
O Brasil de Fato, em cobertura ao 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, aponta a discussão que o baixo market share do cinema nacional decorre de um descompasso estrutural entre o fomento à produção e a falta de estratégias integradas de distribuição, regulação de janelas e formação de público. Especialistas e cineastas destacam que, para superar a hegemonia histórica estrangeira e o domínio das plataformas de streaming, é preciso tratar o audiovisual como uma questão de soberania cultural e política de Estado.
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