{"id":5436,"date":"2017-11-20T08:00:26","date_gmt":"2017-11-20T10:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=5436"},"modified":"2020-12-23T15:11:28","modified_gmt":"2020-12-23T18:11:28","slug":"a-imobilidade-nao-pode-continuar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/a-imobilidade-nao-pode-continuar\/","title":{"rendered":"A imobilidade n\u00e3o pode continuar"},"content":{"rendered":"\n<p>Seis horas da tarde, o famoso hor\u00e1rio \u201cde pico\u201d. Por mais que se queira chegar r\u00e1pido em casa, cada minuto no tr\u00e2nsito parece se transformar em horas. Seja no seu carro, moto, \u00f4nibus seja no metr\u00f4. O deslocamento do trabalho para a casa, ou vice-versa, \u00e9 um grande desafio para milh\u00f5es de brasileiros que vivem nas grandes cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>E em Belo Horizonte n\u00e3o \u00e9 diferente. A capital est\u00e1 entre as piores cidades em mobilidade urbana, ocupando o terceiro lugar no ranking, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domic\u00edlios (Pnad), do IBGE, entre 1992 e 2009. A mobilidade urbana refere-se \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de deslocamento da popula\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o geogr\u00e1fico. Os belo-horizontinos gastam, em m\u00e9dia, 68 minutos para fazer o percurso entre casa e trabalho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5437\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro.png 800w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-300x200.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-768x512.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-370x247.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-270x180.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-570x380.png 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-740x493.png 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/expansao_metro-150x100.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>A expans\u00e3o do metr\u00f4 \u00e9 uma das promessas n\u00e3o cumpridas (Foto: Hannah Hemmerich)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A empregada dom\u00e9stica Andreia Luiza Rodrigues, de 38 anos, mora em Santa Luzia, regi\u00e3o metropolitana de BH. Para chegar ao trabalho na Pampulha, ela precisa sair de sua casa \u00e0s 5 horas. Ap\u00f3s enfrentar dois \u00f4nibus lotados, Andreia s\u00f3 chega ao seu destino por volta das 7 horas. E o motivo \u00e9 claro: dist\u00e2ncia e congestionamentos intensos. \u201cEsse \u00e9 o tempo normal, di\u00e1rio, que preciso enfrentar. E, mesmo saindo cedo, \u00e0s vezes me atraso, por conta de situa\u00e7\u00f5es at\u00edpicas que fazem o tr\u00e2nsito \u2018agarrar\u2019 mais, como acidentes, por exemplo. Fora que todo esse tempo dentro do \u00f4nibus voc\u00ea passa em p\u00e9 e sem ter espa\u00e7o nem para respirar\u201d, relata a dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n<p>E de \u201cAndreias\u201d as cidades est\u00e3o cheias. Nos \u00faltimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana vem se intensificando cada vez mais, por conta do desenvolvimento ca\u00f3tico das grandes cidades que, por sua vez, afeta o tr\u00e2nsito de ve\u00edculos e pedestres. No Brasil, a principal causa dos problemas relaciona-se ao aumento do uso do transporte individual e abandono dos coletivos, devido \u00e0 m\u00e1 qualidade dos servi\u00e7os. \u00c9 um efeito&nbsp;cascata.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante disso, autoridades p\u00fablicas e especialistas discutem solu\u00e7\u00f5es para tentar resolver a quest\u00e3o da mobilidade urbana. A melhoria nos transportes p\u00fablicos e a utiliza\u00e7\u00e3o de bicicletas seriam os primeiros passos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"9768\">Tr\u00e2nsito e sistema vi\u00e1rio<\/h2>\n\n\n\n<p id=\"3bda\">A cada dia, Belo Horizonte apresenta um tr\u00e2nsito ca\u00f3tico. S\u00e3o 1,8 milh\u00e3o de carros circulando. O cidad\u00e3o precisa ter muita paci\u00eancia para transitar pelas ruas e avenidas da capital, seja de carro particular seja de transporte p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"5a11\">Se nenhuma a\u00e7\u00e3o que vise o planejamento de mobilidade urbana for realizada, a tend\u00eancia \u00e9 de que a situa\u00e7\u00e3o piore ainda mais. Segundo uma proje\u00e7\u00e3o da empresa&nbsp;<em>Im Traff<\/em>, especializada em engenharia de tr\u00e1fego e transportes, a m\u00e9dia de congestionamentos e reten\u00e7\u00f5es poder\u00e1 aumentar em 91 quil\u00f4metros nos pr\u00f3ximos dez anos. Atualmente, no hor\u00e1rio mais movimentado da tarde, a m\u00e9dia de congestionamento \u00e9 de 144 quil\u00f4metros. Em um c\u00e1lculo b\u00e1sico, pode-se prever em m\u00e9dia 235 quil\u00f4metros de congestionamento em 2027.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ca3f\">Uma das explica\u00e7\u00f5es para esses dados \u00e9 o aumento no n\u00famero da frota de ve\u00edculos, que cresceu cerca de 74% desde 2007. Com esse aumento e as condi\u00e7\u00f5es das ultrapassadas vias da cidade, criam-se gargalos que desafiam motoristas e provocam graves acidentes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"ddad\">Segundo o engenheiro civil Frederico Rocha, a capital n\u00e3o tem um plano voltado para o sistema vi\u00e1rio h\u00e1 anos: \u201cPlanos existem, mas n\u00e3o saem do papel. Rodoanel, amplia\u00e7\u00e3o do metr\u00f4, mas as obras de verdade, nada\u201d, lamenta.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"562c\">O Anel Rodovi\u00e1rio j\u00e1 n\u00e3o suporta a grande quantidade de ve\u00edculos que ali trafegam diariamente. Constru\u00eddo na d\u00e9cada de 1960, a via foi reformada apenas nos anos 1980, aumentando uma faixa do tra\u00e7ado original. Por\u00e9m, os viadutos do Anel continuam praticamente como eram na sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"6e8b\">Sem uma estrutura adequada, as mortes no Anel tamb\u00e9m passaram a fazer parte da hist\u00f3ria. Segundo a Pol\u00edcia Militar Rodovi\u00e1ria, de 2007 at\u00e9 2016 cerca de 319 pessoas morreram na rodovia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"4902\">\u201cO tr\u00e2nsito em Belo Horizonte \u00e9 intenso e congestionado. Ruas apertadas, avenidas de grande movimenta\u00e7\u00e3o, com o m\u00e1ximo de quatro faixas e um transporte p\u00fablico deficit\u00e1rio. A cidade conta, apenas, com \u00f4nibus em mau estado e um metr\u00f4 de pouca abrang\u00eancia, o que obriga grande parte da popula\u00e7\u00e3o a se locomover de carro e moto\u201d, avalia Frederico.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"d052\">Na opini\u00e3o do engenheiro, para amenizar esses problemas, o governo estadual deveria \u201cimplantar as obras prometidas h\u00e1 anos como prioridade e realizar um plano de planejamento a longo prazo\u201d. A prometida expans\u00e3o do metr\u00f4, por exemplo, seria uma das solu\u00e7\u00f5es para os belo-horizontinos, segundo Frederico: \u201cTrem de superf\u00edcie ou monotrilhos podem ser bastante eficazes, por\u00e9m, demandam alto investimento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"a511\">Ele reitera que os pol\u00edticos n\u00e3o podem cruzar os bra\u00e7os e deixar o caos acontecer: \u201cOs governantes precisam se reinventar e arrumar uma estrat\u00e9gia para a locomo\u00e7\u00e3o em BH\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"945\" height=\"630\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5439\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg.jpeg 945w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-300x200.jpeg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-768x512.jpeg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-370x247.jpeg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-270x180.jpeg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-570x380.jpeg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-740x493.jpeg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_dm6BY_WfLa1gVrdZY8aiBg-150x100.jpeg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 945px) 100vw, 945px\" \/><figcaption>Catadores de papel buscam seu espa\u00e7o entre os \u00f4nibus e os carros (Foto: Hannah Hemmerich)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Transporte p\u00fablico<\/h2>\n\n\n\n<p id=\"b516\">Durante a campanha eleitoral \u00e0 Prefeitura, o ent\u00e3o candidato, Alexandre Kalil, do PHS, prop\u00f4s melhorias e dar fim ao que ele chamava de \u201ccaixa-preta\u201d do transporte p\u00fablico. Oito meses se passaram e o primeiro passo da gest\u00e3o para amenizar as reclama\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o foi o in\u00edcio do estudo sobre mobilidade urbana, em fevereiro. Desde ent\u00e3o, foram encaminhadas propostas para a C\u00e2mara Municipal sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"7b48\">Em julho, foi sancionado o Plano de Mobilidade Urbana por Bicicletas de Belo Horizonte, desenvolvido em conjunto com a Associa\u00e7\u00e3o dos Ciclistas Urbanos (BH em Ciclo), BHTrans, Sudecap, Secretaria de Planejamento Urbano, Secretaria de Meio Ambiente, Servi\u00e7os T\u00e9cnicos de Telecomunica\u00e7\u00f5es e Eletr\u00f4nicas (Serttel) e representantes da C\u00e2mara Municipal. O&nbsp;<em>PlanBici&nbsp;<\/em>prev\u00ea um aumento de 2% do n\u00famero de bicicletas no munic\u00edpio, que atualmente conta com apenas 0.4%, segundo a BH em Ciclo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"723e\">Os ciclistas reclamam, h\u00e1 algum tempo, das poucas ciclovias em \u00e1reas mais importantes, al\u00e9m do baixo n\u00famero de bicicletas p\u00fablicas na capital. O estudante de administra\u00e7\u00e3o, Rafael Brito, de 22 anos, mora no bairro de Lourdes, trabalha na Savassi e estuda no Cruzeiro, todos na regi\u00e3o Centro-Sul. Rafael reclama da dificuldade de alugar uma bicicleta, devido ao baixo n\u00famero de bikes dispon\u00edveis e do risco que corre ao dividir a rua com outros ve\u00edculos, que muitas vezes n\u00e3o respeitam a dist\u00e2ncia m\u00ednima em rela\u00e7\u00e3o ao ciclista.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"03c7\">\u201cA \u00fanica forma de utilizar a bicicleta da Prefeitura \u00e9 se eu caminhar at\u00e9 a Pra\u00e7a da Liberdade, pegar uma [bicicleta] no posto, entregar em um ponto da Savassi, caminhar pra ir e voltar do trabalho e depois pegar a \u00faltima pra faculdade. Isso \u00e9 imposs\u00edvel de fazer, porque quase n\u00e3o tem esta\u00e7\u00e3o, bicicletas e tem umas que s\u00e3o imposs\u00edveis de usar. Fora o medo de pegar tr\u00e2nsito nos hor\u00e1rios de pico\u201d, reclama.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"bcc8\">O que Rafael cita \u00e9 o projeto chamado Bike BH, uma parceria entre a Serttel e o banco Ita\u00fa. O programa conta com esta\u00e7\u00f5es de bicicletas espalhadas pela cidade, em que cada uma suporta aproximadamente sete bikes. Para utilizar \u00e9 preciso se cadastrar no site, baixar o aplicativo do programa e comprar cr\u00e9ditos. Os valores v\u00e3o de R$ 3,00 para o passe di\u00e1rio at\u00e9 R$ 60,00 para o passe anual, e te d\u00e1 o direito de utilizar a bike por uma hora, sendo cobrados at\u00e9 R$ 5,00 a cada 30 minutos excedentes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"bb66\">No entanto, a maior reclama\u00e7\u00e3o a respeito do transporte p\u00fablico se resume \u00e0s condi\u00e7\u00f5es dos \u00f4nibus. Desde fevereiro, todos os \u00f4nibus adquiridos pela Prefeitura dever\u00e3o oferecer ar-condicionado, na tentativa de melhorar a qualidade e o conforto do servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"e354\">Por outro lado, os usu\u00e1rios temem que essa mudan\u00e7a traga mais um aumento na passagem, que desde janeiro de 2017 custa R$ 4,05 e est\u00e1 entre as mais caras do Brasil, como aponta uma pesquisa da revista&nbsp;<em>Exame<\/em>. Jonatas Moreira, de 28 anos, utiliza o \u00f4nibus como meio de transporte h\u00e1 alguns anos e teme que novos reajustes prejudiquem o seu or\u00e7amento ao final do m\u00eas: \u201cDesde 2013 a gente vem de um aumento atr\u00e1s do outro. Chegamos a pagar R$ 3,10 e agora pagamos um real a mais, praticamente. Ano passado era R$ 3,70 e, de uma hora pra outra, a tarifa foi para R$4,05. E geralmente as empresas custam a acompanhar o ritmo desses aumentos. Eu s\u00f3 fui ter aumento no vale-transporte em maio, por exemplo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"3b85\">A Prefeitura alega que nenhuma altera\u00e7\u00e3o na passagem ser\u00e1 realizada at\u00e9 que uma auditoria nas empresas de \u00f4nibus seja feita. O processo de licita\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 aberto e a escolha da empresa, que far\u00e1 a revis\u00e3o das contas da BHTrans e das demais companhias de \u00f4nibus, estava marcada para o dia 10 de outubro. Em seu Twitter, Alexandre Kalil afirmou: \u201cSe n\u00e3o abrir a caixa-preta da BHTrans, ningu\u00e9m mexe em pre\u00e7o de passagem. Azar da burocracia e dos empres\u00e1rios de \u00f4nibus\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"c018\">A BHTrans est\u00e1, desde maio, analisando a cria\u00e7\u00e3o de mais 25 linhas suplementares, que devem colocar mais 300 ve\u00edculos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 outra reclama\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios, como afirma Jorge Villa, de 43 anos, morador do bairro Buritis, zona oeste da capital: \u201cO bairro, com certeza, \u00e9 um dos piores quando o assunto \u00e9 \u00f4nibus. Todos os \u00f4nibus nos levam para o centro da cidade, mas para por a\u00ed. As linhas n\u00e3o ligam muito bem aonde o morador realmente precisa ir, como na regi\u00e3o da Savassi ou os bairros ao lado do Buritis. E \u00e9 um bairro jovem, muitos dependem de transporte p\u00fablico para ir para universidades e praticamente n\u00e3o tem um que v\u00e1 direto. Temos um \u00f4nibus que nos leva para o metr\u00f4, mas ele liga o nada a lugar nenhum\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"b45f\">O metr\u00f4 tamb\u00e9m n\u00e3o escapa \u00e0s reclama\u00e7\u00f5es dos usu\u00e1rios. Atualmente, o metr\u00f4 da capital funciona com uma frota de 35 trens, transportando 1300 passageiros por viagem. O sistema realiza, em m\u00e9dia, cerca de 275 viagens em dias \u00fateis, com intervalos de 4 a 7 minutos, possibilitando o transporte de 26.000 passageiros por hora nos dois sentidos de viagem.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"4afd\">Entretanto, a expans\u00e3o do transporte p\u00fablico \u00e9 uma reivindica\u00e7\u00e3o antiga da popula\u00e7\u00e3o. Mas, ao que tudo indica, os belo-horizontinos ainda ter\u00e3o que esperar mais um pouco para ter seu pedido atendido, porque as obras est\u00e3o fora dos planos para 2017, apesar de inclu\u00edda no Or\u00e7amento Federal, com um alto investimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"945\" height=\"630\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5440\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw.jpeg 945w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-300x200.jpeg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-768x512.jpeg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-370x247.jpeg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-270x180.jpeg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-570x380.jpeg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-740x493.jpeg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_6M6E4fomfLjldUdlCTjbYw-150x100.jpeg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 945px) 100vw, 945px\" \/><figcaption>(Foto: Fernanda Oliveira)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"3d70\">O governador Fernando Pimentel (PT), em entrevista ao jornal&nbsp;<em>Estado de Minas<\/em>, j\u00e1 admitiu que a situa\u00e7\u00e3o do metr\u00f4 \u00e9 \u201ccomplicada\u201d e que \u201cdificilmente ter\u00e1 solu\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos dois anos\u201d. Segundo ele, o governo de Minas aguarda, desde mar\u00e7o de 2016, a resposta da Uni\u00e3o sobre a transfer\u00eancia da gest\u00e3o do metr\u00f4 para a administra\u00e7\u00e3o estadual, com a Metr\u00f4Minas. A negocia\u00e7\u00e3o entre os governos estadual e federal n\u00e3o tem avan\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"0dde\">Diante do impasse nesta situa\u00e7\u00e3o, o prefeito de Contagem, Alex de Freitas (PSDB), afirmou que vai pleitear, junto ao governo federal, recursos para ampliar o servi\u00e7o de transporte em seu munic\u00edpio. Para isso, ele j\u00e1 conversou com os tr\u00eas senadores do Estado e est\u00e1 em contato com deputados federais da bancada mineira para buscar meios de sensibilizar o governo Temer.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"2a0a\">O valor desse investimento \u00e9 de cerca de R$ 233 milh\u00f5es, sendo R$ 157,6 milh\u00f5es para a expans\u00e3o do metr\u00f4 at\u00e9 o Novo Eldorado, onde j\u00e1 existe um p\u00e1tio para a manobra dos trens, e R$ 75,3 milh\u00f5es para as outras estruturas. Let\u00edcia Batista, de 28 anos, mora no bairro Floramar e \u00e9 usu\u00e1ria do metr\u00f4. A jovem estudante de direito reclama da falta de respeito das autoridades para com a popula\u00e7\u00e3o: \u201cAs linhas j\u00e1 n\u00e3o atendem bem os usu\u00e1rios e a popula\u00e7\u00e3o ainda fica ref\u00e9m dessa briga pol\u00edtica. E, no final, quem perde somos n\u00f3s, que temos nossos direitos infringidos e precisamos conviver com o servi\u00e7o de p\u00e9ssima qualidade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"675\" height=\"479\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5441\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw.jpeg 675w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw-300x213.jpeg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw-370x263.jpeg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw-270x192.jpeg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw-570x404.jpeg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1_wNsI0XGUhaAEMrZhRb4Elw-150x106.jpeg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px\" \/><figcaption>(Foto: Hannah Hemmerich)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Passe livre e tarifa zero<\/h2>\n\n\n\n<p id=\"7ec1\">Discutir esse modelo insustent\u00e1vel de gest\u00e3o do transporte em Belo Horizonte \u00e9 discutir, tamb\u00e9m, a viabilidade do passe livre e tarifa zero. Al\u00e9m da m\u00e1 condi\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos p\u00fablicos, um ter\u00e7o do or\u00e7amento das fam\u00edlias mais pobres \u00e9 utilizado com gastos com \u00f4nibus, segundo levantamento do site Tarifa Zero.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"aa5d\">Nesse contexto, o Movimento Passe Livre e o Tarifa Zero ganharam destaque nas discuss\u00f5es pol\u00edticas em torno da mobilidade urbana, principalmente durante as manifesta\u00e7\u00f5es de 2013, que levaram \u00e0s ruas milh\u00f5es de brasileiros contra o aumento das tarifas de \u00f4nibus.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"91a1\">O Movimento Passe Livre (MPL) foi criado na Plen\u00e1ria Nacional pelo Passe Livre, em janeiro de 2005, em Porto Alegre. Antes disso, h\u00e1 seis anos, existia a Campanha pelo Passe Livre em Florian\u00f3polis. \u201c\u00c9 um movimento social aut\u00f4nomo, apartid\u00e1rio, horizontal e independente, que luta por um transporte p\u00fablico de verdade, gratuito para o conjunto da popula\u00e7\u00e3o e fora da iniciativa privada\u201d, segundo consta no site do MPL. Em resumo, o Movimento Passe Livre defende a ado\u00e7\u00e3o da Tarifa Zero para transporte coletivo. A viabilidade defendida pode ser tanto no \u00e2mbito estudantil, como estendida ao acesso universal e gratuito ao transporte.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"7d88\">Um grande passo para o MPL pode estar sendo dado em Belo Horizonte. A aprova\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei 51\/17, na Comiss\u00e3o de Legisla\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CLJ) da C\u00e2mara Municipal, visa a gratuidade de passe nos \u00f4nibus da capital para os estudantes das redes p\u00fablica e privada, incluindo os universit\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"d774\">O vereador Cl\u00e1udio da Drogaria Duarte (PMN), autor do projeto de lei, disse \u00e0 revista&nbsp;<em>Encontro&nbsp;<\/em>que Belo Horizonte \u00e9, hoje, \u201cuma das poucas capitais do pa\u00eds a n\u00e3o conceder o passe livre integral para seus estudantes\u201d. Ele justifica a cria\u00e7\u00e3o do projeto pelo momento pelo qual passa o Brasil, que vive uma \u201cgrave crise econ\u00f4mica com alta taxa de desemprego\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"50f4\">Atualmente, mais de 12 mil estudantes utilizam o passe livre estudantil em BH, que concede apenas 50% de desconto para alunos da rede p\u00fablica. Esse \u00e9 o caso de Pedro Albergaria, 18 anos: \u201cAntes, eu n\u00e3o tinha dinheiro para ir de \u00f4nibus para a escola, tinha que ou ir ou voltar a p\u00e9, andar uns 3 quil\u00f4metros. E, de certa forma, atrapalhava meu rendimento. Esse ano fiquei sabendo do meio passe estudantil, fiz meu cadastro e me ajuda bastante. O que n\u00e3o acho certo \u00e9 alguns colegas que usam o benef\u00edcio fora do hor\u00e1rio de estudo, para irem ao shopping ou outros lugares\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"2a4e\">O projeto de lei prev\u00ea que o benef\u00edcio, caso aprovado, s\u00f3 tenha validade durante o per\u00edodo das aulas e seu descumprimento pode acarretar em cancelamento e ressarcimento do valor gasto.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"d3ee\">Diante de todo esse movimento, o dia 26 de outubro \u00e9 considerado o\u00a0<em>Dia Nacional de Luta pelo Passe Livre<\/em>. A data foi escolhida em refer\u00eancia ao dia em que o passe livre estudantil foi votado, pela primeira vez, na C\u00e2mara de Vereadores de Florian\u00f3polis, em 2004, e, posteriormente, aprovado. Em 2005, uma catraca em chamas simbolizou a uni\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es pelo passe livre, ocorridas em 14 cidades, como um ato de \u201ccomemora\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"f8aa\">Carona, solu\u00e7\u00e3o fora da lei<\/h2>\n\n\n\n<p id=\"c46a\">Por defini\u00e7\u00e3o, a carona \u00e9 um transporte gratuito em qualquer ve\u00edculo. Mas, hoje em dia \u00e9 muito mais que isso. Tornou-se um meio de dividir despesas e ajudar o pr\u00f3ximo. Al\u00e9m disso, est\u00e1 presente em grupos no&nbsp;<em>Facebook<\/em>,&nbsp;<em>WhatsApp<\/em>&nbsp;e at\u00e9 existem aplicativos pr\u00f3prios. O meio de locomo\u00e7\u00e3o \u00e9 muito usado por universit\u00e1rios para atravessar bairros, cidades, outros estados e fazer mochil\u00f5es pelo mundo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"a8e6\">Luiza Mortimer, estudante de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), \u00e9 uma dessas usu\u00e1rias. Ela utiliza v\u00e1rios grupos de carona, como o da pr\u00f3pria universidade e da regi\u00e3o onde mora, na Zona Sul. Gra\u00e7as \u00e0s caronas, ela j\u00e1 fez amizades e conheceu outros estados: \u201cEu peguei uma carona de BH para S\u00e3o Paulo, que foi uma carona de oito horas e, por fim, fiquei muito amiga desse mo\u00e7o, sa\u00edmos v\u00e1rias vezes depois. E agora que t\u00f4 dando carona, tem um pessoal que sempre volta comigo. Criamos uma amizade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"71d1\">Al\u00e9m do lado do caroneiro, tamb\u00e9m existe quem d\u00e1 a carona: \u00e9 o caso de Henrique Marra Barbosa. O estudante de engenharia da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), come\u00e7ou a viajar de carro para Ouro Preto e passou a oferecer o servi\u00e7o ap\u00f3s os amigos explicarem como funciona o grupo de caronas BH\/Ouro Preto.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"953d\">O grupo tem algumas dicas que Henrique explica: \u201cL\u00e1 tem um valor de contribui\u00e7\u00e3o sugerido de R$ 20, que eu sigo. Esse valor \u00e9 o mais usual. O valor recebido depende de quantas caronas a gente consegue dar. Enchendo o carro, d\u00e1 para pagar a gasolina e sobra bastante, mas os custos de pegar estrada n\u00e3o s\u00e3o apenas de gasolina. Al\u00e9m da manuten\u00e7\u00e3o, temos gastos eventuais, do tipo multas ou pneus furados\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"8347\">Apesar de ser uma pr\u00e1tica comum entre milhares de pessoas, ela pode ser considerada ilegal perante as leis de tr\u00e2nsito. A advogada Marcela Ramos Nunes, 35 anos, explica que \u201cde acordo com o C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito, para fazer transporte de passageiros tem que ter autoriza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"4b2c\">Ela explica que, se a carona for solid\u00e1ria, n\u00e3o existe problema nenhum, mas, a partir do momento em que se cobra pelo servi\u00e7o, tem que ter uma condi\u00e7\u00e3o de mant\u00ea-lo. Por isso, \u00e9 exigida uma regulamenta\u00e7\u00e3o, como existe nos t\u00e1xis e aplicativos, como&nbsp;<em>Uber<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Cabify<\/em>&nbsp;lutam para ter. Marcela exemplifica a situa\u00e7\u00e3o com um caso de um acidente: o usu\u00e1rio s\u00f3 poder\u00e1 requerer os danos se for regularizado e ele n\u00e3o teria um seguro se a carona n\u00e3o for regulamentada.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"4e9c\">Para fugir das leis, o arquiteto e urbanista, Andr\u00e9 Andrade, ajudou na cria\u00e7\u00e3o do aplicativo de caronas&nbsp;<em>Zumpy<\/em>. Depois de conhecer um vizinho que trabalhava no seu pr\u00e9dio, eles passaram a usar um carro para ir ao trabalho e dividir o valor do estacionamento. Depois de um ano, a ideia se espalhou pela empresa e, com isso, surgiu o&nbsp;<em>app<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"3a11\">O diferencial do aplicativo \u00e9 que ele n\u00e3o cobra nenhum valor do caroneiro. Em vez disso, quem o utiliza tem direito a descontos em combust\u00edveis, lojas, restaurantes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"a3cc\">Essa \u00e9 mais uma alternativa para que o n\u00famero de carros nas ruas diminua e se colabore com a mobilidade urbana nas grandes cidades.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Reportagem produzida por Cristino Melo, Guilherme Calligaris, Larissa Bitencourt, Paulo Eduardo, Rodrigo Moura e Samuel Praxedes, originalmente publicada na revista Met\u00e1fora.<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mobilidade urbana \u00e9 o grande desafio das cidades brasileiras<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":5438,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[197],"tags":[177,438,437,439],"class_list":["post-5436","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-memoria-fca","tag-belo-horizonte","tag-mobilidade","tag-mobilidade-urbana","tag-transporte"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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