{"id":8700,"date":"2022-04-26T20:09:19","date_gmt":"2022-04-26T23:09:19","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=8700"},"modified":"2022-04-26T20:09:25","modified_gmt":"2022-04-26T23:09:25","slug":"o-guarda-roupa-e-o-mercado-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/o-guarda-roupa-e-o-mercado-de-trabalho\/","title":{"rendered":"O guarda-roupa e o mercado de trabalho"},"content":{"rendered":"\n<p>Ao escolher qual roupa usar, cada um pensa na imagem que quer transmitir ao mundo com aquele look. Respeito, maturidade, sofistica\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o, todos querem mostrar seu verdadeiro eu atrav\u00e9s de uma pe\u00e7a. No trabalho, isso n\u00e3o \u00e9 menos importante. Por\u00e9m, para as mulheres, essa escolha vai muito al\u00e9m do simples gosto. Vou ser respeitada se usar decote? V\u00e3o comentar das minhas pernas se eu usar essa saia? Se usar gola alta, serei vista como puritana? Perguntas como estas s\u00e3o comuns no dia-a-dia da mulher trabalhadora e influenciam fortemente na sua vida profissional e pessoal. Para garantir o espa\u00e7o da mulher no ambiente de trabalho, os estigmas sobre a vestimenta das mulheres devem ser combatidos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mercado de trabalho \u00e9 lugar de mulher<\/h3>\n\n\n\n<p>O fim do feudalismo e a migra\u00e7\u00e3o para o sistema capitalista significou uma mudan\u00e7a da posi\u00e7\u00e3o social da mulher, que saiu do trabalho em terras comunais para o trabalho reprodutivo e dom\u00e9stico, restringida apenas ao lar. A nova din\u00e2mica trabalhista levou o homem burgu\u00eas a ficar o dia todo fora de casa e separou definitivamente o ambiente p\u00fablico do privado. A divis\u00e3o familiar que pressup\u00f5e a presen\u00e7a do homem no trabalho e, da mulher, em casa, al\u00e9m de moldar os espa\u00e7os p\u00fablicos, tamb\u00e9m moldou a evolu\u00e7\u00e3o das roupas, que ficaram cada vez mais divididas entre roupa de homem e roupa de mulher.<\/p>\n\n\n\n<p>No livro <a href=\"https:\/\/www.companhiadasletras.com.br\/detalhe.php?codigo=88395\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Mulher, roupa, trabalho, como se veste a desigualdade de g\u00eanero&#8221;<\/a>, as autoras <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/mayracotta\/?hl=fr\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mayra Cotta<\/a> e <a href=\"https:\/\/thaisfarage.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Thais Farage<\/a> apontam essa distin\u00e7\u00e3o: &#8220;As roupas dos homens e das mulheres come\u00e7aram a ficar marcadamente diferentes. Essa diferencia\u00e7\u00e3o acompanhava no mesmo passo a diferencia\u00e7\u00e3o sexual de g\u00eanero dos espa\u00e7os p\u00fablicos e privados&#8221;, afirmam, na obra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-thais-mayra-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8704\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-thais-mayra-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-thais-mayra-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-thais-mayra-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-thais-mayra-1-1536x1024.jpg 1536w\" \/><figcaption>Mayra Cotta e Thais Farage (Renato Parada\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Junto ao aspecto excludente caracter\u00edstico do mercado de trabalho, a vis\u00e3o da mulher como objeto sexual tem um papel significativo na constru\u00e7\u00e3o do que \u00e9 visto socialmente como apropriado. Segundo a pesquisadora e coordenadora da organiza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.modefica.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modefica<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marinacolerato\/?hl=fr\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Marina Colerato<\/a>, historicamente, o ativo que a mulher tem para se manter na sociedade capitalista \u00e9 o sexo. Na l\u00f3gica da chamada <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CYm7MayLrdV\/?utm_source=ig_web_copy_link\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">economia sexual<\/a>, o \u00fanico recurso que a mulher tem para vender \u00e9 seu corpo e sua sexualidade, portanto, parte-se do pressuposto que ela sempre o est\u00e1 oferecendo. Nesse contexto, o corpo da mulher se torna territ\u00f3rio e, consequentemente, algo a ser conquistado: \u201cHoje, temos dificuldade, em certos ambientes, de as mulheres se vestirem de forma m\u00faltipla, porque t\u00eam medo, porque n\u00e3o v\u00e3o ser levadas a s\u00e9rio, porque s\u00e3o hipersexualizadas\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>Mulheres pretas sempre trabalharam<\/em><\/h4>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\"><em>A mulher branca foi exclu\u00edda dos espa\u00e7os p\u00fablicos e, consequentemente, do mercado de trabalho. J\u00e1 as mulheres negras sempre tiveram que trabalhar, por\u00e9m, mantidas em posi\u00e7\u00e3o de subalternidade, sujeitas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o profissional e \u00e0s vagas com piores remunera\u00e7\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es, sem nunca se equipararem aos homens brancos. O ass\u00e9dio moral e sexual, a sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia e a falta de incentivo \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o existem porque s\u00e3o parte de um processo estrutural de exclus\u00e3o que reafirma constantemente que ela, mulher negra,&nbsp; n\u00e3o pertence aos espa\u00e7os de maior visibilidade e com boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho.&nbsp;<\/em><\/pre>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A<\/strong> resposta n\u00e3o \u00e9 \u201cse vestir de homem\u201d<\/h3>\n\n\n\n<p>No imagin\u00e1rio da classe empresarial, a roupa de trabalho do homem sempre foi a mesma: o terno. Mudaram o tamanho, as cores, o corte, mas o dresscode se manteve o mesmo. J\u00e1 para as mulheres, \u201co que vestir para trabalhar?\u201d foi uma pergunta que teve v\u00e1rias respostas diferentes ao longo das d\u00e9cadas. De saias rodadas \u00e0s saias longas, de aventais a blazers, a roupa feminina se reinventou diversas vezes em uma tentativa de ocupar o mesmo lugar do homem. Em seu livro, Farage e Cotta apontam como \u201ca perman\u00eancia do terno masculino no mundo do trabalho acompanha e espelha o pertencimento inquestion\u00e1vel do homem \u00e0quele espa\u00e7o\u201d, ou seja, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de mudan\u00e7a, porque n\u00e3o existem novos espa\u00e7os a serem conquistados pelos homens no mercado de trabalho. Para as mulheres, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 oposta.<\/p>\n\n\n\n<p>Visando ocupar o mesmo lugar que os homens, \u00e9 comum as mulheres escolherem roupas que imitam o terno ou vestimentas masculinas. Normalmente, opta-se por cores neutras e estampas lisas, presentes em roupas masculinas por transmitirem sobriedade e estabilidade, caracter\u00edsticas atribu\u00eddas ao homem. Assim surge o terninho, pe\u00e7a muito difundida entre as mulheres de neg\u00f3cios. O terno para mulheres remete ao masculino, por\u00e9m sempre incorporando detalhes ligados ao mundo feminino, como a cintura marcada e o colo aparecendo. Ao incorporar detalhes femininos em roupas masculinas, o poder do homem sobre a mulher \u00e9 refor\u00e7ado, apontando o limite existente entre a mulher e o homem na sociedade. \u201c\u00c9 uma negocia\u00e7\u00e3o, de se aproximar de alguns s\u00edmbolos masculinos, mas sem deixar a gente esquecer que a gente \u00e9 mulher, nos colocando no nosso lugar&#8221;, diz a advogada Mayra Cotta em entrevista ao Colab.<\/p>\n\n\n\n<p>Na luta para conseguir se impor e ser respeitada no lugar de trabalho, mulheres se sentem pressionadas a se vestirem como homens e agirem como homens, na esperan\u00e7a de que, assim, seu trabalho seja levado a s\u00e9rio e tratado com respeito e igualdade. Esse comportamento est\u00e1 diretamente ligado \u00e0 falta de estruturas para acolher e incluir mulheres no mercado. Segundo Farage e Cotta, no livro j\u00e1 citado, \u201cse n\u00e3o h\u00e1 modelos diferentes de sucesso, se n\u00e3o h\u00e1 lideran\u00e7a sem abuso, se n\u00e3o conhecemos um mercado de trabalho que se preocupa tamb\u00e9m com a economia do cuidado, acabamos concluindo que n\u00e3o podemos ser mulheres naquele espa\u00e7o\u201d. Essa imita\u00e7\u00e3o do homem como forma de combate \u00e0 opress\u00e3o da mulher acaba por impulsionar mulheres a adotarem comportamentos do opressor. Como explica Marina Colerato, \u201cpara se inserir nesse universo, ela (mulher) precisou, de fato, adotar a postura do dominante\u201d. Ainda segundo a jornalista, esse comportamento constr\u00f3i a express\u00e3o est\u00e9tica da opress\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ass\u00e9dio n\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia de decote<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Outra dificuldade enfrentada diariamente pelas mulheres no trabalho \u00e9 o ass\u00e9dio sexual. Coment\u00e1rios inadequados, toques inapropriados, pedidos por favores sexuais e at\u00e9 abuso f\u00edsico, infelizmente, fazem parte da realidade das mulheres no mercado de trabalho. Em estudo realizado em 2020 pela organiza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/thinkeva.com.br\/pesquisas\/assedio-no-contexto-do-mundo-corporativo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Think Eva<\/a>, 47,12% das mulheres respondentes foram v\u00edtimas de ass\u00e9dio no trabalho, sendo elas, na sua maioria (52%), mulheres negras.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao escolher o que vestir, a mulher se v\u00ea v\u00edtima de processos de hipersexualiza\u00e7\u00e3o, e precisa lutar para n\u00e3o ser responsabilizada pela invas\u00e3o em seu pr\u00f3prio corpo. A busca pela roupa ideal para trabalhar em um ambiente que \u00e9 constru\u00eddo para excluir torna-se algo cansativo, e mobiliza a energia das mulheres para outras preocupa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o o pr\u00f3prio desempenho, metas e sonhos profissionais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cA hierarquia no trabalho \u00e9 correntemente instrumentalizada para a manuten\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas violentas que controlam as mulheres nesses espa\u00e7os\u201d.<\/p><cite>Mulher, roupa, trabalho, como se veste a desigualdade de g\u00eanero<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>No contexto da economia sexual, a express\u00e3o da sexualidade pela mulher \u00e9 respons\u00e1vel pelo dom\u00ednio sobre ela, consequentemente levando mulheres a se sentirem culpadas pela viol\u00eancia que sofrem ou n\u00e3o denunciarem por medo de retalia\u00e7\u00e3o. Segundo a pesquisa da organiza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/thinkeva.com.br\/pesquisas\/assedio-no-contexto-do-mundo-corporativo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Think Eva<\/a>, 78,4% das mulheres entrevistadas dizem n\u00e3o acreditar que algo ser\u00e1 feito caso denunciem o crime e 63,8% afirmam que h\u00e1 um ciclo de descaso face aos ass\u00e9dios. Na falta de pol\u00edticas institucionais efetivas, n\u00e3o h\u00e1 seguran\u00e7a de que a funcion\u00e1ria ser\u00e1 protegida. \u201cA gente v\u00ea muito essa romantiza\u00e7\u00e3o da coragem, da mulher que enfrenta o seu assediador, que enfrenta seu abusador, mas, na verdade, ningu\u00e9m quer ser corajosa, a gente s\u00f3 quer viver em paz, tranquilamente\u201d afirma Mayra Cotta.<\/p>\n\n\n\n<p>A culpa pela viol\u00eancia sofrida tamb\u00e9m \u00e9 frequente entre as mulheres, especialmente entre mulheres negras de baixa renda. Entre as que afirmaram sentir vergonha de terem sido v\u00edtimas de ass\u00e9dio, 54% s\u00e3o negras. A&nbsp; sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a no trabalho \u00e9 maior entre mulheres que recebem at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos. Al\u00e9m do sentimento de vergonha, a recorr\u00eancia da viol\u00eancia contra a mulher leva a uma naturaliza\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio e a v\u00edtima nem sempre percebe o abuso sofrido. Entre as entrevistadas desse mesmo estudo, 10% n\u00e3o sabem se passaram por situa\u00e7\u00f5es de ass\u00e9dio. Tal fato \u00e9 explicado na fala da jornalista Marina Colerato: \u201cComo \u00e9 t\u00e3o naturalizado, faz parte da realidade da mulher, voc\u00ea come\u00e7a a considerar aquilo [o ass\u00e9dio] normal, dizer que \u00e9 um instinto natural da mulher estar sempre dispon\u00edvel sexualmente e, do homem, sempre investir sexualmente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando voltamos a olhar o dress code feminino nas empresas, a vis\u00e3o da mulher como apenas um ser sexual \u00e9 explicitada. Apesar de decotes serem vistos como inadequados, uniformes femininos costumam mostrar mais pele que os masculinos. Saias curtas s\u00e3o inapropriadas, mas a saia l\u00e1pis, muito comum nos escrit\u00f3rios, \u00e9 apertada, para marcar as curvas. Cria-se, ent\u00e3o, um limbo entre o que \u00e9 visto como apropriado ou n\u00e3o, mantendo brechas para a escolha da roupa ser usada como elemento de opress\u00e3o e desvaloriza\u00e7\u00e3o do trabalho feminino. Mulheres que carregam grandes cargos na pol\u00edtica, como Marina Silva e Dilma Rousseff, por exemplo, j\u00e1 foram alvo de diversas reportagens e publica\u00e7\u00f5es sobre suas escolhas de pe\u00e7a ou estampa, desviando o foco de seu trabalho. Em entrevista, Marina Colerato compartilha um relato pr\u00f3prio de sua dificuldade para se vestir como mulher de neg\u00f3cios. \u201cNo come\u00e7o da organiza\u00e7\u00e3o [Modefica], quando eu ia dar palestra ou fazer qualquer coisa, eu ia completamente coberta. Eu n\u00e3o expressava nenhum tipo de sexualidade, eu guardava tudo, tentava me tornar um ser assexuado para ser levada a s\u00e9rio e ser respeitada\u201d, conta Colerato.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8705\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina.jpeg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-300x200.jpeg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-768x512.jpeg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-370x246.jpeg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-270x180.jpeg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-570x380.jpeg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-740x493.jpeg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto-marina-150x100.jpeg 150w\" \/><figcaption>Marina Colerato, coordenadora do Modefica (Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mas, e a\u00ed? O que fazer para mudar?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A compreens\u00e3o de onde v\u00eam as normas impostas sobre a vestimenta feminina pode dar o sentimento de impot\u00eancia ou des\u00e2nimo. Se o problema \u00e9 estrutural, como fa\u00e7o para me sentir confort\u00e1vel com o que uso e ser respeitada? A f\u00f3rmula perfeita para a liberdade feminina n\u00e3o existe, mas a estrat\u00e9gia mais eficaz para resolver esse problema \u00e9 a uni\u00e3o. Ao se organizar, conscientizar e se unir com outras mulheres, \u00e9 poss\u00edvel fazer press\u00e3o sobre as empresas e institui\u00e7\u00f5es e lutar por&nbsp; mudan\u00e7as efetivas para a prote\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho. O ciclo de impot\u00eancia e de culpa diante dos abusos s\u00f3 pode ser quebrado com o incentivo daqueles ao redor. Segundo Mayra Cotta, \u201ca gente precisa se organizar, agir coletivamente, se apoiar umas nas outras, criar nossas redes, e nos mobilizarmos juntas, esse \u00e9 o \u00fanico caminho\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, se sabemos que mulheres n\u00e3o s\u00e3o todas oprimidas da mesma forma, cabe \u00e0quelas que t\u00eam mais privil\u00e9gios utiliz\u00e1-los em prol da luta coletiva. Mulheres em posi\u00e7\u00f5es de poder podem optar por escolher roupas que quebram a regra da neutralidade masculina, portando pe\u00e7as coloridas ou estampadas e, assim, liderar pelo exemplo, mostrando \u00e0quelas em posi\u00e7\u00f5es inferiores que n\u00e3o h\u00e1 problema em sair do bege e do azul marinho. A repress\u00e3o de brincadeiras ou coment\u00e1rios sobre a roupa de outras funcion\u00e1rias tamb\u00e9m \u00e9 essencial para definir um ambiente de trabalho seguro para todas.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como se d\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o da imagem da mulher por meio das roupas?<\/p>\n","protected":false},"author":39,"featured_media":8711,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[19,813,558,501,956],"class_list":["post-8700","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","tag-feminismo","tag-mercado-de-trabalho","tag-moda","tag-mulher","tag-roupa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O guarda-roupa e o mercado de trabalho - Colab<\/title>\n<meta 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