{"id":8795,"date":"2022-06-01T11:20:17","date_gmt":"2022-06-01T14:20:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=8795"},"modified":"2022-06-23T15:19:59","modified_gmt":"2022-06-23T18:19:59","slug":"como-a-violencia-chegou-ao-aglomerado-da-serra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/como-a-violencia-chegou-ao-aglomerado-da-serra\/","title":{"rendered":"Como a viol\u00eancia chegou ao Aglomerado da Serra?"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Em meio a um per\u00edodo de mudan\u00e7as de valores sociais e festas grandiosas regadas \u00e0 bebida alco\u00f3lica, a d\u00e9cada de 1920 ficou marcada na hist\u00f3ria como \u201canos loucos\u201d. No Brasil, o fim da gripe espanhola, a volta do carnaval e a crise econ\u00f4mica criaram um cen\u00e1rio n\u00e3o t\u00e3o diferente da realidade vivida em 2022, depois do auge da pandemia de covid-19. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, o Aglomerado da Serra, que, mesmo sem um censo demogr\u00e1fico recente, \u00e9 considerado pelo governo mineiro o maior do estado e um dos maiores do Brasil, nascia na surdina da noite. De l\u00e1 para c\u00e1, o<em> Serr\u00e3o<\/em>, como \u00e9&nbsp; apelidado pelos moradores, construiu 102 anos de hist\u00f3ria, com seus altos e baixos. A viol\u00eancia, que na \u00e9poca foi iniciada por uma guerra territorial entre os pr\u00f3prios moradores, foi transformada pelo tr\u00e1fico e pela a\u00e7\u00e3o de l\u00edderes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Criado no aglomerado, Rog\u00e9rio Rego comanda um programa na Radio Autentica Favela, \u00e9 conselheiro tutelar e lideran\u00e7a social no <em>Serr\u00e3o<\/em>. Ele conta que quando chegou ao aglomerado, h\u00e1 cerca de 30 anos, a Serra era bem diferente. Al\u00e9m de ser menor, o local tamb\u00e9m era visto como \u201cterra de ningu\u00e9m\u201d. Sem escrituras e funcionando com uma pol\u00edtica pr\u00f3pria, a regi\u00e3o ainda lutava pela uni\u00e3o. Na \u00e9poca, o tr\u00e1fico de drogas n\u00e3o existia, e o acesso \u00e0 arma de fogo na regi\u00e3o era praticamente inexistente, mas a batalha era territorial.<br><br>\u201cO aglomerado na \u00e9poca era muito separado [da cidade]. Era considerado s\u00f3 uma favela, mas hoje a comunidade \u00e9 formada por v\u00e1rias jun\u00e7\u00f5es de vilas. H\u00e1 poucos metros abaixo do morro, a quest\u00e3o social era outra. Quando a gente descia, era outro mundo: muita discrimina\u00e7\u00e3o. Era a gente descer que a pol\u00edcia parava e perguntava: &#8220;O que voc\u00eas est\u00e3o fazendo aqui?&#8221;, conta. \u201cNa \u00e9poca, era muito bacana, porque a gente ficava na rua e brincava \u00e0 vontade. Mas, ao mesmo tempo, era uma \u00e9poca muito pesada na quest\u00e3o da viol\u00eancia, porque era vizinho brigando com vizinho. \u00c0 noite, n\u00e3o tinha ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, n\u00e3o tinha nada. Era uma quest\u00e3o muito dura.\u201d<br><strong><br><\/strong><br>Durante conversa com a equipe de reportagem, o conselheiro relembrou a inf\u00e2ncia vivida na comunidade. Com um sorriso no rosto, Rog\u00e9rio contou que, com o tempo, a Serra conseguiu se unificar por meio do di\u00e1logo e do apoio encontrado entre os moradores. Em 1982, os vizinhos acabaram se conhecendo e se tornando amigos.&nbsp; \u201cCom o passar do tempo, a conviv\u00eancia foi melhorando, porque como era uma comunidade pequena, as pessoas come\u00e7aram a se relacionar e, automaticamente, a viol\u00eancia foi diminuindo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9923\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-300x300.jpeg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-150x150.jpeg 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-768x768.jpeg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-370x370.jpeg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-270x270.jpeg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-570x570.jpeg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-740x740.jpeg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b-96x96.jpeg 96w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/8b2aecc1-dc7a-4b0a-8a55-e2c487b4d49b.jpeg 1080w\" \/><figcaption>Rog\u00e9rio Rego, \u00e9 l\u00edder comunit\u00e1rio no Aglomerado da Serra. (Arte: Ana Mendon\u00e7a)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><br>N\u00e3o se sabe ao certo como o<em> Serr\u00e3o <\/em>se transformou em aglomerado, mas existem evid\u00eancias de que o bairro Serra foi planejado com a constru\u00e7\u00e3o de Belo Horizonte e registrado desde a inaugura\u00e7\u00e3o da cidade &#8211; em 1897 -, com o nome de \u201cCh\u00e1caras da Serra\u201d. Nos primeiros anos da rec\u00e9m-criada BH, o que se via na regi\u00e3o eram ch\u00e1caras, de onde partiam produtos de hortifr\u00fati para abastecer a cidade. Com o passar dos anos, o \u201cbairro\u201d foi criando uma nova identidade. As ch\u00e1caras, que contornavam a grande Serra do Curral, foram tomadas por resid\u00eancias irregulares e, depois de um tempo, vilas come\u00e7aram a surgir.<br><br>Oficialmente, o aglomerado \u00e9 formado pelas vilas Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, Nossa Senhora de F\u00e1tima, Nossa Senhora Aparecida, Santana do Cafezal, Novo S\u00e3o Lucas, Fazendinha e Mar\u00e7ola. S\u00e3o vilas que, ao longo da hist\u00f3ria, tamb\u00e9m ganharam outras topon\u00edmias, como Arara, Pau Comeu, Caixa d\u2019\u00e1gua, Del Rey, Caf\u00e9, Favelinha, Baixada e muitas outras.<br><br>Para Rog\u00e9rio, a viol\u00eancia foi instalada no local com a chegada das armas de fogo. \u201cO pessoal at\u00e9 fala muito de drogas e entorpecentes, mas [o problema mesmo] foi quando come\u00e7ou a chegar arma de fogo.\u201d<br><br>Apesar da fala de Rog\u00e9rio, <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/brasil\/noticia\/2010\/12\/mj-quase-metade-das-armas-em-circulacao-e-ilegal.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dados levantados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a (MJ), no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2010<\/a>, revelaram que mais da metade das armas de fogo que circulam no pa\u00eds de forma ilegal tiveram origem no tr\u00e1fico. Desde ent\u00e3o, segundo o MJ, o tr\u00e1fico de armas no Brasil est\u00e1, muitas vezes, diretamente associado ao crime organizado e ao tr\u00e1fico de drogas, uma vez que a comercializa\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias il\u00edcitas demanda uma elevada militariza\u00e7\u00e3o dos grupos de traficantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Rog\u00e9rio R\u00eago fala sobre o acesso a armas de fogo no Aglomerado da Serra\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Jml6IXK1_kU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cH\u00e1 uns 30 anos [1992], come\u00e7ou a chegar a arma facilmente. Isso teve a ver tamb\u00e9m com uma quest\u00e3o do tr\u00e1fico. Eu acho que o ponto principal dessa quest\u00e3o de viol\u00eancia na \u00e9poca foi o acesso. Quando tinha briga territorial [como antigamente], se tivesse algum problema, usava a arma e voc\u00ea n\u00e3o tinha como recuperar depois\u201d, conta. \u201cOs meninos que vieram depois e foram crescendo nessa realidade, tiveram a oportunidade de se instalar no tr\u00e1fico.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Questionado sobre o poder do Estado dentro da comunidade, Rog\u00e9rio apontou que nunca viu pol\u00edtica p\u00fablica envolvendo a seguran\u00e7a ser aplicada de forma recorrente no aglomerado. \u201cO Estado, historicamente, deixou a gente abandonado. At\u00e9 hoje, as interven\u00e7\u00f5es s\u00e3o paliativas.\u201d<br><br>Ao contar sobre o assunto, o conselheiro enxergou, ao fundo, duas meninas brincando em uma pra\u00e7a. As crian\u00e7as vieram at\u00e9 o l\u00edder e o questionaram do porqu\u00ea de ele ser \u201cfamoso\u201d e \u201cestar dando uma entrevista\u201d. Entre um sorriso no rosto e a emo\u00e7\u00e3o contida nos olhos, Rog\u00e9rio contou como a import\u00e2ncia de bons exemplos diminuiu efetivamente a viol\u00eancia ao longo dos anos.<br><br>\u201cUm menino que nasce aqui tem duas escolhas n\u00edtidas: se tornar trabalhador ou cair no tr\u00e1fico. Ele pode crescer e ver um policial saindo daqui. Um bom exemplo. E vai querer ser policial tamb\u00e9m e dar bom exemplo\u201d, conta. \u201cEm qualquer lugar, tem gente boa e tem gente ruim. Existe, sim, repress\u00e3o policial, como em qualquer lugar, mas tem gente que d\u00e1 bom exemplo\u201d, diz.<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cria do Aglomerado<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se sabe ao certo quantos habitantes vivem no Aglomerado da Serra atualmente, mas \u00e9 poss\u00edvel encontrar diferentes apontamentos. <a href=\"https:\/\/prefeitura.pbh.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O site da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)<\/a>, por exemplo, cont\u00e9m p\u00e1ginas que registram uma popula\u00e7\u00e3o de 34 mil pessoas e outras que citam 50 mil moradores. Entre esses moradores, o Capit\u00e3o Mauro Lucio, 48 anos, comandante do Gepar (Grupo Especializado de Policiamento em \u00c1reas de Risco), \u00e9 nascido e criado no <em>Serr\u00e3o<\/em>. Ele ingressou na Pol\u00edcia Militar (PM) em 1995.<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/capitao_uNwXMjxv.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/IMG_1165.jpg\" alt=\"Capit\u00e3o Mauro L\u00facio, comandante do Gepar, homem branco, por volta dos 40 anos, careca, vestido com a farda marrom da Pol\u00edcia Militar e de m\u00e1scara preta, em sua mesa de escrit\u00f3rio branca, sentado em sua cadeira azul, ao lado de um computador ligado, gesticula ao dar entrevista.\" class=\"wp-image-9343\"\/><figcaption>Capit\u00e3o Mauro L\u00facio, comandante do Gepar. (Foto: Victor Silveira)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De uma fam\u00edlia grande, com 10 irm\u00e3os, Mauro L\u00facio era filho de um comerciante local e chegou a vender picol\u00e9s antes de virar policial.&nbsp; \u201cEu gostava de estudar, ao contr\u00e1rio dos meus irm\u00e3os. Mas depois que me formei, virei motoboy e entrei para a PM\u201d, conta.<br><br>O capit\u00e3o do Gepar tamb\u00e9m citou as brigas territoriais na inf\u00e2ncia. \u201cEra uma provoca\u00e7\u00e3o: \u2018Quem \u00e9 de tal lugar \u00e9 mais rico\u2019, \u2018Os boys da Del Rey n\u00e3o podem ir na Caixa D&#8217;\u00e1gua&#8217;. Come\u00e7ou uma rivalidade, entendeu? O tr\u00e1fico, depois que foi inserido, tamb\u00e9m ajudou a contribuir com isso. Entre as vilas dava guerra. Cada um com seu territ\u00f3rio\u201d, comenta. &#8220;A\u00ed, depois disso, come\u00e7aram os confrontos. At\u00e9 mesmo com namorada\u2026 qualquer coisa desencadeava uma disputa\u201d, explicou.<strong><em><br><br><\/em><\/strong>Para ele, o per\u00edodo mais &#8220;sangrento&#8221; do aglomerado foi de 2003 a 2008. Segundo Mauro L\u00facio, essa foi a \u00e9poca em que mais houve homic\u00eddios.<br><br>Em uma pesquisa feita pelos arquivos do jornal Estado de Minas, foi poss\u00edvel encontrar diferentes manchetes sobre o assunto. De &#8220;Guerra entre gangues&#8221; at\u00e9 \u201cTr\u00e1fico leva divis\u00e3o ao Aglomerado\u201d, o jornal apontava que a regi\u00e3o sofria com as gangues locais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/capitao_owzrQnJu.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong><br><em>\u201cO que acontecia era o seguinte: existiam as gangues e elas tinham rixas entre si. E a maioria das \u201cguerras\u201d entre elas come\u00e7ava por motivos bobos. Por exemplo, fulano foi a um pagode e aprontou. A guerra come\u00e7ava. A\u00ed come\u00e7ou o per\u00edodo sangrento. Por pontos de tr\u00e1ficos, ou as rixas antigas mesmo. Gangue x Gangue. Mas n\u00e3o foi nada comparado ao Rio de Janeiro, por exemplo. Ali n\u00e3o era mais uma quest\u00e3o de territ\u00f3rio, era coisa besta mesmo.\u201d<\/em><br><\/strong><\/p><cite>Capit\u00e3o Mauro Lucio<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Segundo o capit\u00e3o, com a divis\u00e3o de diversas gangues pelo aglomerado, come\u00e7aram a surgir acordos para cada regi\u00e3o. Cada gangue come\u00e7ou a agir em um local e, com isso, os homic\u00eddios voltaram a diminuir.<br><br>\u201cEu j\u00e1 atendi mais de quatro homic\u00eddios por dia. E depois, com a chegada do Gepar, come\u00e7ou um trabalho mais selecionado, sabe? De ver autoria, de qual gangue. Hoje em dia, eles se intimidam. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 matar. A gente sabe quem \u00e9, de onde vem, qual gangue pertence\u2026\u201d, explica.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Da guerra de gangues ao tr\u00e1fico<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-1024x1024.png\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o com o t\u00edtulo de &quot;Guerra&quot; apresenta colagens de imagens: Uma delas um homem negro segurando uma arma de forte calibre, um esquadr\u00e3o da pol\u00edcia, uma viatura da Pol\u00edcia Militar, al\u00e9m de uma montagem de uma imagem do Aglomerado da Serra.\" class=\"wp-image-9304\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-1024x1024.png 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-300x300.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-150x150.png 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-768x768.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-370x370.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-270x270.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-570x570.png 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-740x740.png 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8-96x96.png 96w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Design-sem-nome-8.png 1080w\" \/><figcaption>&#8220;Guerra entre gangues&#8221; tomou o Aglomerado da Serra (Arte: Ana Mendon\u00e7a)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Assim como o l\u00edder do Gepar, para Luiz Fl\u00e1vio Sapori, especialista em Seguran\u00e7a P\u00fablica e professor da PUC Minas, a virada dos homic\u00eddios ocorreu na virada da d\u00e9cada passada. \u201cIndicando que o fen\u00f4meno certamente envolve alguma inser\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica do tr\u00e1fico de drogas\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Sapori, a Serra, entre 2003\/2004 at\u00e9 2010, vivenciou um crescimento de homic\u00eddios entre jovens mesmo com Vila Viva. O que indica a \u201cguerra entre gangues\u201d citada pelos outros entrevistados. \u201cMesmo com as melhorias sociais. Para ser mais provocativo, os jovens da regi\u00e3o estavam se matando menos por algum motivo e eu acredito que era o tr\u00e1fico\u201d, explica.<br><br>O especialista ainda citou o <a href=\"https:\/\/repositorio.ufmg.br\/handle\/1843\/BUOS-B75EMG\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudo do soci\u00f3logo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Rafael Rocha, que estudou quase 10 anos de homic\u00eddios na Serra,<\/a> e identificou que muitos homic\u00eddios estavam relacionados \u00e0s gangues locais.<br><br>\u201c\u00c9 uma regi\u00e3o muito fragmentada, na divis\u00e3o de gangues na divis\u00e3o territorial das gangues de jovens. Uma matan\u00e7a muito grande entre as gangues muitas vezes, por motivos f\u00fateis. Vingan\u00e7as, por exemplo. N\u00e3o motiva\u00e7\u00f5es diretamente relacionadas \u00e0s disputas econ\u00f4micas do tr\u00e1fico, mas jovens do tr\u00e1fico se matando por conflitos banais\u201d, afirmou. \u201cNos \u00faltimos 10 anos, esse fen\u00f4meno parece que foi praticamente estancado. Significa que alguma ordem superior, seja dos gerentes das biqueiras dos patr\u00f5es do neg\u00f3cio. Porque ali n\u00e3o tem um patr\u00e3o s\u00f3. N\u00e3o \u00e9 uma regi\u00e3o que tem uma hegemonia do tr\u00e1fico\u201d, prosseguiu.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"578\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-1024x578.png\" alt=\"Luiz Fl\u00e1vio Sapori, um homem branco, por volta dos 60 anos de idade, com \u00f3culos preto e cabelos brancos, gesticula na sala de sua casa, sentado no sof\u00e1. Uma esteira ao fundo e porta da varanda tamb\u00e9m aparecem na imagem.\" class=\"wp-image-9430\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-1024x578.png 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-300x169.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-768x434.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-370x209.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-270x152.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-570x322.png 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-740x418.png 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1-150x85.png 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image-1.png 1360w\" \/><figcaption>Luiz Fl\u00e1vio Sapori, especialista em Seguran\u00e7a P\u00fablica. (Foto: Bernardo Caldeira)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Ao falar sobre o Gepar, Sapori discordou do Capit\u00e3o Mauro Lucio. Para ele, a iniciativa n\u00e3o fez parte da queda das est\u00e1ticas. \u201cSe o Gepar estava no per\u00edodo de crescimento dos homic\u00eddios, como dizer que ele \u00e9 parte da queda dos homic\u00eddios? Do ponto de vista sociol\u00f3gico n\u00e3o faz sentido\u201d, questionou.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u201cguerra entre gangues\u201d acabou em meados de 2010, de acordo com os entrevistados. Desde ent\u00e3o, o tr\u00e1fico, os movimentos sociais e tamb\u00e9m a a\u00e7\u00e3o de l\u00edderes vem controlando a paz no Aglomerado.<\/p>\n\n\n\n<p>A reportagem ressalta que com problemas comuns relacionados ao crime nas favelas por todo o Brasil, o Aglomerado da Serra recorre \u00e0 mesma situa\u00e7\u00e3o. O descaso social \u00e9 apontado pela falta de n\u00fameros, dados e censos de dentro da comunidade. <\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Este \u00e9 o primeiro texto da s\u00e9rie de reportagens &#8220;Aglomerado da Serra: (In)seguran\u00e7a&#8221;. Na pr\u00f3xima mat\u00e9ria, a s\u00e9rie explica como o assassinato de inocentes na regi\u00e3o foi ponto chave entre a seguran\u00e7a p\u00fablica e os moradores do aglomerado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leia Tamb\u00e9m<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/assassinato-de-inocentes-impactou-atuacao-da-pm-no-aglomerado-da-serra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Assassinato de inocentes impactou atua\u00e7\u00e3o da PM no Aglomerado da Serra<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/sentimento-de-seguranca-aumenta-no-aglomerado-da-serra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sentimento de seguran\u00e7a aumenta no Aglomerado da Serra<\/a><\/h3>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Esta s\u00e9rie de reportagens foi produzida por Ana Mendon\u00e7a, Bernardo Drummond, Felipe Quintella, Marcelo de Angelis, Pedro Lovisi e Victor Silveira como Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso de Jornalismo da PUC Minas, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora Fernanda Nalon Sanglard.<\/pre>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeira reportagem da s\u00e9rie \u201cAglomerado da Serra: (In)seguran\u00e7a&#8221; revisita hist\u00f3rico do maior aglomerado de Minas Gerais <\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":9928,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[996,681],"tags":[987,1043,1042,1041,177,703,268,740,1038,922,1037,1044,1039,989,1040,231],"class_list":["post-8795","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-seguranca-publica","category-tcc","tag-aglomerado-da-serra","tag-armas","tag-assassinato","tag-baile","tag-belo-horizonte","tag-comunidade","tag-crime","tag-favela","tag-homicidio","tag-inseguranca","tag-minas-gerais","tag-mortes","tag-pmmg","tag-seguranca","tag-serrao","tag-violencia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Como a viol\u00eancia chegou ao Aglomerado da Serra? 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