{"id":5395,"date":"2017-08-22T08:30:18","date_gmt":"2017-08-22T11:30:18","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=5395"},"modified":"2020-12-23T16:18:57","modified_gmt":"2020-12-23T19:18:57","slug":"feminicidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/feminicidio\/","title":{"rendered":"Feminic\u00eddio: leis e penas rigorosas n\u00e3o bastam"},"content":{"rendered":"\n<p>O Brasil \u00e9 o 5\u00ba pa\u00eds do mundo em taxas de assassinato de mulheres. De acordo com o Mapa da Viol\u00eancia de 2015, houve 4,8 assassinatos a cada 100 mil mulheres. Em Minas Gerais, o n\u00famero de v\u00edtimas se manteve est\u00e1vel comparando-se os primeiros semestres de 2013, 2014 e 2015.Embora essa viol\u00eancia seja hist\u00f3rica, as mulheres t\u00eam demonstrado atitudes mais combativas e h\u00e1, hoje, mais possibilidade de den\u00fancia e puni\u00e7\u00e3o aos agressores. V\u00e1rias leis tornaram as penas mais rigorosas e a a\u00e7\u00e3o dos movimentos feministas colocaram o tema em debate pela sociedade.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Entrevista com L\u00edvia Perez, diretora do document\u00e1rio\u00a0<em>Quem matou Elo\u00e1<\/em>:<\/h6>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"vimeo-player\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/221739834\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<p>De acordo com o&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.mapadaviolencia.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mapa da Viol\u00eancia de 2015<\/a>, houve 4,8 assassinatos a cada 100 mil mulheres. Em Minas Gerais, o n\u00famero de v\u00edtimas se manteve est\u00e1vel comparando-se os primeiros semestres de 2013, 2014 e 2015. Houve, respectivamente, 288, 284, e 283 mortes.<\/p>\n\n\n\n<p>A delegada Dan\u00fabia Quadros, da Divis\u00e3o de Pol\u00edcia Especializada da Mulher, afirma que, em Belo Horizonte, s\u00e3o requeridas, por m\u00eas, entre 600 e 700 medidas protetivas. H\u00e1 mais de 20 casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica por dia. Dan\u00fabia acredita que a viol\u00eancia contra a mulher est\u00e1 aumentando.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"695\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-1024x695.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5397\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-1024x695.png 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-300x204.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-768x521.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-370x251.png 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-270x183.png 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-570x387.png 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-740x502.png 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica-150x102.png 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/violencia_domestica.png 1078w\" \/><figcaption>Arte: Arthur Figueiredo<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em Minas Gerais, a Assembleia Legislativa mant\u00e9m a Comiss\u00e3o Especial Extraordin\u00e1ria das Mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>A comiss\u00e3o discute temas sobre a condi\u00e7\u00e3o das mulheres no Estado, incluindo a viol\u00eancia. S\u00e3o realizadas audi\u00eancias p\u00fablicas para acolher den\u00fancias, dar visibilidade a elas e cobrar que se cumpra a lei. A comiss\u00e3o tamb\u00e9m organiza protestos na Assembleia, chamando aten\u00e7\u00e3o para os direitos das mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dois anos, a Comiss\u00e3o vem pautando discuss\u00f5es importantes sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<p>A palavra \u201cfeminic\u00eddio\u201d veio do ingl\u00eas,\u00a0<em>femicide<\/em>, termo que surgiu no s\u00e9culo XIX e ganhou destaque com as lutas feministas dos anos 70. Embora j\u00e1 corrente na Am\u00e9rica Latina de l\u00edngua espanhola, notadamente no M\u00e9xico \u2013 pa\u00eds em que, como o Brasil, h\u00e1 altos \u00edndices de viol\u00eancia contra mulher \u2013, \u00a0a palavra tem uso recente em nosso meio. O termo come\u00e7ou a fazer parte do vocabul\u00e1rio jur\u00eddico brasileiro em 2015, quando a lei n\u00ba 13.104 incorporou esse tipo de homic\u00eddio qualificado ao C\u00f3digo Penal. Assim como o fratric\u00eddio, o infantic\u00eddio e o parric\u00eddio, a palavra passou a designar um dos v\u00e1rios tipos de homic\u00eddios tipificados na lei.\u00a0<br><br>Apesar de a palavra significar \u201chomic\u00eddio de mulheres\u201d, de acordo com a lei, nem todo assassinato de mulheres se encaixa na categoriza\u00e7\u00e3o; apenas aqueles cometidos \u201cpor raz\u00f5es da condi\u00e7\u00e3o de sexo feminino\u201d. Isto \u00e9, quando as mortes resultam das diferen\u00e7as de poder entre homens e mulheres nos contextos socioecon\u00f4micos em que se apresentam. S\u00e3o crimes intencionais e violentos contra a mulher em decorr\u00eancia de seu g\u00eanero e da condi\u00e7\u00e3o inferiorizada em uma cultura machista. \u00c9 uma viol\u00eancia em raz\u00e3o do g\u00eanero. \u00a0<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>A viol\u00eancia existe desde sempre, fundamentada em uma cultura historicamente machista. O que h\u00e1 de novo \u00e9 a maior possibilidade de den\u00fancia devido \u00e0s novas leis, \u00e0 visibilidade nas redes sociais, \u00e0 a\u00e7\u00e3o dos movimentos feministas e ao debate que est\u00e1 generalizado na sociedade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, prevalecia o dito popular de que \u201cem briga de marido e mulher n\u00e3o se mete a colher\u201d. O debate e a luta feminista est\u00e3o provando que, muito pelo contr\u00e1rio, esse \u00e9 um problema de toda a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o, que prev\u00ea a puni\u00e7\u00e3o dos agressores, foi refor\u00e7ada no Brasil. A&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2004-2006\/2006\/lei\/l11340.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei Maria da Penha<\/a>, n\u00ba 11.340, de 2006, define os 5 tipos de viol\u00eancia contra a mulher e prev\u00ea uma s\u00e9rie de medidas protetivas e pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas para mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas medidas incluem encaminhar a mulher a programas de prote\u00e7\u00e3o, afastar o agressor do espa\u00e7o de conviv\u00eancia com a mulher, proibir que ele se aproxime ou entre em contato com ela, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo Penal, por sua vez, foi complementado em 2015 pela Lei n\u00ba 13.104, conhecida como\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2015-2018\/2015\/lei\/L13104.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei do Feminic\u00eddio<\/a>. Ela estabelece que homic\u00eddios cometidos contra a mulher, por raz\u00f5es da condi\u00e7\u00e3o de sexo feminino, entram na categoria de homic\u00eddios qualificados, com pena de 12 a 30 anos. H\u00e1 raz\u00f5es de condi\u00e7\u00e3o de sexo feminino quando envolve viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar, ou menosprezo e discrimina\u00e7\u00e3o \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de mulher.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma hist\u00f3ria de viol\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover has-background-dim\" style=\"background-image:url(https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/feminicidio2.jpeg)\"><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-align-center has-large-font-size\">Madu Carvalho sofreu viol\u00eancia por parte da pol\u00edcia. Por ser mulher e negra, ela foi discriminada e n\u00e3o teve chances de se defender.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-large-font-size\">Foto: Fernanda Oliveira e Izabella Bontempo<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p>Madu mora hoje na Casa Tina Martins, criada para abrigar mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia.A Casa foi fundada pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/movimentoolga\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Movimento de Mulheres Olga Ben\u00e1rio<\/a>, em 8 de mar\u00e7o de 2016. As militantes ocuparam o pr\u00e9dio da antiga Escola de Engenharia da UFMG e come\u00e7aram a atender e abrigar as mulheres.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5398\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-370x247.jpg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-270x180.jpg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-570x380.jpg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-740x493.jpg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67-150x100.jpg 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/scale_2000x0x0x0_15rodadev-1497443928-67.jpg 2000w\" \/><figcaption>Madu Carvalho (centro) em roda de viol\u00e3o na casa Tina Marques. Foto: Ana Luisa Santos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Desse pr\u00e9dio, elas se mudaram para um im\u00f3vel cedido temporariamente pelo Governo Estadual, na Rua Para\u00edba, n\u00ba 641, nos Funcion\u00e1rios. Isso evitou que as mulheres fossem despejadas da Escola de Engenharia. Mas a negocia\u00e7\u00e3o para se conseguir uma sede definitiva prossegue, porque o espa\u00e7o \u00e9 provis\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"V\u00eddeo produzido na disciplina V\u00eddeo Institucional, publicado na revista Met\u00e1fora (ago\/2017)\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/h-oq-CkH8Xo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption>V\u00eddeo produzido por alunos da disciplina V\u00eddeo Institucional \/ Originalmente publicado na revista Met\u00e1fora<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Outras casas de acolhimento est\u00e3o ligadas a um cons\u00f3rcio entre as prefeituras de Belo Horizonte e de munic\u00edpios vizinhos.&nbsp; A Casa Abrigo Sempre-Viva, inaugurada em 1996, tem esse nome em refer\u00eancia a uma flor do Cerrado que sobrevive \u00e0 falta de \u00e1gua.<br><br>Andr\u00e9a Chelles \u00e9 analista de pol\u00edticas p\u00fablicas da Coordenadoria dos Direitos da Mulher, na Secretaria Adjunta dos Direitos da Cidadania da PBH. Ela comenta sobre a pol\u00edtica&nbsp;p\u00fablica:<\/p>\n\n\n\n<p>A Casa Sempre-Viva oferece 14 vagas em quartos individuais para mulheres com seus filhos em 3 modalidades de abrigamento: a primeira \u00e9 de curto prazo, e atende mulheres que precisam de 24 horas para organizar sua estadia em outro lugar.\u00a0J\u00e1 a de m\u00e9dio prazo atende mulheres que demandam um tempo maior para resolverem quest\u00f5es legais. O abrigamento por risco iminente de morte \u00e9 de 90 dias e ocorre em situa\u00e7\u00f5es extremas.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de ser acolhida na Casa Sempre-Viva, a mulher passa por uma triagem no Centro Benvinda. O Benvinda (Centro de Atendimento \u00e0 Mulher) nasceu de uma reivindica\u00e7\u00e3o por um espa\u00e7o para receber mulheres em BH. Foi inaugurado em 1996. O Centro atende mulheres de 8 munic\u00edpios da regi\u00e3o metropolitana de BH, na rua Hermilo Alves, na Floresta. \u00c9 mantido pelo Cons\u00f3rcio Mulheres das Gerais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tratamento inclui atendimento aos agressores<\/h2>\n\n\n\n<p>Os psic\u00f3logos Regina Pimentel e Reinaldo Pereira trabalham no Projeto Dialogar, atendendo agressores, que podem ser homens ou mulheres, que surgiu em 2013, numa parceria da Pol\u00edcia Civil de Minas Gerais com o Tribunal de Justi\u00e7a, e \u00e9 realizado pela Coordena\u00e7\u00e3o de Direitos Humanos da Pol\u00edcia\u00a0Civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Os psic\u00f3logos coordenam oito encontros de duas horas, uma vez por semana, em grupos de 10 pessoas. S\u00e3o grupos s\u00f3 de homens ou s\u00f3 de mulheres. Mulheres s\u00e3o encaminhadas ao Dialogar quando s\u00e3o agressoras, em casos de casais homoafetivos ou de m\u00e3es e filhas.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2013, apenas 5% dos agressores cometeram novos crimes contra a mulher. Mas o \u00edndice de reincid\u00eancia n\u00e3o comprova que o ele mudou sua mentalidade machista. H\u00e1 a possibilidade de o homem ter uma nova companheira e de ela n\u00e3o ter registrado as agress\u00f5es. Mesmo assim, Reinaldo acredita que os grupos fazem as pessoas pensar. \u201c\u00c9 atrav\u00e9s dessa reflex\u00e3o que eles v\u00e3o tomar consci\u00eancia e se responsabilizar pela conduta que t\u00eam em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres\u201d, diz o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>A viol\u00eancia de g\u00eanero n\u00e3o \u00e9 um fato novo e est\u00e1 fundamentada em uma cultura historicamente machista. Para que seja combatida, v\u00e1rias medidas s\u00e3o necess\u00e1rias como uma legisla\u00e7\u00e3o rigorosa e a puni\u00e7\u00e3o exemplar; meios de preven\u00e7\u00e3o e de acolhimento \u00e0s v\u00edtimas; garantia de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas ao problema e, acima de tudo, o refor\u00e7o dos processos educacionais.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O empoderamento da mulher na ind\u00fastria cultural<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Confira indica\u00e7\u00f5es de filmes, s\u00e9ries e quadrinhos que trazem reflex\u00f5es sobre o g\u00eanero feminino, por Roberto Barcelos e Marina Moregula\u00a0<\/h3>\n\n\n\n<p>A m\u00eddia pode repetir uma vis\u00e3o conservadora e machista sobre o g\u00eanero feminino, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o dessa mentalidade e perpetuando o preconceito. Mas ela pode, da mesma forma, provocar o efeito contr\u00e1rio. N\u00e3o se deve pensar nos efeitos da m\u00eddia sobre o empoderamento feminino apenas como negativos. Existem paradigmas que precisam ser desconstru\u00eddos, mensagens erradas que justificam formas de viol\u00eancia que n\u00e3o podem ser passadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Filmes, s\u00e9ries e livros t\u00eam um papel fundamental na educa\u00e7\u00e3o das pessoas. Esses produtos t\u00eam o poder de provocar reflex\u00f5es e cr\u00edticas, alterando aos poucos a forma como a sociedade v\u00ea a mulher. H\u00e1 a possibilidade de transmitirem pensamentos que pregam o respeito com o feminino e rompem estere\u00f3tipos sexistas. Eles trazem reflex\u00f5es sobre o que significa ser mulher merecem ser destacados e debatidos amplamente na\u00a0m\u00eddia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"800\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5399\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71.jpg 800w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-300x300.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-150x150.jpg 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-768x768.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-370x370.jpg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-270x270.jpg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-570x570.jpg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-740x740.jpg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-640x640.jpg 640w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/artericardo-1498482069-71-96x96.jpg 96w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Arte: Ricardo Malagoli<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Expediente<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Participaram dessa edi\u00e7\u00e3o:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:&nbsp;<\/strong>profa. Ana Maria&nbsp;Oliveira<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o web:<\/strong>&nbsp; &nbsp;profa. Daniela&nbsp;Serra<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Monitores:<\/strong> Bruna Curi e Marina Mor\u00e9gula\u00a0(texto), Ana Luisa Santos (fotografia), Izabella Bontempo (fotografia), Fernanda Oliveira (fotografia) e Roberto Barcelos (edi\u00e7\u00e3o de\u00a0v\u00eddeo).<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00eddeo Institucional produzido por alunos da disciplina V\u00eddeo Institucional, sob orienta\u00e7\u00e3o da profa. Elisa\u00a0Resende.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o audiovisual:<\/strong>\u00a0(LabAudio, LabFoto e LabV\u00eddeo Puc Minas Cora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstico)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Colaboradores:\u00a0<\/strong>Arthur Figueiredo (Infografia sobre viol\u00eancia contra a mulher) e Ricardo Malagoli (arte sobre empoderamento feminino na Ind\u00fastria Cultural).<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">A reportagem especial sobre Feminic\u00eddio foi originalmente publicada no site da Revista Met\u00e1fora, projeto realizado na FCA entre 2017 e 2018, posteriormente descontinuado. Parte dos conte\u00fados originais da reportagem, como \u00e1udios e depoimentos de fontes, n\u00e3o foram republicados aqui devido \u00e0 perda dos arquivos originais.<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lei e penas rigorosas n\u00e3o bastam para reduzir n\u00fameros crescentes de viol\u00eancia contra mulheres <\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":5396,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[197],"tags":[414,228,413,415,229],"class_list":["post-5395","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-memoria-fca","tag-fca-50-anos","tag-feminicidio","tag-memoria-fca","tag-revista-metafora","tag-violencia-contra-a-mulher"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Feminic\u00eddio: leis e penas rigorosas n\u00e3o bastam - 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