{"id":6329,"date":"2021-05-06T20:48:14","date_gmt":"2021-05-06T23:48:14","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=6329"},"modified":"2021-05-13T17:00:43","modified_gmt":"2021-05-13T20:00:43","slug":"criminalizacao-do-funk-por-que-o-lazer-das-favelas-incomoda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/criminalizacao-do-funk-por-que-o-lazer-das-favelas-incomoda\/","title":{"rendered":"Criminaliza\u00e7\u00e3o do funk: por que o lazer das favelas incomoda?"},"content":{"rendered":"\n<p>Recentemente, o DJ americano Diplo, de 42 anos, concedeu uma entrevista ao G1 onde contou sobre sua paix\u00e3o pelo <em>funk<\/em> carioca. Na manchete, uma declara\u00e7\u00e3o do artista chama a aten\u00e7\u00e3o: <em>&#8220;A m\u00fasica a\u00ed desses caras no Brasil tem zero regras, e eu amo isso. \u00c9 um caos total na cria\u00e7\u00e3o, eu adoro.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Como em 1942, quando o samba foi enquadrado como crime por vadiagem, o <em>funk<\/em> hoje sofre as consequ\u00eancias de uma idealiza\u00e7\u00e3o social ilustrada na fala de Diplo: a associa\u00e7\u00e3o do g\u00eanero musical \u00e0 confus\u00e3o generalizada. Com base nesse estere\u00f3tipo constantemente refor\u00e7ado, no Legislativo h\u00e1 um hist\u00f3rico de projetos de leis (PL) que buscam criminalizar o movimento e suas manifesta\u00e7\u00f5es culturais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><span class=\"has-inline-color has-gridlove-txt-color\"><em>\u201c(&#8230;) Autores e cantores de qualquer estilo musical que tenham conte\u00fados pejorativos ou ofensivos devem ser responsabilizados criminalmente e punidos pelo Poder Judici\u00e1rio, tratando-se a presente proposi\u00e7\u00e3o em reafirmar o esp\u00edrito mal\u00e9fico de estilos musicais que incentivam de qualquer forma a propaga\u00e7\u00e3o de crimes ou situa\u00e7\u00f5es vexat\u00f3rias (&#8230;)\u201d<\/em>            <\/span><\/p><cite>Texto do PL <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/proposicoesWeb\/fichadetramitacao?idProposicao=2221575\">5194\/2019<\/a>, proposto pelo deputado Charlles Thomacelli Evangelista (PSL) e depois retirado pelo pr\u00f3prio autor.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Posteriormente ao PL 5194\/2019, a ideia legislativa <a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/129233\">65.513\/2017<\/a> recebeu mais de 40 mil votos favor\u00e1veis em consulta p\u00fablica no site do Senado Federal. No portal e-cidadania qualquer um pode dar uma sugest\u00e3o de lei. Se ela alcan\u00e7ar 20 mil assinaturas de apoio \u00e9 analisada e pode ou n\u00e3o se tornar um PL. A ideia, sugerida pelo empres\u00e1rio paulista Marcelo Alonso, defende que os bailes <em>funks<\/em> s\u00e3o \u201cum recrutamento organizado nas redes sociais por e para atender criminosos, estupradores e ped\u00f3filos \u00e0 pr\u00e1tica de crime contra a crian\u00e7a e o menor adolescente ao uso, venda e consumo de \u00e1lcool e drogas, agenciamento, orgia e explora\u00e7\u00e3o sexual, estupro e sexo grupal entre crian\u00e7as e adolescentes, pornografia, pedofilia, arrua\u00e7a, sequestro, roubo e etc.\u201d Apesar do grande n\u00famero de votos favor\u00e1veis, para o al\u00edvio dos funkeiros, a sugest\u00e3o foi rejeitada em comiss\u00e3o parlamentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Como consequ\u00eancia dessas tentativas de censura, os MC\u2019s muitas vezes n\u00e3o conseguem vivenciar o <em>funk<\/em> enquanto&nbsp; trabalho e express\u00e3o cultural e acabam sendo responsabilizados pelo crime existente nas comunidades, independentemente dos bailes. A complexidade de se trabalhar em ambi\u00eancia marcada pela desigualdade e pelo abandono do Estado coloca os artistas como centro de um problema que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 deles. <\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a doutora em comunica\u00e7\u00e3o Libny Freire, que tem estudos sobre comunica\u00e7\u00e3o e cultura, tendo pesquisado mais especificamente as manifesta\u00e7\u00f5es do funk e do charme, os ataques a esses estilos musicais e aqueles que os produzem possuem teor elitista e partem de uma vis\u00e3o preconceituosa associada ao \u201cbom gosto\u201d. Segundo ela, o <em>funk<\/em> n\u00e3o \u00e9 questionado ou sofre censura apenas devido ao conte\u00fado das letras. &#8220;O preconceito tem classe social e endere\u00e7o: favela.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Doutor em ci\u00eancias sociais, Alexandre Eust\u00e1quio Teixeira concorda com a avalia\u00e7\u00e3o de Libny, refor\u00e7ando que at\u00e9 mesmo as abordagens policiais nas comunidades e favelas ocorrem de modo distinto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em><span class=\"has-inline-color has-gridlove-txt-color\">\u201cO CEP no Brasil tem classe e cor, isso j\u00e1 aponta muito o tipo de abordagem que ser\u00e1 adotada. Se um endere\u00e7o for em um aglomerado, a abordagem ser\u00e1 muito mais ostensiva, como forma de demonstra\u00e7\u00e3o de controle, o Estado como negatividade. Se o endere\u00e7o for o Belvedere [bairro nobre de BH], possivelmente a pol\u00edcia ir\u00e1 gentilmente pedir para o dono da festa reduzir o som e os vizinhos ir\u00e3o acionar o que incomoda na Justi\u00e7a, mas tudo de forma bem &#8216;civilizada&#8217;.&#8221; <\/span><\/em><\/p><cite><span class=\"has-inline-color has-gridlove-txt-color\">Alexandre.<\/span><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O caso&nbsp; do DJ Rennan da Penha, jovem de 25 anos idealizador de um dos maiores bailes <em>funks<\/em> do Rio de Janeiro, o Baile da Gaiola, chamou a aten\u00e7\u00e3o recentemente para a quest\u00e3o levantada pelos pesquisadores. Rennan ficou detido por sete meses e ainda est\u00e1 respondendo \u00e0 acusa\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00e3o ao tr\u00e1fico, que, segundo not\u00edcia publicada no Jusbrasil (plataforma de&nbsp; informa\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas), foi embasada em depoimento que associa o baile com a venda de drogas dentro da comunidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outros casos tamb\u00e9m ganharam notoriedade. H\u00e1 11 anos, durante&nbsp; ocupa\u00e7\u00e3o policial no Complexo do Alem\u00e3o, MC Smith e outros MC\u2019s moradores do complexo foram presos sob a acusa\u00e7\u00e3o de apologia ao crime. Em entrevista ao M\u00eddia Ninja, Wallace Ferreira da Mota, o MC Smith, conta detalhes sobre o epis\u00f3dio, que acabou quinze dias depois, quando ele foi declarado inocente. <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=s-sGWdrHHv4\">Jo\u00e3o Brasil entrevista MC Smith&nbsp; \u2502 Webs\u00e9rie Funk Brasil Entrevista&nbsp;<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jo\u00e3o Brasil entrevista MC Smith  \u2502 Webs\u00e9rie Funk Brasil Entrevista\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/s-sGWdrHHv4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Em&nbsp; caso mais recente, no dia 25 de mar\u00e7o deste ano, a Pol\u00edcia Civil de S\u00e3o Paulo realizou uma opera\u00e7\u00e3o de busca e apreens\u00e3o na casa de seis Mc\u2019s, entre eles MC Brinquedo, MC Pedrinho e MC Ryan. O fundamento da acusa\u00e7\u00e3o se repete: associa\u00e7\u00e3o ao tr\u00e1fico de drogas. At\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta reportagem n\u00e3o havia um desfecho da investiga\u00e7\u00e3o esclarecendo se os artistas envolvidos seriam ou n\u00e3o financiados pelo tr\u00e1fico.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><span class=\"has-inline-color has-gridlove-txt-color\">De ritmo ex\u00f3tico a som familiar<\/span><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Paradoxalmente, o funk \u00e9 muito apreciado em festas privadas da classe m\u00e9dia e alta, estereotipado como um ritmo alegre e carregado de sensualidade. J\u00e1 dentro das favelas, ber\u00e7o dos MC\u2019s, essa sensualidade \u00e9 por vezes atrelada \u00e0&nbsp; vulgaridade e a alegria, \u00e0 confus\u00e3o generalizada. Afinal, por que o lazer e a manifesta\u00e7\u00e3o cultural dentro das favelas incomoda tanto?&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Teixeira analisa que a estigmatiza\u00e7\u00e3o do g\u00eanero tem rela\u00e7\u00e3o com sua origem: \u201cO estilo \u00e9 origin\u00e1rio de movimentos identit\u00e1rios negros norteamericanos da d\u00e9cada de 1960. Essa origem \u00e9, em si, marginal.\u201d Ele explica que no Brasil, no final dos anos 1980, o espa\u00e7o de prolifera\u00e7\u00e3o do funk esteve demarcado nas periferias cariocas. Essa origem marginal, do ponto de vista territorial e social, somou-se ao tipo de letra e som que eram predominantes na \u00e9poca: ritmos e letras mais violentos, ligados a drogas, tr\u00e1fico, sexo, que foram considerados agressivos e pouco sofisticados, do ponto de vista de uma compreens\u00e3o elitizada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Teixeira tamb\u00e9m faz men\u00e7\u00e3o \u00e0 interfer\u00eancia da grande m\u00eddia,&nbsp; que associava os bailes \u00e0 no\u00e7\u00e3o de uma juventude perdida, sem trabalho, sem escola, com sexualidade precoce e que n\u00e3o valorizava elementos da \u00e9tica e da moral da alta sociedade. Os epis\u00f3dios de arrast\u00e3o nas praias de Ipanema em 1992, noticiados e relacionados por diversos jornais como uma extens\u00e3o dos bailes funks, \u00e9 um exemplo da interfer\u00eancia da m\u00eddia na conforma\u00e7\u00e3o dessa perspectiva. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"453\" height=\"561\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/jornal.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6330\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/jornal.png 453w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/jornal-242x300.png 242w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/jornal-370x458.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/jornal-270x334.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/jornal-150x186.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px\" \/><figcaption>Capa do jornal O Globo, de mar\u00e7o de 1992, atrelava a ocorr\u00eancia de arrast\u00f5es aos bailes funk \/ Reprodu\u00e7\u00e3o O GLOBO.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo realizado em 2011 por Danilo Cymrot, da Faculdade de Direito da Universidade de S\u00e3o Paulo, fez uma an\u00e1lise do epis\u00f3dio. Nas p\u00e1ginas da pesquisa, intitulada \u201c<a href=\"https:\/\/www.teses.usp.br\/teses\/disponiveis\/2\/2136\/tde-26082016-134709\/publico\/Danilo_Cymrot_ME.pdf\">A criminaliza\u00e7\u00e3o do funk sob a perspectiva da teoria cr\u00edtica<\/a>\u201d, h\u00e1 destaque para um trecho da obra \u201cO mundo funk carioca\u201d, do antrop\u00f3logo Hermano Vianna: \u201cFoi o operador l\u00f3gico que subitamente transformou o funk ex\u00f3tico em um funk familiar\u201d. O estudo defende que a transforma\u00e7\u00e3o em algo &#8220;familiar&#8221; nem sempre \u00e9 uma domestica\u00e7\u00e3o, ou seja, estar familiarizado a algo n\u00e3o significa aceita\u00e7\u00e3o ou apre\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando uma cultura se desprende&nbsp; de seu territ\u00f3rio de origem e \u00e9 apresentada a outros grupos, pode ser julgada a partir de padr\u00f5es morais diferentes e, consequentemente, provocar estranhamento. Esse deslocamento pode causar uma descaracteriza\u00e7\u00e3o dos valores criativos e, com isso, a representa\u00e7\u00e3o de uma realidade e um evento festivo pode ser encarada como perversidade. Como no caso da cobertura midi\u00e1tica que apresenta os bailes \u00e0 elite carioca&nbsp; por meio de abordagem noticiosa carregada de preconceitos, o que se consolida \u00e9 a imagem do <em>funk <\/em>atrelada \u00e0 confus\u00e3o e \u00e0 criminalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o recorte racial \u00e9 indispens\u00e1vel para compreender por que o ritmo&nbsp; \u00e9 por vezes considerado&nbsp; algo sem valor cultural. Nesse sentido, Alexandre destaca que quando desvinculado da favela e consumido por outro p\u00fablico, o g\u00eanero passa a representar uma est\u00e9tica moment\u00e2nea, sem valor pol\u00edtico, e por isso ganha a estima da elite.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/poema.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6331\" width=\"349\" height=\"287\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/poema.png 503w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/poema-300x246.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/poema-370x304.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/poema-270x222.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/poema-150x123.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><figcaption><strong>Poesia do livro \u201cM\u00e3e quero ser poeta\u201d de Ca\u00edque Baron<\/strong><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-gridlove-txt-color\"> <strong>Funk como resist\u00eancia<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Desde os 15 anos trabalhando com     m\u00fasica,&nbsp; Marcos Paulo Bispo,&nbsp; conhecido como DJ Nego, hoje com 36 anos, defende que o funk retrata o cotidiano conturbado do artista de periferia, que encontra na arte a possibilidade de espelhar essas experi\u00eancias presenciadas, mas nem sempre protagonizadas. Hoje ele tem sua pr\u00f3pria produtora, que fica na comunidade Vila S\u00e3o Jorge, regi\u00e3o Nordeste de BH, onde ele nasceu e cresceu. A &#8220;<em>9dade music&#8221;<\/em> j\u00e1 produziu mais de 25 artistas, entre eles mc\u2019s de <em>funk, rap<\/em> e<em> trap<\/em>. DJ Nego conta com alegria que j\u00e1 viu o <em>funk<\/em> salvar vidas. \u201cO que me deu for\u00e7a foi ver as pessoas enxergando nisso uma sa\u00edda. Quando eu vi meu trabalho sendo um motivo para as pessoas escaparem do crime eu me questionei sobre o porqu\u00ea dessa resist\u00eancia com o funk.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele conta que a repress\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um ataque \u00e0s letras provocativas e sim \u00e0s pessoas. \u201cAs autoridades t\u00eam que ver que a mesma bagun\u00e7a aqui tamb\u00e9m \u00e9 feita l\u00e1 (em refer\u00eancia \u00e0s festas privadas), o problema \u00e9 que aqui estamos mais vulner\u00e1veis, mas estamos tentando viver na disciplina. L\u00e1 eles querem curtir a nossa m\u00fasica, mas n\u00e3o d\u00e3o a cara a tapa para nos defender.\u201d&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos artistas agenciados pela &#8220;<em>9dade music&#8221;<\/em> \u00e9 MC Leon VSJ. Vizinho do produtor, o jovem de 23 anos divide a carreira de MC com a faculdade de direito e conta que o que o impede de viver do funk hoje s\u00e3o as repres\u00e1lias das autoridades e da sociedade civil. J\u00e1 DJ Nego diz que nada o impede e que, s\u00f3 de possibilitar que os artistas transformem uma viv\u00eancia dolorosa em arte, a pr\u00e1tica j\u00e1 poderia ser considerada bem sucedida. Otimista, ele conta que sempre est\u00e1 aberto a explicar a import\u00e2ncia do funk, mas que a diferen\u00e7a est\u00e1 em quem escuta: \u201cA gente tenta explicar, e a pessoa decide se entende ou n\u00e3o. Algumas s\u00e3o mais resistentes, mas n\u00e3o podemos desistir.\u201d&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MC\u2019s de funk s\u00e3o responsabilizados por crimes nas comunidades<\/p>\n","protected":false},"author":14,"featured_media":6333,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[596,46,220,597],"class_list":["post-6329","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","tag-criminalizacao","tag-funk","tag-musica","tag-periferia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Criminaliza\u00e7\u00e3o do funk: por que o lazer das favelas incomoda? - Colab<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/criminalizacao-do-funk-por-que-o-lazer-das-favelas-incomoda\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Criminaliza\u00e7\u00e3o do funk: por que o lazer das favelas incomoda? - 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