{"id":22575,"date":"2025-06-16T16:32:37","date_gmt":"2025-06-16T19:32:37","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=22575"},"modified":"2025-06-16T16:35:06","modified_gmt":"2025-06-16T19:35:06","slug":"gramados-em-disputa-futebol-brasileiro-debate-entre-modelos-natural-sintetico-e-hibrido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/gramados-em-disputa-futebol-brasileiro-debate-entre-modelos-natural-sintetico-e-hibrido\/","title":{"rendered":"Gramados em disputa: futebol brasileiro debate modelos natural, sint\u00e9tico e h\u00edbrido"},"content":{"rendered":"\n<p>Nos \u00faltimos anos, a qualidade dos gramados tem se tornado um dos temas mais debatidos no futebol brasileiro. Enquanto alguns clubes e est\u00e1dios optam pela grama sint\u00e9tica, outros defendem a manuten\u00e7\u00e3o do gramado natural. Mais recentemente, surge uma terceira alternativa: o gramado h\u00edbrido, que combina caracter\u00edsticas de ambos. Cada um possui vantagens e desafios pr\u00f3prios, influenciando n\u00e3o apenas a qualidade do jogo, mas tamb\u00e9m a manuten\u00e7\u00e3o e a longevidade do campo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Gramado natural: a tradi\u00e7\u00e3o do futebol&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A grama natural sempre foi a principal escolha para os campos de futebol. Est\u00e1dios ic\u00f4nicos como <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/mineirao-conheca-o-templo-do-futebol-mineiro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mineir\u00e3o<\/a>, <a href=\"https:\/\/estadiomaracana.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Maracan\u00e3 <\/a>e <a href=\"https:\/\/www.estadiodomorumbi.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Morumbis <\/a>mant\u00eam esse tipo de gramado, valorizando a tradi\u00e7\u00e3o e a jogabilidade. No Brasil, um dos grandes desafios \u00e9 manter a qualidade do gramado natural durante toda a temporada, principalmente em est\u00e1dios com uso excessivo para eventos e partidas.<\/p>\n\n\n\n<p>O fisioterapeuta esportivo da base do Atl\u00e9tico Mineiro, Felipe Pereira, ressalta que, ao contr\u00e1rio do que muitos imaginam, a realidade dos gramados vai muito al\u00e9m da simples dicotomia entre natural e sint\u00e9tico: \u201c\u00c0s vezes a gente coloca gramado sint\u00e9tico e gramado artificial como se fossem as \u00fanicas duas coisas que existem, mas o gramado natural tamb\u00e9m apresenta v\u00e1rias qualidades. Existe gramado natural com a grama mais alta, com a grama mais baixa, tipos diferentes, fina ou mais espessa. Tem campo que \u00e9 natural, mas a grama est\u00e1 seca. Al\u00e9m da grama, tem a terra: se choveu, se fez sol, se est\u00e1 mais firme ou&nbsp; macia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O Mineir\u00e3o, oficialmente chamado Est\u00e1dio Governador Magalh\u00e3es Pinto, \u00e9 um dos principais palcos do futebol brasileiro e est\u00e1 localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais. O gramado do est\u00e1dio \u00e9 natural, composto por grama Bermuda Celebration, uma das mais utilizadas em est\u00e1dios de alto n\u00edvel por sua resist\u00eancia, r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o e excelente desempenho em diferentes condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>A manuten\u00e7\u00e3o do gramado natural exige pr\u00e1ticas especializadas e constantes, como irriga\u00e7\u00e3o, aduba\u00e7\u00e3o, corte regular, controle de pragas e aera\u00e7\u00e3o do solo. Segundo Ot\u00e1vio Goes, gerente t\u00e9cnico do Mineir\u00e3o, um dos cuidados adotados \u00e9 a instala\u00e7\u00e3o de uma manta pl\u00e1stica transl\u00facida sobre a grama durante eventos n\u00e3o esportivos. \u201c\u00c9 como se fosse uma malha de apoio. Ela protege a grama contra o impacto de pessoas andando em cima dela e permite que a grama sobreviva 72 horas sem maiores problemas\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto crucial na manuten\u00e7\u00e3o do gramado \u00e9 a drenagem. \u201cTem um sistema de drenagem no gramado que funciona perfeitamente bem, foi dimensionado para isso\u201d, afirma Goes, sobre o Mineir\u00e3o. A estrutura \u00e9 composta por camadas de areia e brita, que facilitam o escoamento da \u00e1gua para a rede pluvial, mesmo em dias de chuva intensa.<\/p>\n\n\n\n<p>O cuidado vai al\u00e9m do sistema estrutural. A manuten\u00e7\u00e3o di\u00e1ria envolve irriga\u00e7\u00e3o, corte frequente e tratamentos espec\u00edficos. \u201cA gente tem um tratamento \u00e1cido que cuida do gramado todos os dias. Ele \u00e9 irrigado todos os dias, e cortado dia sim, dia n\u00e3o. \u00c9 um gramado muito bem cuidado\u201d, relata. Al\u00e9m disso, uma empresa especializada \u00e9 contratada exclusivamente para cuidar da grama do est\u00e1dio.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do zelo, h\u00e1 cr\u00edticas ocasionais \u2013 quase sempre condicionadas ao resultado em campo. \u201cDe time que ganhou, nunca tivemos reclama\u00e7\u00e3o. De time que perdeu, j\u00e1. Mas isso \u00e9 muito pontual, depende de cada um\u201d, diz Goes, rindo. Ele garante que o gramado est\u00e1 sempre em condi\u00e7\u00f5es ideais para o jogo, com laudos t\u00e9cnicos emitidos regularmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A grama natural, por ser um organismo vivo, exige aten\u00e7\u00e3o redobrada em rela\u00e7\u00e3o a pragas. Segundo o gerente, os maiores desafios s\u00e3o fungos e larvas de mariposa, que atacam as folhas. \u201cDependendo da \u00e9poca de incid\u00eancia, a gente toma cuidado de passar defensivos agr\u00edcolas no gramado para combater esses dois agentes\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com os sint\u00e9ticos, Goes reconhece que ambos os tipos de gramado exigem irriga\u00e7\u00e3o e drenagem, mas aponta uma diferen\u00e7a importante: a forma como interagem com o corpo do atleta. \u201cO gramado natural, quando chega no intervalo ou no final do jogo, tem muitos buracos. Nas disputas de bola, o jogador for\u00e7a o p\u00e9, for\u00e7a a musculatura, e o gramado cede, amortecendo o impacto. Num gramado sint\u00e9tico, ele est\u00e1 igual do in\u00edcio ao fim\u201d, analisa. Para ele, isso pode ter implica\u00e7\u00f5es na integridade f\u00edsica dos jogadores, ainda que ressalve: \u201cN\u00e3o sou m\u00e9dico, mas observei bem o gramado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha pelo natural tamb\u00e9m tem uma raz\u00e3o hist\u00f3rica e institucional. \u201cO gramado foi restaurado para fazer [jogos padr\u00e3o] FIFA. O gramado tinha que ser natural, e a grama Bermuda Celebration foi a escolhida\u201d, conta Goes. Al\u00e9m dela, no inverno, o Mineir\u00e3o faz um processo de overseeding com a grama High Grass, o que garante cobertura adequada o ano todo. No passado, o est\u00e1dio tinha outros tipos de grama natural, como Esmeralda e S\u00e3o Carlos. \u201cO hist\u00f3rico do futebol \u00e9 em gramado natural\u201d, resume.<\/p>\n\n\n\n<p>O jornalista, radialista, professor e mestre em administra\u00e7\u00e3o J\u00fanior Brasil lembra que o Mineir\u00e3o j\u00e1 foi um campo de caracter\u00edsticas marcantes: \u201cO gramado do Mineir\u00e3o, antigamente no Cruzeiro, era muito alto. \u00c0s vezes o p\u00e9 do jogador at\u00e9 afundava um pouquinho. As equipes chegavam aqui tinham muita dificuldade de se adaptar a esse tipo de gramado. Ou seja, voc\u00ea pode criar uma dificuldade para um time advers\u00e1rio, mesmo sem ser grama sint\u00e9tica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"848f7d\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #848f7d;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-768x1024.webp\" alt=\"Gramado verde de grama natural e ao fundo as arquibancadas do est\u00e1dio Mineir\u00e3o\" class=\"wp-image-22660 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-768x1024.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-225x300.webp 225w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-1152x1536.webp 1152w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-1536x2048.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-370x493.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-270x360.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-570x760.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-740x987.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-640x853.webp 640w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-150x200.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-scaled.webp 1920w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gramado natural do est\u00e1dio Mineir\u00e3o \/ Cr\u00e9dito: Ian Lima<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Gramado sint\u00e9tico: a modernidade que divide opini\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Os gramados sint\u00e9ticos ganharam espa\u00e7o nos \u00faltimos anos, principalmente em est\u00e1dios como o Allianz Parque (Palmeiras) e Arena da Baixada (Athletico-PR). A tecnologia tem evolu\u00eddo para oferecer mais conforto e reduzir impactos negativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os gramados sint\u00e9ticos t\u00eam se destacado por sua praticidade e resist\u00eancia. Desenvolvidos com materiais como polietileno e polipropileno, esses gramados s\u00e3o projetados para suportar condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas e uso intenso. <a href=\"https:\/\/www.poder360.com.br\/poder-sportsmkt\/manutencao-de-gramado-sintetico-custa-75-menos-que-natural-diz-ceo\/?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A manuten\u00e7\u00e3o de gramados sint\u00e9ticos \u00e9 significativamente menor<\/a> em compara\u00e7\u00e3o aos naturais, representando cerca de 25% do custo de manuten\u00e7\u00e3o de um campo natural, conforme estimativas da empresa Soccer Grass. No entanto, a durabilidade desses gramados pode variar entre 5 a 10 anos, dependendo da qualidade do material, da intensidade de uso e dos cuidados de manuten\u00e7\u00e3o. Inova\u00e7\u00f5es recentes, como a introdu\u00e7\u00e3o de fibras multidimensionais e tratamentos anti-UV, t\u00eam ampliado a vida \u00fatil e melhorando a est\u00e9tica dos gramados sint\u00e9ticos, tornando-os mais realistas e resistentes ao desgaste.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"363c21\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #363c21;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"697\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-1024x697.webp\" alt=\"Gramado sint\u00e9tico com as borrachinhas pretas expostas\" class=\"wp-image-22665 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-1024x697.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-300x204.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-768x523.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-1536x1045.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-2048x1393.webp 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-370x252.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-270x184.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-570x388.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-740x503.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MG_9185-1-150x102.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A manuten\u00e7\u00e3o de gramados sint\u00e9ticos \u00e9 significativamente menor em compara\u00e7\u00e3o aos naturais, representando cerca de 25% do custo de manuten\u00e7\u00e3o de um campo natural, conforme estimativas da empresa Soccer Grass\/ Cr\u00e9dito: Bruna Sarnaglia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para J\u00fanior Brasil, o gramado sint\u00e9tico pode oferecer vantagens, mas n\u00e3o elimina a necessidade de adapta\u00e7\u00e3o dos clubes: \u201cUm grande exemplo de gramado diferente aqui no Brasil por um bom tempo era do Furac\u00e3o, do Athletico Paranaense. E acredito que existe uma certa vantagem, porque no gramado sint\u00e9tico a bola corre mais r\u00e1pido. S\u00f3 que esse clube tamb\u00e9m tem que se adaptar a gramados que n\u00e3o s\u00e3o sint\u00e9ticos. Ele joga metade dos jogos em seu campo e metade fora. Isso acaba sendo mais prejudicial aos clubes que v\u00e3o l\u00e1\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O ex-jogador Arthur Henrique tamb\u00e9m ressalta os riscos que o gramado sint\u00e9tico pode trazer para a sa\u00fade dos atletas: \u201cO gramado sint\u00e9tico tende a ser mais duro, e com isso o risco de les\u00f5es aumenta consideravelmente. Com certeza, al\u00e9m do calor que o gramado sint\u00e9tico transmite, por ter borrachas de pl\u00e1stico, esquenta os p\u00e9s, causando muitas bolhas. Eu tive duas les\u00f5es graves no meu joelho de LCA, e as duas foram atuando em gramado sint\u00e9tico. Obviamente que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o meu caso, como outros diversos que t\u00eam acontecido no futebol brasileiro por conta da grama sint\u00e9tica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, apesar da resist\u00eancia ao clima e da economia com manuten\u00e7\u00e3o (em m\u00e9dia, 25% do custo de um gramado natural), os sint\u00e9ticos s\u00e3o alvos de cr\u00edticas quanto ao impacto f\u00edsico nos atletas. Inova\u00e7\u00f5es, como fibras multidimensionais e tratamentos anti-UV, v\u00eam buscando reduzir esses problemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Um jogador profissional que falou \u00e0 reportagem em condi\u00e7\u00e3o de anonimato , com experi\u00eancia em diferentes tipos de gramado, oferece uma vis\u00e3o equilibrada entre os dois extremos: \u201cExiste uma diferen\u00e7a entre jogar em um gramado sint\u00e9tico e um natural. Isso varia muito de jogador para jogador. Tem jogador que sente mais, tem jogador que sente menos. Eu acho que mais vale um sint\u00e9tico bom do que um gramado natural ruim. O ponto \u00e9 trabalhar para que deixem de existir gramados naturais ruins, principalmente na S\u00e9rie A e S\u00e9rie B. Porque isso estraga o espet\u00e1culo\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O jogador reconhece que o campo sint\u00e9tico pode ser um pouco mais perigoso, j\u00e1 que a bola corre mais r\u00e1pido e h\u00e1 maior chance de contato e impacto. Apesar disso, disse que, pessoalmente, \u201cnunca senti tanta diferen\u00e7a f\u00edsica, s\u00f3 na velocidade do jogo\u201d. Ele contou que alguns colegas percebiam sim essa diferen\u00e7a e criticou a situa\u00e7\u00e3o dos gramados no pa\u00eds, afirmando que \u201co futebol brasileiro tem estrutura para resolver isso\u201d. Para ele, \u00e9 \u201cvergonhoso ver jogos de alto n\u00edvel em campos esburacados\u201d, o que acaba prejudicando o desempenho das equipes. Embora admita que exista um risco maior no sint\u00e9tico, concluiu: \u201csinceramente, \u00e9 melhor jogar num sint\u00e9tico bom do que num natural em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es. \u00c9 algo que daria para resolver com boa vontade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00fanior Brasil aponta que as diferen\u00e7as de solo tamb\u00e9m influenciam a escolha: \u201cExiste um problema com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o do campo era um brejo? Tem algo embaixo que dificulta a grama ter uma boa qualidade? A\u00ed tem que colocar mesmo, \u00e9 uma grama sint\u00e9tica\u201d. Em termos de sustentabilidade, os sint\u00e9ticos ganham destaque por n\u00e3o exigirem irriga\u00e7\u00e3o constante nem o uso de pesticidas e fertilizantes qu\u00edmicos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Gramado h\u00edbrido: o melhor dos dois mundos&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A tecnologia do gramado h\u00edbrido tem se popularizado na Europa e come\u00e7a a ser adotada no Brasil. O sistema mescla cerca de 90% de grama natural com 10% de fibras sint\u00e9ticas, refor\u00e7ando a resist\u00eancia da superf\u00edcie. Est\u00e1dios como Santiago Bernab\u00e9u (Real Madrid) e Wembley (Inglaterra) j\u00e1 utilizam essa tecnologia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os gramados h\u00edbridos, que combinam elementos naturais e sint\u00e9ticos, surgiram como uma solu\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria, buscando equilibrar os benef\u00edcios de ambos os tipos. Esses gramados geralmente consistem em uma base sint\u00e9tica com cobertura de grama natural, que mant\u00e9m sua est\u00e9tica e conforto, mas que oferece uma superf\u00edcie mais dur\u00e1vel. A manuten\u00e7\u00e3o de gramados h\u00edbridos envolve cuidados semelhantes aos dos gramados naturais, como irriga\u00e7\u00e3o e poda, mas com menor intensidade devido \u00e0 base sint\u00e9tica que proporciona maior resist\u00eancia ao desgaste. A longevidade desses gramados pode variar, mas, com os cuidados adequados, podem durar v\u00e1rios anos, oferecendo uma alternativa vi\u00e1vel para espa\u00e7os que exigem alta performance e est\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na europa, os gramados s\u00e3o um exemplo do que h\u00e1 de melhor em tecnologia e tradi\u00e7\u00e3o no paisagismo esportivo, unindo qualidade t\u00e9cnica \u00e0s necessidades do futebol atual. O uso de gramados naturais acaba por indicar tamb\u00e9m prest\u00edgio e poder de clubes e est\u00e1dios, j\u00e1 que exigem cuidados rigorosos com irriga\u00e7\u00e3o, ilumina\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o constante para preservar sua qualidade. Por outro lado, os gramados sint\u00e9ticos s\u00e3o mais comuns em est\u00e1dios de clubes menores ou em regi\u00f5es com invernos severos, como na R\u00fassia e na Escandin\u00e1via, j\u00e1 que oferecem resist\u00eancia ao clima.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso desse tipo de gramado j\u00e1 \u00e9 consolidado, como destaca J\u00fanior Brasil, com exemplo de um est\u00e1dio alem\u00e3o: \u201cEu estive no est\u00e1dio do Schalke 04 (Veltins-Arena), era uma coisa cinematogr\u00e1fica. O gramado sa\u00eda, era retirado eletronicamente para fora do est\u00e1dio para tomar sol. \u00c0s vezes, a estrutura do est\u00e1dio n\u00e3o permitia devidamente o sol. Aqui no Brasil voc\u00ea n\u00e3o tem nada parecido.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Os gramados h\u00edbridos proporcionam maior durabilidade e menor frequ\u00eancia de manuten\u00e7\u00e3o, mantendo o desempenho mesmo com uso intenso e diversas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Les\u00f5es entre os gramados<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Em epis\u00f3dio recente, no dia 13 de junho estado do gramado do Barrad\u00e3o foi um dos principais fatores que marcaram o empate entre Vit\u00f3ria e Cruzeiro, pela 8\u00aa rodada do Campeonato Brasileiro. A forte chuva que atingiu Salvador deixou o campo em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, com ac\u00famulo de \u00e1gua em diversos pontos e dificuldade para a bola rolar. A situa\u00e7\u00e3o influenciou diretamente no andamento da partida e contribuiu para a grave les\u00e3o sofrida pelo lateral-esquerdo Jamerson, do Vit\u00f3ria, ainda no primeiro tempo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-dominant-color=\"767975\" data-has-transparency=\"false\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-1024x683.webp\" alt=\"Jogador do vit\u00f3ria em disputa com o jogador do cruzeiro, no gramado cheio de agua\" class=\"wp-image-22670 not-transparent\" style=\"--dominant-color: #767975; width:576px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-1024x683.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-300x200.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-768x512.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-1536x1024.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-370x247.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-270x180.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-570x380.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-740x493.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2-150x100.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-3-2.webp 2048w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Jogadores de Vit\u00f3ria e Cruzeiro em gramado natural do Barrad\u00e3o sob chuva \/ Cr\u00e9dito: Celo Gil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Aos 43 minutos, o meia Eduardo, do Cruzeiro, tentou um carrinho para disputar a bola, mas acertou a perna do advers\u00e1rio. O p\u00e9 de Jamerson ficou preso no gramado molhado, o que aumentou o impacto da jogada. O jogador precisou ser retirado de ambul\u00e2ncia e, ap\u00f3s exames, foi diagnosticado com fratura e rompimento de ligamentos no tornozelo direito. Ele passou por cirurgia na mesma noite. Ap\u00f3s o jogo, t\u00e9cnicos de ambos os times criticaram as condi\u00e7\u00f5es do campo, e torcedores cobraram a CBF e a arbitragem por n\u00e3o suspenderem a partida. O caso reacendeu discuss\u00f5es sobre a responsabilidade dos clubes e da organiza\u00e7\u00e3o do campeonato na garantia de condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de seguran\u00e7a para os atletas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o jogo, o t\u00e9cnico do Cruzeiro, Leonardo Jardim , criticou abertamente as condi\u00e7\u00f5es do campo e relacionou diretamente o problema \u00e0 gravidade da les\u00e3o. Em entrevista \u00e0 R\u00e1dio Itatiaia, Jardim afirmou: \u201cInfelizmente, n\u00e3o tivemos um bom campo para jogar. A drenagem estava p\u00e9ssima, o gramado completamente alagado. Isso prejudica o jogo e, mais grave, pode causar situa\u00e7\u00f5es como a de hoje. Quando a gente joga num campo desses, as chances de les\u00f5es s\u00e9rias aumentam muito.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre les\u00f5es em ambos os gramados, Felipe Pereira, fisioterapeuta, alerta que estudos s\u00e3o inconclusivos e que elas s\u00e3o multifatoriais: \u201cN\u00e3o h\u00e1 certeza de que um tipo de gramado causa mais les\u00f5es do que outro. A defini\u00e7\u00e3o de les\u00e3o varia muito, e devemos considerar tamb\u00e9m a gravidade. Les\u00f5es s\u00e3o causadas por v\u00e1rios fatores: tipo de pisada, carga de treino, fadiga, gen\u00e9tica, entre outros. N\u00e3o d\u00e1 para afirmar que o tipo de grama sozinho determina as les\u00f5es\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O profissional ainda fala da import\u00e2ncia da adapta\u00e7\u00e3o dos atletas a diferentes superf\u00edcies: \u201cSe o atleta treina no gramado sint\u00e9tico e joga em gramado sint\u00e9tico, a tend\u00eancia \u00e9 que ele esteja acostumado e tenha menos risco. A mudan\u00e7a de uma superf\u00edcie para outra precisa ser gradual, com adapta\u00e7\u00e3o no treino para evitar excesso de exposi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Pereira tamb\u00e9m comenta sobre as implica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e t\u00e1ticas das varia\u00e7\u00f5es dos gramados para as categorias de base: \u201cCampos com grama mais baixa e seca s\u00e3o mais duros e a bola pode ficar mais viva, dificultando passes longos para jogadores em forma\u00e7\u00e3o. Os treinadores devem adaptar o estilo de jogo e plano de jogo conforme o gramado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, ele observa que, em geral, atletas mais jovens t\u00eam melhor recupera\u00e7\u00e3o e que, na base, a influ\u00eancia do tipo de gramado na recupera\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 pouco clara: \u201cN\u00e3o vejo muita diferen\u00e7a na recupera\u00e7\u00e3o entre tipos de gramado para jogadores da base, o que pode ser diferente em profissionais, mas isso ainda \u00e9 muito emp\u00edrico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O ex-zagueiro do Cruzeiro, Arthur Henrique, que atuou no clube entre 2013 e 2021, tamb\u00e9m valoriza as qualidades do gramado natural para o desempenho dos jogadores: \u201cNa minha opini\u00e3o, na grama natural voc\u00ea tem mais controle da bola, no piso sint\u00e9tico \u00e0s vezes, por ser muito duro, a bola tende a quicar mais e assim voc\u00ea pode perder o controle dela muitas vezes. Muita diferen\u00e7a, o gramado natural \u00e9 mais fofo, macio, e assim voc\u00ea consegue fazer movimentos naturais com mais fluidez\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Copa do Brasil e os gramados em condi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de ser uma das competi\u00e7\u00f5es mais importantes do calend\u00e1rio nacional, a Copa do Brasil ainda convive com um problema recorrente: a m\u00e1 qualidade dos gramados. Em diversas partidas, principalmente nas fases iniciais, o estado dos campos interfere diretamente no desempenho dos atletas e na fluidez do jogo. Buracos, desn\u00edveis, gramados irregulares e \u00e1reas com pouca grama t\u00eam sido frequentes.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00fanior Brasil critica a aus\u00eancia de exig\u00eancia m\u00ednima de qualidade: \u201cA Copa do Brasil \u00e9 um absurdo. 90 clubes que est\u00e3o l\u00e1 apenas para a CBF fazer m\u00e9dia, com gramados que n\u00e3o d\u00e1. Cheios de buracos, sem drenagem, grama ruim. Isso prejudica demais. O Cruzeiro j\u00e1 enfrentou pastos, o Atl\u00e9tico j\u00e1 enfrentou pastos, Am\u00e9rica tamb\u00e9m. S\u00e3o gramados que se voc\u00ea for em gramados de futebol amador, eles s\u00e3o melhores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O formato democr\u00e1tico da competi\u00e7\u00e3o, que permite a entrada de clubes de todas as divis\u00f5es e regi\u00f5es do pa\u00eds, \u00e9 um de seus maiores trunfos \u2014 mas tamb\u00e9m escancara a falta de estrutura em muitos est\u00e1dios. Enquanto alguns clubes conseguem manter campos em boas condi\u00e7\u00f5es, outros, por limita\u00e7\u00f5es financeiras ou clim\u00e1ticas, n\u00e3o oferecem o m\u00ednimo exigido para um jogo de alto n\u00edvel t\u00e9cnico.<\/p>\n\n\n\n<p>A CBF j\u00e1 vem tentando padronizar crit\u00e9rios de qualidade, mas os esfor\u00e7os ainda s\u00e3o insuficientes. Jogos da Copa do Brasil televisionados para todo o pa\u00eds revelam gramados que mais atrapalham do que ajudam, comprometendo o espet\u00e1culo e at\u00e9 a integridade f\u00edsica dos jogadores. Para um torneio que distribui milh\u00f5es em premia\u00e7\u00f5es e atrai os olhares do Brasil inteiro, os gramados deveriam estar \u00e0 altura da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O jornalista argumenta que os clubes da S\u00e9rie A s\u00e3o expostos a riscos f\u00edsicos desnecess\u00e1rios:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVoc\u00ea pega um jogador como Hulk ou Gabigol, que recebem milh\u00f5es, para ir para um gramado cheio de buraco. Quando chove, vira uma po\u00e7a. A drenagem n\u00e3o existe\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, critica a omiss\u00e3o das federa\u00e7\u00f5es e a falta de parcerias que poderiam melhorar os campos: \u201cEles deveriam ser vetados, n\u00e3o participar dessas competi\u00e7\u00f5es. Tinha que ter uma sele\u00e7\u00e3o, respeito ao time, ao investimento. E encontrar formas de parceria para melhorar os est\u00e1dios junto com as prefeituras e a iniciativa privada.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o jornalista tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o para a cultura do futebol brasileiro e o impacto do calend\u00e1rio sobre os gramados: \u201cAqui \u00e9 massivo. A grama \u00e9 pisoteada duas vezes por semana, \u00e0s vezes mais se outra equipe usa o mesmo est\u00e1dio. E ainda tem shows que danificam o campo. Os clubes buscam receita, mas isso prejudica sim a grama\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/aposta-em-ancelotti-esquenta-discussao-sobre-estrangeiros-no-futebol-brasileiro\/\">Aposta em Ancelotti esquenta discuss\u00e3o sobre estrangeiros no futebol brasileiro<\/a><\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Reportagem produzida por Bruna Sarnaglia com apoio de Ian Lima.<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diferen\u00e7a entre a qualidade dos gramados exp\u00f5e desafios t\u00e9cnicos, f\u00edsicos e estruturais dos 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