{"id":21984,"date":"2025-06-27T10:32:52","date_gmt":"2025-06-27T13:32:52","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=21984"},"modified":"2025-06-27T18:26:49","modified_gmt":"2025-06-27T21:26:49","slug":"encontro-marcado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/encontro-marcado\/","title":{"rendered":"Encontro Marcado com a Literatura Mineira"},"content":{"rendered":"\n<p>Lagoa da Pampulha, Mercado Central, Pra\u00e7a do Papa, Mineir\u00e3o\u2026 esses s\u00e3o alguns dos destinos de Belo Horizonte mais lembrados por turistas e pelos pr\u00f3prios moradores. Al\u00e9m dos conhecidos e frequentados lugares, h\u00e1 tamb\u00e9m op\u00e7\u00f5es alternativas para quem gosta de se aventurar. A combina\u00e7\u00e3o entre literatura e lazer parece ser uma boa escolha.<br><br>Lugares que misturam hist\u00f3ria, cultura, leitura e curiosidades na hist\u00f3rica regi\u00e3o Central da cidade, cada um \u00e0 sua maneira. Desde uma pequena livraria aberta a partir da metade do s\u00e9culo passado at\u00e9 est\u00e1tuas de famosos escritores mineiros que impressionam pelo realismo.<br><br>Aos interessados, a rota liter\u00e1ria est\u00e1 oficialmente inaugurada.<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/d\/embed?mid=1jkSjUJ4-p5wk78QeTq6Xpr0HoiVFryY&#038;hl=pt_BR&#038;ehbc=2E312F\" width=\"640\" height=\"480\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Livraria Amadeu: mem\u00f3ria viva da literatura em BH<\/h2>\n\n\n\n<p>\u201cO homem muda o mundo. O livro muda o homem. O livro muda o mundo\u201d. Trabalhando em livraria desde a adolesc\u00eancia, Louren\u00e7o Carrato Cocco acredita no poder de transforma\u00e7\u00e3o da leitura. Ao lado do irm\u00e3o Amadeu, administra o mais antigo sebo de Belo Horizonte, localizado hoje no n\u00famero 748 da rua dos Tamoios. O empreendimento existe h\u00e1 mais tempo do que os pr\u00f3prios propriet\u00e1rios: s\u00e3o quase oito d\u00e9cadas de hist\u00f3ria.<br><br>Inaugurada em 1948, a Livraria Amadeu est\u00e1 agora sob os cuidados dos irm\u00e3os Cocco. A loja foi criada pelo pai &#8211; Amadeu Rossi Cocco, ou apenas seu Amadeu, que d\u00e1 nome ao lugar. O patriarca, falecido em 2009, aos 93 anos, colaborou com a livraria at\u00e9 os \u00faltimos dias de vida. \u201cPapai come\u00e7ou a trabalhar em outras livrarias e ficou dez anos aprendendo o ramo, aprendendo a parte interna, para fundar a livraria dele\u201d, destaca Louren\u00e7o sobre a dedica\u00e7\u00e3o do pai.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-style-default\"><img data-dominant-color=\"35313d\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #35313d;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22741 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Seu-Amadeu-Livraria-Amadeu-150x90.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Amadeu Rossi Cocco\/ Imagem: Lucas de Andrade Moreira e Marcela da Cruz Fernandes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um dos mais antigos destinos liter\u00e1rios de Belo Horizonte tem 40 mil livros no acervo, aproximadamente. As obras s\u00e3o doadas pelos pr\u00f3prios clientes, gratos ao seu Amadeu e \u00e0 livraria pelo trabalho de quase oitenta anos. \u201cAprendizado\u201d, define Louren\u00e7o a rela\u00e7\u00e3o de reciprocidade com a clientela. \u201cTem livros que eu n\u00e3o conhe\u00e7o e, por informa\u00e7\u00e3o dos clientes, a gente vai aprendendo\u201d, complementa.<br><br>Parte da cole\u00e7\u00e3o \u00e9 composta tamb\u00e9m por trabalhos de novos escritores que buscam a ajuda dos filhos de Amadeu para crescer na cena liter\u00e1ria. &#8220;Temos que ser \u00fateis \u00e0 coletividade&#8221;, justifica, parafraseando o pai.<br><br>As altas estantes abastecidas com prateleiras cheias de livros contrastam com os dois corredores estreitos, que, ao longo das d\u00e9cadas, receberam incont\u00e1veis compradores. Entre eles, presen\u00e7as como a do jurista Paulo Brossard, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro da Justi\u00e7a, e a do m\u00e9dium Chico Xavier.<br><br><em>\u00c1udio &#8211; Louren\u00e7o Carrato Cocco<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Audio-Lourenco-Carrato-Cocco.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p>Louren\u00e7o, junto com Amadeu, entrou nos neg\u00f3cios do pai em 1972, participando de 53 dos 77 anos da livraria. Reconhecendo as mudan\u00e7as do mercado de livros, admite que a tend\u00eancia \u00e9 de os e-books (livros eletr\u00f4nicos) ganharem cada vez mais espa\u00e7o no or\u00e7amento do leitor. Ele e o irm\u00e3o se esfor\u00e7am para acompanhar as novidades. Entre as a\u00e7\u00f5es, mant\u00eam uma participa\u00e7\u00e3o ativa nas redes sociais. Capas de livros s\u00e3o publicadas diariamente no Facebook e no Instagram para divulgar o acervo e atrair a aten\u00e7\u00e3o dos seguidores.<br><br>Os desafios n\u00e3o desanimam o livreiro. Para Louren\u00e7o, a raridade dos livros e o baixo pre\u00e7o s\u00e3o os diferenciais para que o estabelecimento continue a atrair os antigos clientes e, em especial, as novas gera\u00e7\u00f5es. Aposentado, aos 67 anos, planeja continuar seguindo os passos do pai. \u201cAinda h\u00e1 chama para queimar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Livraria Amadeu: O Primeiro Sebo de BH\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uy3-O5uAgSs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Museu da Cadeira: o design como porta de entrada para a literatura mineira<\/h2>\n\n\n\n<p>Quem passa hoje pela rua Gon\u00e7alves Dias, no bairro Funcion\u00e1rios, n\u00e3o imagina que uma charmosa casa da d\u00e9cada de 1930, agora sede do <a href=\"https:\/\/muc.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Museu da Cadeira Brasileira (MuC)<\/a>, foi palco de encontros marcantes que ajudaram a moldar a literatura mineira. Antes de abrigar o Museu, o local era conhecido como Sal\u00e3o Vivacqua, um ponto cultural e liter\u00e1rio, onde nomes como Carlos Drummond de Andrade, Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa e Pedro Nava se reuniam para pensar, conversar e escrever.<br><br>O sal\u00e3o levava o nome do propriet\u00e1rio, Achilles Vivacqua, um importante intelectual e incentivador das artes em Minas Gerais. Advogado, jornalista e escritor, era conhecido por promover debates e encontros que aproximavam artistas, pensadores e escritores da cena cultural mineira do in\u00edcio do s\u00e9culo XX. O espa\u00e7o se tornou uma esp\u00e9cie de sal\u00e3o liter\u00e1rio moderno, onde ideias eram trocadas livremente e a literatura brasileira ganhava novas formas. \u201cEsse lugar foi um ber\u00e7o do modernismo mineiro\u201d, explica o diretor e curador do MuC, Jo\u00e3o Caixeta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"776a63\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #776a63;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"22747\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22747 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-1024x768.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-300x225.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-768x576.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-1536x1152.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-2048x1536.webp 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-370x278.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-270x203.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-570x428.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-740x555.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-80x60.webp 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-1_-MUC-FACHADA-ESQUINA-1-150x113.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">MuC-Fachada da esquina\/Imagem: Jo\u00e3o Vieira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"8d6b5f\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #8d6b5f;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"22748\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22748 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-1024x768.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-300x225.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-768x576.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-1536x1152.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-2048x1536.webp 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-370x278.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-270x203.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-570x428.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-740x555.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-80x60.webp 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Foto-2_-MUC-FACHADA-LATERAL-1-150x113.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">MuC-Fachada Lateral\/Imagem: Jo\u00e3o Vieira<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>O Museu, que, hoje, ocupa esse espa\u00e7o simb\u00f3lico, tem como proposta central a valoriza\u00e7\u00e3o da cadeira enquanto objeto de conviv\u00eancia, di\u00e1logo e mem\u00f3ria. Para Caixeta, a ideia se conecta de forma natural com a tradi\u00e7\u00e3o intelectual do espa\u00e7o. \u201cA cadeira \u00e9 um s\u00edmbolo. Ela representa o lugar onde se senta para ouvir, para escrever, para refletir. \u00c9 uma met\u00e1fora viva.\u201d<br><br>Idealizada inicialmente em 2006, e tirada do papel apenas no ano de 2016, a associa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos carrega a miss\u00e3o de honrar o passado do antigo Sal\u00e3o. Pensando no futuro, est\u00e3o sendo planejadas parcerias com a Universidade Federal de Minas (UFMG), que abriga o acervo de Achilles Vivacqua, e com a Academia Mineira de Letras para valoriza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o por toda a import\u00e2ncia hist\u00f3rica. Mais do que preservar objetos, o Museu quer preservar hist\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>A cadeira \u00e9 um s\u00edmbolo<\/p><cite>Jo\u00e3o Caixeta, diretor e fundador do MuC<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Enquanto prepara novos projetos ao Museu, Jo\u00e3o Caixeta convida os visitantes a conhecerem n\u00e3o s\u00f3 o design das cadeiras, mas tamb\u00e9m as hist\u00f3rias, os escritores e os encontros que marcaram as mem\u00f3rias do antigo sal\u00e3o. \u201cQueremos que o Museu seja mais do que um museu de design. Ele pode se tornar um espa\u00e7o de conviv\u00eancia com a cultura de modo geral\u201d, planeja.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Territ\u00f3rio Kitutu: sabores e saberes afro-brasileiros<\/h2>\n\n\n\n<p>Um empreendimento que combina literatura e boa comida \u00e9 pouco comum. Mas essa foi a aposta de Kelma Zenaide, remanescente do quilombo de Pinh\u00f5es, que criou o Territ\u00f3rio Kitutu. A palavra curiosa que d\u00e1 nome ao lugar vem da l\u00edngua Bantu e significa comida apetitosa. O espa\u00e7o tem a valoriza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria e da cultura dos povos negros como principal bandeira.<br><br>Nascida em Contagem, Kelma trabalhava no pequeno com\u00e9rcio da fam\u00edlia, que vendia apenas salgados fritos e produtos industrializados, como coxinha e salsicha. Em casa a situa\u00e7\u00e3o era diferente. Quando recebia amigos e familiares, preparava refei\u00e7\u00f5es diretamente dos fundos do quintal com t\u00e9cnicas e temperos dotados de ancestralidade. Foi ent\u00e3o que surgiu a ideia de criar um novo neg\u00f3cio, questionando-se sobre a falta de estabelecimentos comerciais de gastronomia africana. \u201cN\u00e3o recebe um nome, foi totalmente apropriada e colocada em um outro lugar\u201d, reflete.<br><br>A ideia come\u00e7ou a ser colocada em pr\u00e1tica no ano de 2013, mas ainda distante do que viria a se tornar. A empreendedora saiu da cidade natal e se mudou para Belo Horizonte e, atrav\u00e9s do formato food truck, circulou pelos cantos da capital mineira em uma kombi. O objetivo era apresentar a culin\u00e1ria caseira e t\u00edpica de seu povo.<br><br>Onze anos depois, o neg\u00f3cio, antes m\u00f3vel, ganhou um endere\u00e7o: rua Aar\u00e3o Reis, n\u00famero 496. Al\u00e9m de fixar o seu empreendimento gastron\u00f4mico, Kelma Zenaide, graduada em Letras, teve uma outra importante conquista durante o per\u00edodo: a especializa\u00e7\u00e3o em literatura africana e afro-brasileira. As duas conquistas se tornaram as grandes marcas do Territ\u00f3rio Kitutu.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"9b7776\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #9b7776;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"685\" height=\"1024\" sizes=\"auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px\" data-id=\"22750\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-685x1024.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22750 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-685x1024.webp 685w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-201x300.webp 201w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-768x1147.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-1028x1536.webp 1028w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-370x553.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-270x403.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-570x852.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-740x1106.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA-150x224.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-2_-Kelma-Zenaide-Creditos-CAROLINA-MARA.webp 1071w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Kelma Zenaide\/Imagem: Kayllon C\u00e9sar<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"6f6556\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #6f6556;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" data-id=\"22751\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22751 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-1024x768.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-300x225.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-768x576.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-1536x1152.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-370x278.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-270x203.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-570x428.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-740x555.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-80x60.webp 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara-150x113.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-1-livro-e-prato-Creditos-Carolina-Mara.webp 1600w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Territ\u00f3rio Kitutu\/Imagem: Carolina Mara<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>No interior do estabelecimento, h\u00e1 uma biblioteca de escritores negros, como Carolina de Jesus, Nei Lopes e Concei\u00e7\u00e3o Evaristo. O lugar tamb\u00e9m celebra lan\u00e7amentos de livros de autores como Cidinha da Silva, Ricardo Aleixo e Robert Frank. Ainda, s\u00e3o desenvolvidas atividades liter\u00e1rias junto ao p\u00fablico, a exemplo do Clube do Livro. \u201cAs pessoas v\u00e3o discutir, expor a sua vis\u00e3o, sobre o que leram\u201d, explica sobre a iniciativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c1udio Kelma Zenaide:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Entrevista-Kitutu-comprimida.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p>Em abril de 2025, o Territ\u00f3rio Kitutu completou um ano de exist\u00eancia com direito a uma extensa agenda de comemora\u00e7\u00f5es durante o m\u00eas, regada a muita comida e m\u00fasica. A escala de funcionamento prevista \u00e9 entre sexta-feira e domingo, mas nem sempre \u00e9 poss\u00edvel manter o local aberto. A ideia \u00e9 justamente essa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>O Territorio Kitutu \u00e9 um espa\u00e7o onde recebo meus amigos e novos amigos, porque as pessoas que n\u00e3o me conhecem v\u00e3o se tornando amigos tamb\u00e9m. \u00c9 um espa\u00e7o para me sentir tranquila, n\u00e3o \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o de um com\u00e9rcio, que tem que abrir todos os dias no mesmo hor\u00e1rio e fechar no mesmo hor\u00e1rio<\/p><cite>Kelma Zenaide, fundadora e propriet\u00e1ria do Territ\u00f3rio Kitutu<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p><br>\u201cUm espa\u00e7o democr\u00e1tico\u201d, afirma Kelma. Apesar do p\u00fablico formado, majoritariamente, por membros da comunidade LGBTQIA+, pela popula\u00e7\u00e3o preta e por pessoas ligadas ao setor cultural, como produtores, artistas e escritores, Kelma destaca que o estabelecimento abre as portas para todos os p\u00fablicos, mas com uma condi\u00e7\u00e3o: o respeito. \u201cTodas as pessoas s\u00e3o muito bem-vindas a partir do momento que n\u00e3o tenham nenhum tipo de preconceito\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Monumentos liter\u00e1rios: os escritores imortalizados em BH<\/h2>\n\n\n\n<p>Monumentos dedicados a grandes nomes da literatura mineira est\u00e3o espalhados por pontos estrat\u00e9gicos da cidade, como a Pra\u00e7a do Encontro, a Savassi, a Pra\u00e7a da Liberdade e o Parque Municipal. Esculpidas pelo artista pl\u00e1stico Leo Santana, essas obras em tamanho natural e com tra\u00e7os realistas estabelecem um di\u00e1logo direto com o p\u00fablico, convidando moradores e visitantes a se conectarem com a hist\u00f3ria liter\u00e1ria de Minas Gerais.<br><br>Essas esculturas, por\u00e9m, n\u00e3o escaparam dos efeitos do tempo e de a\u00e7\u00f5es de vandalismo. Algumas delas chegaram a sofrer danos severos, como o caso da imagem de Henriqueta Lisboa, que teve partes destru\u00eddas. Para resgatar a dignidade dessas homenagens, a Prefeitura de Belo Horizonte promoveu uma restaura\u00e7\u00e3o cuidadosa, devolvendo \u00e0s ruas esse patrim\u00f4nio simb\u00f3lico. \u201cEssas est\u00e1tuas representam um exemplo concreto da homenagem \u00e0 literatura e \u00e0 cultura da cidade\u201d, afirma Eliane Parreiras.<br><br>Com a revitaliza\u00e7\u00e3o, as esculturas passaram tamb\u00e9m a contar com placas informativas e recursos digitais acess\u00edveis por QR Code, que oferecem conte\u00fados educativos em diversos idiomas, ampliando o acesso e o conhecimento sobre os autores retratados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-dominant-color=\"898381\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #898381;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22753 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-150x90.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">foto placa com o QR Code\/Imagem: Lucas Luckeroth<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pra\u00e7a do Encontro: Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava<\/h2>\n\n\n\n<p>Na esquina das ruas Goi\u00e1s e Bahia, a Pra\u00e7a do Encontro abriga as esculturas de dois grandes nomes da literatura brasileira: Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava. Lado a lado, as figuras sugerem uma conversa permanente sobre a identidade da cidade, a mem\u00f3ria e a sensibilidade de uma \u00e9poca. Ambos viveram parte de suas hist\u00f3rias em Belo Horizonte e retrataram, por meio de suas obras, os conflitos e contradi\u00e7\u00f5es de uma capital que crescia veloz e desordenadamente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Savassi: Henriqueta Lisboa e Roberto Drummond<\/h2>\n\n\n\n<p>Na regi\u00e3o da Savassi, dois escritores fundamentais da literatura mineira ganham destaque em esculturas que est\u00e3o ligadas diretamente com o cotidiano urbano. Henriqueta Lisboa, uma das vozes mais importantes da poesia do s\u00e9culo XX, est\u00e1 representada na Rua Pernambuco. A obra foi uma das mais afetadas por atos de vandalismo, perdendo inclusive as m\u00e3os e o livro que carregava. A restaura\u00e7\u00e3o exigiu precis\u00e3o e sensibilidade para recuperar a integridade da escultura.<br><br>J\u00e1 Roberto Drummond, cronista que retratou com maestria a vida belo-horizontina, est\u00e1 imortalizado na Rua Ant\u00f4nio de Albuquerque, em meio ao vaiv\u00e9m agitado do centro comercial da Savassi. Sua presen\u00e7a ali representa como a literatura permanece viva, circulando pelos mesmos espa\u00e7os que inspiraram os autores.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"827b6c\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #827b6c;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" data-id=\"22754\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22754 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-2-150x90.webp 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Est\u00e1tua: Roberto Drummond\/ Imagem: Lucas Luckeroth<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"908977\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #908977;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" data-id=\"22755\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22755 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-150x90.webp 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Est\u00e1tua: Henriqueta Lisboa\/Imagem: Lucas Luckeroth<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br>Pra\u00e7a da Liberdade: Encontro Marcado<\/h2>\n\n\n\n<p>Diante da Biblioteca P\u00fablica Estadual, um dos conjuntos de esculturas mais emblem\u00e1ticos de Belo Horizonte celebra a amizade e o talento de quatro escritores que marcaram a hist\u00f3ria liter\u00e1ria da cidade: Fernando Sabino, Otto Lara Rezende, Paulo Mendes Campos e H\u00e9lio Pellegrino. <br><br>A instala\u00e7\u00e3o remete ao livro O Encontro Marcado, de Sabino, e \u00e9 composta de figuras dispostas como se estivessem em plena conversa, trocando ideias e lembran\u00e7as. Ap\u00f3s um processo de restaura\u00e7\u00e3o, as esculturas retornaram \u00e0 Pra\u00e7a da Liberdade com um brilho renovado, fortalecendo ainda mais a regi\u00e3o como polo cultural da cidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-dominant-color=\"86827d\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #86827d;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22758 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Encontro-marcado-150x90.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Encontro Marcado\/Imagem: Lucas Luckeroth<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br>Parque Municipal: L\u00e9lia Gonzalez e Carolina Maria de Jesus<\/h2>\n\n\n\n<p>Dentro do Parque Municipal Am\u00e9rico Renn\u00e9 Giannetti, em frente ao Teatro Francisco Nunes, duas grandes mulheres negras ocupam lugar de destaque: L\u00e9lia Gonzalez e Carolina Maria de Jesus. As esculturas prestam uma homenagem poderosa \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o de mulheres negras na forma\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio liter\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha do local, que \u00e9 um espa\u00e7o democr\u00e1tico, acess\u00edvel e de grande circula\u00e7\u00e3o, contribui para a visibilidade dessas figuras essenciais. \u201cA instala\u00e7\u00e3o dessas esculturas em parceria com a sociedade civil \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o importante, pois elas representam a diversidade e a resist\u00eancia dentro da literatura\u201d, afirma Eliane Parreiras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br>Academia Mineira de Letras<\/h2>\n\n\n\n<p>Seguindo com a rota liter\u00e1ria, a <a href=\"https:\/\/academiamineiradeletras.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Academia Mineira de Letras (AML)<\/a>, al\u00e9m de ser um espa\u00e7o hist\u00f3rico e cultural de Minas Gerais, torna-se um \u00f3timo passeio para os amantes da literatura.<br><br>Fundada em 1909, em Juiz de Fora, cidade da regi\u00e3o da Zona da Mata, em Minas Gerais, por um grupo de pioneiros ligados \u00e0 literatura, a AML surgiu com o ideal de promover a l\u00edngua portuguesa e a cultura liter\u00e1ria mineira por todo o estado. A Academia era composta por doze membros, entre eles escritores e jornalistas, como o intelectual mineiro, Machado Sobrinho, que exerceu o cargo de secret\u00e1rio-geral da Academia por seis anos. As 12 cadeiras eram ocupadas, inicialmente, por Belmiro Braga, Dilermando Cruz, Amanaj\u00f3s de Ara\u00fajo e outros expoentes das letras.<br><br>Em 1915, como um gesto de aproxima\u00e7\u00e3o ao poder pol\u00edtico do estado, os membros da Academia Mineira de Letras optaram por se mudar para Belo Horizonte. Ap\u00f3s 28 anos da mudan\u00e7a, foi criada a primeira sede da AML no centro da capital mineira e, na d\u00e9cada de 1980, a institui\u00e7\u00e3o se instalou na Rua da Bahia, onde permanece at\u00e9 hoje.<br><br>O primeiro e \u00fanico pr\u00e9dio destinado \u00e0 Academia era, inicialmente, uma cl\u00ednica e casa do m\u00e9dico carioca, Eduardo Borges da Costa. O local contava apenas com a recep\u00e7\u00e3o, alguns consult\u00f3rios, dois quartos para interna\u00e7\u00e3o dos pacientes e uma biblioteca, mas foi com a chegada dos membros da AML que tudo se transformou. Em 1926 come\u00e7aram os projetos para amplia\u00e7\u00e3o da resid\u00eancia, acrescentando 44 c\u00f4modos, tornando-se ponto de refer\u00eancia de pol\u00edticos, m\u00e9dicos, poetas e demais que compunham a elite intelectual e pol\u00edtica de Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-dominant-color=\"777b78\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #777b78;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22759 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Academia-Mineira-de-Letras-150x90.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Academia Mineira de Letras\/Imagem: Jo\u00e3o Vieira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Foi apenas em 1987 que a Academia Mineira de Letras come\u00e7ou a comandar o local, transformando o que era uma pequena resid\u00eancia de um m\u00e9dico, na primeira sede da AML. Passadas algumas reformas, o pr\u00e9dio se tornou um ponto de refer\u00eancia da arquitetura e mem\u00f3ria da cidade. Com dois andares e v\u00e1rios espa\u00e7os para eventos, o espa\u00e7o tamb\u00e9m conta com o Audit\u00f3rio Vivaldi Moreira, um anexo de 1.200 metros quadrados da Academia que comporta um audit\u00f3rio com 120 lugares e diversos sal\u00f5es com capacidade para 350 pessoas.<br><br>Atualmente, o local continua sendo um espa\u00e7o de cultura e tradi\u00e7\u00e3o, mas busca inova\u00e7\u00f5es e se mant\u00e9m atento \u00e0s novidades e \u00e0s complexidades que elas trazem. Para isso, s\u00e3o realizados diversos eventos que exp\u00f5em autores novos e marginalizados, promovendo um ambiente sem preconceitos, aberto a obras independentes de cor, religi\u00e3o, orienta\u00e7\u00e3o sexual e para todos os apaixonados pela literatura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br>Biblioteca P\u00fablica Estadual: Espa\u00e7o de Encontro e Inspira\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-gridlove-bg-background-color has-background\">Em frente \u00e0 Pra\u00e7a da Liberdade, entre as avenidas Jo\u00e3o Pinheiro e Brasil, est\u00e1 um dos espa\u00e7os mais importantes para a preserva\u00e7\u00e3o da cultura e da literatura mineira: a Biblioteca P\u00fablica Estadual de Minas Gerais, fundada em 1954. \u00c9 um lugar que promove a educa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, celebra os autores locais e acolhe diferentes vozes da cultura do Estado.<br><br>Segundo dados da <a href=\"https:\/\/www.bibliotecapublica.mg.gov.br\/sobre-nos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Biblioteca P\u00fablica<\/a>, o acervo da institui\u00e7\u00e3o ultrapassa 600 mil exemplares, incluindo livros, revistas, jornais, gibis e documentos hist\u00f3ricos. O espa\u00e7o recebe, em m\u00e9dia, oito mil visitantes por m\u00eas, que podem se estabelecer em qualquer um dos quatro andares de m\u00faltiplas possibilidades, incluindo setores como o Braille, a Gibiteca, a sala de escritores mineiros e o tradicional Teatro Jos\u00e9 Aparecido de Oliveira.<br><br>O edif\u00edcio atual, com projeto original assinado por Oscar Niemeyer e adapta\u00e7\u00f5es do arquiteto \u00c9olo Maia, abriga ainda uma galeria com retratos e acervos de autores como Carlos Drummond de Andrade, Henriqueta Lisboa, Murilo Rubi\u00e3o, Fernando Sabino e Concei\u00e7\u00e3o Evaristo. Al\u00e9m da sede principal, na avenida Jo\u00e3o Pinheiro, a Biblioteca conta com um pr\u00e9dio anexo localizado na pr\u00f3pria Pra\u00e7a da Liberdade. Por l\u00e1, o visitante pode pegar livros emprestados, consultar o acervo geral e estudar individualmente ou em grupo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-dominant-color=\"70786a\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #70786a;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-1.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22769 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-1.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-1-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-1-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-1-1-370x222.webp 370w, 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Al\u00e9m disso, desempenham um papel importante na promo\u00e7\u00e3o da cidadania e da inclus\u00e3o social\u201d, afirma. Segundo dados da Secretaria, a capital conta com 22 bibliotecas p\u00fablicas municipais, que, juntas, somaram mais de 100 mil atendimentos apenas no ano de 2024.<br><br>A Biblioteca P\u00fablica tem forte presen\u00e7a nas iniciativas da literatura atual. Entre seus projetos de destaque est\u00e1 o \u201cQuintas de Leitura\u201d, que promove bate-papos mensais com autores de diversas regi\u00f5es, e a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o para educadores e mediadores de leitura. Outras atividades incluem exposi\u00e7\u00f5es, lan\u00e7amentos de livros e oficinas para crian\u00e7as, jovens e adultos.<br><br>A valoriza\u00e7\u00e3o de bibliotecas e espa\u00e7os de leitura tamb\u00e9m est\u00e1 prevista no Plano Municipal de Leitura, Literatura, Livro e Bibliotecas (PMLLLB), uma pol\u00edtica p\u00fablica voltada \u00e0 democratiza\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 cultura escrita. \u201cCada biblioteca \u00e9 um elo dessa grande rede de cidadania, educa\u00e7\u00e3o e cultura. Preservar e fortalecer esses locais \u00e9 tamb\u00e9m afirmar quem somos como cidade\u201d, conclui Parreiras.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img data-dominant-color=\"737465\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #737465;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"600\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-22772 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1.webp 1000w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-300x180.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-768x461.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-370x222.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-570x342.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-740x444.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Design-sem-nome-3-1-150x90.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fachada Biblioteca P\u00fablica Estadual de Minas Geraus\/ Imagem: Jo\u00e3o Vieira e Lucas Luckeroth<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-gridlove-meta-color\">Confira os outros cap\u00edtulos dessa reportagem especial: <\/mark><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/biblioteca-viva\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Biblioteca viva: autores que (re)escrevem BH<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/leitura-em-tempos-digitais\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">De livrarias a booktokers: como BH l\u00ea em tempos digitais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/politicas-publicas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fortalecendo a Cultura: Pol\u00edticas P\u00fablicas e o Papel da Literatura em BH<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Reportagem produzida por Alessandra Silva, Jo\u00e3o Victor Gambogi, Jo\u00e3o Vieira, Lucas Luckeroth e Rinaldo Robson para o Laborat\u00f3rio de Jornalismo Digital, no semestre 2025\/1 do curso de Jornalismo da PUC Minas - <em>campus<\/em> Cora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstico, sob a supervis\u00e3o da professora Luana Viana.<\/pre>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Explore a rota liter\u00e1ria de Belo Horizonte: livrarias, museus, monumentos e espa\u00e7os que celebram a cultura da literatura mineira.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":22739,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1469,2573],"tags":[177,26,547,2476],"class_list":["post-21984","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lab-jor-digi","category-literatura-em-bh","tag-belo-horizonte","tag-jornalismo","tag-literatura","tag-rota-literaria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Encontro Marcado com a Literatura Mineira - 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