{"id":28402,"date":"2026-03-06T10:18:47","date_gmt":"2026-03-06T13:18:47","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=28402"},"modified":"2026-03-06T10:19:19","modified_gmt":"2026-03-06T13:19:19","slug":"as-mulheres-que-vieram-antes-de-mim-8-de-marco-como-memoria-e-luta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/as-mulheres-que-vieram-antes-de-mim-8-de-marco-como-memoria-e-luta\/","title":{"rendered":"As mulheres que vieram antes de mim: 8 de mar\u00e7o como mem\u00f3ria e luta"},"content":{"rendered":"\n<p>\u201cCelebrar\u201d o <strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-gridlove-acc-color\">Dia Internacional da Mulher <\/mark><\/strong>leva a uma reflex\u00e3o sobre o processo da origem no movimento oper\u00e1rio, em 1908, em Nova York, aos dias atuais, nos quais ainda reverberam lutas ainda maiores e persistentes contra a viol\u00eancia f\u00edsica, mental e estrutural que aflige as mulheres. No Brasil, os direitos das mulheres s\u00e3o marcados por intensa desigualdade econ\u00f4mica, de classe, e principalmente, racial. Sabemos que as mulheres sempre foram submetidas ao patriarcado. Em contraponto, enquanto mulheres brancas, embora submissas e focadas no lar, sempre gozavam de status jur\u00eddico superior na sociedade, mulheres negras, a maioria escravizadas at\u00e9 1888, eram tratadas como propriedade, sem direito algum \u00e0 liberdade, fam\u00edlia ou pertencimento ao pr\u00f3prio corpo, enfrentando m\u00faltiplas opress\u00f5es de ra\u00e7a e g\u00eanero, demandando o direito primordial de existir.<\/p>\n\n\n\n<p>A cor da pele da mulher \u00e9 um fator importante quando analisamos o contexto familiar, hist\u00f3rico escolar e as oportunidades de trabalho. Em 2015, o <a href=\"https:\/\/www.cress-mg.org.br\/2015\/03\/06\/negras-e-o-porque-de-um-feminismo-so-delas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CRESS-MG<\/a> analisou que enquanto mulheres brancas lutavam para que seus sal\u00e1rios (m\u00e9dia de R$ 797,00) fossem equiparados aos sal\u00e1rios dos homens brancos (m\u00e9dia de R$ 1.278,00), mulheres negras recebiam ainda menos (m\u00e9dia de R$ 436,00).\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Importante ressaltar que nos casos de agress\u00e3o e assassinato por parte de companheiros e ex-companheiros, <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1227106-estudo-mostra-que-mulheres-negras-sao-as-maiores-vitimas-de-feminicidio-no-pais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mulheres negras s\u00e3o mais de 60% das v\u00edtimas.<\/a> Levantamento do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica (FBSP) analisou que 5.729 registros oficiais de feminic\u00eddio ocorridos de 2021 a 2024, e mostrou que 62,6% das v\u00edtimas eram negras, enquanto 36,8% eram brancas. Mulheres ind\u00edgenas e amarelas somam, em cada grupo, 0,3% dos registros. No ano passado, os registros oficiais apontam quatro mulheres mortas por dia no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cPara a mulher negra \u00e9 muito mais pesado\u201d<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-full is-resized\"><img data-dominant-color=\"b75a61\" data-has-transparency=\"false\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"436\" height=\"648\" sizes=\"auto, (max-width: 436px) 100vw, 436px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/FOTO-08-copiar.webp\" alt=\"Fabiana Almeida no Est\u00fadio Globo Minas \/ Arquivo pessoal\" class=\"wp-image-28403 not-transparent\" style=\"--dominant-color: #b75a61; aspect-ratio:0.6728467412537738;width:234px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/FOTO-08-copiar.webp 436w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/FOTO-08-copiar-202x300.webp 202w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/FOTO-08-copiar-370x550.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/FOTO-08-copiar-270x401.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/FOTO-08-copiar-150x223.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fabiana Almeida \u00e9 rep\u00f3rter e apresentadora do Terra de Minas \/ Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Mulher negra, rep\u00f3rter e apresentadora da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tvglobo\/?hl=pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TV Globo<\/a>, a jornalista Fabiana Almeida, de 53 anos, relembra sua inf\u00e2ncia e refor\u00e7a a import\u00e2ncia do estudo para as mulheres. Irm\u00e3 ca\u00e7ula de oito irm\u00e3os, a rede de apoio sempre foi a fam\u00edlia. \u201c A minha m\u00e3e falou: \u2018Voc\u00ea tem que estudar\u2019. Porque eu sou uma mulher preta, uma fam\u00edlia negra, ent\u00e3o, tudo foi dif\u00edcil\u201d, relata. Depois da morte do pai, ela ingressou na faculdade de jornalismo aos 20 anos, sem o objetivo de trabalhar na televis\u00e3o. Com o hist\u00f3rico de racismo na escola, a rep\u00f3rter pensava que, para ficar fora das telas, poderia atuar no r\u00e1dio \u201cEu falava: \u2018Ah, na televis\u00e3o eu n\u00e3o vou trabalhar, mas eu posso trabalhar no r\u00e1dio, as pessoas n\u00e3o v\u00e3o me ver\u2019. A \u00fanica refer\u00eancia que tinha era a Gl\u00f3ria Maria, que estava l\u00e1 no Rio de Janeiro.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Com mais de 21 anos de experi\u00eancia como rep\u00f3rter da TV Globo, a jornalista ressalta que, atualmente, o espa\u00e7o profissional \u00e9 de diversidade, mas ainda existem muitos desafios pela frente. \u201c\u00c9 uma barreira, que \u00e9 o racismo estrutural. Eu n\u00e3o sei se na minha gera\u00e7\u00e3o eu vou conseguir [ver o racismo ser superado].\u201d<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-gridlove-cat-6-color\">N\u00f3s negras n\u00e3o podemos ser medianas, a gente tem que ser sempre muito melhor. A branca que faz o mesmo que eu, ela vai ter mais oportunidade do que eu. Eu tenho que fazer melhor\u201d<\/mark><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"4d3f8d\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #4d3f8d;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"770\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-1024x770.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-28405 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-1024x770.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-300x226.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-768x577.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-1536x1155.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-370x278.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-270x203.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-570x429.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-740x556.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-80x60.webp 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614-150x113.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fabiana-Almeida-scaled-e1772801107614.webp 1963w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Jornalista no evento Expo Favela Minas em 2025 \/ Cr\u00e9ditos: Isabella Silva<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com a taxa de feminic\u00eddios crescendo, Fabiana Almeida destaca o 8 de mar\u00e7o como reflex\u00e3o e uma data para de fato a voz da mulher ser ouvida,<strong> \u201ca gente tem que colocar a sociedade, e principalmente, os homens nessa conversa. \u00c9 uma data para isso. \u00c9 jogar e falar: &#8220;Olha, t\u00e1 dif\u00edcil ser mulher\u201d<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs homens t\u00eam que estar de m\u00e3o dada com a gente. Essa luta \u00e9 de todo mundo, \u00e9 de uma sociedade. As mulheres est\u00e3o morrendo. N\u00f3s estamos morrendo. A gente sabe muito bem disso. Ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 comemorar, \u00e9 abrir o verbo. \u00c9 n\u00e3o deixar de falar, \u00e9 cobrar\u201d, enfatiza Fabiana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Forjada pela realidade<\/strong><strong><br><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Marciele Delduque, presidente da <a href=\"https:\/\/cufa.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Central \u00danica das Favelas de Minas Gerais<\/a> (CUFA) e l\u00edder social da Rede Marianas Mulheres que Inspiram, promove mulheres em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade a alcan\u00e7arem autonomia por meio do empreendedorismo. Marciele cresceu com a consci\u00eancia de que ningu\u00e9m entregaria espa\u00e7o para ela, e sim que precisava ocupar. \u201cAntes de qualquer cargo, eu sou mulher forjada pela realidade, pela f\u00e9 e pela responsabilidade de abrir caminhos onde muitas vezes n\u00e3o havia portas. Essas viv\u00eancias moldaram minha coragem e a convic\u00e7\u00e3o de que lideran\u00e7a \u00e9 servi\u00e7o, n\u00e3o status\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img data-dominant-color=\"6c4e36\" data-has-transparency=\"false\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-682x1024.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-28406 not-transparent\" style=\"--dominant-color: #6c4e36; aspect-ratio:0.6660262568043548;width:272px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-682x1024.webp 682w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-200x300.webp 200w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-768x1153.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-1023x1536.webp 1023w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-370x555.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-270x405.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-570x856.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-740x1111.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34-150x225.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.48.34.webp 1066w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Marciele Delduque, empreendedora social e presidente da CUFA Minas.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Iniciativa de Marciele Delduque, o grupo \u201cMarianas Mulheres Que Inspiram\u201d, criado a partir do rompimento da barragem de min\u00e9rio em 5 de novembro de 2015, foi a confirma\u00e7\u00e3o de que quando as mulheres se unem, a transforma\u00e7\u00e3o acontece. At\u00e9 2016, o movimento era conhecido como <em>Mulheres Que Inspiram<\/em>, e o termo \u201cMarianas\u201d s\u00f3 foi acrescentado ao nome devido a intera\u00e7\u00e3o que havia entre as empres\u00e1rias interessadas no fomento econ\u00f4mico dos neg\u00f3cios. \u201cEu n\u00e3o escolhi a \u00e1rea social como estrat\u00e9gia de carreira, ela nasceu como prop\u00f3sito. Ao perceber que muitas mulheres e jovens ao meu redor tinham talento, mas n\u00e3o acesso, decidi que minha atua\u00e7\u00e3o seria construir pontes\u201d, diz a empreendedora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como presidente da CUFA Minas, Marciele reflete sobre as dificuldades estruturais: \u201cainda enfrentamos a sobrecarga invis\u00edvel e a necessidade constante de provar compet\u00eancia. No terceiro setor, muitas vezes a mulher \u00e9 vista como executora, mas n\u00e3o como estrategista. A maior barreira \u00e9 cultural, a resist\u00eancia em reconhecer autoridade feminina com firmeza e vis\u00e3o de longo prazo\u201d. Al\u00e9m disso, ela complementa que as mulheres s\u00e3o o eixo de sustenta\u00e7\u00e3o das periferias e que s\u00e3o elas que mant\u00eam fam\u00edlias e movimentam as economias locais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>\u201cLideran\u00e7as femininas tendem a construir solu\u00e7\u00f5es coletivas e sustent\u00e1veis porque entendem a realidade a partir da base\u201d\u00a0<\/strong><\/p><cite>Marciele Delduque<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Para o Dia da Mulher, a empreendedora entende que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio apenas uma homenagem e, sim, agir com compromisso e abrir oportunidades reais para as mulheres. \u201c\u00c9 dia de revisar pr\u00e1ticas institucionais, investir em forma\u00e7\u00e3o e garantir presen\u00e7a feminina em mesas de decis\u00e3o. Celebra\u00e7\u00e3o sem pol\u00edtica p\u00fablica e sem investimento \u00e9 apenas simbolismo\u201d, afirma. Por fim, Marciele dedica o 8 de mar\u00e7o para a pot\u00eancia da voz de todas as mulheres, \u201cn\u00e3o esperem valida\u00e7\u00e3o para come\u00e7ar. A voz de voc\u00eas tem pot\u00eancia antes mesmo de ser reconhecida. Seja protagonista, se preparem, construam rede e permane\u00e7am. O mundo pode tentar silenciar, mas consist\u00eancia e estrat\u00e9gia transformam resist\u00eancia em respeito\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cEu n\u00e3o posso titubear\u201d <br><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Cec\u00edlia Olliveira, mulher negra, jornalista investigativa dedicada \u00e0 cobertura do tr\u00e1fico de drogas e de armas e \u00e0 viol\u00eancia, autora de \u2018Como Nasce um Miliciano\u2019, cofundadora do <em>The Intercept Brasil<\/em>, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado, lembra de ouvir o programa da Gl\u00f3ria Lopes, na Itatiaia, e achar fenomenal. \u201cTodos os outros radialistas eram homens e, apesar de n\u00e3o saber dar nome aos sentimentos e percep\u00e7\u00f5es naquela \u00e9poca, eu sabia que algo era diferente\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o desejo de estudar e trabalhar em uma \u00e1rea majoritariamente comandada por homens, Cec\u00edlia foi entendendo o cen\u00e1rio. \u201cVoc\u00ea vai crescendo e entendendo o mundo, o funcionamento das coisas, que certos cen\u00e1rios e decis\u00f5es t\u00eam nome. Que algumas pessoas t\u00eam mais oportunidades, espa\u00e7o e ganham mais que voc\u00ea. Isso n\u00e3o \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o isolada, \u00e9 regra para mulheres neste pa\u00eds. Meus colegas homens n\u00e3o recebem amea\u00e7a de estupro ou xingamentos relacionados \u00e0 \u2018beleza\u2019 por executarem seu trabalho e irritarem algu\u00e9m\u201d, diz a escritora. No \u00e2mbito profissional, Cec\u00edlia Olliveira diz que para ser levada a s\u00e9rio, n\u00e3o pode titubear. \u201cEu preciso dominar t\u00e9cnica e argumento, preciso demonstrar que eu sei o que estou fazendo e que sou boa no que fa\u00e7o\u201d, complementa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img data-dominant-color=\"b4b2aa\" data-has-transparency=\"false\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-683x1024.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-28407 not-transparent\" style=\"--dominant-color: #b4b2aa; aspect-ratio:0.6670087224217548;width:291px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-683x1024.webp 683w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-200x300.webp 200w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-768x1151.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-370x555.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-270x405.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-570x854.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-740x1109.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39-150x225.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-09.52.39.webp 854w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cec\u00edlia Olliveira, cofundadora do The Intercept Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A jornalista traz o conceito de \u201cmachosfera&#8221; para explicar que s\u00e3o comunidades onlines influenciadas por um p\u00fablico masculino que vendem a ideia de que homens s\u00e3o <strong>v\u00edtimas de uma sociedade dominada pelo feminismo e que precisam \u201cretomar o controle\u201d,<\/strong> refor\u00e7ando estere\u00f3tipos, desumaniza\u00e7\u00e3o e desprezo. Ela diz, ainda, que o problema se agrava porque os algoritmos das m\u00eddias sociais impulsionam esse tipo de conte\u00fado de forma r\u00e1pida e progressiva, criando bolhas onde a misoginia se normaliza. \u201cN\u00e3o se trata apenas de opini\u00e3o na internet, mas de um processo de forma\u00e7\u00e3o de identidade que ensina adolescentes a enxergar mulheres como amea\u00e7a, inimigas ou objetos, o que ajuda a explicar o aumento de discursos violentos e comportamentos agressivos fora das telas. Essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 sendo tratada com a devida import\u00e2ncia\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela ressalta que \u201co feminic\u00eddio no Brasil n\u00e3o \u00e9 um \u2018evento isolado\u2019, \u00e9 resultado de omiss\u00f5es: \u201c\u00c9 a hist\u00f3ria de uma sociedade que trata a viol\u00eancia de g\u00eanero como problema privado at\u00e9 que ela vire manchete. O Estado n\u00e3o protege. Medidas protetivas n\u00e3o alcan\u00e7am as v\u00edtimas em tempo h\u00e1bil; delegacias especializadas s\u00e3o poucas, com atendimento restrito, muitas vezes feito por homens\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cec\u00edlia Olliveira compartilha sua indigna\u00e7\u00e3o sobre o recente caso de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro. \u201cComo um rapaz t\u00e3o novo j\u00e1 tem ideias t\u00e3o horrendas e ainda consegue quatro comparsas para cometer um crime t\u00e3o desprez\u00edvel? Dois deles s\u00e3o acusados de terem feito o mesmo com uma garota de 14 anos. Como homens t\u00e3o jovens j\u00e1 desprezam tanto meninas e mulheres? Os meninos est\u00e3o sendo expostos cada vez mais cedo a conte\u00fados que transformam frustra\u00e7\u00e3o em ressentimento e inseguran\u00e7a em \u00f3dio direcionado \u00e0s mulheres\u201d. Os adolescentes acusados, foram presos no dia 4 de mar\u00e7o e passaram para a condi\u00e7\u00e3o de r\u00e9us no processo criminal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A jornalista entende que, para ser a mulher que se tornou hoje, existiu um processo, uma constru\u00e7\u00e3o: \u201cA Cec\u00edlia de 20, 25 anos era impaciente, ing\u00eanua em alguns aspectos e durona em outros. A Cec\u00edlia de 30, 35 apanhou, foi questionada, atropelada, passou muita raiva. Mas criou casca. Hoje, consigo ser mais assertiva, consigo identificar oportunidades para avan\u00e7ar ou recuar. Recuar n\u00e3o \u00e9 desistir, \u00e9 recalcular a rota. Fa\u00e7am terapia. Busquem ajuda sempre que precisarem\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a escritora, o 8 de mar\u00e7o simboliza gratid\u00e3o, perman\u00eancia e continuidade, e por fim, deixa uma mensagem:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>N\u00e3o esperem convite. Abrir portas n\u00e3o \u00e9 cortesia, \u00e9 constru\u00e7\u00e3o. Estudem, dominem a t\u00e9cnica, provoquem pensamentos, busquem brechas de atua\u00e7\u00e3o. <br>Porque o que muitas vezes tentam tirar de voc\u00eas: voz, lugar e credibilidade. E resistir ao processo n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. O caminho precisa ser constru\u00eddo com sabedoria<\/p><cite>Cec\u00edlia Olliveira<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Adriana Ara\u00fajo: homenagem \u00e0 voz do samba de BH<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A sambista Adriana Ara\u00fajo morreu recentemente em Belo Horizonte, aos 49 anos. A artista estava internada no Hospital Odilon Behrens, ap\u00f3s ser diagnosticada com aneurisma cerebral. Segundo a equipe m\u00e9dica, o quadro dela era considerado &#8220;grav\u00edssimo e irrevers\u00edvel&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full\"><img data-dominant-color=\"7a5349\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #7a5349;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"536\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-28410 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-300x157.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-768x402.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-370x194.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-270x141.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-570x298.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-740x387.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adriana-araujo-1024x536-1-150x79.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Adriana Ara\u00fajo, a voz do samba de BH \/ Divulga\u00e7\u00e3o redes sociais<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Conhecida artisticamente como Adriana Ara\u00fajo, nasceu em 1976 e deu in\u00edcio \u00e0 trajet\u00f3ria no samba em 2008, ap\u00f3s aceitar o desafio de interpretar a can\u00e7\u00e3o \u201cNasci Pra Cantar e Sonhar\u201d, de Dona Ivone Lara. Mulher negra retinta, Adriana se deparou com infinitos obst\u00e1culos. O racismo sempre presente, a dificuldade na favela. O samba representou uma conex\u00e3o profunda com suas ra\u00edzes e com a ancestralidade do povo negro. Em tom de despedida, Fabiana Almeida, homenageou a amiga na entrevista para o Colab dizendo que a hist\u00f3ria de Adriana \u00e9 inspiradora. \u201cA hist\u00f3ria da Adriana \u00e9 comovente, ela foi uma mulher que, da Pedreira Prado Lopes, casou com um homem, constituiu uma fam\u00edlia, ela \u00e9 uma mulher guerreira\u201d, disse a jornalista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/bhaz.com.br\/noticias\/saiba-quem-foi-adriana-araujo-da-pedreira-prado-lopes-a-voz-do-samba-em-bh\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Em entrevista ao podcast Arreda Pra C\u00e1,<\/a> Adriana emocionou ao contar que, quando crian\u00e7a, seu maior sonho era apenas \u201ccomer presunto\u201d, porque, mais que ambi\u00e7\u00f5es profissionais, sua preocupa\u00e7\u00e3o naquele momento era suprir necessidades b\u00e1sicas. Sem grande expectativa de carreira acad\u00eamica, Adriana encontrou na arte e na m\u00fasica seu espa\u00e7o de express\u00e3o e supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cSe eu tive 500 motivos para desistir, a Adriana teve 1 milh\u00e3o. Perto dela, ela teve 1 milh\u00e3o, o que fizeram com ela, o racismo, ela ainda conseguiu enfrentar tudo e ela acreditou. Ela acreditou na voz dela\u201d <\/p>\n\n\n\n<p>Fabiana Almeida sobre Adriana Ara\u00fajo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A trajet\u00f3ria de Adriana carrega o simbolismo da resist\u00eancia de uma mulher preta e retinta, e toda essa viv\u00eancia \u00e9 parte essencial do ser humano que ela se tornou.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste 8 de mar\u00e7o, carregamos a for\u00e7a das mulheres que vieram antes de n\u00f3s, que enfrentaram sil\u00eancios, viol\u00eancias e desigualdades para abrir caminhos que hoje ainda est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-gridlove-acc-color\">Leia tamb\u00e9m<\/mark><\/p><cite><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/ponha-se-em-seu-lugar-ministra\/\" type=\"link\" id=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/ponha-se-em-seu-lugar-ministra\/\">Ponha-se em seu lugar, ministra!<br><\/a><\/cite><\/blockquote><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre resist\u00eancia e desafios estruturais, hist\u00f3rias de mulheres revelam por que a data 8 de mar\u00e7o \u00e9 um dia de reflex\u00e3o e resist\u00eancia<\/p>\n","protected":false},"author":121,"featured_media":28413,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1323,11,5],"tags":[474,190,501,1646,1972],"class_list":["post-28402","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mundo","category-politica","category-sociedade","tag-8-de-marco","tag-luta","tag-mulher","tag-mulheresnalideranca","tag-resistencia-3"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>As mulheres que vieram antes de mim: 8 de mar\u00e7o como 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