Em 2018 e 2019, liderou os rankings com os filmes mais lucrativos de seus respectivos anos, levando multidões aos cinemas mesmo em plena ascensão do streaming. O UCM estava no topo do mundo, e seu sucesso inspirou outros grandes estúdios a copiar seu estilo, humor e estrutura — tudo para capturar parte daquele público massivo. Mas o problema de estar no topo é que o único caminho restante é a queda.
As mídias sociais oficiais do Governo dos Estados Unidos (The White House), assim como de qualquer outro governo no mundo, são os veículos que deveriam comunicar ações do governamentais de maneira responsável, para os residentes no país que têm diferentes opiniões políticas. Porém, o governo de Donald Trump decidiu fazer exatamente o contrário.
O Cangaço foi um fenômeno social que sucedeu no Nordeste brasileiro entre os anos de 1870 e 1940. Surgiu em um contexto de uma sociedade marcada pela ausência do apoio do Estado, muita violência, seca, fome, precariedade e injustiça tremenda. Essas influências sociais geraram como consequência a formação dos grupos de cangaceiros, inicialmente apenas homens, que se uniram para fazer justiça com as próprias mãos e lutar para sobreviver nesse cenário de miséria por meio do banditismo.
“Nós criamos felicidade.” Há 70 anos, esse tem sido o lema do atendimento da Disney e, não por acaso, a empresa se tornou a maior companhia de entretenimento do mundo. Isso porque, desde a sua fundação, a Disney se propôs a oferecer uma experiência de compra memorável para seus clientes. Mais do que fidelizar, ela busca despertar um senso de pertencimento, capaz de envolver não apenas crianças, mas também adultos e idosos em um universo mágico, onde os sonhos se tornam realidade… desde que você pague por eles.
A recente ordem de desocupação do Teatro de Contêiner Mungunzá, sediado no bairro da Santa Ifigênia, centro de São Paulo, pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), alertou a classe artística e a sociedade civil sobre um possível desmonte do cenário cultural da cidade. Além do Contêiner, outros espaços de cultura da capital paulista também estão ameaçados de perderem seus espaços, seja por projetos da prefeitura ou por dificuldades de regularização junto ao poder público.
O “Território em Fluxo”, série documental do Brasil de Fato sobre a região conhecida como ‘Cracolândia’, aborda os principais conflitos que atravessam uma das regiões mais disputadas da capital paulista. Resultado de nove meses de apuração, a produção se contrapõe a abordagens estigmatizantes para, a partir de quem atua na região, retratar a complexidade do território.
Em 1979, após três anos de produção e 238 dias de gravação nas Filipinas, em uma jornada que quase terminou em tragédia, Francis Ford Coppola lançaria um dos filmes de guerra mais aclamados e memoráveis de todos os tempos, Apocalypse Now. Em 2001, embalado pelo sucesso de outros cortes de diretores — e também pelo desejo de arrecadar dinheiro — Coppola lançou Redux, uma versão com cerca de 50 minutos de conteúdo adicional, expandindo uma experiência que ele acreditava ser curta demais.
Upile Chisala é uma escritora africana que relata em seus poemas a vivência de uma mulher negra em uma sociedade que ainda reproduz comportamentos e padrões racistas. Em um de seus escritos do livro A alegria espera por você (2023), ela diz: “Eu sou uma mulher negra e africana num mundo que desvaloriza essas três coisas”. Infelizmente, Chisala tem razão e muitas mulheres e meninas brasileiras afrodescendentes enfrentam diariamente essa desvalorização, sobretudo no campo afetivo.
“Para Ney Matogrosso, por ousar ser livre”. Esta é a frase que encerra a cinebiografia de Ney Matogrosso, “Homem com H”, lançada no dia 1 de maio, e resume a forma como o cantor se transformou ao longo de sua vida e carreira, tornando-se uma lenda da música brasileira com um legado duradouro. Interpretado por Jesuíta Barbosa e escrito e dirigido por Esmir Filho, a obra percorre por sete décadas da sua trajetória, desde sua infância até o seu apogeu na indústria fonográfica.