{"id":5039,"date":"2020-10-22T17:12:08","date_gmt":"2020-10-22T20:12:08","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=5039"},"modified":"2020-10-28T22:31:44","modified_gmt":"2020-10-29T01:31:44","slug":"entrevista-daniela-arbex","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/entrevista-daniela-arbex\/","title":{"rendered":"Daniela Arbex: &#8220;Nunca fiz o que quis no jornal, mas jamais fiz o que n\u00e3o quis&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><a href=\"http:\/\/danielaarbex.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Daniela Arbex<\/a><\/strong> \u00e9 uma jornalista e escritora mineira da cidade de Juiz de Fora, Zona da Mata de Minas Gerais. Seu livro &#8220;<a href=\"http:\/\/danielaarbex.com.br\/livros\/holocausto-brasileiro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Holocausto Brasileiro<\/em>&#8220;<\/a>, j\u00e1 <strong>vendeu mais de 300 mil exemplares no Brasil e em Portugal<\/strong>, e lhe rendeu o pr\u00eamio da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA) do ano de 2013, dentre outras conquistas liter\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do sucesso como escritora, Daniela tem uma grande bagagem jornal\u00edstica, dos 23 em que atuou no jornal <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/tribunademinas.com.br\/\" target=\"_blank\">Tribuna de Minas<\/a><\/em>. Nesta entrevista, ela fala da escolha pelo jornalismo, dos desafios das pautas di\u00e1rias e da transi\u00e7\u00e3o de carreira de rep\u00f3rter a escritora.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que te levou a escolher o jornalismo como profiss\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Eu escolhi o jornalismo como profiss\u00e3o aos 14 anos de idade<\/strong>. Sempre fui muito voltada para a \u00e1rea de humanas e sempre quis contribuir com a sociedade e fazer a diferen\u00e7a. Com 14 anos eu achei que pudesse fazer isso atrav\u00e9s do jornalismo e, felizmente, eu fui muito feliz e aben\u00e7oada nessa carreira, por que \u00e9 dif\u00edcil voc\u00ea viver de jornalismo e eu consigo, nunca me faltou nada. Tenho uma vida confort\u00e1vel e sou plena nessa profiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o jornalismo investigativo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na verdade, <strong>eu acho que toda mat\u00e9ria \u00e9 investigativa, pois voc\u00ea precisa checar os fatos<\/strong>. Mas aqui a gente est\u00e1 falando do jornalismo investigativo como os trabalhos de f\u00f4lego, os trabalhos que requerem tempo e que envolvem risco. N\u00e3o foi uma escolha, eu nunca pensei: &#8220;eu vou fazer jornalismo investigativo\u201d, isso aconteceu desde os meus primeiros trabalhos no jornal.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, na faculdade, minha primeira mat\u00e9ria no jornal laborat\u00f3rio foi investigativa, uma mat\u00e9ria de den\u00fancia que envolvia um professor de direito. Pela primeira vez na hist\u00f3ria do curso de Comunica\u00e7\u00e3o os professores discutiram se publicariam ou n\u00e3o uma mat\u00e9ria em fun\u00e7\u00e3o de tudo que ela causaria, e foi muito bacana porque a qualidade das provas que eu reuni fez com que os professores publicassem a mat\u00e9ria. Ent\u00e3o, eu acho que isso est\u00e1 meio na veia, est\u00e1 junto de mim, nasceu comigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual seu maior orgulho como jornalista?<\/h2>\n\n\n\n<p>Eu n\u00e3o tenho um \u00fanico, <strong>tenho muitas alegrias dentro do jornalismo<\/strong>, sem d\u00favidas. Eu acho que a maior alegria, maior gratid\u00e3o, \u00e9 ter <strong>conseguido fazer a diferen\u00e7a em muitos momentos<\/strong>, \u00e9 ter feito um <strong>jornalismo que \u00e9 atemporal<\/strong>, cuja relev\u00e2ncia do trabalho vai vencer os tempos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo disso \u00e9 o &#8220;<em>Holocausto Brasileiro<\/em>&#8220;, que \u00e9 um livro que mudou o olhar do Brasil em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade mental. Essa \u00e9 a maior alegria que eu tenho, de ter feito coisas que foram fundamentais, que ajudaram a sociedade, que ajudaram a discutir problemas importantes, que ajudaram a colocar em pauta temas invis\u00edveis e de terem gerado mudan\u00e7as efetivas na realidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Holocausto Brasileiro, book trailer do livro de Daniela Arbex\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hZSwEuGj1xU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption>Trailer do livro &#8220;Holocausto Brasileiro&#8221;<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea trabalhou muitos anos na <em>Tribuna de Mina<\/em>s. Qual o motivo da sua sa\u00edda?<\/h2>\n\n\n\n<p>Minha sa\u00edda da <em>Tribuna <\/em>foi resultado de uma demiss\u00e3o. H\u00e1 dois anos* o jornal vinha discutindo a quest\u00e3o salarial. Meu sal\u00e1rio ficou muito alto para eles. Para um jornal do interior, \u00e9 muito complicado voc\u00ea dar valor ao trabalho dos outros, dar um pre\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, naquele momento, eles entenderam que eu estava ficando cara para eles, que eles n\u00e3o tinham mais condi\u00e7\u00f5es de pagar o meu sal\u00e1rio e isso veio se arrastando h\u00e1 2 anos. A gente pensou em v\u00e1rias alternativas at\u00e9 que o jornal, com toda crise do jornalismo no Brasil, n\u00e3o conseguiu me manter.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi um impacto muito grande para mim porque, apesar de eu estar ensaiando essa sa\u00edda h\u00e1 muito tempo, porque queria viver da literatura, quando voc\u00ea deixa alguma coisa que voc\u00ea fez por 23 anos e que voc\u00ea amava, \u00e9 muito duro. Foi um ano muito dif\u00edcil.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, felizmente, a literatura foi um caminho que se abriu pra mim a partir de 2013 e eu me agarrei a ela com todas as minhas for\u00e7as. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver de literatura no Brasil, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver sem um sal\u00e1rio fixo. Hoje, eu sou uma jornalista independente, mas tamb\u00e9m estou superando isso, estou participando da realiza\u00e7\u00e3o de um roteiro para um dos meus livros, que vai virar uma s\u00e9rie para TV, uma miniss\u00e9rie. N\u00e3o posso revelar o livro ainda, e qual TV, mas \u00e9 um projeto imenso. Estou muito feliz e agradecida por ter seguido o caminho certo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea j\u00e1 esteve em alguma situa\u00e7\u00e3o em que sua \u00e9tica jornal\u00edstica se contrap\u00f4s \u00e0 autoridade de um ve\u00edculo?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Jamais permiti que a \u00e9tica jornal\u00edstica fosse colocada \u00e0 prova em fun\u00e7\u00e3o de alguma cobran\u00e7a, defini\u00e7\u00e3o ou exig\u00eancia do jornal<\/strong>. Eu te digo uma coisa: <strong>eu nunca fiz tudo o que eu quis no jornal, mas eu jamais fiz o que eu n\u00e3o quis<\/strong>. Foram poucas as vezes em que eu tive algum tipo de embate.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu fui muito feliz na <em>Tribuna<\/em>, foi um casamento felic\u00edssimo, 23 anos em que eu fiz as pautas, porque quem n\u00e3o se pauta \u00e9 pautado, ent\u00e3o, eu sempre me pautei e eu sempre emplaquei minhas mat\u00e9rias. Foram poucas as vezes em que minhas mat\u00e9rias investigativas n\u00e3o foram publicadas por quest\u00f5es de interesse do jornal. Acho que eu tive dois momentos assim.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu jamais fiz alguma coisa que ferisse a \u00e9tica jornal\u00edstica. Se eu acreditasse que aquilo que eu estava fazendo poderia ferir a \u00e9tica, eu n\u00e3o fazia. Teve uma vez em que eu estava fazendo uma mat\u00e9ria muito importante, que me exigiu muito tempo de investiga\u00e7\u00e3o, mas a publica\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria colocava uma pessoa em risco, efetivamente, risco de vida. Optei por n\u00e3o publicar a mat\u00e9ria e, apesar da press\u00e3o do jornal, porque eu gastei tempo investigando, optei por n\u00e3o publicar e sustentei isso. Ent\u00e3o, eu n\u00e3o posso reclamar: eu fui muito feliz no jornal, foram 23 anos perfeitos da minha vida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Entre tantas premia\u00e7\u00f5es que conquistou ao longo da carreira, qual mais te marcou?<\/h2>\n\n\n\n<p>Eu acumulei pr\u00eamios inacredit\u00e1veis, que eu n\u00e3o sonhava, como o Esso. Engra\u00e7ado que desde a  \u00e9poca de estudante eu sempre tive como meta que um dia eu ia ganhar o pr\u00eamio Esso. Todo ano eu acompanhava a premia\u00e7\u00e3o e pensava \u201cum dia eu vou estar l\u00e1\u201d. Fico at\u00e9 emocionada falando isso, eu ganhei tr\u00eas vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro Esso foi uma revolu\u00e7\u00e3o na minha carreira. Depois vieram outros pr\u00eamios inacredit\u00e1veis, que eu nunca sonhei em ganhar, como o pr\u00eamio <em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.icfj.org\/daniela-arbex-brazil\" target=\"_blank\">Knight International Journalism Award<\/a><\/em>, que eu ganhei nos Estados Unidos pelo conjunto da minha obra, em 2010, e o pr\u00eamio IPYS de melhor investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois, com a literatura eu j\u00e1 ganhei dois pr\u00eamios Jabuti, o Pr\u00eamio da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA) e, agora, o trof\u00e9u Mulher Imprensa 2020 na categoria jornalismo investigativo. Ent\u00e3o, eu sou muito feliz com esse reconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais suas expectativas para o futuro do jornalismo brasileiro?<\/h2>\n\n\n\n<p>Minhas expectativas continuam sendo as mesmas de quando comecei: eu acredito que sem o jornalismo de qualidade n\u00e3o h\u00e1 democracia. Mesmo com toda essa crise, essa onda de \u00f3dio ao jornalismo, os ataques, eu acho que n\u00f3s vamos sair dessa fortalecidos e mostrando que sem jornalistas \u00e9ticos e sem o jornalismo de qualidade, a pr\u00f3pria sociedade ser\u00e1 afetada.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o estou abalada com o que est\u00e1 acontecendo. Claro que ficamos sempre tristes ao perceber que nessa altura do campeonato, depois de 21 anos de ditadura, n\u00f3s voltamos a enxergar que o passado possa se repetir. Mas eu acredito muito na for\u00e7a do jornalismo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais as t\u00e9cnicas mais importantes para ser um bom jornalista investigativo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Bom, para ser um bom jornalista investigativo \u00e9 essencial que n\u00f3s tenhamos faro e muita for\u00e7a de vontade para uma checagem exaustiva dos fatos. Precisamos seguir nossa intui\u00e7\u00e3o e aprender a pesquisar em cart\u00f3rio, em varas judiciais, policias.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas eu acho que, acima de tudo, para ser um bom jornalista, <strong>n\u00f3s precisamos gostar de gente e ter vontade de contar hist\u00f3rias<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual foi a maior dificuldade na investiga\u00e7\u00e3o do Hospital Col\u00f4nia de Barbacena?<\/h2>\n\n\n\n<p>A maior dificuldade na investiga\u00e7\u00e3o do Hospital Col\u00f4nia foi conseguir fazer com que os funcion\u00e1rios falassem sobre o que eles viveram. Diferentemente dos sobreviventes, que nunca tinham sido procurados e tinham muita vontade de falar, eles se sentiram amea\u00e7ados pelo meu trabalho. \u00c9 como se eles n\u00e3o quisessem enxergar o tamanho da trag\u00e9dia da qual fizeram parte e a\u00ed foi um processo longo para que eu conseguisse quebrar essa barreira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Houve alguma intriga com a dire\u00e7\u00e3o do hospital no decorrer do lan\u00e7amento e sucesso do livro?<\/h2>\n\n\n\n<p>A repercuss\u00e3o do livro causou muitas coisas, a primeira delas foi a demiss\u00e3o do diretor que franqueou a minha entrada no hospital, antes mesmo do lan\u00e7amento do livro. Ele nunca disse oficialmente que foi por isso, mas foi.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda, um ci\u00fames impressionante, um inc\u00f4modo enorme por parte das pessoas do hospital, que se sentiam donas dos pacientes e que se sentiram incomodadas com o sucesso do livro. <\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 a grande verdade: at\u00e9 hoje, quando algu\u00e9m vai no Museu da Loucura, por exemplo, a coordena\u00e7\u00e3o do museu faz quest\u00e3o de dizer que meu livro \u00e9 mentiroso e \u00e9 inacredit\u00e1vel. Existe um document\u00e1rio que mostra que as coisas que est\u00e3o no livro n\u00e3o s\u00f3 s\u00e3o verdadeiras como os relatos dos pr\u00f3prios funcion\u00e1rios s\u00e3o muito piores do que os que colocamos no livro.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, faz parte. No come\u00e7o, foi bem dif\u00edcil. Mas, hoje, eu aprendi a lidar com isso e j\u00e1 entendi que n\u00f3s n\u00e3o trazemos uma hist\u00f3ria dessas \u00e0 tona e passamos por isso inc\u00f3lumes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Em algum momento voc\u00ea se deixou levar pelas emo\u00e7\u00f5es e tomou iniciativas que poderiam desandar o decorrer da investiga\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. Sempre para tocar o outro, eu me deixo tocar e me envolvo com as hist\u00f3rias, mergulho de cabe\u00e7a e isso tem consequ\u00eancias na minha rotina, nas minhas emo\u00e7\u00f5es e at\u00e9 fisicamente, mas eu nunca permiti que isso interferisse na quest\u00e3o \u00e9tica e no que eu deveria fazer enquanto jornalista.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea imaginava que o livro teria tamanho sucesso?<\/h2>\n\n\n\n<p>Eu n\u00e3o imaginava. Quando escrevi o &#8220;<em>Holocausto Brasileiro<\/em>&#8220;, eu simplesmente fiz o que tinha aprendido a fazer na reda\u00e7\u00e3o. Eu n\u00e3o tinha nenhuma expectativa em rela\u00e7\u00e3o ao livro, de vendas&#8230; N\u00e3o conhecia o mercado liter\u00e1rio e o p\u00fablico, em geral, n\u00e3o me conhecia. Eu era conhecida no meio jornal\u00edstico, no meio acad\u00eamico, mas eu n\u00e3o era conhecida do p\u00fablico em geral. <\/p>\n\n\n\n<p>O &#8220;<em>Holocausto Brasileiro<\/em>&#8221; foi um divisor de \u00e1guas por me apresentar para o pa\u00eds e isso trouxe consequ\u00eancias incr\u00edveis. Eu tive a oportunidade de me aproximar dos leitores, de fazer com que as pessoas conhecessem meu trabalho e meio que sa\u00ed das sombras, porque trabalhando no interior do pa\u00eds, por mais premiada que eu fosse, eu era desconhecida.<\/p>\n\n\n\n<p>O bonito disso tudo n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o sucesso do livro, \u00e9 ver que o livro foi adotado na maioria das universidades brasileiras, na maioria dos cursos no pa\u00eds, seja de Comunica\u00e7\u00e3o, de Medicina, de Direito, de Psicologia, de Filosofia&#8230; Isso \u00e9 incr\u00edvel porque o jornalista quando escreve, quer ser lido e, mais do que isso, quer que o que ele escreva seja \u00fatil e fa\u00e7a a diferen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O &#8220;<em>Holocausto Brasileiro<\/em>&#8221; \u00e9 atemporal. Daqui 50 anos, quando algu\u00e9m ler esse livro, ele vai continuar atual, vai continuar necess\u00e1rio e fundamental. Isso \u00e9 muito importante para mim, \u00e9 uma conquista, e acabou me lan\u00e7ando na literatura, que hoje \u00e9 meu principal ganha p\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">*A entrevista foi concedida em maio de 2020.<\/pre>\n\n\n\n<h3 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\">Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/jornalistas-escritores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ex-alunos da PUC Minas j\u00e1 atuam como jornalistas escritores<\/a>.<\/h3>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A jornalista e autora de &#8220;Holocausto Brasileiro&#8221; fala da carreira como rep\u00f3rter e da transi\u00e7\u00e3o para a vida na 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