{"id":8682,"date":"2022-06-01T11:21:15","date_gmt":"2022-06-01T14:21:15","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=8682"},"modified":"2022-06-27T16:58:04","modified_gmt":"2022-06-27T19:58:04","slug":"sentimento-de-seguranca-aumenta-no-aglomerado-da-serra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/sentimento-de-seguranca-aumenta-no-aglomerado-da-serra\/","title":{"rendered":"Sentimento de seguran\u00e7a aumenta no Aglomerado da Serra"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok. Especialistas falam sobre a diminui\u00e7\u00e3o de mortes no Aglomerado da Serra.\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/efsAeAd01qw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo acima, Renato Rios Neto, Ten. Cel. Gilbran Maciel, Rog\u00e9rio R\u00eago e Luiz Fl\u00e1vio Sapori falam sobre a diminui\u00e7\u00e3o de mortes no Aglomerado da Serra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">\u00c9 consenso entre lideran\u00e7as comunit\u00e1rias, especialistas, jornalistas e policiais que os homic\u00eddios e a viol\u00eancia diminu\u00edram consideravelmente no Aglomerado da Serra, na regi\u00e3o Centro-Sul de Belo Horizonte, pelo menos desde o final da d\u00e9cada de 2010. Antes disso, especialmente entre 2003 e 2008, <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/como-a-violencia-chegou-ao-aglomerado-da-serra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tiroteios e mortes violentas eram rotina para os moradores da regi\u00e3o<\/a>. A <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=8687\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">morte de dois moradores n\u00e3o envolvidos com o tr\u00e1fico<\/a>, pelas m\u00e3os de policiais militares, em 2011, foi um ponto-chave para essa mudan\u00e7a. Mas com a escassez de dados espec\u00edficos sobre a regi\u00e3o, \u00e9 dif\u00edcil precisar o que aconteceu no Aglomerado da Serra. Se n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel apontar apenas uma pol\u00edtica p\u00fablica que tenha sido efetiva no combate \u00e0s mortes violentas, especialmente de jovens, na regi\u00e3o. Esta reportagem busca compreender o que levou a essa maior sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left has-gridlove-acc-color has-text-color has-huge-font-size wp-block-heading\">Quais os motivos?<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Matar n\u00e3o \u00e9 bom para os neg\u00f3cios<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o est\u00e1 claro o motivo pelo qual o aglomerado se tornou um lugar menos violento nos \u00faltimos anos, nem se teria realmente se tornado. Fato \u00e9 que hoje h\u00e1 relatos de maior sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a. Uma das hip\u00f3teses levantadas \u00e9 a de que o tr\u00e1fico de drogas \u00e9 mais respons\u00e1vel pela diminui\u00e7\u00e3o das mortes do que qualquer outro ator envolvido na Serra. Segundo especialistas e jornalistas que cobrem a \u00e1rea h\u00e1 anos, os gerentes das bocas e os l\u00edderes de gangues podem ter percebido que n\u00e3o \u00e9 bom para o neg\u00f3cio de venda de entorpecentes resolver qualquer disputa com a morte do rival.<\/p>\n\n\n\n<p>Renato Rios Neto, Vin\u00edcius Ara\u00fajo e Luiz Fl\u00e1vio Sapori opinam sobre o porque da diminui\u00e7\u00e3o dos homic\u00eddios no Aglomerado da Serra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Neto, Ara\u00fajo e Sapori opinam sobre a diminui\u00e7\u00e3o dos homic\u00eddios no Aglomerado da Serra.\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nWGlCAlXpX0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Policiamento especializado<\/h3>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a resposta da Pol\u00edcia Militar (PM) para o motivo da redu\u00e7\u00e3o nos homic\u00eddios \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o especializada da corpora\u00e7\u00e3o no aglomerado. A diferen\u00e7a da presen\u00e7a policial no complexo para outras regi\u00f5es \u00e9 o Grupo Especializado de Policiamento em \u00c1rea de Risco (Gepar).&nbsp;A unidade, criada em 2002 e introduzida na Serra em 2003, \u00e9 composta por 25 policiais que est\u00e3o 24 horas por dia dentro da comunidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esses militares recebem treinamento para policiamento comunit\u00e1rio, conhecem bem a regi\u00e3o, convivem com os moradores e percebem diariamente a din\u00e2mica dos grupos criminosos. Segundo a PM, isso cria um senso de pertencimento, o que permite maior proximidade com a popula\u00e7\u00e3o. Por isso, as pessoas se disp\u00f5em a contribuir com informa\u00e7\u00f5es que ajudem no combate ao crime e a trazer demandas que orientem a atua\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia. Segundo o capit\u00e3o Mauro L\u00facio, comandante do Gepar Serra, os agentes chegam at\u00e9 a ultrapassar as fun\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e repress\u00e3o, pr\u00f3prias da PM, e fazem as vezes de investigadores iniciais das ocorr\u00eancias, chegando com mais facilidade \u00e0 autoria e motiva\u00e7\u00e3o dos crimes. No \u00e1udio abaixo, o militar, que tamb\u00e9m \u00e9 morador do aglomerado, conta como a atua\u00e7\u00e3o do grupo em ocorr\u00eancias de homic\u00eddio foi mudando ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/TRECHO-CAPITAO-MAURO-LUCIO.mp3\"><\/audio><figcaption>Capit\u00e3o Mauro L\u00facio, comandante do Gepar Serra e morador do Aglomerado, sobre a mudan\u00e7a da atua\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de seguran\u00e7a em ocorr\u00eancias de homic\u00eddio na regi\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-style-default\"><img decoding=\"async\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/IMG_1157.jpg\" alt=\"Enquanto dava a entrevista o Capit\u00e3o Mauro L\u00facio,  vestido com a farda marrom da Pol\u00edcia Militar e de m\u00e1scara preta, sentado em sua mesa de escrit\u00f3rio branca e sentado em sua cadeira acolchoada azul, ao lado de um computador ligado, conversa fazendo gestos.\" class=\"wp-image-8919\"\/><figcaption>Foto: Victor Silveira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Soma de esfor\u00e7os<\/h3>\n\n\n\n<p>A PM aponta o Gepar como uma pe\u00e7a dentro de uma din\u00e2mica maior de coordena\u00e7\u00e3o entre as for\u00e7as de seguran\u00e7a e as institui\u00e7\u00f5es. As informa\u00e7\u00f5es apuradas inicialmente pelos militares ainda s\u00e3o trabalhadas pela Pol\u00edcia Civil e pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico. Se o Judici\u00e1rio julgar as conclus\u00f5es v\u00e1lidas, concede mandados de busca e apreens\u00e3o e de pris\u00e3o contra os autores dos homic\u00eddios, o que auxilia por sua vez no trabalho das policiais. As autoridades de Seguran\u00e7a P\u00fablica veem que esse c\u00edrculo vicioso funcionou no caso do Aglomerado da Serra. Na vis\u00e3o da pol\u00edcia, a partir do momento que as lideran\u00e7as do tr\u00e1fico percebem que as disputas violentas t\u00eam consequ\u00eancias perante a lei, passam a resolver as disputas de outra forma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo a seguir, \u00e9 abordado a atua\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia dentro do aglomerado pelo Ten. Cel. Gilbran Maciel e pelo Major Renato Quirino.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok. Ten. Cel. Maciel e pelo Major Quirino falam sobre a abordagem da pol\u00edcia no Aglomerado da Serra\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ef_tmc0Z-Bg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Um dos representantes e l\u00edderes comunit\u00e1rios da regi\u00e3o, o vereador Gilson Guimar\u00e3es, concorda com as for\u00e7as de seguran\u00e7a. O parlamentar tamb\u00e9m v\u00ea o Gepar como essencial para a retomada da confian\u00e7a na pol\u00edcia por parte da popula\u00e7\u00e3o, o que por sua vez contribuiu para diminuir a viol\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/TRECHO-1-VEREADOR.mp3\"><\/audio><figcaption>Vereador Gilson Guimar\u00e3es, eleito pelo Aglomerado da Serra, sobre o Gepar <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Por outro lado, h\u00e1 quem pense que nenhuma pol\u00edtica de seguran\u00e7a p\u00fablica \u00e9 respons\u00e1vel pela redu\u00e7\u00e3o das mortes. Seja porque o \u00fanico diferencial da atua\u00e7\u00e3o do Estado esteja justamente em como a pol\u00edcia aborda os moradores, como pensa o l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago. Ou porque a cria\u00e7\u00e3o do Gepar da Serra \u00e9 bem anterior \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o dos homic\u00eddios, como na vis\u00e3o do especialista em seguran\u00e7a p\u00fablica Luiz Fl\u00e1vio Sapori. <\/p>\n\n\n\n<p>Luiz Fl\u00e1vio Sapori e Rog\u00e9rio R\u00eago discorrem sobre as pol\u00edticas de seguran\u00e7a p\u00fablica do Aglomerado da Serra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok.Luiz Sapori e Rog\u00e9rio R\u00eago discorrem sobre as pol\u00edticas de seguran\u00e7a p\u00fablica do Aglomerado da Ser\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jhY7-WErCYg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Projetos sociais e preventivos <\/h3>\n\n\n\n<p>Os projetos sociais que nasceram dentro da comunidade cumprem o papel de evitar que muitos desses jovens sejam atra\u00eddos pelo mundo do crime em primeiro lugar e tenham oportunidade de emprego mesmo em uma situa\u00e7\u00e3o social dif\u00edcil. Moradores com algum tipo de talento &#8211; no esporte e na dan\u00e7a &#8211;&nbsp; tiveram a ideia de ensinar isso para as crian\u00e7as e adolescentes. E essas iniciativas evolu\u00edram para projetos coletivos.<\/p>\n\n\n\n<p>O l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago aponta quais e as import\u00e2ncia de alguns projetos sociais para o aglomerado.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok.Rog\u00e9rio R\u00eago e Renato Rios Neto falam sobre a rela\u00e7\u00e3o conflituosa entre pol\u00edcia e comunidade.\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JFY46rj2ZEo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fica Vivo!<\/h3>\n\n\n\n<p>A Secretaria de Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica (Sejusp) indicou uma servidora da \u00e1rea de Pol\u00edtica de Preven\u00e7\u00e3o \u00e0 Criminalidade para falar em nome da pasta sobre a redu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia no Aglomerado da Serra. A secretaria preferiu comentar exclusivamente sobre o papel do Fica Vivo!, que \u00e9 uma das principais iniciativas de preven\u00e7\u00e3o a viol\u00eancia entre jovens desenvolvidas pelo governo de Minas. Institu\u00eddo em 2002, inicialmente no Morro das Pedras, na regi\u00e3o Oeste de Belo Horizonte, o programa busca combater os homic\u00eddios entre os jovens de 12 a 24 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto atua principalmente fortalecendo a prote\u00e7\u00e3o social e oferecendo alternativas para as crian\u00e7as e adolescentes de regi\u00f5es mais vulner\u00e1veis. Os profissionais do projeto oferecem oficinas de esporte e de cultura e cursos profissionalizantes para esses jovens. Al\u00e9m disso, a equipe busca conversar individualmente com os jovens para tentar entender a realidade deles e propor solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para cada um. H\u00e1 tamb\u00e9m projetos que levam os meninos e meninas a circular pela cidade, o que tem como objetivo que eles se apropriem dos espa\u00e7os p\u00fablicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A base dessa metodologia \u00e9 a mesma em todos os 28 territ\u00f3rios em que o projeto est\u00e1 presente, inclusive no Aglomerado da Serra. Segundo a diretora de Prote\u00e7\u00e3o da Juventude, Michelle Gangana, pelo fato do aglomerado ser muito extenso, cada vila demanda atividades que condizem com o contexto local. A diretora faz a compara\u00e7\u00e3o entre a Vila Fazendinha, que se assemelharia a uma cidade do interior, e a Vila Mar\u00e7ola, mais urbanizada e que por isso teria uma rede mais estruturada. Gangana afirma que o Fica Vivo! teve papel relevante para que menos jovens morressem na Serra, ao mostrar&nbsp;que tem como resolver desaven\u00e7as sem ser matando, como explica no \u00e1udio abaixo. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/TRECHO-MICHELLE-FICA-VIVO.mp3\"><\/audio><figcaption>Michelle Gangana, diretora de Prote\u00e7\u00e3o da Juventude da Sejusp, sobre o papel do Fica Vivo! na redu\u00e7\u00e3o dos homic\u00eddios.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Apesar de reconhecer a import\u00e2ncia do programa, o especialista em seguran\u00e7a p\u00fablica e professor da PUC Minas, Luiz Fl\u00e1vio Sapori, n\u00e3o v\u00ea o Fica Vivo! como decisivo para a redu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia, no caso espec\u00edfico do Aglomerado da Serra. Tendo atuado como secret\u00e1rio adjunto de Seguran\u00e7a de Minas entre 2003 e 2007, Sapori acompanhou de perto a expans\u00e3o do projeto al\u00e9m da regi\u00e3o inicial, o Morro das Pedras. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>N\u00e3o acredito que o Fica Vivo tenha impacto decisivo. Nunca teve relev\u00e2ncia expressiva na regi\u00e3o da Serra. O p\u00fablico atendido sempre foi muito restrito e n\u00e3o h\u00e1 nenhum outro projeto de preven\u00e7\u00e3o social, seja estadual [ou] municipal que tamb\u00e9m tem destaque. [A Serra sempre foi] uma regi\u00e3o que a gente n\u00e3o conseguia resultados t\u00e3o expressivos em termos de redu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia, como n\u00f3s conseguimos em outras regi\u00f5es, [depois] da implanta\u00e7\u00e3o do Fica Vivo.<\/p><cite>Luiz Fl\u00e1vio Sapori, especialista em seguran\u00e7a p\u00fablica e professor da PUC Minas<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left has-gridlove-acc-color has-text-color wp-block-heading\">Dados imprecisos<\/h2>\n\n\n\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o de que os crimes violentos diminu\u00edram no aglomerado n\u00e3o se reflete necessariamente nos n\u00fameros de homic\u00eddios na \u00faltima d\u00e9cada, pelo menos de acordo com a Secretaria de Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica (Sejusp). Em 2012, foram pelo menos oito assassinatos. Em 2021, sete. Esse n\u00famero se mant\u00e9m relativamente constante ao longo dos anos. <\/p>\n\n\n\n<p>Com exce\u00e7\u00e3o de 2015, quando houve apenas uma morte. E tamb\u00e9m de 2016 e 2017, anos em que ocorreram confrontos de maior intensidade entre as gangues locais, o que representou uma alta consider\u00e1vel, especialmente nas vilas Santana do Cafezal e Nossa Senhora Aparecida, que abrigam os grupos envolvidos. \u00c9 preciso destacar que dentro dessa conta, entram tamb\u00e9m homic\u00eddios passionais, por exemplo. Nem todas as mortes violentas est\u00e3o relacionadas ao tr\u00e1fico ou a desaven\u00e7as entre as organiza\u00e7\u00f5es criminosas da regi\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Abaixo, o n\u00famero de homic\u00eddios consumados por ano e por vila no Aglomerado da Serra, entre 2012 e 2021 (Fonte: Sejusp)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" sizes=\"auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8781\" width=\"651\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2.png 796w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-300x217.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-768x555.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-370x267.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-270x195.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-570x412.png 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-740x535.png 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homicidios-Serra-Grafico-2-150x108.png 150w\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Abaixo, o mapa das oito vilas do Aglomerado da Serra, elaborado pela Pol\u00edcia Militar. Cada c\u00edrculo representa a \u00e1rea aproximada de cada vila e tem a cor correspondente \u00e0 regi\u00e3o no gr\u00e1fico. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"916\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9319\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-300x268.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-768x687.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-370x331.jpg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-335x300.jpg 335w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-270x242.jpg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-570x510.jpg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-740x662.jpg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/0001-1-1024x916-1-150x134.jpg 150w\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os dados foram compilados a partir de uma planilha fornecida pela Sejusp, obtida por meio da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o (LAI). No entanto, essas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o precisas. Primeiro, n\u00e3o existe uma contagem espec\u00edfica para todo o aglomerado. Por isso os n\u00fameros representam a soma das ocorr\u00eancias nas oito vilas que comp\u00f5em o complexo. Outro limitador \u00e9 a falta de dados referentes ao per\u00edodo anterior a 2012. Isso porque as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o compiladas com base no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), os boletins de ocorr\u00eancia. E esse sistema s\u00f3 foi difundido em todo o estado em 2012. Antes disso, a contagem era feita por meio de outra metodologia, ainda que sobre administra\u00e7\u00e3o do governo estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria metodologia com que a base de dados da Sejusp \u00e9 calculada \u00e9 um outro motivo para a falta de precis\u00e3o. Como os n\u00fameros v\u00eam do banco de informa\u00e7\u00f5es de boletins de ocorr\u00eancia, o registro leva em conta somente as informa\u00e7\u00f5es iniciais que a guarni\u00e7\u00e3o policial tem acesso durante a ocorr\u00eancia. E n\u00e3o leva em conta os desdobramentos daquele caso ou as conclus\u00f5es da investiga\u00e7\u00e3o. Ou seja, esses n\u00fameros podem ser, na verdade, subnotificados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a conta da secretaria estadual n\u00e3o bate com o que foi computado pela Pol\u00edcia Militar, pelo menos nos anos de 2020 e 2021. Segundo o 22\u00ba Batalh\u00e3o, respons\u00e1vel pelo Aglomerado da Serra, em 2020 houve apenas um homic\u00eddio dentro do aglomerado. E em 2021, foram cinco, sendo que apenas um seria motivado por disputas do tr\u00e1fico de drogas. Os outros quatro seriam resultados de viol\u00eancia dom\u00e9stica, como feminic\u00eddio.&nbsp;Em 21 de maio de 2022, o Aglomerado completou 140 dias sem homic\u00eddios, segundo a PM.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>Era um marido que matou a mulher&#8230;Inclusive homic\u00eddios cometidos sob a \u00e9gide do lar. Ou seja, em que a Pol\u00edcia Militar pouco ou nada pode fazer em rela\u00e7\u00e3o a preven\u00e7\u00e3o desse homic\u00eddio.<\/em><\/p><cite>Tenente-coronel Gilbran Maciel &#8211; Comandante do 22\u00ba Batalh\u00e3o de Pol\u00edcia Militar<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Membros da sociedade civil criticam a burocracia e a pouca divulga\u00e7\u00e3o desses n\u00fameros pela PM. Argumentando que uma abertura maior seria importante para a defini\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas conjuntas. Uma alternativa para o registro da Seguran\u00e7a P\u00fablica de um homic\u00eddio consumado s\u00e3o as informa\u00e7\u00f5es de mortes violentas compiladas pela prefeitura, a partir da base do SUS. O que tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9&nbsp;f\u00e1cil de obter.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>Eu at\u00e9 questionei isso, porque a prefeitura muitas vezes n\u00e3o tem os dados do SUS. Esses dados quem tem acesso muitas vezes \u00e9 a Pol\u00edcia Militar. Mas da PM a gente n\u00e3o tem acesso e hoje a gente luta para poder ter esse acesso. Essa divulga\u00e7\u00e3o de dados de ocorr\u00eancia muitas vezes n\u00e3o chega e a\u00ed ficamos fora dessa realidade<\/em>.<\/p><cite>Gilson Guimar\u00e3es &#8211; Vereador<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Contraste<\/h3>\n\n\n\n<p>Mesmo com a baixa confiabilidade, os n\u00fameros n\u00e3o deixam de mostrar a diferen\u00e7a da realidade social do aglomerado e do bairro que d\u00e1 nome ao complexo. Entre 2012 e 2021, aconteceram 12 homic\u00eddios na Serra, segundo a Sejusp. Essa quantidade \u00e9 a mesma registrada apenas em 2016 no conjunto das oito vilas. Na \u00faltima d\u00e9cada, foram 77 mortes violentas no aglomerado. Abaixo, a compara\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de homic\u00eddios no Aglomerado da Serra e no bairro Serra entre 2012 e 2021, de acordo com a base de dados da Sejusp.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"796\" height=\"575\" data-id=\"8696\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8696\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO.png 796w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-300x217.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-768x555.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-370x267.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-270x195.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-570x412.png 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-740x535.png 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HOMICIDIOS-BAIRRO_AGLOMERADO-150x108.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Menos roubos e furtos<\/h3>\n\n\n\n<p>A partir da mesma base de dados da Sejusp, \u00e9 poss\u00edvel chegar a conclus\u00e3o oposta na compara\u00e7\u00e3o entre o n\u00edvel de criminalidade no Aglomerado da Serra e no bairro da Serra, dessa vez em rela\u00e7\u00e3o a furtos e roubos. Esses crimes contra o patrim\u00f4nio s\u00e3o mais comuns no bairro e s\u00e3o bem mais raros na comunidade. Em 2016, por exemplo, o conjunto de oito vilas registrou 24 roubos e 73 ocorr\u00eancias de furto. No mesmo ano, no bairro Serra a secretaria contabilizou 379 roubos e 1168 furtos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>O aglomerado \u00e9 um lugar onde voc\u00ea pode ir, \u00e9 um lugar tranquilo. Ali dentro n\u00e3o tem roubo, voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 roubado.<\/p><cite>Gilson Guimar\u00e3es &#8211; Vereador<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O que os n\u00fameros mostram \u00e9 confirmado pelos relatos de quem mora no aglomerado. Em parte, isso pode ser atribu\u00eddo a uma determina\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico de drogas, que pro\u00edbe, e pune com viol\u00eancia os criminosos que tentam roubar na regi\u00e3o, para servir de exemplo para quem tentar o mesmo. Uma ordem que tamb\u00e9m tem motiva\u00e7\u00e3o financeira: quanto mais pessoas assaltadas e furtadas, menos vendas de drogas. Ao mesmo tempo, h\u00e1 tamb\u00e9m a an\u00e1lise de que se deva ao fato do Aglomerado ser uma comunidade mais fechada a moradores de outras partes da cidade. E \u00e9 raro que vizinhos roubem bens de outros vizinhos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Major Renato Quirino, Tenente Coronel Gilbran Maciel e Luiz Fl\u00e1vio Sapori abordam a diminui\u00e7\u00e3o dos crimes dentro do aglomerado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok. Major Quirino, Ten. Cor. Maciel e Sapori abordam diminui\u00e7\u00e3o dos crimes dentro do aglomerado da S\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Fo30b87Tx-w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left has-gridlove-acc-color has-text-color wp-block-heading\">Solu\u00e7\u00e3o ainda parcial<\/h2>\n\n\n\n<p>Todos os relatos apontam para uma melhora, mas a seguran\u00e7a est\u00e1 longe de ser uma quest\u00e3o resolvida na regi\u00e3o. Depois de 2011, os homic\u00eddios n\u00e3o deixaram de representar fatos relevantes no cotidiano do aglomerado. As hist\u00f3rias desses crimes muitas vezes est\u00e3o ligadas a conflitos entre as diferentes vilas, mas tamb\u00e9m entre moradores da Serra e pessoas que v\u00eam de fora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mortes em bailes funk<\/h3>\n\n\n\n<p>Os bailes funk, que re\u00fanem milhares de pessoas, s\u00e3o uma oportunidade para que inimigos de diferentes vilas ou regi\u00f5es se encontrem. E quando h\u00e1 uma execu\u00e7\u00e3o em eventos desse porte, as vidas de muitas pessoas s\u00e3o colocadas em risco. Em pelo menos tr\u00eas ocasi\u00f5es na \u00faltima d\u00e9cada, situa\u00e7\u00f5es parecidas terminaram em morte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/gerais\/2013\/03\/18\/interna_gerais,358629\/tiroteio-na-serra-deixa-um-morto-e-13-feridos.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mar\u00e7o de 2013<\/a>, um homem morreu e 13 pessoas ficaram feridas em um tiroteio durante um baile na esquina das ruas Bandonion e Capivari. Pelo menos 500 pessoas estavam no local quando quatro homens chegaram em motos e come\u00e7aram a atirar. Entre os baleados, estava uma crian\u00e7a de seis anos. <\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/minas-gerais\/noticia\/tiroteio-em-baile-funk-deixa-uma-adolescente-morta-e-outros-dois-feridos-em-belo-horizonte.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">julho de 2017<\/a>, na Vila Cafezal, menores de idade foram novamente envolvidos nesse tipo de ocorr\u00eancia. Um adolescente de 14 anos morreu depois de levar um tiro nas costas, segundo testemunhas. Os tiros teriam sido disparados por traficantes, que atiravam contra a pol\u00edcia, que foi acionada por den\u00fancias que indicavam ostenta\u00e7\u00e3o de armas e venda de drogas. Duas jovens e um outro rapaz tamb\u00e9m foram atingidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, em <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/gerais\/2019\/12\/16\/interna_gerais,1108568\/jovem-morre-baleado-em-baile-funk-que-reunia-tres-mil-pessoas-na-serra.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dezembro de 2019<\/a>, em um evento na Pra\u00e7a do Cardoso, um rapaz de 19 anos foi morto e outro de 23 ficou ferido. Segundo a pol\u00edcia, a dupla morava na Pedreira Prado Lopes, e o crime seria motivado por disputas do tr\u00e1fico daquela regi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos trechos a seguir, o Major Renato Quirino, comandante da 127\u00aa Companhia de Pol\u00edcia Militar, e o jornalista Renato Rios Neto falam sobre as implica\u00e7\u00f5es negativas desses eventos. E o tenente-coronel Gilbran Maciel, comandante do 22\u00ba Batalh\u00e3o, cita os casos que explicam a posi\u00e7\u00e3o de aten\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia com os bailes funks, que seriam clandestinos na vis\u00e3o da corpora\u00e7\u00e3o. Enquanto o l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago afirma que considera uma viol\u00eancia institucional a proibi\u00e7\u00e3o dos bailes e outros eventos do tipo.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok.Major Quirino e jornalista Renato Neto falam sobre viol\u00eancia no Aglomerado da Serra.\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dgLg_WeJELs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Barril de p\u00f3lvora<\/h3>\n\n\n\n<p>Recentemente, os confrontos atingiram picos de viol\u00eancia nos primeiros meses de 2016 e em meados de 2017. Moradores tiveram que conviver com tiroteios, restri\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o e fechamento de servi\u00e7os p\u00fablicos como postos de sa\u00fade. <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/minas-gerais\/noticia\/2016\/01\/video-mostra-intenso-tiroteio-durante-madrugada-no-aglomerado-da-serra.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">De acordo com a PM, em 2016 quatro gangues <\/a>estavam em conflito: Del Rei, Pau Comeu, Sacramento e Bandonion. J\u00e1 em 2017, o atrito foi protagonizado apenas por Del Rei e Pau Comeu, segundo a pol\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas conflitos armaados n\u00e3o se devem necessariamente a disputas do mercado de entorpecentes. Essa ideia foi corroborada pelo comandante do Gepar da Serra, Capit\u00e3o Mauro L\u00facio, na \u00e9poca tenente.<a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/gerais\/2017\/07\/26\/interna_gerais,886648\/serie-de-tiroteios-no-aglomerado-da-serra-marca-a-rotina-da-regiao.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> Em entrevista concedida em 2017<\/a>, o militar apontou que a origem das trocas de tiros estava nas rixas hist\u00f3ricas entre grupos de diferentes partes do aglomerado, que seriam desencadeadas por provoca\u00e7\u00f5es e pequenos desentendimentos. Essa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 compartilhada tamb\u00e9m por lideran\u00e7as comunit\u00e1rias, jornalistas e especialistas. Independentemente da real motiva\u00e7\u00e3o, 2016 e 2017 foram os anos que mais registraram homic\u00eddios no aglomerado: 12 e 14 assassinatos, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, o l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago, o especialista em seguran\u00e7a p\u00fablica Luiz Fl\u00e1vio Sapori e o jornalista Vin\u00edcius Ara\u00fajo descrevem suas vis\u00f5es sobre as hist\u00f3rias e motiva\u00e7\u00f5es dos assassinatos na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok.Rog\u00e9rio R\u00eago e Renato Rios Neto falam sobre a rela\u00e7\u00e3o conflituosa entre pol\u00edcia e comunidade.\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JFY46rj2ZEo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Rela\u00e7\u00f5es estremecidas<\/h3>\n\n\n\n<p>Especialmente nos per\u00edodos de maior conflito, a rela\u00e7\u00e3o dos moradores com a pol\u00edcia, celebrada como uma das chaves para a paz, pode ser um agravante da situa\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo que quem mora no aglomerado parabeniza a a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica dos policiais, aponta tamb\u00e9m que ainda h\u00e1 casos de abordagens truculentas contra trabalhadores. Tamb\u00e9m h\u00e1 casos em que as incurs\u00f5es terminam na morte de suspeitos apontados pela pol\u00edcia como pertencentes ao tr\u00e1fico. Como retalia\u00e7\u00e3o, criminosos fazem atentados para perturbar o dia a dia do local. O que aconteceu mais recentemente em <a href=\"https:\/\/www.itatiaia.com.br\/noticia\/pm-monta-operacao-aglomerado-da-serra-em-bh-apos-criminosos-atearem-fogo-em-onibus-dentro-da-comunidade\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">junho de 2021,<\/a> quando traficantes incendiaram \u00f4nibus no aglomerado como resposta \u00e0 morte de um rapaz de 18 anos, que segundo a PM, era envolvido no tr\u00e1fico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo abaixo, o l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago e o jornalista Renato Rios Neto falam sobre a rela\u00e7\u00e3o pol\u00edcia\/comunidade, que ainda \u00e9 conflituosa. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok.Rog\u00e9rio R\u00eago fala sobre a falta de presen\u00e7a estatal na regi\u00e3o\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/V0Dz66pCIQ0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Falta Estado<\/h3>\n\n\n\n<p>A atua\u00e7\u00e3o da Seguran\u00e7a P\u00fablica e as iniciativas da pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o do Aglomerado da Serra deram passos importantes na repress\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do crime,que resultaram em menos mortes violentas. Mas os lados envolvidos com a quest\u00e3o ainda falam em abandono de outros bra\u00e7os do Estado ao conjunto de vilas. Essa presen\u00e7a faz falta precisamente na cria\u00e7\u00e3o de oportunidades para os jovens do aglomerado. \u00c9 preciso criar condi\u00e7\u00f5es espaciais e sociais para que eles n\u00e3o vejam no tr\u00e1fico uma op\u00e7\u00e3o de renda e de vida melhor do que o trabalho e o estudo, como explica o vereador Gilson Guimar\u00e3es no \u00e1udio abaixo. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/TRECHO-2-VEREADOR.mp3\"><\/audio><figcaption>Vereador Gilson Guimar\u00e3es, sobre a falta de presen\u00e7a estatal na regi\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo lideran\u00e7as locais, a demanda por a\u00e7\u00f5es estatais vai desde o fornecimento de servi\u00e7os p\u00fablicos de melhor qualidade &#8211; como transporte &#8211; at\u00e9 incentivar a economia local. Pol\u00edticas p\u00fablicas de seguran\u00e7a que enxerguem a quest\u00e3o al\u00e9m da seguran\u00e7a propriamente dita.<\/p>\n\n\n\n<p>O l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago fala sobre a falta de presen\u00e7a estatal na regi\u00e3o, e o jornalista Renato Rios Neto sobre a aus\u00eancia de uma pol\u00edtica p\u00fablica espec\u00edfica da \u00e1rea de seguran\u00e7a, nos trechos abaixo. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok. Major Quirino explica porque acredita que seus policiais s\u00e3o bons exemplos para os jovens da Se\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ev-2uD-tVrQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Juventude vulner\u00e1vel<\/h3>\n\n\n\n<p>Se a manuten\u00e7\u00e3o da paz depende que os jovens tenham oportunidades de vida, ainda h\u00e1 uma s\u00e9rie de obst\u00e1culos no contexto social dos adolescentes do Aglomerado da Serra que dificultam isso. A regi\u00e3o tem um dos maiores \u00cdndices de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ) em Belo Horizonte. O \u00edndice vai de zero a cem, e entre os 40 territ\u00f3rios da cidade, a regi\u00e3o que inclui o Aglomerado da Serra \u00e9 a quinta com maior pontua\u00e7\u00e3o, com 57, ao lado de outras duas \u00e1reas. Al\u00e9m do conjunto da Serra, tamb\u00e9m fazem parte desse territ\u00f3rio as vilas Acaba Mundo, Pindura Saia, Santa Isabel e Fumec.<\/p>\n\n\n\n<p>A prefeitura da capital fez esse c\u00e1lculo em 2016, em parceria com o Centro de Estudos de Criminalidade e Seguran\u00e7a P\u00fablica (Crisp) da UFMG. O IVJ leva em conta sete indicadores, tendo como refer\u00eancia dados de 2015. Quantas pessoas de 10 a 14 anos est\u00e3o ocupadas; a renda domiciliar m\u00e9dia das fam\u00edlias; evas\u00e3o escolar; taxa de homic\u00eddios entre homens de 15 a 29 anos; taxa de fecundidade das meninas entre 15 e 19 anos; a porcentagem de jovens entre a popula\u00e7\u00e3o geral; e quantos alunos do ensino m\u00e9dio t\u00eam a idade acima da esperada para a s\u00e9rie na qual est\u00e3o matriculados. No territ\u00f3rio onde a Serra est\u00e1, cada fam\u00edlia ganha em m\u00e9dia R$ 1.341,23 por m\u00eas, e a taxa de fecunidade entre adolescentes \u00e9 de 21,31 a cada cem. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left has-gridlove-acc-color has-text-color wp-block-heading\">Futuro<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancia de vida<\/h3>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o de quem mora ou trabalha com o aglomerado, t\u00e3o importante quanto qualquer pol\u00edtica p\u00fablica \u00e9 evitar que os jovens vejam no traficante algu\u00e9m em quem se inspirar. Para que o criminoso n\u00e3o represente um futuro que a crian\u00e7a e o adolescente veja como uma alternativa v\u00e1lida para a realidade dele. O trabalho dos projetos sociais e da pr\u00f3pria pol\u00edcia contribui para que o jovem veja que esse caminho n\u00e3o vale a pena. A partir do exemplo de outra pessoa ou por meio de uma capacita\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo a seguir, o Major Renato Quirino, comandante da 127\u00aa Companhia, explica porque acredita que os seus policiais s\u00e3o bons exemplos para os jovens da Serra. E o l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio R\u00eago fala sobre a import\u00e2ncia das refer\u00eancias de vida para as crian\u00e7as e adolescentes do aglomerado. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok.Gilbran Maciel e Luiz Sapori explicam como veem o futuro da seguran\u00e7a no Aglomerado da Serra.\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/njwKC370LNQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>A educa\u00e7\u00e3o tem um papel fundamental nesse contexto, na vis\u00e3o do vereador Gilson Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/TRECHO-3-VEREADOR.mp3\"><\/audio><figcaption>Vereador Gilson Guimar\u00e3es, sobre os projetos voltados para a educa\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Caminho certo<\/h3>\n\n\n\n<p>Mesmo discordando entre si sobre o que levou a um Aglomerado da Serra menos violento na \u00faltima d\u00e9cada, pol\u00edcia, profissionais de imprensa, moradores e especialistas concordam que \u00e9 um caminho correto, que deve continuar sendo seguido. No termo usado pelo professor da PUC Minas Luiz Fl\u00e1vio Sapori, se trata de uma \u201cjanela de oportunidade\u201d que raramente se abre outra vez. A pacifica\u00e7\u00e3o das vilas abre espa\u00e7o para que os projetos sociais atraiam os jovens e consigam dar alternativas de vida para eles, seja para buscar um emprego ou seguir estudando. Ao mesmo tempo em que a Seguran\u00e7a P\u00fablica tem a oportunidade de avaliar as a\u00e7\u00f5es que levaram aos resultados positivos e replicar o c\u00edrculo vicioso que funciona entre a repress\u00e3o severa dos crimes de homic\u00eddio e uma pol\u00edcia comunit\u00e1ria que trabalhe cada vez mais alinhada com a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo abaixo, o tenente-coronel Gilbran Maciel e o especialista Luiz Fl\u00e1vio Sapori explicam como veem o futuro da seguran\u00e7a p\u00fablica no Aglomerado da Serra.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ok. Gilbran Maciel e Luiz Fl\u00e1vio Sapori explicam como veem a seguran\u00e7a p\u00fablica no Aglomerado da Se\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9iiMSdsAMRQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leia Tamb\u00e9m<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/como-a-violencia-chegou-ao-aglomerado-da-serra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como a viol\u00eancia chegou ao Aglomerado da Serra?<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=8687\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Assassinato de inocentes impactou a\u00e7\u00e3o da PM no Aglomerado da Serra<\/a><\/h3>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Esta s\u00e9rie de reportagens foi produzida por Ana Mendon\u00e7a, Bernardo Drummond, Felipe Quintella, Marcelo de Angelis, Pedro Lovisi e Victor Silveira como Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso de Jornalismo da PUC Minas, sob orienta\u00e7\u00e3o da professora Fernanda Nalon Sanglard.<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terceira reportagem da s\u00e9rie &#8220;Aglomerado da Serra: (In)seguran\u00e7a P\u00fablica&#8221; busca entender os fatores que levaram a essa percep\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":9551,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[996,681],"tags":[987,1042,177,421,703,268,997,740,46,995,992,990,991,1044,701,989,830,988,1040,993,231],"class_list":["post-8682","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-seguranca-publica","category-tcc","tag-aglomerado-da-serra","tag-assassinato","tag-belo-horizonte","tag-bh","tag-comunidade","tag-crime","tag-drogas","tag-favela","tag-funk","tag-gangue","tag-guerra","tag-homicidios","tag-jovens","tag-mortes","tag-policia","tag-seguranca","tag-seguranca-publica","tag-serra","tag-serrao","tag-trafico","tag-violencia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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