{"id":32151,"date":"2026-07-07T09:46:46","date_gmt":"2026-07-07T12:46:46","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=32151"},"modified":"2026-07-08T21:30:13","modified_gmt":"2026-07-09T00:30:13","slug":"a-culinaria-brasileira-em-bh-onde-diferentes-sabores-se-encontram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/a-culinaria-brasileira-em-bh-onde-diferentes-sabores-se-encontram\/","title":{"rendered":"A culin\u00e1ria brasileira em BH: onde diferentes sabores se encontram"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Quando a comida vira saudade: os sabores que conectam migrantes \u00e0s suas origens | Epis\u00f3dio 1\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/5l2irpQDf1NtK3eKeYuMDR?si=WTESMtncSL-4ClI7tDnF7w&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando se senta \u00e0 mesa de um restaurante especializado em culin\u00e1ria amaz\u00f4nica, a rondoniense Suelen Rodrigues encontra uma experi\u00eancia que vai al\u00e9m de um prato t\u00edpico. Moradora de Belo Horizonte h\u00e1 quase tr\u00eas anos, ela conta que, quando sente saudades de casa, procura espa\u00e7os onde possa reencontrar sabores que marcaram sua inf\u00e2ncia em Porto Velho. Entre eles, est\u00e3o o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/florde_jambu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Flor de Jambu<\/em><\/a>, restaurante voltado \u00e0 culin\u00e1ria paraense, o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bardupedro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Bar Du Pedro<\/em><\/a>, onde costuma pedir tambaqui, peixe bastante consumido na regi\u00e3o Norte, e o <a href=\"https:\/\/paradadoacai.pedidosite.com.br\/delivery?loja=2290\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Parada do A\u00e7a\u00ed<\/em><\/a>, que vende a fruta com complementos naturais.&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEu amo a\u00e7a\u00ed, que \u00e9 algo do norte. S\u00f3 que o a\u00e7a\u00ed daqui, para mim, \u00e9 sorvete, n\u00e9? Ent\u00e3o, teve um lugar de todos esses que eu j\u00e1 fui, que eu pedi um a\u00e7a\u00ed batido com \u00e1gua e misturado com banana, que \u00e9 algo que eu tomava em Porto Velho. E chegou um pouco pr\u00f3ximo do sabor. Porque os outros a\u00e7a\u00eds que eu provei aqui s\u00e3o mais na vibe de sorvete mesmo. Ent\u00e3o, eu fiquei muito feliz de encontrar esse a\u00e7a\u00ed. Quando eu encontrei, tamb\u00e9m, o restaurante que fazia o tambaqui, eles faziam o tambaqui assado, que \u00e9 bem a forma como eu gosto de comer\u201d, relatou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora reconhe\u00e7a que alguns pratos recebem adapta\u00e7\u00f5es para agradar ao p\u00fablico local, Suelen v\u00ea nesses estabelecimentos uma forma de manter vivas as refer\u00eancias culturais da terra natal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/comida\/2024\/01\/por-que-ainda-nao-consumimos-ingredientes-amazonicos-no-sudeste.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Por outro lado, os pre\u00e7os podem ser mais salgados<\/a>. Segundo ela, alimentos comuns em sua regi\u00e3o de origem costumam custar significativamente mais caro em Belo Horizonte, realidade que tamb\u00e9m percebe em outros restaurantes especializados em culin\u00e1ria nortista. A rondoniense costuma frequentar esses ambientes com amigos de outros estados da regi\u00e3o norte, para deixar a experi\u00eancia ainda mais alinhada \u00e0 mem\u00f3ria afetiva. Suelen conta que os amigos mineiros estranham formas de consumir alguns produtos, como o a\u00e7a\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando levou a sogra, por exemplo, para conhecer um prato tipicamente amaz\u00f4nico, a experi\u00eancia n\u00e3o foi das melhores: <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cQuando eu levei, por exemplo, a m\u00e3e da minha namorada pra tomar tacac\u00e1, ela odiou. Ela \u00e9 mineira. Ela achou, tipo, horr\u00edvel. Foi muito engra\u00e7ado, mas ela odiou. Porque realmente \u00e9 um prato muito diferente. Ou voc\u00ea ama, ou voc\u00ea odeia. E ela odiou. \u00c9 isso. Eu levei uma mineira pra tomar um tacac\u00e1 e foi horr\u00edvel\u201d, relembra, entre gargalhadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A experi\u00eancia de Suelen ajuda a compreender um fen\u00f4meno presente na capital mineira: a cidade construiu, historicamente, uma identidade ligada ao acolhimento de pessoas vindas de diferentes lugares. <a href=\"https:\/\/cidades.ibge.gov.br\/brasil\/mg\/belo-horizonte\/pesquisa\/23\/25888\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados do Censo Demogr\u00e1fico de 2010<\/a> mostram que cerca de 6,3% dos moradores da capital <a href=\"https:\/\/www.otempo.com.br\/cidades\/bh-e-casa-dos-mineiros-mas-quem-vem-de-fora-nao-quer-sair-1.3289574\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">nasceram em outros estados brasileiros.<\/a> Para o diretor de Pol\u00edticas de Turismo e Inova\u00e7\u00e3o da Belotur, Guilherme Louren\u00e7o, essa caracter\u00edstica faz parte da pr\u00f3pria forma\u00e7\u00e3o da cidade:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cBelo Horizonte \u00e9 uma cidade que recebeu gente de fora. A nossa hist\u00f3ria vem de uma identidade de receber pessoas de outros lugares\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Guilherme, a for\u00e7a da gastronomia belo-horizontina ajudou a criar um ambiente favor\u00e1vel para que cozinhas de diferentes regi\u00f5es do Brasil encontrassem espa\u00e7o na capital: \u201cExiste hoje uma grande quantidade de restaurantes que n\u00e3o trabalham com a culin\u00e1ria mineira propriamente dita, mas que acabaram sendo acolhidos e abra\u00e7ados pela pot\u00eancia da nossa gastronomia\u201d, explica. Para ele, esses estabelecimentos ampliam as possibilidades de experi\u00eancias para moradores e turistas, refor\u00e7ando a imagem de Belo Horizonte como um destino gastron\u00f4mico diverso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O reconhecimento internacional recebido pela cidade tamb\u00e9m ajuda a explicar esse cen\u00e1rio. Desde 2019, <a href=\"https:\/\/prefeitura.pbh.gov.br\/belotur\/turismo-gastronomico\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Belo Horizonte integra a Rede de Cidades Criativas da Gastronomia da UNESCO<\/a>, t\u00edtulo que, segundo a Belotur, fortaleceu a compreens\u00e3o da gastronomia como um dos principais ativos tur\u00edsticos da capital. \u201cA nossa escolha como Cidade Criativa passa muito por isso: pela pot\u00eancia e pela diversidade dos restaurantes, tanto os locais quanto os que n\u00e3o s\u00e3o locais\u201d, refor\u00e7a Guilherme. Em <a href=\"https:\/\/prefeitura.pbh.gov.br\/noticias\/gastronomia-impulsiona-turismo-e-reforca-protagonismo-de-belo-horizonte\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pesquisa realizada pela Belotur<\/a> com moradores e turistas em 2025, 95% dos entrevistados declararam satisfa\u00e7\u00e3o com a experi\u00eancia gastron\u00f4mica oferecida pela cidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse contexto, restaurantes especializados em culin\u00e1rias regionais refor\u00e7am mem\u00f3rias e ajudam a ampliar o repert\u00f3rio cultural dos belo-horizontinos, fortalecendo uma caracter\u00edstica que a pr\u00f3pria Belotur considera central para a identidade da cidade: a capacidade de acolher diferentes tradi\u00e7\u00f5es sem perder sua pr\u00f3pria ess\u00eancia gastron\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A representatividade da cultura paraense em BH<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"De Norte a Sul: os sabores que encontram um lar em Belo Horizonte\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ByU6wqTgz5Y?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cQuando cheguei em Belo Horizonte, vi que, atrav\u00e9s da alimenta\u00e7\u00e3o, eu iria conseguir me aproximar da minha cultura alimentar\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As palavras de Fernanda Souza, propriet\u00e1ria do restaurante <em>Flor de Jambu<\/em>, descrevem o objetivo principal do estabelecimento. Criado por uma natural do Par\u00e1 residente na capital mineira h\u00e1 10 anos, o local funciona na regi\u00e3o central da cidade desde 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a fundadora, o restaurante busca dar visibilidade \u00e0 cultura paraense e representa um ponto de&nbsp; encontro entre diferentes p\u00fablicos em BH:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-default has-normal-font-size is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-normal-font-size wp-block-paragraph\">\u00c9 um ambiente dedicado n\u00e3o s\u00f3 a nortistas, mas tamb\u00e9m a pessoas que queiram diversificar, seja ouvindo uma m\u00fasica tradicional ou comendo uma comida t\u00edpica.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O lugar tamb\u00e9m busca acolher a diversidade e receber todos os p\u00fablicos. \u201cAqui a diversidade acontece, j\u00e1 que nossa equipe \u00e9 composta totalmente por pessoas do grupo LGBTQIAPN+\u201d, ressalta Fernanda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pratos produzidos no <em>Flor de Jambu<\/em> refletem o compromisso com as ra\u00edzes de sua fundadora. Segundo ela, os ingredientes utilizados v\u00eam do Par\u00e1. Por isso, viajam 3 mil quil\u00f4metros at\u00e9 chegar em BH, o que exige uma log\u00edstica de alto custo. \u201cO prato preferido do p\u00fablico paraense do Flor de Jambu \u00e9 o a\u00e7a\u00ed e, dos outros p\u00fablicos, o vatap\u00e1. O nosso a\u00e7a\u00ed \u00e9 mais puro e com a cara do Norte. E o do Sudeste \u00e9 mais incrementado\u201d, destaca a propriet\u00e1ria, que oferece os pratos preferidos dos clientes, preservando a cultura alimentar do estado natal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"636\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32238\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ4-1024x636.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32238\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ4-1024x636.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ4-300x186.avif 300w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Iguaria amaz\u00f4nica: mani\u00e7oba do Flor de Jambu<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"745331\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #745331;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"757\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32239\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-1024x757.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32239 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-1024x757.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-300x222.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-768x568.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-1536x1135.avif 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-2048x1514.avif 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FJ1-370x273.avif 370w, 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Almeida<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com a percep\u00e7\u00e3o positiva de grande parte dos clientes, ela conta que ainda existe preconceito em rela\u00e7\u00e3o a algumas comidas t\u00edpicas devido \u00e0 falta de conhecimento sobre a diversidade de culturas alimentares no Brasil: \u201cO maior problema \u00e9 as pessoas n\u00e3o saberem de onde s\u00e3o os ingredientes. Muitos n\u00e3o entendem o porqu\u00ea comemos a\u00e7a\u00ed com farinha, com peixe ou com outras carnes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de possibilitar a reconex\u00e3o com as ra\u00edzes nortistas para quem est\u00e1 longe de sua terra natal, restaurantes como o Flor de Jambu ajudam a ampliar o conhecimento sobre a culin\u00e1ria amaz\u00f4nica em Belo Horizonte, combatendo preconceitos culin\u00e1rios. \u201cTeve uma cliente nascida no Par\u00e1 que h\u00e1 anos n\u00e3o comia a comida t\u00edpica do estado. Quando ela provou a primeira vez, come\u00e7ou a chorar por lembrar de suas ra\u00edzes\u201d, relembra Fernanda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/place\/Flor+de+Jambu\/@-19.9181213,-43.936934,17z\/data=!3m2!4b1!5s0xa699fa70d57057:0xb85f0c54a0210f32!4m6!3m5!1s0x8e5e9c362bf3725f:0xd830909186c64a13!8m2!3d-19.9181264!4d-43.9343644!16s%2Fg%2F11smzm68jv?entry=ttu&amp;g_ep=EgoyMDI2MDYyMy4wIKXMDSoASAFQAw%3D%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Endere\u00e7o do Flor de Jambu:<\/strong><\/a><strong> <\/strong>Avenida dos Andradas, 367 &#8211; Edif\u00edcio Central &#8211; 2\u00b0 andar, sala 211A &#8211; Centro, Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Da mesa da fam\u00edlia a restaurante na Pampulha<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizado em uma movimentada avenida na regi\u00e3o da Pampulha, o restaurante <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/dopeixerestaurante\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Do Peixe<\/em><\/a> \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o entre tradi\u00e7\u00e3o familiar e adapta\u00e7\u00e3o gastron\u00f4mica. O espa\u00e7o foi criado pelo pai de Jairo, em meados de 2012, e permanece at\u00e9 hoje nas m\u00e3os da fam\u00edlia. As estrelas do card\u00e1pio s\u00e3o peixes e frutos do mar \u2013 e a inspira\u00e7\u00e3o \u00e9 mais afetuosa do que parece.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao entrar no restaurante, somos remetidos a um ambiente com um qu\u00ea praiano, e a decora\u00e7\u00e3o faz jus ao nome, com lou\u00e7as e pinturas de tem\u00e1tica mar\u00edtima expostas pelo ambiente. No banheiro, \u00e9 poss\u00edvel encontrar o <em>Manifesto Do Peixe<\/em>, que afirma a miss\u00e3o de momentos que despertam mem\u00f3rias afetivas, de modo que cada refei\u00e7\u00e3o possa ser uma forma de reunir a fam\u00edlia e amigos \u00e0 mesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jairo Moser, atual administrador do <em>Do Peixe<\/em>, relembra o que motivou seu pai a fundar a casa em 2012: \u201cComo meu pai \u00e9 catarinense, ele sempre fez na minha casa casquinha de siri e moqueca nos finais de semana. Quando n\u00f3s \u00edamos para o litoral de Santa Catarina, t\u00ednhamos esses pratos como os principais pratos de fam\u00edlia da casa&#8221;, explica Jairo. Essa culin\u00e1ria sempre uniu a fam\u00edlia \u00e0 mesa nos almo\u00e7os de domingo e foi o combust\u00edvel para a cria\u00e7\u00e3o do restaurante, que busca homenagear a comida transmitida de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jairo conta que, h\u00e1 quase quinze anos, seu pai percebeu uma defasagem de restaurantes especializados em peixes e mariscos na regi\u00e3o da Pampulha. A partir da\u00ed, surgiu o <em>Do Peixe<\/em>: \u201cN\u00f3s colocamos esses pratos (no card\u00e1pio), que eram caros para a nossa fam\u00edlia, estavam muito presentes no litoral de Santa Catarina e que faziam parte do repert\u00f3rio do meu pai. Essa foi a maior inspira\u00e7\u00e3o\u201d, detalha Jairo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir da cria\u00e7\u00e3o inicial de um card\u00e1pio afetivo, o restaurante foi desenvolvendo outros pratos que abarcavam outras partes do Brasil, a pedido dos clientes \u2014 como o tambaqui, da regi\u00e3o Norte, e pratos nordestinos, como o bob\u00f3 de camar\u00e3o e a moqueca baiana. A op\u00e7\u00e3o por um card\u00e1pio que abrange a culin\u00e1ria de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds veio dos objetivos de ampliar a clientela e oferecer ao p\u00fablico mais diversidade gastron\u00f4mica dentro do nicho de peixes e frutos do mar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cN\u00f3s fomos conhecendo outros peixes do Norte, como o <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ro\/rondonia\/noticia\/2026\/03\/20\/pirarucu-entenda-porque-peixe-nativo-da-amazonia-se-tornou-invasor-dentro-do-proprio-rio.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pirarucu<\/a> e o <a href=\"https:\/\/peixecoruna.com\/peixe-tambaqui\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tambaqui<\/a>, que s\u00e3o peixes maravilhosos, e trazendo outras partes do Brasil para essa gastronomia de peixes e frutos do mar brasileira\u201d, conta Jairo. O card\u00e1pio hoje em dia \u00e9 recheado com pratos que abrangem diversos litorais do Brasil \u2014 e o cliente \u00e9 quem ganha com isso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dinamiza\u00e7\u00e3o dos ingredientes incorporados \u00e0 carta da casa tamb\u00e9m ajuda a superar a dificuldade log\u00edstica decorrente do transporte dos ingredientes de regi\u00f5es distantes. Para Jairo, ao trabalhar com ingredientes mais diversos, evita-se o risco de escassez pela sazonalidade dos produtos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"53361b\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #53361b;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"735\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32244\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-1024x735.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32244 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-1024x735.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-300x215.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-768x551.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-1536x1102.avif 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-2048x1469.avif 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-370x265.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-270x194.avif 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-570x409.avif 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-740x531.avif 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP4-150x108.avif 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bolinho de bacalhau servido no restaurante Do Peixe<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"862\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32245\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP1-1024x862.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32245\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP1-1024x862.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP1-300x252.avif 300w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fachada do restaurante<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2067\" height=\"2560\" data-id=\"32243\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP3-3-scaled.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32243\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP3-3-scaled.avif 2067w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DP3-3-242x300.avif 242w\" sizes=\"auto, (max-width: 2067px) 100vw, 2067px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Detalhe de lou\u00e7as utilizadas no restaurante<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px\" data-id=\"32246\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_9954-683x1024.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32246\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_9954-683x1024.avif 683w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_9954-200x300.avif 200w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_9954-scaled.avif 1707w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Restaurante Do Peixe, na regi\u00e3o da Pampulha, oferece card\u00e1pio afetivo baseado em receitas de fam\u00edlia e pratos elaborados com peixes de diferentes regi\u00f5es do Brasil.<\/figcaption><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>Fotos: Millena Alves<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/maps.app.goo.gl\/xugqi3Ykp24QYseA7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Endere\u00e7o do Restaurante Do Peixe:<\/strong><\/a> Rua Dr. Jeferson de Oliveira, 231 &#8211; Santa Am\u00e9lia, Belo Horizonte<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um peda\u00e7o da Bahia em Minas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: BH est\u00e1 pronta para novos sabores? Os desafios da diversidade gastron\u00f4mica | Epis\u00f3dio 2\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/7uAHDj7tCnSZTZzjXPiQK0?si=kqNbGq2NQ6Gm-lqC4DciPw&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Unir duas culin\u00e1rias t\u00e3o diferentes quanto a mineira e a baiana pode parecer uma ideia arriscada, mas foi justamente nisso que o fundador do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/baeauai\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Ba\u00eaa Uai<\/em><\/a>, restaurante que mistura os sabores de Minas Gerais e da Bahia, resolveu apostar. H\u00e1 um ano, Gilson Henrique Costa e sua esposa, Laila, comandam o estabelecimento localizado na \u00e1rea central de Contagem, regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O local \u00e9 frequentado principalmente por mineiros que apreciam o tempero da Bahia, migrantes baianos que vivem na capital mineira e turistas que j\u00e1 visitaram o estado nordestino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ambiente incorpora elementos decorativos que procuram trazer um peda\u00e7o da Bahia para Minas. Um destaque \u00e0 parte \u00e9 a m\u00fasica: apesar de mesclar influ\u00eancias para contemplar diferentes p\u00fablicos, a casa privilegia a cultura baiana, com shows mensais que incorporam repert\u00f3rio tipicamente nordestino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O card\u00e1pio \u00e9 composto por op\u00e7\u00f5es das duas regi\u00f5es, sendo o acaraj\u00e9 o carro-chefe da casa e o mais procurado pelos clientes. \u201cRecebemos muitas pessoas da Bahia que vem para matar a saudade desse prato. E tamb\u00e9m pessoas de Minas, que j\u00e1 foram \u00e0 Bahia e nos visitam para matar a saudade da culin\u00e1ria de l\u00e1\u201d, afirma o fundador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Gilson, os ingredientes destas localidades n\u00e3o s\u00e3o semelhantes, mas complementam-se:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-normal-font-size wp-block-paragraph\">A culin\u00e1ria baiana tem seu charme por conta dos frutos do mar, e a daqui \u00e9 marcada por ingredientes muito ricos, como o queijo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Ba\u00eaa Uai\" width=\"563\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2WE8sWrIBeA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Ba\u00eaa Uai: conhe\u00e7a o interior do restaurante e alguns pratos servidos na casa. Capta\u00e7\u00e3o: Beatriz Torres; Edi\u00e7\u00e3o: Hannah Andrade.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para ele, a fus\u00e3o de refer\u00eancias resulta em um equil\u00edbrio perfeito para agradar o paladar de quem deseja matar a saudade de sabores ou experimentar novos temperos pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gilson conta que, para ele e Laila, o restaurante \u00e9 uma extens\u00e3o de experi\u00eancias que marcaram o relacionamento do casal, como viagens \u00e0 Bahia. Foi da\u00ed que surgiu a inspira\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o do nome e a identidade gastron\u00f4mica do <em>Ba\u00eaa Uai<\/em>. \u201cQuer\u00edamos trazer um pouco do estado para c\u00e1, sem deixar de lado as nossas ra\u00edzes mineiras\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, Laila \u00e9 quem comanda a cozinha e coordena a cria\u00e7\u00e3o dos pratos \u201cEla acompanha as cozinheiras e os nossos <em>chefs<\/em>, e eu fa\u00e7o a administra\u00e7\u00e3o em geral\u201d, explica Gilson.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O propriet\u00e1rio acredita que a diversidade est\u00e1 justamente na conex\u00e3o de duas culturas diferentes, reunindo ingredientes baianos e mineiros nos mesmos pratos. \u201cMuitas pessoas chegam em mim para elogiar os pratos, e eu sempre digo que o toque de Minas aos pratos nordestinos \u00e9 o que d\u00e1 tanto sabor aos nossos pratos&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o futuro, o empres\u00e1rio pretende aprofundar o objetivo inicial de unir as duas culin\u00e1rias: \u201cNosso intuito \u00e9 ter um restaurante cada vez mais <em>fusion<\/em>. Por isso, quero implementar novas receitas. Quem sabe um p\u00e3o de queijo de acaraj\u00e9?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" data-id=\"32269\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU2-768x1024.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32269\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU2-768x1024.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU2-225x300.avif 225w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU2-scaled.avif 1920w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Restaurante Ba\u00eaa Uai celebra identidade baiana em BH<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"719\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px\" data-id=\"32268\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU3-719x1024.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32268\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU3-719x1024.avif 719w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU3-211x300.avif 211w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU3-scaled.avif 1798w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Decora\u00e7\u00e3o remete a ambiente praiano<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"796546\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #796546;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"977\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 977px) 100vw, 977px\" data-id=\"32267\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-977x1024.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32267 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-977x1024.avif 977w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-286x300.avif 286w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-768x805.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-1465x1536.avif 1465w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-1953x2048.avif 1953w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-370x388.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-285x300.avif 285w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-270x283.avif 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-570x598.avif 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-740x776.avif 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU4-150x157.avif 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pratos fundem refer\u00eancias nordestinas \u00e0 cozinha mineira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2560\" height=\"1968\" data-id=\"32266\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU1-scaled.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32266\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU1-scaled.avif 2560w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/BU1-300x231.avif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ba\u00eaa Uai: espa\u00e7o e \u00e9 extens\u00e3o de experi\u00eancias que marcaram o relacionamento do casal Gilson e Laila, que abriu o restaurante inspirado nas pr\u00f3prias viagens \u00e0 Bahia.<\/figcaption><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>Fotos: Beatriz Torres<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/maps.app.goo.gl\/qug8KHX1UK8MYGUv9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Endere\u00e7o do Ba\u00eaa Uai:<\/strong><\/a> Avenida Prefeito Gil Diniz J\u00fanior 1850 Fonte Grande, Contagem<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O tempero geraizeiro em BH<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Andu de Dois\" width=\"563\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0mYiFxeNgd8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Restaurante Andu de Dois, aberto em 2025, celebra culin\u00e1ria do Norte de Minas no cora\u00e7\u00e3o do bairro Santa Tereza. Grava\u00e7\u00e3o: Beatriz Torres e Hannah Andrade. V\u00eddeo: Hannah Andrade.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Poxa, mas se o Gerais \u00e9 parte de Minas, ent\u00e3o por que a nossa cultura \u00e9 t\u00e3o apagada aqui na capital?&#8221;.<em> <\/em>Foi desse questionamento da <em>chef&nbsp; <\/em>Maria Clara Alves que nasceu o restaurante<em> <\/em><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/andudedois\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Andu de Dois<\/em><\/a><em>, <\/em>no bairro Santa Tereza, em 2025. Ela e Hernane Souto est\u00e3o \u00e0 frente do estabelecimento que oferece uma experi\u00eancia gastron\u00f4mica com ingredientes geraizeiros vindos diretamente do <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/gerais\/2024\/07\/6898968-voce-e-mineiro-ou-geraizeiro-saiba-a-diferenca.html#google_vignette\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Norte de Minas Gerais.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os <em>chefs<\/em> s\u00e3o casados, s\u00f3cios e se conheceram durante a faculdade de Gastronomia. Na \u00e9poca, Maria Clara, nascida no munic\u00edpio de Mirabela, no norte de Minas, veio a BH para estudar e conheceu Hernane, que j\u00e1 morava na cidade. Tempos depois, a parceria do casal resultou na cria\u00e7\u00e3o do <em>Andu de Dois<\/em>, a partir de uma lacuna que perceberam no meio gastron\u00f4mico belo-horizontino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes da inaugura\u00e7\u00e3o, no ano passado, a hist\u00f3ria do restaurante j\u00e1 tinha come\u00e7ado a ser escrita. \u201cEm 2021, come\u00e7amos vendendo marmitas congeladas na minha casa. Desde essa \u00e9poca, os nossos pratos eram feitos&nbsp; com ingredientes t\u00edpicos do Norte de Minas\u201d. O nome dado ao empreendimento faz refer\u00eancia a um dos insumos principais do norte de Minas, o bai\u00e3o de dois feito com feij\u00e3o andu, um dos ingredientes principais da culin\u00e1ria do sert\u00e3o mineiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Hernane, o ambiente consegue alcan\u00e7ar um p\u00fablico diverso, sendo frequentado por pessoas que procuram o local para provar os pratos feitos com ingredientes t\u00edpicos. \u201cTem muita gente que \u00e9 norte-mineira, que \u00e9 do Gerais, que \u00e9 do Jequitinhonha e que est\u00e1 aqui na cidade, est\u00e1 na capital&#8230; \u00e9 uma frequ\u00eancia baseada na saudade\u201d, ressalta. Entre encontros de amigos e fam\u00edlias que frequentam o local, o <em>chef <\/em>relembra um dos casos que mais o tocou:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote has-normal-font-size\"><blockquote><p>Teve um dia que um senhor pediu pra me chamar e pensei que tinha dado algum problema com o prato. Mas ele estava muito emocionado. Era um domingo, dia da parmegiana de carne de sol \u2014 um prato com arroz branco \u201calhudo\u201d, pur\u00ea de ab\u00f3bora e fil\u00e9. O pur\u00ea de ab\u00f3bora bem lisinho e bem amanteigado o lembrou da av\u00f3 dele, que fazia igual o que ele comeu aqui.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"4d3327\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #4d3327;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"710\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32277\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD3-1024x710.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32277 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD3-1024x710.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD3-300x208.avif 300w, 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style=\"--dominant-color: #53382a;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"498\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32276\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-1024x498.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32276 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-1024x498.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-300x146.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-768x373.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-1536x747.avif 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-2048x996.avif 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-370x180.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD4-270x131.avif 270w, 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(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32274\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD6-1024x591.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32274\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD6-1024x591.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD6-300x173.avif 300w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Muito al\u00e9m do pequi: pratos incorporam ingredientes geraizeiros<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"710\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32273\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD7-1024x710.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32273\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ADD7-1024x710.avif 1024w, 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\/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>Fotos: Beatriz Torres e Hannah Andrade<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <em>chef<\/em> explica que 90% dos ingredientes usados v\u00eam do norte do estado. \u201cHoje n\u00f3s temos uma curadora l\u00e1 no mercado municipal de Montes Claros e um a\u00e7ougueiro em Mirabela que nos ajuda no translado para BH\u201d. Segundo ele, o transporte \u00e9 feito por meio de t\u00e1xis fretados, com todos os cuidados necess\u00e1rios para que os alimentos cheguem \u00e0 capital mineira com qualidade. \u201c\u00c9 uma log\u00edstica desgastante, envolve uma rede de pessoas que nos apoiam. Mas nos colocamos como representante das Gerais, ent\u00e3o, n\u00e3o teria como a gente fazer diferente\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <em>Andu de Dois<\/em> desmistifica a cren\u00e7a popular de que comida do Norte de Minas \u00e9 apenas pequi. O restaurante \u00e9 um espa\u00e7o de valoriza\u00e7\u00e3o de ingredientes sazonais que causam em seus clientes a sensa\u00e7\u00e3o de estar em casa.&nbsp; &#8220;Quando percebemos que aquilo que estamos fazendo, promove um momento de resgate de uma mem\u00f3ria, de um significado familiar, faz tudo valer a pena&#8221;, diz Hernane.&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/maps.app.goo.gl\/VyFsymfYbrPyocPP7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Endere\u00e7o do Andu de Dois:<\/strong><\/a><strong> <\/strong>Rua Gabro, 41 &#8211; Santa Tereza, Belo Horizonte<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cozinha de balc\u00e3o com ar cosmopolita<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: BH valoriza os sabores do Brasil? Tend\u00eancias, modas e identidade gastron\u00f4mica | Epis\u00f3dio 3\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/3sVkUXr5B7RqeL46klc7bX?si=0U8MyAHQSAq7nR2s9BUe2A&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em uma esquina movimentada do Mercado Novo, atual polo cultural e gastron\u00f4mico da cidade, funciona uma cozinha de balc\u00e3o. Os balc\u00f5es vermelhos, os s\u00edmbolos t\u00edpicos e a marca do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cozinhatupis?igsh=dzkya3Y0ZTJiMDAy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Cozinha Tupis<\/em><\/a> revelam que ali \u00e9 servida uma culin\u00e1ria regional \u2013 mas com um toque diferenciado e um qu\u00ea contempor\u00e2neo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Artur Sgarbi \u2014 <em>chef<\/em> \u00e0 frente da cozinha h\u00e1 tr\u00eas anos \u2014 \u00e9 quem recebe a equipe do Colab PUC Minas para apresentar o <em>Cozinha Tupis<\/em>. Com foco em cozinha belorizontina, o <em>Cozinha Tupis<\/em> busca utilizar componentes da gastronomia mineira em pratos que misturam o sofisticado e o elaborado, empregando ingredientes quase 100% oriundos da Feira Livre e no <a href=\"https:\/\/mercadocentral.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mercado Central<\/a>, que fica a poucas quadras dali.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <em>Cozinha Tupis<\/em>, que abriu em 2018 no <a href=\"https:\/\/www.mercadonovo.bhz.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mercado Novo<\/a>, foi pioneiro na ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o que hoje \u00e9 um dos principais pontos de encontro entre os jovens e adultos da cidade. O conceito da cozinha de mercado, explica Artur, \u00e9 natural, afinal, no subsolo do mercado, funciona uma das maiores <a href=\"https:\/\/www.otempo.com.br\/cidades\/2026\/5\/4\/novo-mercado-novo-terreo-vira-point-da-madrugada-e-cria-choque-entre-feira-e-balada\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">feiras<\/a> da Am\u00e9rica Latina, e o Mercado Central de Belo Horizonte encontra-se a poucas quadras dali.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobre o card\u00e1pio, Artur explica que, apesar de privilegiar ingredientes adquiridos em locais muito pr\u00f3ximos, o restaurante esbarra na quest\u00e3o da sazonalidade: \u201cVou dar um exemplo b\u00e1sico que eu t\u00f4 vivendo nesse momento. A gente t\u00e1 tentando trabalhar com ervilhas-tortas. Ervilhas-tortas \u00e9 a ervilhinha na fava, supergostosa, supercrocante, super bonita, mas ela s\u00f3 t\u00e1 bonita no meio do ano, entendeu?\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas a sazonalidade est\u00e1 longe de ser um fator limitante para o <em>Cozinha Tupis<\/em>. Artur explica que ele e sua equipe de cozinheiros tentam explorar ao m\u00e1ximo todos os ingredientes \u2013 e at\u00e9 mesmo suas limita\u00e7\u00f5es de disponibilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEsse aqui, por exemplo, \u00e9 o nosso tempur\u00e1 de milho. \u00c9 basicamente milho frito, um queijo feito em Minas Gerais \u2014 \u00e9 um queijo parmes\u00e3o Grana dos Lauro \u2014, um furikake feito na casa com peixe seco, amendoim, alga nori, e \u00e9 o prato que mais sai da casa\u201d, explica Arthur.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Artur diz que busca ser o mais sustent\u00e1vel poss\u00edvel, trabalhando com os ingredientes que a natureza fornece no melhor momento, durante todo o ano, mas tamb\u00e9m precisa considerar aspectos financeiros. Segundo ele, diante do alto custo da opera\u00e7\u00e3o do restaurante, \u00e9 preciso usar a sazonalidade de forma estrat\u00e9gica.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se a gente n\u00e3o aproveitar o insumo na \u00e9poca que ele tem mais, e que consequentemente ele est\u00e1 mais barato, o neg\u00f3cio em si fica insustent\u00e1vel.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O maior desafio do <em>Cozinha Tupis<\/em>, por\u00e9m, est\u00e1 na atra\u00e7\u00e3o do p\u00fablico jovem durante as noites de funcionamento do Mercado Novo. Esses frequentadores, segundo Artur, n\u00e3o demonstram tanto interesse por comida. Talvez por isso, apesar do grande movimento de jovens nas noites do Mercado Novo, o pico de movimento do restaurante segue sendo no per\u00edodo da manh\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o restaurante <em>Cozinha Tupis<\/em> foi inaugurado, Artur tinha apenas 13 anos \u2014 agora, aos 21, est\u00e1 \u00e0 frente da produ\u00e7\u00e3o de insumos e pratos, comandando uma equipe que faz o balc\u00e3o funcionar seis dias na semana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele explica que Henrique, o <em>chef<\/em> propriet\u00e1rio, \u00e9 o grande nome por tr\u00e1s do <em>Cozinha Tupis <\/em>e o idealizador da proposta de fazer \u201ccomida de verdade\u201d. \u201cAqui a gente consegue servir uma comida com alma. E \u00e9 muito bonito o trabalho que a gente faz, eu tenho muito orgulho disso e fazer parte disso, e a gente quer cada vez mais melhorar esses aspectos\u201d, explica Artur, orgulhoso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobre a rotina no <em>Cozinha Tupis<\/em>, Artur exp\u00f5e seu <a href=\"https:\/\/economia.uol.com.br\/noticias\/redacao\/2025\/10\/15\/genz-no-trabalho.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">olhar <em>gen z<\/em> sobre o trabalho<\/a>: \u201cAqui na Tupi, a gente n\u00e3o grita com ningu\u00e9m, a gente n\u00e3o humilha ningu\u00e9m, por isso que eu falo que isso \u00e9 revolucion\u00e1rio perto da cozinha global n\u00e9?\u201d. Ele explica que a maioria dos integrantes do time de funcion\u00e1rios passaram por experi\u00eancias pr\u00e9vias traum\u00e1ticas em outras cozinhas: \u201cA gente sempre tenta conversar, encontrar o erro e dar um norte palp\u00e1vel para a pessoa, n\u00e3o ser abstrato\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o <em>chef<\/em>, esse processo de forma\u00e7\u00e3o humana \u00e9 sustentado pela escuta e pela troca: \u201cQuando chega uma pessoa aqui e ela escuta, ela consegue escutar, ela tem o interesse em aprender, \u00e9 muito mais f\u00e1cil. Eu consigo confiar muito mais f\u00e1cil na pessoa e essa pessoa acaba confiando muito mais no meu trabalho e torna tudo muito mais f\u00e1cil\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando provocado a eleger um \u00fanico ingrediente indispens\u00e1vel e verdadeiramente mineiro em sua cozinha, o <em>chef<\/em> hesita diante da complexidade da identidade culin\u00e1ria de Minas Gerais: &#8220;\u00c9 uma pergunta muito dif\u00edcil&#8221;. Para ele, a capital abriga uma gastronomia cosmopolita que abra\u00e7a heran\u00e7as profundas, desde a forte comunidade italiana que inspira releituras de massas at\u00e9 a robusta presen\u00e7a siro-libanesa, que se faz notar em pratos ricos em coalhada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a espinha dorsal do card\u00e1pio do <em>Cozinha Tupis <\/em>seja a sazonalidade \u2014 o que tornaria injusto conferir protagonismo definitivo ao milho, \u00e0 mandioca ou \u00e0 batata-baroa \u2014, existe um cl\u00e1ssico afetivo que sempre encontra o caminho de volta \u00e0 mesa. &#8220;Deixa eu eleger o meu favorito, ent\u00e3o: \u00e9 a couve. A couve \u00e9 muito boa&#8221;, conclui, celebrando a hortali\u00e7a que, de folha em folha, costura a tradi\u00e7\u00e3o rural ao paladar urbano da cidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32251\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_4859-1-1024x683.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32251\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_4859-1-1024x683.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_4859-1-300x200.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/IMG_4859-1-768x512.avif 768w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Produ\u00e7\u00e3o de insumos no Cozinha Tupis<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"534\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32248\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/CT5-1024x534.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32248\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/CT5-1024x534.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/CT5-300x156.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/CT5-768x400.avif 768w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Milho ao queijo, carro-chefe da casa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"92715b\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #92715b;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"769\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32249\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-1024x769.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32249 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-1024x769.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-300x225.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-768x577.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-370x278.avif 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-270x203.avif 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-570x428.avif 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-740x556.avif 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-80x60.avif 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42-150x113.avif 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-28-at-16.20.42.avif 1332w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cozinha de balc\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o de BH<\/figcaption><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>Fotos: Let\u00edcia Nogueira<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/maps.app.goo.gl\/1GWzJMvkJRixJ7pp6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Endere\u00e7o do Cozinha Tupis:<\/strong><\/a><strong> <\/strong>Av. Oleg\u00e1rio Maciel, 742 &#8211; LJ 2161 &#8211; Centro, Belo Horizonte<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cultura alimentar dos tempos coloniais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para narrar a hist\u00f3ria do restaurante <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/donalucinhamatriz?igsh=MW9wZXh6bjBiZ3dtNA==\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Dona Lucinha<\/em><\/a>, M\u00e1rcia Nunes relembra a trajet\u00f3ria da m\u00e3e, que fundou o estabelecimento que leva seu nome. Dona Lucinha era professora em uma escola rural, onde tinha o h\u00e1bito de cozinhar juntamente aos alunos. \u201cEla foi tomando gosto pela cozinha t\u00edpica e foi entendendo que os pr\u00f3prios mineiros n\u00e3o valorizam de verdade o patrim\u00f4nio alimentar\u201d, explica M\u00e1rcia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois, Dona Lucinha se mudou para o Serro, onde se tornou diretora escolar e passou a ser convidada para festivais de cozinha mineira em outras cidades, incluindo Belo Horizonte. \u201cEla serviu tropeiro, canjiquinha, rabada, molho pardo, tudo que \u00e9 comida mineira\u201d. Por 20 anos, ela participou de eventos que valorizavam a cultura mineira pelo Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dessa maneira, ela amadureceu a ideia de criar um restaurante em Belo Horizonte, plano concretizado em 1990, quando o restaurante <em>Dona Lucinha<\/em> foi aberto na Savassi. \u201cEla pesquisou os pratos mais significativos da cozinha mineira do per\u00edodo do ciclo do ouro e dividiu esses pratos entre a cozinha da fazenda e a cozinha do tropeiro. Devido a esse peso cultural, do quanto ela era simp\u00e1tica, inclusiva e da forma como ensinava as crian\u00e7as a valorizar os pratos, ela j\u00e1 tinha um nome forte\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"789\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL2-1024x789.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32265\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL2-1024x789.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL2-300x231.avif 300w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Heran\u00e7a de fam\u00edlia: M\u00e1rcia Nunes, filha da fundadora d<\/em>o<em> Dona Lucinha, comanda a cozinha da casa. Fotos: Clara Margotti e Pedro Almeida<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M\u00e1rcia relata que sua m\u00e3e ouvia cr\u00edticas at\u00e9 mesmo dentro da fam\u00edlia, mas n\u00e3o se deixava abalar:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>As minhas tias falaram: \u2018Lucinha, como que voc\u00ea vai fazer um restaurante na Savassi e colocar angu? Isso n\u00e3o \u00e9 comida que voc\u00ea p\u00f5e em um restaurante na Savassi!.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas Lucinha seguiu em frente com a sua ideia. \u201cEla era uma mulher de interior, come\u00e7ando um neg\u00f3cio com investimento, com 11 filhos. Era um desafio fazer dar certo, n\u00e9? Mas eu acho que ela nunca duvidou\u201d, afirma M\u00e1rcia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M\u00e1rcia elenca os principais <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/do-fundo-do-quintal-culinaria-mineira-e-reconhecida-por-tradicao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pilares da culin\u00e1ria mineira<\/a> presentes no card\u00e1pio do <em>Dona Lucinha<\/em>: \u201cO porco \u00e9 muito presente, n\u00e9? Ele \u00e9 muito r\u00fastico, ele n\u00e3o precisa de pasto, ele n\u00e3o \u00e9 fr\u00e1gil como o frango. Ent\u00e3o, por isso, ele \u00e9 a principal fonte de prote\u00edna da cozinha mineira\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A canjiquinha tamb\u00e9m tem papel importante para M\u00e1rcia: \u201cO milho \u00e9 mu\u2019ito abundante na regi\u00e3o de Minas Gerais, e a canjiquinha \u00e9 um alimento que parece sagrado. Voc\u00ea pega meio quilo de canjiquinha, ela vira uma panela desse tamanho, ela multiplica\u201d, explica M\u00e1rcia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A filha de Dona Lucinha acredita que sua m\u00e3e classificaria a canjiquinha como um dos alimentos mais importantes da culin\u00e1ria mineira. \u201cTem <a href=\"https:\/\/blog.vapza.com.br\/7-beneficios-da-canjica-que-fazem-bem-para-a-saude\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pesquisas<\/a> que mostram que \u00e9 dos alimentos mais saud\u00e1veis que tem, sobretudo quando \u00e9 feita em panela de ferro, como minha m\u00e3e sempre fez, porque a canjiquinha absorve o ferro, ent\u00e3o ela combate a desnutri\u00e7\u00e3o infantil. Ent\u00e3o, pelo aspecto social, cultural e nutricional, eu acho que ela elevaria a canjiquinha com costelinha como um prato mais relevante\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quase quatro d\u00e9cadas depois, a filha d\u00e1 continuidade ao legado da m\u00e3e, mantendo o restaurante <em>Dona Lucinha<\/em> em funcionamento e seguindo os ensinamentos da pr\u00f3pria fundadora: \u201cHoje em dia, a gente v\u00ea que \u00e9 muito dif\u00edcil a preserva\u00e7\u00e3o de culturas e a preserva\u00e7\u00e3o de comidas t\u00edpicas. Foi algo que foi se perdendo, ainda mais nos tempos modernos. As pessoas querem algo mais r\u00e1pido, algo mais pr\u00e1tico, e como ela dizia, o primeiro ingrediente da comida \u00e9 o amor\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"58545b\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #58545b;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"685\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32264\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL4-1024x685.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32264 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL4-1024x685.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL4-300x201.avif 300w, 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data-id=\"32263\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL5-scaled.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32263\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL5-scaled.avif 2560w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL5-300x269.avif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2560\" height=\"1987\" data-id=\"32262\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL6-scaled.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32262\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL6-scaled.avif 2560w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL6-300x233.avif 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"535742\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #535742;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"957\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"32261\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-1024x957.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-32261 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-1024x957.avif 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-300x280.avif 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-768x718.avif 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-1536x1435.avif 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-2048x1914.avif 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/DL8-370x346.avif 370w, 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noopener\"><strong>Endere\u00e7o do Dona Lucinha:<\/strong><\/a><strong> <\/strong>R. Padre Odorico, 38 &#8211; S\u00e3o Pedro, Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Entre <em>chefs<\/em> e especialistas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Muito al\u00e9m da comida: identidade, mem\u00f3ria e diversidade \u00e0 mesa | Epis\u00f3dio 4\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/1M8ZTaBqiIfZvvd20mIaJJ?si=yr9fq7nASCGIE7GgWsiwVQ&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Compreender a presen\u00e7a da culin\u00e1ria de diferentes regi\u00f5es brasileiras em Belo Horizonte exige olhar para a comida como ato pol\u00edtico e elemento de afirma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria. A an\u00e1lise de quem estuda e divulga a gastronomia na capital mineira revela a mesma conclus\u00e3o: a cidade ainda carece de redutos consolidados das cozinhas de outros estados. A jornalista especializada em gastronomia, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/joanaelkhouri?igsh=bzY0OXpoN3g2ZWk5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Joana El Khouri<\/a>, explica que a capital ainda caminha para se consolidar como um polo de &#8220;cozinha criativa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outro lado, para a influenciadora gastron\u00f4mica <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/vivergourmet?igsh=OWhyNXIybHJuYnJ5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Maf\u00ea Lages<\/a>, existe um fen\u00f4meno nas redes sociais que pode explicar por que comidas tradicionais nem sempre s\u00e3o t\u00e3o populares. \u201cO apelo visual nas redes sociais \u00e9 imediato. Principalmente com os produtos de massa, como o hamb\u00farguer, que gera um engajamento muito maior\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 justamente nesse cen\u00e1rio que surge a necessidade de incentivos governamentais para a valoriza\u00e7\u00e3o das culturas regionais. Para o diretor de Pol\u00edticas de Turismo e Inova\u00e7\u00e3o da Belotur, Guilherme Louren\u00e7o, o enaltecimento da diversidade aparece em iniciativas como a <a href=\"https:\/\/portalbelohorizonte.com.br\/bienaldagastronomia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bienal de Gastronomia<\/a>, um espa\u00e7o de discuss\u00e3o t\u00e9cnica, acad\u00eamica e cultural sobre alimenta\u00e7\u00e3o. O gestor destaca que a edi\u00e7\u00e3o mais recente do evento promoveu debates sobre o reconhecimento de cozinhas historicamente menos visibilizadas. \u201cNa \u00faltima Bienal, a gente fez uma mesa voltada para essa discuss\u00e3o. Acho que \u00e9 muito v\u00e1lido entender esses pontos e pensar essas rotas\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ele, a Belotur tamb\u00e9m tem buscado ampliar a visibilidade de grupos e tradi\u00e7\u00f5es que nem sempre ocupam espa\u00e7o de destaque nos roteiros tur\u00edsticos convencionais. Entre as iniciativas, est\u00e3o discuss\u00f5es sobre <a href=\"https:\/\/prefeitura.pbh.gov.br\/noticias\/belo-horizonte-recebe-tres-indicacoes-no-premio-afroturismo-2026\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">rotas afrotur\u00edsticas<\/a> e <a href=\"https:\/\/almapreta.com.br\/sessao\/cultura\/sambas-museus-e-restaurantes-8-espacos-pretos-para-conhecer-em-belo-horizonte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">a\u00e7\u00f5es voltadas ao reconhecimento de territ\u00f3rios e pr\u00e1ticas culturais ligadas \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o<\/a>. \u201cHoje, a gente tem discutido, inclusive, rotas afrotur\u00edsticas para reconhecer exatamente onde est\u00e3o esses polos e como potencializ\u00e1-los\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Guilherme, um dos desafios \u00e9 ampliar o di\u00e1logo entre os diferentes atores do setor gastron\u00f4mico e garantir recursos para que essas iniciativas se consolidem. Nesse sentido, a Belotur tem utilizado <a href=\"https:\/\/portalbelohorizonte.com.br\/editaldeeventos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">editais p\u00fablicos<\/a> para apoiar eventos gastron\u00f4micos e fortalecer projetos ligados \u00e0 cultura alimentar da cidade:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A gente tem feito um movimento de atender esses eventos com investimento p\u00fablico atrav\u00e9s do nosso edital de eventos, dando um destaque para aqueles em que a gastronomia est\u00e1 evidenciada.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se a comida \u00e9 considerada uma ferramenta de preserva\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, como defende a jornalista Joana El Khouri, sua sobreviv\u00eancia e diversidade precisam ser reconhecidas e fortalecidas em grandes metr\u00f3poles.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre o ancestral e o atual, o peso hist\u00f3rico e contempor\u00e2neo, o cen\u00e1rio gastron\u00f4mico da cidade \u00e9 uma verdadeira ant\u00edtese, com cozinhas tradicionais, como o <em>Dona Lucinha<\/em>, e afetivas, como o <em>Flor de Jambu<\/em> e o <em>Andu de Dois<\/em>; cozinhas familiares, como o restaurante <em>Do Peixe<\/em>; cozinhas contempor\u00e2neas e cosmopolitas, como o <em>Cozinha Tupis<\/em>; e cozinhas que promovem fus\u00f5es entre diferentes identidades culin\u00e1rias, como acontece no <em>Ba\u00eaa Uai<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na cidade onde cada esquina \u00e9 um potencial ponto de encontro entre os amantes da boa prosa e da boa mesa, a comida une as diferentes gera\u00e7\u00f5es e regi\u00f5es do Brasil. Como observa Guilherme Louren\u00e7o, quem visita BH encontra na gastronomia uma das principais formas de vivenciar a cidade e sua diversidade cultural.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o \u00e0 toa, turistas e moradores de Belo Horizonte encontram nas cozinhas da cidade mais do que pratos de comida: vivem uma experi\u00eancia de afeto, em que a tradi\u00e7\u00e3o se renova a cada garfada e a hospitalidade se traduz em sabor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden class=\"wp-block-file__embed\" data=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/miniguia-atualizado-1.pdf\" type=\"application\/pdf\" style=\"width:100%;height:600px\" aria-label=\"Incorporado de Miniguia n\u00e3o oficial de BH: conhe\u00e7a os restaurantes onde as regi\u00f5es do Brasil se encontram..\"><\/object><a id=\"wp-block-file--media-e5cca838-d43d-4000-b1f0-804ab296201b\" href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/miniguia-atualizado-1.pdf\">Miniguia n\u00e3o oficial de BH: conhe\u00e7a os restaurantes onde as regi\u00f5es do Brasil se encontram.<\/a><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/miniguia-atualizado-1.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-e5cca838-d43d-4000-b1f0-804ab296201b\">Baixar<\/a><\/div>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Reportagem desenvolvida por Beatriz Torres, Clara Margotti, Hannah Andrade, Let\u00edcia Nogueira, Millena Alves e Pedro Almeida para a disciplina Laborat\u00f3rio de Jornalismo Digital, da PUC Minas, sob supervis\u00e3o da professora Nara Scabin, no 1\u00ba semestre de 2026.<\/pre>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre aromas, temperos e receitas carregadas de mem\u00f3ria, migrantes que escolheram a capital mineira como lar mant\u00eam vivas suas ra\u00edzes por meio de sabores que unem o Brasil de Norte a Sul<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":32235,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1507,1469],"tags":[1691,3010,3008,2039,3009],"class_list":["post-32151","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-gastronomia","category-lab-jor-digi","tag-comida","tag-comida-mineira","tag-cozinhas-regionais","tag-culinaria","tag-restaurantes-em-bh"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.0 - 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