{"id":27503,"date":"2025-12-21T16:42:41","date_gmt":"2025-12-21T19:42:41","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=27503"},"modified":"2025-12-21T16:44:01","modified_gmt":"2025-12-21T19:44:01","slug":"a-margem-do-paraopeba-rio-que-ja-foi-fonte-de-vida-agoniza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/a-margem-do-paraopeba-rio-que-ja-foi-fonte-de-vida-agoniza\/","title":{"rendered":"\u00c0 margem do Paraopeba: Rio, que j\u00e1 foi fonte de vida, agoniza"},"content":{"rendered":"\n<p>Antes do rompimento da barragem da Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, em 2019, o Rio Paraopeba era utilizado para a pesca, para a irriga\u00e7\u00e3o de planta\u00e7\u00f5es e para a dessedenta\u00e7\u00e3o de animais. Para al\u00e9m de seu uso econ\u00f4mico, por\u00e9m, o Rio fazia parte da vida de comunidades que vivem em seu entorno como fonte de lazer e local de conviv\u00eancia. Suas \u00e1guas estavam entranhadas no cotidiano dessas popula\u00e7\u00f5es \u2013 e, hoje, continuam irrigando suas mem\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Mem\u00f3rias Afetivas do Rio Paraopeba\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dJHGXZIpdTQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-gridlove-cat-7-background-color has-background\"><strong>A Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Paraopeba, com cerca de 13.643 km\u00b2 de extens\u00e3o e import\u00e2ncia fundamental para o abastecimento e atividades econ\u00f4micas de dezenas de munic\u00edpios mineiros, foi gravemente afetada pelo rompimento da barragem da Vale na Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, em Brumadinho, no dia 25 de janeiro de 2019. A viola\u00e7\u00e3o ambiental liberou cerca de 12 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de rejeitos, resultou em 272 mortes e contaminou mais de 300 km do Rio, comprometendo a fauna, a qualidade da \u00e1gua e a subsist\u00eancia de comunidades ribeirinhas. Desde ent\u00e3o, a regi\u00e3o passa por monitoramento e a\u00e7\u00f5es de repara\u00e7\u00e3o ambiental e socioecon\u00f4mica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em Betim, uma das cidades da regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte por onde o Rio Paraopeba passa, o coletivo Juntos Somos Mais Fortes surgiu ap\u00f3s o crime ambiental da mineradora para reunir fam\u00edlias dos atingidos pela trag\u00e9dia, ligadas a uma equipe de repara\u00e7\u00e3o e reflorestamento. O grupo, que come\u00e7ou da uni\u00e3o de doze fam\u00edlias, visa \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos em sistema agroflorestal (SAFs) e \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o do modo de viver de seus membros. Seus membros residem no <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2024\/07\/22\/assentamento-2-de-julho-e-massa-fermento-e-querer-nos-40-anos-do-mst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Assentamento 2 de julho<\/a>, que existe h\u00e1 cerca de 26 anos, quando foi fundado por 63 fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do cultivo de alimentos para subsist\u00eancia, os membros do coletivo Juntos Somos Mais Fortes buscam criar momentos de sociabilidade para conversar, rir e tentar ressignificar o cotidiano no entorno do Paraopeba, <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/rio-paraopeba-esta-morto-e-perda-de-biodiversidade-e-irreversivel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">local que j\u00e1 foi sin\u00f4nimo de vida<\/a>, mas hoje carrega as consequ\u00eancias da inunda\u00e7\u00e3o pela lama que gerou contamina\u00e7\u00e3o e isolou popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas. Antes do crime ambiental da Vale, os ribeirinhos podiam pescar no Rio e utilizar sua \u00e1gua para trabalhar na terra, produzir alimentos e vend\u00ea-los como fonte de sobreviv\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"166\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/soundcloud%253Atracks%253A2230178663&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=false&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true\"><\/iframe><div style=\"font-size: 10px; color: #cccccc;line-break: anywhere;word-break: normal;overflow: hidden;white-space: nowrap;text-overflow: ellipsis; font-family: Interstate,Lucida Grande,Lucida Sans Unicode,Lucida Sans,Garuda,Verdana,Tahoma,sans-serif;font-weight: 100;\"><a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\" title=\"Colab\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Colab<\/a> \u00b7 <a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\/entrevista-heleno-3\" title=\"Car\u00e1ter Social do Rio Paraopeba\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Car\u00e1ter Social do Rio Paraopeba<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o rompimento da barragem, a comunidade local tamb\u00e9m foi vitimada por enchentes que chegaram a deixar moradores ilhados. Assim, os impactos gerados pelas \u00e1guas das chuvas agravaram uma situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade que passa tamb\u00e9m pelo preconceito enfrentando por ribeirinhos quando tentam comercializar seus produtos agr\u00edcolas, j\u00e1 que potenciais compradores sentem-se inseguros de consumir alimentos cultivados nas proximidades do Paraopeba.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda em 2019, o Governo de Minas Gerais <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2019-02\/governo-de-minas-gerais-proibe-uso-da-agua-do-rio-paraopeba\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">proibiu a utiliza\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do Rio<\/a>. Para a comunidade do Assentamento 2 de julho, isso significou a impossibilidade de lavar roupas e de consumir e vender peixes e a dificuldade de acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel.  <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Relato de resist\u00eancia de moradores da margem do Rio Paraopeba\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EjDFRMLwZIo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com o coletivo Juntos Somos Mais Fortes, a <a href=\"https:\/\/brazilfoundation.org\/project\/aedas-associacao-estadual-de-defesa-ambiental-e-social-2\/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=19306368615&amp;gbraid=0AAAAADtJqAUFlpQYh_ZyiLo_nTYvYD1u3&amp;gclid=Cj0KCQiAjJTKBhCjARIsAIMC448s6yWluh-d8f7GQvhGh2ku7Ur6Ppt5iYI37Zxv3R5rlEsKZgpOhrMaAtDYEALw_wcB\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Associa\u00e7\u00e3o Estadual de Defesa Ambiental e Social (Aedas)<\/a> monitora o Rio Paraopeba a cada quinze dias e, em visita recente, constatou melhora em seus n\u00edveis de contamina\u00e7\u00e3o. Apesar disso, a moradora Rosilene Barbosa dos Santos faz quest\u00e3o de dizer que o Rio ainda est\u00e1 muito lomge de estar limpo. Segundo ela, pessoas que residem na regi\u00e3o continuam sofrendo com problemas de sa\u00fade ao entrar em contato com as \u00e1guas, incluindo dificuldades respirat\u00f3rias e coceira \u2013 o que resulta em despesas com a aquisi\u00e7\u00e3o de medicamentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O coletivo tamb\u00e9m relata enfrentar dificuldades para vender produtos agr\u00edcolas cultivados no entorno do Paraopeba, j\u00e1 que muitos compradores afirmam que eles viriam de \u201cgente morta\u201d. Diante dessas dificuldades, muitas fam\u00edlias se mudaram do assentamento ao longo dos \u00faltimos anos \u00e0 procura de emprego e melhor qualidade de vida. Para quem sempre viveu da terra \u00e0s margens do Rio, a contamina\u00e7\u00e3o representa um duro golpe em seu meio de sobreviv\u00eancia, abalado pela dificuldade de irriga\u00e7\u00e3o da lavoura, e em sua identidade, forjada na rela\u00e7\u00e3o com as \u00e1guas. <\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Jonas Vaz, graduado em Ci\u00eancias Sociais e servidor do Centro de Apoio Operacional \u00e0s Promotorias de Justi\u00e7a de Apoio Comunit\u00e1rio, Inclus\u00e3o e Mobiliza\u00e7\u00e3o Sociais, do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado de Minas Gerais (CAO-Cimos\/MPMG), a condi\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica \u00e9 fator decisivo da forma como as pessoas conseguem superar as dificuldades impostas pela contamina\u00e7\u00e3o do Rio. Ele argumenta que a polui\u00e7\u00e3o em si n\u00e3o separa ricos de pobres, atingindo a todos; por\u00e9m, pessoas que disp\u00f5em de mais recursos financeiros conseguem buscar alternativas para lidar com o impedimento do uso do Rio \u2013 diferentemente de camadas sociais em condi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade econ\u00f4mica, que n\u00e3o disp\u00f5em de alternativas para a realiza\u00e7\u00e3o de suas atividades cotidianas.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do Assentamento 2 de julho, apesar de conquistas importantes como a demarca\u00e7\u00e3o de terras, a perfura\u00e7\u00e3o de po\u00e7os artesianos e o recebimento de \u00e1gua da Prefeitura, frutos de mobiliza\u00e7\u00e3o coletiva por repara\u00e7\u00e3o, as fam\u00edlias que ali residem ainda n\u00e3o conseguiram se reerguer por completo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-dominant-color=\"6c785f\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #6c785f;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-768x1024.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-27505 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-768x1024.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-225x300.webp 225w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-1152x1536.webp 1152w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-370x493.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-270x360.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-570x760.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-740x987.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-640x853.webp 640w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47-150x200.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-20.24.47.webp 1200w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rostos do Assentamento 2 de Julho: atleta paral\u00edmplica, Jussara Rocha da Silva coleciona medalhas de ouro; sua vit\u00f3ria mais recente aconteceu nas Olimp\u00edadas Especiais Brasil, sediadas em Assun\u00e7\u00e3o (Paraguai), em 2024. Foto: Neemias Louren\u00e7o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bacia do Paraopeba: impactos<\/strong> ecol\u00f3gicos e sociais<\/h2>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"166\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/soundcloud%253Atracks%253A2230180229&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=false&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true\"><\/iframe><div style=\"font-size: 10px; color: #cccccc;line-break: anywhere;word-break: normal;overflow: hidden;white-space: nowrap;text-overflow: ellipsis; font-family: Interstate,Lucida Grande,Lucida Sans Unicode,Lucida Sans,Garuda,Verdana,Tahoma,sans-serif;font-weight: 100;\"><a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\" title=\"Colab\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Colab<\/a> \u00b7 <a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\/entrevista-lucia\" title=\"Import\u00e2ncia de realizar os devidos cuidados no Paraopeba\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Import\u00e2ncia de realizar os devidos cuidados no Paraopeba<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>L\u00facia Karine de Almeida, professora de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas, explica que a popula\u00e7\u00e3o que habita o territ\u00f3rio coberto pela <a href=\"https:\/\/www.cbhparaopeba.org.br\/baciarioparaopeba.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bacia Hidrogr\u00e1fica do Paraopeba<\/a> \u00e9 influenciada por tudo o que acontece en suas \u00e1guas. Assim, se a \u00e1gua usada por mineradoras \u00e9 \u201cdevolvida\u201d ao Rio sem estar despolu\u00edda, qualquer pessoa que esteja abaixo dos sentidos das \u00e1guas sofrer\u00e1 as consequ\u00eancias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, diferentes bacias hidrogr\u00e1ficas est\u00e3o interligadas e des\u00e1guam no oceano, formando uma rede de corrente fluvial, de modo que os impactos de desastres ambientais como o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho n\u00e3o se limitam a um \u00fanico Rio. O Paraopeba, por exemplo, <a href=\"https:\/\/www.nationalgeographicbrasil.com\/meio-ambiente\/2019\/03\/rejeitos-barragem-vale-brumadinho-paraopeba-sao-francisco\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">des\u00e1gua no Rio S\u00e3o Francisco<\/a>, que, por sua vez, chega ao Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n\n\n\n<p>Como explica a bi\u00f3loga Ang\u00e9lica Vasconcellos, a <a href=\"https:\/\/aedasmg.org\/mortandade-de-peixes-volta-a-acontecer-no-rio-paraopeba-2509\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">fauna do Rio Paraopeba<\/a> tamb\u00e9m foi profundamente afetada pelos rejeitos de minera\u00e7\u00e3o. A especialista explica que muitas esp\u00e9cies perderam h\u00e1bitat em decorr\u00eancia do crime ambiental da Vale, enquanto outras, por mais que continuem vivendo nos arredores do Rio, apresentam altos n\u00edveis de contamina\u00e7\u00e3o em seus organismos contaminados. H\u00e1, tamb\u00e9m, casos de animais que n\u00e3o conseguiram se adaptar \u00e0 mudan\u00e7a brusca em seu estilo de vida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O rompimento da barragem de Brumadinho levou uma enxurrada de contaminantes para as \u00e1guas do Paraopeba \u2013 como metais pesados, os mais perigosos hoje, que afetaram toda a ictiofauna do Rio e tornaram seus organismos impr\u00f3prios para consumo humano. Para se ter uma ideia, logo ap\u00f3s o rompimento, segundo Ang\u00e9lica, ocorreu uma grande perda de aves sens\u00edveis ao ferro, como esp\u00e9cies de tucano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como garantir o direito ao rio?<\/h2>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"166\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/soundcloud%253Atracks%253A2230176257&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=false&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true\"><\/iframe><div style=\"font-size: 10px; color: #cccccc;line-break: anywhere;word-break: normal;overflow: hidden;white-space: nowrap;text-overflow: ellipsis; font-family: Interstate,Lucida Grande,Lucida Sans Unicode,Lucida Sans,Garuda,Verdana,Tahoma,sans-serif;font-weight: 100;\"><a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\" title=\"Colab\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Colab<\/a> \u00b7 <a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\/entrevista-heleno-2\" title=\"Desdobramentos do crime ambiental em Brumadinho\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Desdobramentos do crime ambiental em Brumadinho<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.cbhparaopeba.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Comit\u00ea da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Paraopeba<\/a>, coordenado por Heleno Maia, faz um alerta sobre a minera\u00e7\u00e3o no estado de Minas Gerais. A maioria das barragens de rejeitos s\u00e3o do tipo &#8220;montante&#8221;, que tem o maior risco de se romper. H\u00e1, por outro lado, uma alternativa mais segura: o modelo denominado &#8220;pilha de rejeito&#8221;, adotado em Congonhas, mais indicado tendo em vista o fato de n\u00e3o haver previs\u00e3o para o encerramento da minera\u00e7\u00e3o no estado. Nessa modalidade, em caso de rompimento, toda a sujeira \u00e9 destinada para outro local.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"166\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/soundcloud%253Atracks%253A2230174685&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=false&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true\"><\/iframe><div style=\"font-size: 10px; color: #cccccc;line-break: anywhere;word-break: normal;overflow: hidden;white-space: nowrap;text-overflow: ellipsis; font-family: Interstate,Lucida Grande,Lucida Sans Unicode,Lucida Sans,Garuda,Verdana,Tahoma,sans-serif;font-weight: 100;\"><a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\" title=\"Colab\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Colab<\/a> \u00b7 <a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/colab-611503073\/entrevista-heleno-1\" title=\"Funcionamento da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Paraopeba\" target=\"_blank\" style=\"color: #cccccc; text-decoration: none;\">Funcionamento da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Paraopeba<\/a><\/div>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Ao meu ver, o que pode ser feito para evitar que barragens se rompam futuramente? Eliminando todas as montantes. O que \u00e9 uma barragem a montante?&nbsp; \u00c9 uma barragem que \u00e9 barrada com o pr\u00f3prio rejeito.&nbsp; Ou seja, n\u00e3o tem nenhuma estrutura segura que possa garantir que esse rejeito n\u00e3o entre em efeito de liquefa\u00e7\u00e3o e possa se romper. Ent\u00e3o a \u00fanica forma hoje \u00e9 eliminando todas as barragens \u00e0 montante&#8221; &#8211; Heleno Maia.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para Heleno Maia, a revers\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas levar\u00e1 tempo. Segundo o coordenador do Comit\u00ea da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Paraopeba, a despolui\u00e7\u00e3o depende da dragagem de todo o rejeito que ainda se encontra no fundo do Rio. Al\u00e9m disso, ele defende a import\u00e2ncia do saneamento b\u00e1sico como forma de mitigar outras fontes de polui\u00e7\u00e3o do Rio: &#8220;Betim tem um grande poluidor, que \u00e9 o rio Betim, que leva milh\u00f5es de litros de esgoto <em>in natura <\/em>para o Rio Paraopeba diariamente. Isso precisa ser controlado para que possamos ter um rio com qualidade. Estamos trabalhando, inclusive, para isso acontecer&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que o <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/a-lama-que-ainda-assombra-os-atingidos\/\">rompimento da barragem do Fund\u00e3o<\/a>, em Mariana, no dia 5 de novembro de 2015, \u00e9 outro exemplo de crime ambiental decorrente da atua\u00e7\u00e3o de grandes empresas de minera\u00e7\u00e3o, com preju\u00edzos ambientais, econ\u00f4micos e sociais profundos para as popula\u00e7\u00f5es atingidas. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"6c6d5f\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #6c6d5f;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"27506\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-27506 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-1024x768.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-300x225.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-768x576.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-1536x1152.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-370x278.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-270x203.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-570x428.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-740x555.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-80x60.webp 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25-150x113.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-11-21-at-11.42.25.webp 1600w\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">Rep\u00f3rteres Ana Paula Valentim, Jo\u00e3o Gabriel Fernandes, Jo\u00e3o Pedro Diniz e Neemias Louren\u00e7o, no Assentamento 2 de Julho, ao lado de integrantes do coletivo Juntos Somos Mais Fortes. Foto: Coletivo Juntos Somos Mais Fortes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n<a class=\"wp-block-read-more\" href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/a-margem-do-paraopeba-rio-que-ja-foi-fonte-de-vida-agoniza\/\" target=\"_self\">Leia mais<span class=\"screen-reader-text\">: \u00c0 margem do Paraopeba: Rio, que j\u00e1 foi fonte de vida, agoniza<\/span><\/a>\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Reportagem desenvolvida por Ana Paula Valentim, Jo\u00e3o Gabriel Fernandes, Jo\u00e3o Pedro Diniz e Neemias Louren\u00e7o para a disciplina Laborat\u00f3rio de Jornalismo Digital (campus Cora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstico), sob supervis\u00e3o da professora Nara Scabin, no 2\u00ba semestre de 2025.<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rompimento da barragem do C\u00f3rrego do Feij\u00e3o levou \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o do Rio e mudou cotidiano de comunidades forjadas na rela\u00e7\u00e3o com as \u00e1guas<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":27542,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1469,1319],"tags":[2873,2874,2876,241,2875,2872],"class_list":["post-27503","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lab-jor-digi","category-meio-ambiente","tag-betim","tag-brumadinho","tag-mineracao-2","tag-mineracao","tag-ompimento-da-barragem-da-mina-corrego-do-feijao","tag-rio-paraopeba"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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