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Propostas dos candidatos à PBH – mobilidade urbana

O transporte público metropolitano em Belo Horizonte atende a 688 mil passageiros por dia e tem 620 linhas de ônibus. Em dezembro de 2023, a tarifa convencional em BH subiu de R$ 4,50 para R$ 5,25. Já o tempo de espera médio para o transporte público foi de 24 minutos em 2022.

O metrô de Belo Horizonte foi criado em 1986 e, em 2023, teve as operações privatizadas pelo Governo estadual, que passou a outorga para a concessionária Metrô BH. Desde então, o preço da passagem já subiu duas vezes. Em julho de 2023, a tarifa passou de R$ 4,50 para R$ 5,30 e em 1º de julho de 2024 aumentou para R$ 5,50.

A pesquisa internacional “TomTom Traffic Index 2022” colocou Belo Horizonte em 39° lugar no ranking das cidades com o trânsito mais lento entre 390 de todo o mundo. A mobilidade urbana é, portanto, um problema recorrente na capital mineira. Por isso, todos os dez candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte apresentaram propostas para a melhoria da experiencia para o cidadão.

Bruno Engler, Gabriel Azevedo e Mauro Tramonte baseiam suas propostas na alta tecnologia, como inteligência artificial e monitoramento em tempo real. Indira Xavier e Wanderson Rocha pretendem atuar nas bases da mobilidade e trazer mais responsabilidade à prefeitura, como a reestatização das empresas de transporte coletivo e a interrupção de contratos com empresas privadas.

Duda Salabert é a candidata que apresenta mais propostas, somando 23. Já Lourdes Francisco resume seus objetivos em apenas um parágrafo. Fuad Noman apresentou apenas duas propostas, de maneira sutil, já que a maior parte do seu plano de governo foi usada para prestar contas de ações realizadas em seu atual governo.

A integração de novos modais apareceu nas propostas de três candidatos: Rogério Correia, Mauro Tramonte e Gabriel Azevedo.

A reestatização das empresas de transportes foi citada em três planos de governo: Lourdes Francisco, Indira Xavier e Wanderson Rocha. Bruno Engler, Carlos Viana, Mauro Tramonte, Duda Salabert e Rogério Correia apostam na fiscalização das empresas, e Gabriel Azevedo cita a privatização dos serviços.

Melhorias e propostas voltadas às ciclovias são citadas apenas por Rogério Correia e Gabriel Azevedo. A sustentabilidade nos transportes foi citada por Bruno Engler, Duda Salabert e Rogério Correia. Duda Salabert, Indira Xavier e Wanderson Rocha pretendem atuar com participação popular.

Em relação à tarifa, Indira Xavier e Wanderson Rocha pretendem aplicar a “Tarifa Zero” para toda população. Gabriel Azevedo aplicará esse serviço apenas para mulheres vítimas de violência, pessoas em busca de trabalho, estudantes de toda rede de ensino e pessoas em tratamento de saúde; Mauro Tramonte diz que garantirá transparência na utilização das tarifas.

Apenas Duda Salabert cita a aplicação de multas, para garantir a remoção de obstruções temporárias ou permanentes nas calçadas. Ela também pretende devolver à Prefeitura, por meio da BHTRANS/Sumob, o poder de aplicação de multas. A utilização de ônibus e transportes públicos durante a noite e a madrugada também só foi citada por Duda Salabert. Rogério Correia e Duda Salabert também citam acessibilidade na mobilidade urbana como uma das propostas.

Leia abaixo as propostas completas dos dez candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte relacionadas à mobilidade urbana e transporte público:

Propostas dos candidatos à PBH – mobilidade urbana

Em dezembro de 2023, a tarifa de ônibus convencional em Belo Horizonte subiu de R$ 4,50 para R$ 5,25 e a espera média para o transporte público foi de 24 minutos em 2022. O transporte público metropolitano atende a 688 mil passageiros por dia e têm 620 linhas.

O metrô de Belo Horizonte foi criado em 1986 e, em 2023, foi privatizado e passou a ser operado pela concessionária Metrô BH. Desde então, o preço da passagem já subiu duas vezes: Em julho de 2023, a tarifa passou de R$ 4,50 para R$ 5,30 e em 1º de julho de 2024, a tarifa passou de R$ 5,30 para R$ 5,50.

A pesquisa internacional “TomTom Traffic Index 2022” colocou Belo Horizonte em 39° lugar no ranking das cidades com o trânsito mais lento entre 390 de todo o mundo.

A mobilidade urbana é um problema recorrente em Belo Horizonte e todos os 10 candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte apresentaram propostas para a melhoria da experiencia para o cidadão.

Bruno Engler, Gabriel Azevedo e Mauro Tramonte baseiam suas propostas na alta tecnologia, como inteligência artificial e monitoramento em tempo real. Indira Xavier e Wanderson Rocha pretendem atuar nas bases da mobilidade e trazer mais responsabilidade à prefeitura, como a reestatização das empresas de transporte coletivo e interromper contratos com empresas privadas.

Duda Salabert é a candidata que apresenta mais propostas, somando 23. Já Lourdes Francisco resume seus objetivos em apenas um parágrafo.

Fuad Noman apresentou apenas duas propostas, de maneira sutil, já que a grande maioria do seu plano de governo foi usado para apresentar ações realizadas em seu atual governo.

A integração de novos modais apareceu nas propostas de três candidatos: Rogério Correia, Mauro Tramonte e Gabriel Azevedo.

A reestatização das empresas de transportes foi citada em três planos de governo: Lourdes Francisco, Indira Xavier e Wanderson Rocha.

Bruno Engler, Carlos Viana, Mauro Tramonte, Duda Salabert e Rogerio Correia apostam na fiscalização das empresas e Gabriel Azevedo cita a privatização dos serviços.

Melhorias e propostas voltadas às ciclovias são citadas apenas por Rogério Correia e Gabriel Azevedo.

A sustentabilidade nos transportes foi citada por Bruno Engler, Duda Salabert e Rogério Correia.

Duda Salabert, Indira Xavier e Wanderson Rocha pretendem atuar juntamente à participação popular.

Em relação à tarifa, Indira Xavier, Wanderson Rocha pretendem aplicar a “Tarifa Zero” para toda população. Gabriel Azevedo aplicará esse serviço apenas para mulheres vítimas de violência, pessoas em busca de trabalho, estudantes de toda rede de ensino e pessoas em tratamento de saúde; Mauro Tramonte irá apresentar transparência na utilização dessas tarifas.

Apenas Duda Salabert cita a aplicação de multas, para garantir a remoção de obstruções temporárias ou permanentes nas calçadas e pretende retornar à Prefeitura, BHTRANS/Sumob, o poder de aplicação de multas. A utilização de ônibus e transportes públicos durante a noite e de madrugada também só foi citada por Duda Salabert.

Rogério Correia e Duda Salabert citam acessibilidade na mobilidade urbana como uma de suas propostas.

A proposta mais extravagante de Bruno Engler é implantação da inteligência artificial para o controle e solução de problemas para o trânsito. Cita também a sustentabilidade por meio de ônibus elétricos e a utilização do transporte público. Além disso, cita apoio a realização de obras em áreas de tráfego e cobrança às concessionárias de ônibus e metrô para um bom funcionamento.

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Carlos Viana foi sucinto no quesito trânsito de Belo Horizonte, focando na fiscalização do sistema já existente de ônibus. O que apresenta de novo, é a proposta da retomada da obrigação da presença do trocador nos ônibus, para a otimização do tempo. Para o metrô, sugere a implementação da Linha 2.

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Duda Salabert é a candidata que mais apresenta propostas para o trânsito de Belo Horizonte, focando em uma política sustentável e transparente. Objetiva estabelecer diálogos com outras lideranças políticas e ampliar a participação popular. Também quer aumentar a fiscalização e a garantia do cumprimento da lei com a ajuda de multas.

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Assim como em outras vertentes, o atual prefeito de Belo Horizonte usou seu plano de governo para reinterar as ações realizadas em seu mandato, deixando de lado as novas propostas. As duas proposições sutis presentes no documento, são a obra na Avenida Tereza Cristina e continuar um projeto já existente em seu governo, o Plano de Mobilidade Limpa.

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Assim como Bruno Engler, Gabriel Azevedo pretende investir na tecnologia para a melhoria da mobilidade urbana em BH, como por exemplo o fim do dinheiro a bordo. Outro investimento seria para os ciclistas, que, segundo ele, poderão andar com bicicletas nos ônibus 24 horas por dia e terão ciclivias feitas de material mais resistente.

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Com propostas à esquerda da maioria dos candidatos, Indira apresenta planos ousados para o transporte público, como a reestatização das empresas de ônibus e metrô, congelamento da tarifa e redução da carga horária dos motoristas. Pretende também unificar os cartões do transporte coletivo.

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Lourdes foi sucinta em seus planos para a mobilidade urbana de Belo Horizonte, que se resume a estatização de todo o sistema de transporte e a gratuidade para toda a população, mas sem especificar a forma como irá realizar esse processo.

cold, smooth & tasty.

Mauro Tramonte foca na fiscalização e transparência das empresas responsáveis pelos coletivos da cidade e a implementação de novas linhas para ônibus e motocicletas. Pretende ampliar a linha do metrô até o Barreiro.

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Rogério fala sobre acessibilidade na mobilidade urbana e no uso de transportes coletivos, além de prometer implementar iluminação e abrigos nos pontos de ônibus. Pretende melhorar o diálogo com a área metropolitana da cidade para garantir preços mais justos e melhores condições. Aposta na educação sobre o trânsito para a melhoria dele.

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As propostas de Wanderson incluem muito mais a participação estatal do que a maioria dos outros candidatos, sendo a reestatização do metrô, implantação da tarifa zero e a diminuição da terceirização dos serviços seus principais objetivos. Além disso, segundo ele, a tarifa zero será financiada pelo valor pago pelas empresas mineradoras, pelo uso da malha viária pública. Por último, pretende trazer a participação popular para seu mandato, criando conselhos para ouvir os cidadãos.

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Análise realizada e publicada por Mariana Brandão, sob a supervisão da professora Fernanda Sanglard.

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