{"id":32304,"date":"2026-06-30T15:19:38","date_gmt":"2026-06-30T18:19:38","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=32304"},"modified":"2026-06-30T15:44:22","modified_gmt":"2026-06-30T18:44:22","slug":"do-campo-a-cop-como-a-crise-climatica-transforma-a-agropecuaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/do-campo-a-cop-como-a-crise-climatica-transforma-a-agropecuaria\/","title":{"rendered":"Do campo \u00e0 COP: como a crise clim\u00e1tica transforma a agropecu\u00e1ria"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas afetam a produtividade das colheitas e o rendimento da pecu\u00e1ria, o que pode afetar a disponibilidade de alimentos no mundo. Outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 que essas mudan\u00e7as podem causar danos hidrol\u00f3gicos, levando a perdas de biodiversidade, e a poss\u00edvel propaga\u00e7\u00e3o de vetores de novos pat\u00f3genos e pandemias. Outro fator preocupante \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es antropog\u00eanicas, que referem-se a como o ser humano tem agido diretamente no aquecimento global impactando o meio ambiente e a natureza e com isso, \u00e9 preciso parar, refletir e agir sobre o que tem sido feito para mitigar os efeitos dessas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os impactos clim\u00e1ticos no agroneg\u00f3cio s\u00e3o inevit\u00e1veis, entretanto, mudan\u00e7as constantes est\u00e3o sendo aplicadas no setor a fim de minimizar os principais efeitos dessa situa\u00e7\u00e3o. A busca por seguran\u00e7a ambiental tem se tornado um eixo central nas discuss\u00f5es do setor, impulsionada pela urg\u00eancia de proteger os ecossistemas e garantir a continuidade da produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os extremos do clima t\u00eam for\u00e7ado o campo a acelerar a ado\u00e7\u00e3o dessas estrat\u00e9gias de seguran\u00e7a, n\u00e3o apenas por conscientiza\u00e7\u00e3o, mas por exig\u00eancia de mercados investidores e consumidores cada vez mais restritivos. Essa transi\u00e7\u00e3o deixa de ser conceitual e ganha escala pr\u00e1tica por meio de investimentos em agricultura de baixa emiss\u00e3o de carbono, recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas, sistemas de plantio direto e o uso crescente de bioinsumos. S\u00e3o mecanismos que tentam blindar a produtividade nacional contra as incertezas do tempo e, ao mesmo tempo, frear o passivo ecol\u00f3gico da atividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essas tecnologias, que incluem a agricultura regenerativa voltada para recuperar e revitalizar o solo e restaurar a biodiversidade, al\u00e9m da ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas que priorizam a produ\u00e7\u00e3o de alimentos com o m\u00ednimo impacto ambiental, j\u00e1 est\u00e3o sendo adotadas em todo o pa\u00eds. Al\u00e9m de proteger o ecossistema, o ganho financeiro \u00e9 expressivo: de acordo com estudo realizado pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (<a href=\"https:\/\/plantiodireto.org.br\/fgv-brasil-ganharia-r-94-biano-com-maior-adocao-de-praticas-sustentaveis-no-agro\/?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">FGV<\/a>), a maior aplica\u00e7\u00e3o dessas inova\u00e7\u00f5es no campo tem capacidade de gerar at\u00e9 R$ 94,8 bilh\u00f5es no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O desafio do s\u00e9culo: crescimento econ\u00f4mico vs. emiss\u00f5es&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/agro-cresce-mais-de-10-no-segundo-trimestre-de-2025\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">em mat\u00e9ria publicada em 02\/09\/2025<\/a>, com base em uma pesquisa realizada pelo IBGE, o agro teve um crescimento de 10,1% no segundo trimestre de 2025, no comparativo ao igual per\u00edodo de 2024. Em <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/secom\/pt-br\/acompanhe-a-secom\/noticias\/2026\/02\/agro-do-brasil-registra-superavit-de-us-9-2-bilhoes-com-exportacoes-de-us-10-8-bilhoes-e-importacoes-de-us-1-7-bilhao-em-janeiro?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mat\u00e9ria publicada pela Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/a>, no dia 13\/02\/2026 em janeiro de&nbsp; 2026, as exporta\u00e7\u00f5es chegaram a US$10,8 bilh\u00f5es. J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es de produtos do agroneg\u00f3cio somaram US$ 1,7 bilh\u00e3o, um decr\u00e9scimo de 11,2%, resultando em super\u00e1vit de US$ 9,2 bilh\u00f5es (-0,4%). O crescimento comercial \u00e9 not\u00e1vel, no entanto, com o aumento da produ\u00e7\u00e3o, vem o aumento da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEE), o que nos direciona ao Sistema Brasileiro de Com\u00e9rcio de Emiss\u00f5es (SBCE) que, por sua vez, \u00e9 respons\u00e1vel por estabelecer o marco regulat\u00f3rio do mercado de carbono no Brasil, institu\u00eddo pela Lei n\u00ba 15.042, de 11 de dezembro de 2024.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse sistema \u00e9 um pilar do Novo Brasil, Plano de Transforma\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica do Minist\u00e9rio da Fazenda, que tem como principal objetivo promover uma transi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, tecnol\u00f3gica e cultural rumo a um modelo de desenvolvimento sustent\u00e1vel. O plano procura melhorar a qualidade de vida das gera\u00e7\u00f5es atuais e futuras, e posicionar o Brasil como protagonista na agenda clim\u00e1tica global. Em 2024, na COP 29, no Azerbaij\u00e3o, o Brasil entregou o seu NDC, plano de a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, com metas de reduzir significativamente as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE), para 2035 com corte entre 59% e 67% em rela\u00e7\u00e3o a 2005.&nbsp; Essa meta \u00e9&nbsp; uma estrat\u00e9gia mais ampla para reposicionar o Brasil no cen\u00e1rio clim\u00e1tico global, recuperando a ambi\u00e7\u00e3o inicial assumida no Artigo 6\u00ba do Acordo de Paris.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Novo marco da descarboniza\u00e7\u00e3o e da soberania alimentar&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A busca pelo papel de protagonista na transi\u00e7\u00e3o para uma economia verde coloca o agroneg\u00f3cio brasileiro sob press\u00e3o para alinhar o discurso diplom\u00e1tico \u00e0s pr\u00e1ticas de campo. O desafio do setor reside em cumprir as metas da agenda clim\u00e1tica global e acelerar a descarboniza\u00e7\u00e3o sem comprometer a soberania alimentar e o desenvolvimento econ\u00f4mico nacional. Essa transi\u00e7\u00e3o envolve a valida\u00e7\u00e3o, por meio de indicadores t\u00e9cnicos, de que inova\u00e7\u00f5es como a agropecu\u00e1ria regenerativa e o manejo sustent\u00e1vel podem atuar diretamente na mitiga\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;Essa atitude visa mostrar, por meio de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e agropecu\u00e1ria regenerativa, que o agro brasileiro n\u00e3o \u00e9 o problema, mas, sim, a solu\u00e7\u00e3o para a mitigar as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/danielacpedroza\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Daniela Pedroza<\/a>, membra do GT do Clima e Carbono do <a href=\"https:\/\/ibram.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IBRAM<\/a>, a sustentabilidade e o setor agropecu\u00e1rio assumiram de forma definitiva o protagonismo diante das press\u00f5es clim\u00e1ticas. Em debate recente no programa <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Bu5dGHLlrFE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Conex\u00e3o ESG<\/a>, a especialista destacou que a COP30 exigiu a\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas imediatas e transpar\u00eancia na cadeia de alimenta\u00e7\u00e3o. Em suas palavras: \u201cO foco n\u00e3o \u00e9 mais prometer, mas agora implementar. Isso significa uma descarboniza\u00e7\u00e3o mais acelerada, uma adapta\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria, governan\u00e7a clim\u00e1tica e cr\u00e9ditos de carbono regulados. Mas, sobretudo, acredito muito que isso vai trazer novas oportunidades econ\u00f4micas, maior participa\u00e7\u00e3o social e prote\u00e7\u00e3o da nossa Amaz\u00f4nia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"456757\" data-has-transparency=\"true\" style=\"--dominant-color: #456757;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"771\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-1024x771.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32306 has-transparency\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-1024x771.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-300x226.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-768x578.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-370x278.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-270x203.avif 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-570x429.avif 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-740x557.avif 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-80x60.avif 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello-150x113.avif 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/COP-30-em-belem-do-Para-Foto-de-Alexandre-Mello.avif 1095w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">COP 30, em bel\u00e9m do Par\u00e1 &#8211; Foto de Alexandre Mello<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/alexandrevaladaresmello\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Alexandre Mello<\/a>, Diretor de ESG e Assuntos Estrat\u00e9gicos na empresa Clam, participou presencialmente da COP 30 e esteve presente em outras doze COPs. Segundo o especialista em agenda clim\u00e1tica, a COP de 2025 teve uma participa\u00e7\u00e3o popular muito grande, pelo evento ter acontecido na Amaz\u00f4nia, e principalmente, por ser no Brasil. De acordo com ele, &#8220;O Brasil foi um dos pa\u00edses que implementou v\u00e1rios requisitos do Protocolo de Kyoto, que por sua vez, foi ratificado e v\u00e1rias modalidades previstas nele, como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, permitiam que empresas utilizassem projetos de redu\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa e, com isso, ganhassem cr\u00e9ditos de carbono. Inclusive, essa foi uma proposta brasileira\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Protocolo de Kyoto foi o primeiro grande acordo internacional, assinado em 1997, e em vigor desde 2005, com o objetivo de reduzir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEE) para combater o aquecimento global. Depois desse acordo, outros foram estabelecidos, como o Acordo de Copenhague (2009) e o Acordo de Paris (2015). Todos com metas focadas no compromisso universal e volunt\u00e1rio de reduzir as emiss\u00f5es de gases estufa, fortalecer a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o e promover medidas de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em entrevista, Alexandre Mello explicou que existem duas vertentes nessa agenda: mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o, e que acha muito positivo esses dois assuntos estarem presentes neste evento de propor\u00e7\u00e3o mundial. Em suas palavras:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, o que a gente precisa observar \u00e9 a adapta\u00e7\u00e3o, porque a mudan\u00e7a clim\u00e1tica j\u00e1 chegou h\u00e1 muito tempo\u201d.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao ser perguntado se o setor privado tamb\u00e9m deveria assumir responsabilidade diante das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, ele respondeu que o setor j\u00e1 assume seu papel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 agenda clim\u00e1tica, principalmente por estar entre os maiores emissores. No entanto, ressaltou que as empresas n\u00e3o podem ser tratadas como \u201cas vil\u00e3s da hist\u00f3ria\u201d, como muitas vezes s\u00e3o retratadas pela imprensa e em diferentes f\u00f3runs de debate. Ele afirmou que os setores de \u00f3leo, g\u00e1s, sider\u00fargico, al\u00e9m do setor de energia f\u00f3ssil s\u00e3o os maiores emissores, no entanto, est\u00e3o trabalhando para reduzir as emiss\u00f5es. \u201cO empres\u00e1rio que quer manter o seu neg\u00f3cio prosperando precisa contribuir, de alguma forma, para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es. E \u00e9 isso que eu prego h\u00e1 27 anos porque, al\u00e9m de reduzir as emiss\u00f5es e ajudar o planeta, voc\u00ea tamb\u00e9m reduz custos. Voc\u00ea passa a ter ganhos econ\u00f4micos, evita desperd\u00edcios de recursos e reduz a necessidade de novos investimentos quando otimiza seus processos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"615f5b\" data-has-transparency=\"true\" style=\"--dominant-color: #615f5b;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"773\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32307\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/2-COP-30-em-belem-do-Para-Fotos-de-Alexandre-Mello-1024x773.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32307 has-transparency\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/2-COP-30-em-belem-do-Para-Fotos-de-Alexandre-Mello-1024x773.avif 1024w, 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quest\u00e3o clim\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Querendo ou n\u00e3o, os propriet\u00e1rios rurais, em sua maioria, buscam ao m\u00e1ximo cumprir a legisla\u00e7\u00e3o. Eu tenho visto que quase todos t\u00eam buscado novas inova\u00e7\u00f5es, novos meios, porque isso a\u00ed \u00e9 ben\u00e9fico at\u00e9 para a propriedade. E, pelo menos o que eu tenho percebido nos clientes, que dos mais antigos, que eram mais resistentes, aos mais novos que est\u00e3o chegando, existe uma abertura maior para entender que eles podem se beneficiar no meio ambiente, isso traz um retorno\u201d.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao ser indagado sobre os efeitos da crise clim\u00e1tica sobre as produ\u00e7\u00f5es, ele usou como exemplo as chuvas no Rio Grande do Sul, que causaram grandes impactos \u00e0s \u00e1reas urbanas e rurais em 2024. Segundo ele, os preju\u00edzos ao agroneg\u00f3cio n\u00e3o s\u00e3o sentidos imediatamente, mas refletem ao longo dos meses e at\u00e9 anos seguintes, afetando diretamente a economia e o pre\u00e7o dos produtos. Ele informou, ainda, que a falta da soja, que, por sinal, \u00e9 a base da alimenta\u00e7\u00e3o da maioria dos animais, e constantemente utilizada na produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo, influencia diversos setores, fazendo com que altera\u00e7\u00f5es em sua produ\u00e7\u00e3o impactem toda a cadeia de consumo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa rea\u00e7\u00e3o em cadeia mencionada pelo especialista n\u00e3o se restringe \u00e0s grandes commodities e j\u00e1 se reflete de forma severa no prato dos brasileiros. Segundo o levantamento do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (<a href=\"https:\/\/www.dieese.org.br\/analisecestabasica\/2026\/202601cestabasica\/index.html?page=10\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">DIEESE<\/a>), Belo Horizonte figurou entre as capitais com alta no pre\u00e7o da cesta b\u00e1sica entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, atingindo o valor de R$ 737,86. O impacto das chuvas na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola reduziu a oferta de alimentos e fez o pre\u00e7o do tomate saltar 49,29%, sendo o principal vil\u00e3o do m\u00eas. Por outro lado, o mesmo clima acabou favorecendo a colheita de itens como a banana, que registrou queda de 16,73%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O peso desse or\u00e7amento \u00e9 sentido direto no bolso do consumidor urbano: em janeiro de 2026, um trabalhador de Belo Horizonte que recebe o sal\u00e1rio m\u00ednimo de R$ 1.621,00 precisou comprometer 49,21% de sua renda l\u00edquida e trabalhar mais de 100 horas apenas para garantir os alimentos b\u00e1sicos. Essa perda do poder aquisitivo gera um efeito domin\u00f3 imediato, limitando o consumo de outros bens e servi\u00e7os no com\u00e9rcio local.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"727154\" data-has-transparency=\"true\" style=\"--dominant-color: #727154;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"767\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-1024x767.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32309 has-transparency\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-1024x767.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-300x225.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-768x575.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-370x277.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-270x202.avif 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-570x427.avif 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-740x554.avif 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-80x60.avif 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-150x112.avif 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira.avif 1087w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00c1rea experimental da UFSJ Sete Lagoas &#8211; Foto de Ivo Moreira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O analista Ivo pontuou tamb\u00e9m sobre as cobran\u00e7as quanto aos processos de licenciamento ambiental:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A quest\u00e3o do licenciamento impacta bastante. O que eu tenho percebido no nosso pa\u00eds \u00e9 que a lei \u00e9 cobrada de um jeito, tanto para o grande, quanto para o pequeno produtor. E acaba que o pequeno produtor \u00e9 mais impactado pelas exig\u00eancias do que o grande produtor. Ent\u00e3o, o que a gente est\u00e1 vendo tamb\u00e9m, principalmente em Minas Gerais, \u00e9 que muitos pequenos produtores est\u00e3o vendendo a terra porque n\u00e3o d\u00e3o conta de cobrir as exig\u00eancias ambientais\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ele, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas tamb\u00e9m est\u00e3o impactando:\u201cQuando vamos fazer um pequeno licenciamento, fazemos um estudo de clima da regi\u00e3o. Apresentamos para o \u00f3rg\u00e3o ambiental que vai fiscalizar. Ele analisa o documento de licenciamento ambiental daqui a um ano, por exemplo. A\u00ed j\u00e1 mudou tudo. O clima j\u00e1 \u00e9 outro. A\u00ed a gente tem que refazer todos os estudos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao ser perguntado sobre as t\u00e9cnicas que considera mais eficazes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s solu\u00e7\u00f5es ambientais, explicou: \u201cPor exemplo, n\u00e3o plantar a mesma cultura todo ano. Esse ano eu plantei milho nessa \u00e1rea, ano que vem eu vou plantar outra cultura. A\u00ed tem essa rota\u00e7\u00e3o de culturas na \u00e1rea\u201d. Citou, ainda, a pr\u00e1tica do plantio direto, ao explicar que, antigamente, o produtor plantava, colhia, tirava todos os res\u00edduos daquela planta\u00e7\u00e3o do solo, passava o maquin\u00e1rio no solo, para, em seguida, come\u00e7ar o processo todo de novo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hoje, pelo processo do plantio direto, depois de colher, o produtor deixa os restos vegetais (palhada) da cultura anterior no solo, o que forma uma camada que, por sua vez, protege o solo, conservando sua umidade e os micro-organismos que viviam ali, n\u00e3o causando, assim, a degrada\u00e7\u00e3o do solo, pois n\u00e3o exp\u00f5e o solo ao sol. Outra forma tamb\u00e9m utilizada \u00e9 o controle biol\u00f3gico. Nesse caso, o m\u00e9todo usado \u00e9 a vespa parasitoide que, de acordo com o analista, coloca seus ovos dentro ou sobre a lagarta, e as larvas acabam se desenvolvendo ali, controlando a praga naturalmente. Isso reduz o uso de agrot\u00f3xicos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"8a919a\" data-has-transparency=\"true\" style=\"--dominant-color: #8a919a;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"762\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-1024x762.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32310 has-transparency\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-1024x762.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-300x223.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-768x572.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-370x275.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-270x201.avif 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-570x424.avif 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-740x551.avif 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-80x60.avif 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira-150x112.avif 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aplicacao-de-Sistema-de-Plantio-Direto-Area-experimental-da-UFSJ-Sete-Lagoas-Foto-de-Ivo-Moreira.avif 1091w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Aplica\u00e7\u00e3o de Sistema de Plantio Direto &#8211; \u00c1rea experimental da UFSJ Sete Lagoas &#8211; Foto de Ivo Moreira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o resiliente \u00e9 garantia de um futuro para agroneg\u00f3cio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O produtor rural e engenheiro metalurgista Ricardo Coelho Guedes, de 66 anos, atua h\u00e1 32 anos na atividade agropecu\u00e1ria em Monjolos (MG), onde trabalha com bovinocultura de corte. Formado em Engenharia Metal\u00fargica pela Universidade Federal de Minas Gerais (<a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>UFMG<\/u><\/a>), Ricardo tamb\u00e9m tem trajet\u00f3ria no setor guseiro de Sete Lagoas e mant\u00e9m uma empresa voltada \u00e0 minera\u00e7\u00e3o de dolomita para corretivo de solo. Sua propriedade rural, adquirida em 1994, foi estruturada com foco na produ\u00e7\u00e3o e no uso de tecnologias voltadas \u00e0 sustentabilidade, como pastagem irrigada por energia potencial hidr\u00e1ulica e gera\u00e7\u00e3o de energia fotovoltaica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes mesmo de intensificar a produ\u00e7\u00e3o, Ricardo conta que o processo de regulariza\u00e7\u00e3o ambiental foi uma das primeiras etapas na constru\u00e7\u00e3o da propriedade.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde o in\u00edcio, eu coloquei um piv\u00f4 central e fiz os licenciamentos ambientais. Foi a minha primeira provid\u00eancia, al\u00e9m de estruturar a fazenda. Sempre tive a preocupa\u00e7\u00e3o de manter uma fazenda sustent\u00e1vel. A fazenda possui licen\u00e7a ambiental e licen\u00e7a operacional v\u00e1lidas, j\u00e1 renovadas\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O produtor relatou que, durante o processo de licenciamento, precisou realizar estudos e adequa\u00e7\u00f5es para atender \u00e0s exig\u00eancias ambientais, mas que conduziu todas as etapas conforme o que foi solicitado. Ricardo entende a legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o como um limite para a produ\u00e7\u00e3o, mas como uma base para desenvolver uma atividade mais respons\u00e1vel, destacando que \u201co que a gente procura como produtor rural \u00e9 seguir as legisla\u00e7\u00f5es em primeira m\u00e3o e fazer algo mais do que a legisla\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na pr\u00e1tica, ele explica que busca seguir as normas ambientais em diferentes etapas da atividade, como na capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, que exige controle e respeito aos limites estabelecidos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na minha produ\u00e7\u00e3o rural, eu sempre procurei estar seguindo as legisla\u00e7\u00f5es. Para fazer a capta\u00e7\u00e3o, eu tenho que colocar hidr\u00f4metro, orif\u00edcio, e eu n\u00e3o posso captar mais \u00e1gua do que eu devo. Se o n\u00edvel de \u00e1gua cair por ser uma \u00e9poca de muita seca, eu tenho que respeitar a legisla\u00e7\u00e3o. Eu tenho que respeitar que a \u00e1gua primeiro \u00e9 para a dessedenta\u00e7\u00e3o humana, depois vem para os animais e, depois, para a irriga\u00e7\u00e3o. Existe uma prioridade, e ela est\u00e1 nas licen\u00e7as. E isso, a gente pode chamar de sustentabilidade\u201d. &#8211; Ricardo Guedes, Produtor rural e engenheiro metalurgista formado pela UFMG.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ricardo destaca, ainda, que o cumprimento das exig\u00eancias ambientais faz parte da pr\u00f3pria sustentabilidade da propriedade. Para ele, seguir as normas \u00e9 o primeiro passo para reduzir impactos e garantir uma produ\u00e7\u00e3o mais respons\u00e1vel. \u201cFalar em sustentabilidade significa produzir gerando o menor impacto poss\u00edvel.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de cumprir as exig\u00eancias previstas na legisla\u00e7\u00e3o ambiental, Ricardo afirma que algumas iniciativas adotadas na fazenda foram realizadas por decis\u00e3o pr\u00f3pria, com o objetivo de fortalecer a preserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais. Segundo ele, a legisla\u00e7\u00e3o determina a prote\u00e7\u00e3o das nascentes existentes, mas n\u00e3o exige a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas onde elas j\u00e1 existiram no passado. \u201cA legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o fala que voc\u00ea tem que recuperar esse ambiente. A recupera\u00e7\u00e3o da nascente, o aumento da nascente, o lugar onde j\u00e1 teve uma nascente alguma \u00e9poca, que \u00e0s vezes d\u00e1 para perceber e tentar recuperar, isso j\u00e1 via de regra vai al\u00e9m da regula\u00e7\u00e3o. A a\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para voc\u00ea proteger ela e dar novas \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o produtor, investir na recupera\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas representa uma forma de ampliar a conserva\u00e7\u00e3o ambiental da propriedade. As a\u00e7\u00f5es incluem interven\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas voltadas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das nascentes e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novas \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos e para a sustentabilidade da fazenda. Dessa forma, a propriedade busca ir al\u00e9m do que \u00e9 exigido pela legisla\u00e7\u00e3o, adotando pr\u00e1ticas que refor\u00e7am seu compromisso com a preserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de preservar o meio ambiente, a propriedade ainda investe em solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que contribuem para uma produ\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel, como a utiliza\u00e7\u00e3o de um sistema de irriga\u00e7\u00e3o movido a energia hidr\u00e1ulica, que reduz a depend\u00eancia de fontes mais convencionais, o que minimiza os impactos ambientais da atividade agr\u00edcola. De acordo com ele, o projeto aproveita a pr\u00f3pria for\u00e7a da \u00e1gua para operar o sistema de irriga\u00e7\u00e3o, tornando o processo mais eficiente e ambientalmente respons\u00e1vel. \u201cEssa \u00e1gua \u00e9 injetada no piv\u00f4, \u00e9 um projeto muito bacana, porque eu n\u00e3o gasto energia el\u00e9trica. N\u00e3o tem energia el\u00e9trica. \u00c9 extremamente vi\u00e1vel para o meio ambiente porque n\u00e3o tem nenhuma emiss\u00e3o de CO\u2082.\u201d. Essa iniciativa demonstra como a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias pode ser aliada da sustentabilidade no agroneg\u00f3cio. Ao utilizar fontes de energias renov\u00e1veis, a produ\u00e7\u00e3o reduz custos operacionais e evita a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, conciliando inova\u00e7\u00e3o, efici\u00eancia produtiva e responsabilidade ambiental.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas no campo envolvem luta contra incertezas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao falar sobre os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas na atividade rural, o produtor rural e engenheiro metalurgista Ricardo Coelho Guedes, afirma que a principal altera\u00e7\u00e3o percebida ao longo dos anos est\u00e1 relacionada ao comportamento das chuvas. Embora ressalte que n\u00e3o possui um controle de medi\u00e7\u00e3o pr\u00f3prio para comprovar essas mudan\u00e7as, ele vive o campo h\u00e1 32 anos e observa que outros produtores da regi\u00e3o tamb\u00e9m relatam altera\u00e7\u00f5es nos per\u00edodos de plantio devido \u00e0 irregularidade do regime pluviom\u00e9trico. \u201cO que a gente percebe \u00e9 uma concentra\u00e7\u00e3o maior de chuva. Antes chovia de outubro at\u00e9 abril. Agora outubro n\u00e3o chove, novembro n\u00e3o chove, a\u00ed chove em dezembro. Tem dezembro que chove muito. Ent\u00e3o tem essas mudan\u00e7as.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ele, o problema n\u00e3o est\u00e1 necessariamente na quantidade total de chuva ao longo do ano, mas na forma como ela ocorre. Quando a precipita\u00e7\u00e3o fica concentrada em poucos per\u00edodos, aumentam os riscos de eros\u00e3o do solo e diminui a capacidade de armazenamento de \u00e1gua ao longo dos meses. \u201cN\u00e3o adianta chover muito numa \u00e9poca s\u00f3. A tend\u00eancia disso \u00e9 ter estragos no solo e voc\u00ea n\u00e3o vai ter aquela distribui\u00e7\u00e3o de chuva que mant\u00e9m a umidade do solo por mais tempo.\u201d Diante desse cen\u00e1rio, Ricardo explica que a irriga\u00e7\u00e3o tem se tornado uma ferramenta cada vez mais importante para garantir a produ\u00e7\u00e3o e reduzir os impactos causados pela irregularidade das chuvas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ricardo, ao ser perguntado sobre o que precisa acontecer para que essas discuss\u00f5es globais realmente tragam mudan\u00e7as concretas para os produtores rurais, respondeu que \u201cAs discuss\u00f5es promovidas em eventos internacionais, como a COP30, s\u00e3o fundamentais para enfrentar os desafios ambientais gerados pelo crescimento da atividade humana\u201d. Na avalia\u00e7\u00e3o do produtor, o aumento da popula\u00e7\u00e3o mundial e da demanda por recursos tem ampliado os impactos sobre o meio ambiente, tornando necess\u00e1ria a busca por solu\u00e7\u00f5es que conciliem desenvolvimento econ\u00f4mico e preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Em sua vis\u00e3o, o caminho n\u00e3o est\u00e1 em interromper as atividades produtivas, mas em transform\u00e1-las, para que se tornem cada vez mais sustent\u00e1veis e compat\u00edveis com as necessidades do meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Entre a lei e a consci\u00eancia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ricardo Guedes tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia dos espa\u00e7os de debate sobre sustentabilidade, como a COP30. Embora reconhe\u00e7a que muitos produtores rurais n\u00e3o conseguem participar diretamente desses encontros, seja por quest\u00f5es de custo, tempo ou dist\u00e2ncia, ele considera fundamental que existam pessoas dedicadas a estudar os problemas ambientais e discutir solu\u00e7\u00f5es para eles.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gente gostaria de participar, n\u00e3o s\u00f3 da \u00e1rea ambiental, mas de outras m\u00eddias, de educa\u00e7\u00e3o, de seguran\u00e7a, de tudo. Mas, felizmente, n\u00f3s temos pessoas estudando ali, pessoas preocupadas com isso, pessoas trabalhando isso de maneira s\u00e9ria. Dali sai coisas boas, pode sair coisas que n\u00e3o sejam t\u00e3o boas, pode sair coisas irrelevantes, mas o importante \u00e9 conversar. O importante \u00e9 discutir, o importante \u00e9 ter a vis\u00e3o de sustentabilidade. E como j\u00e1 foi falado, o respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 algo a mais na sustentabilidade, a meu ver, gera alguns custos, \u00e9 \u00f3bvio, mas eu acho que voc\u00ea supera isso com produtividade.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ricardo defendeu que a sustentabilidade come\u00e7a pelo respeito \u00e0s normas ambientais, mas n\u00e3o deve se limitar a elas. Para o produtor, as leis existem para estabelecer regras de conviv\u00eancia e garantir um equil\u00edbrio entre os diferentes interesses da sociedade. \u201cLegisla\u00e7\u00e3o a gente n\u00e3o concorda, a gente obedece.\u201d Para ele, o verdadeiro diferencial est\u00e1 na consci\u00eancia de cada pessoa. Ela \u00e9 a respons\u00e1vel por levar produtores e cidad\u00e3os a adotarem pr\u00e1ticas que v\u00e3o al\u00e9m das obriga\u00e7\u00f5es legais e contribuem de forma efetiva para a preserva\u00e7\u00e3o ambiental. \u201cA consci\u00eancia que vale mais. A\u00ed voc\u00ea vai al\u00e9m, voc\u00ea faz as coisas al\u00e9m\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crise clim\u00e1tica afeta a produtividade das colheitas e o rendimento da pecu\u00e1ria, o que pode afetar a disponibilidade de alimentos no mundo.<\/p>\n","protected":false},"author":145,"featured_media":32305,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[375,968],"tags":[2804,1796,969,2827],"class_list":["post-32304","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","category-mudancas-climaticas","tag-cop","tag-crise-climatica","tag-mudancas-climaticas","tag-producao-agropecuaria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Do campo \u00e0 COP: a crise clim\u00e1tica transforma a agropecu\u00e1ria - 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