Belo Horizonte foi planejada para ser uma cidade moderna, organizada e símbolo do progresso republicano. Mas quem teve espaço nesse projeto? Como a mídia retrata as desigualdades que marcaram a formação da capital mineira e continuam influenciando a ocupação urbana até hoje? Ao longo de sua história, a cidade cresceu entre processos de remoção, segregação territorial e disputas pelo direito à moradia, revelando que o planejamento urbano nem sempre contemplou todos os seus habitantes.
No Olhar Crítico desta semana, Ercio Sena, Gabriel Matavel e Carla Ferretti analisam como os meios de comunicação abordam a construção de Belo Horizonte e os processos de exclusão que acompanharam seu desenvolvimento. O debate passa pela formação da capital, pelas desigualdades socioespaciais e pelos desafios que ainda marcam o acesso à cidade, à moradia e aos serviços urbanos.


