{"id":19899,"date":"2024-12-12T09:32:21","date_gmt":"2024-12-12T12:32:21","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=19899"},"modified":"2024-12-12T10:49:07","modified_gmt":"2024-12-12T13:49:07","slug":"o-peso-da-escala-6x1-na-vida-e-na-saude-das-trabalhadoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/o-peso-da-escala-6x1-na-vida-e-na-saude-das-trabalhadoras\/","title":{"rendered":"O peso da escala 6&#215;1 na vida e na sa\u00fade das trabalhadoras"},"content":{"rendered":"\n<p>A rotina de trabalho sob o regime 6&#215;1 \u2014 seis dias trabalhados para um de descanso \u2014 \u00e9 uma realidade para milh\u00f5es de trabalhadores brasileiros. Embora a escala tenha sido criada para atender \u00e0s necessidades industriais e econ\u00f4micas, especialmente no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, a estrutura r\u00edgida continua vigente em muitos setores, como o com\u00e9rcio, a ind\u00fastria e os servi\u00e7os. Para as mulheres, essa din\u00e2mica \u00e9 mais perversa e se soma a desafios adicionais: a sobrecarga mental, a desigualdade de g\u00eanero no mercado de trabalho e a dupla ou tripla jornada, que pode provocar impacto devastador na sa\u00fade f\u00edsica e mental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio das Mulheres e do Trabalho e Emprego (MTE),&nbsp; as mulheres recebem 19,4% a menos que os homens. E al\u00e9m das 40 horas semanais, elas tamb\u00e9m trabalham cerca de 21,3 horas em casa, de acordo com dados de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2013, as psic\u00f3logas e mestres em Administra\u00e7\u00e3o Adriane Vieira e Graziele Alves Amaral, que s\u00e3o respectivamente doutora em Administra\u00e7\u00e3o e em Psicologia Social, do Trabalho e das Organiza\u00e7\u00f5es, publicaram um <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/sausoc\/a\/sYY4pGvn5HKn6L9dMrPFLfK\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">artigo<\/a> destacando que o mercado j\u00e1 impunha \u00e0s mulheres uma tripla jornada: profissional, familiar e educacional. <\/p>\n\n\n\n<p>Para concorrer com mais igualdade com os homens, elas est\u00e3o sujeitas a mecanismos de domina\u00e7\u00e3o que ainda as consideram as respons\u00e1veis pelo cuidado com a fam\u00edlia e exigem educa\u00e7\u00e3o continuada para deslanchar na carreira. O estudo afirma que mesmo mulheres provenientes de estratos sociais elevados precisam enfrentar press\u00f5es e discrimina\u00e7\u00f5es relativas ao g\u00eanero na divis\u00e3o social do trabalho, na inser\u00e7\u00e3o no mercado e na constru\u00e7\u00e3o das carreiras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-302b6bf764f661d4464f03a93ceee91c\"><strong>Cr\u00edticas \u00e0 atual jornada de trabalho<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>A escala 6&#215;1 precariza as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, prejudicando o descanso, a sa\u00fade mental e a vida familiar dos trabalhadores, especialmente das mulheres, que enfrentam jornadas duplas e maior vulnerabilidade no ambiente profissional<\/strong><\/p>\n<cite><strong>Jairo Nogueira, presidente da CUT Minas<\/strong><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A jornada de trabalho na escala 6&#215;1, amplamente adotada em setores como com\u00e9rcio, postos de gasolina e farm\u00e1cias, \u00e9 alvo de cr\u00edticas devido ao impacto negativo na sa\u00fade f\u00edsica e mental dos trabalhadores. Segundo Jairo Nogueira, presidente da CUT Minas, o modelo intensifica o desgaste f\u00edsico e emocional, agravado pela falta de folgas suficientes e pela exig\u00eancia frequente de horas extras.<\/p>\n\n\n\n<p>As mulheres, em particular, enfrentam desafios adicionais, como a sobrecarga de trabalho dom\u00e9stico e a menor remunera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos homens para fun\u00e7\u00f5es equivalentes. Al\u00e9m disso, o formato 6&#215;1 limita a conviv\u00eancia familiar e o acesso ao lazer, comprometendo a qualidade de vida. Para Nogueira, alternativas como escalas mais equilibradas e jornadas reduzidas, sem preju\u00edzo salarial, s\u00e3o essenciais para preservar a dignidade e a sa\u00fade dos trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-2eb24c524fd4552a9c9d3b86619e0437\"><strong>Preocupa\u00e7\u00e3o do pequeno empreendedor<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Maria das Neves Batista Santos, 59 anos, \u00e9 comerciante em Lagoa Santa (MG) h\u00e1 22 anos e demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com a poss\u00edvel redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho. Com a experi\u00eancia de quem gerencia uma loja de colch\u00f5es com apenas uma funcion\u00e1ria, Maria acredita que a proposta, embora pare\u00e7a ben\u00e9fica para alguns trabalhadores, pode gerar desemprego e aumentar a informalidade no mercado de trabalho, especialmente entre os pequenos empres\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Para n\u00f3s, lojistas, a redu\u00e7\u00e3o da jornada pode gerar um aumento nos custos operacionais e, consequentemente, nos for\u00e7ar a contratar mais funcion\u00e1rios, o que n\u00e3o seria vi\u00e1vel para o meu tipo de neg\u00f3cio. Nosso pa\u00eds n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de suportar essa <\/strong>mudan\u00e7a.<\/p>\n<cite><strong>Maria das Neves, comerciante<\/strong><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Ela destaca ainda <a href=\"https:\/\/www.almg.gov.br\/comunicacao\/noticias\/arquivos\/Alta-carga-tributaria-e-complexidade-do-sistema-desestimulam-empreendedorismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">o impacto da carga tribut\u00e1ria elevada<\/a>, que j\u00e1 representa um desafio para os pequenos empreendedores. Maria tamb\u00e9m se mostrou preocupada com o poss\u00edvel aumento do trabalho informal caso a jornada de 4&#215;3 seja adotada. Segundo ela, muitos empres\u00e1rios poderiam optar por contratar freelancers, dada a dificuldade de arcar com os custos adicionais de uma jornada reduzida.<strong> <\/strong>&#8220;Os impostos e encargos j\u00e1 s\u00e3o muito altos, e n\u00e3o sei como conseguiria manter a formalidade diante de uma mudan\u00e7a dessa magnitude&#8221;, indica Maria das Neves.<\/p>\n\n\n\n<p>A comerciante revela que tamb\u00e9m lida com a rotina de conciliar o trabalho com as tarefas dom\u00e9sticas, demonstrando empatia pelas mulheres que enfrentam a dupla jornada. &#8220;Sei como \u00e9 dif\u00edcil conciliar o trabalho com as responsabilidades de casa, e por isso, sempre procurei flexibilizar situa\u00e7\u00f5es para a minha funcion\u00e1ria, como dar uma folga mensal aos s\u00e1bados&#8221;, conta. Maria das Neves espera que o governo e os empres\u00e1rios possam encontrar solu\u00e7\u00f5es equilibradas para as quest\u00f5es relacionadas \u00e0 jornada de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-24d19e96a0b93fbb4bd36a3b3e6fb809\"><strong>A dupla jornada e seus efeitos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O debate sobre a escala 6&#215;1 no Brasil evidencia desigualdades estruturais que afetam desproporcionalmente as mulheres. Enquanto a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista oferece garantias m\u00ednimas, como o descanso semanal, ela ignora a sobrecarga enfrentada por quem concilia emprego formal, capacita\u00e7\u00e3o e trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o remunerado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio \u00e9 ainda mais desafiador para aquelas que enfrentam jornadas exaustivas na escala 6&#215;1, tendo apenas um dia por semana para lidar com as demandas do lar ou para exercer outro of\u00edcio e complementar a renda, sem muitas vezes ter tempo para cuidados pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas micro e pequenas empresas, onde as mulheres tamb\u00e9m est\u00e3o presentes em grande n\u00famero, essa din\u00e2mica \u00e9 agravada pela falta de suporte estrutural e condi\u00e7\u00f5es de trabalho adequadas. O ac\u00famulo de responsabilidades profissionais e pessoais gera altos n\u00edveis de estresse, esgotamento f\u00edsico e mental, e aumenta o risco de condi\u00e7\u00f5es como <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/saude-de-a-a-z\/s\/sindrome-de-burnout\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">burnout.<\/a> Al\u00e9m disso, a press\u00e3o para equilibrar vida profissional e pessoal muitas vezes limita o crescimento profissional das mulheres, inclusive <a href=\"https:\/\/sebrae.com.br\/sites\/PortalSebrae\/ufs\/pe\/artigos\/empreendedorismo-e-a-melhor-iniciativa-como-fonte-de-renda-propria,8316473f72f24810VgnVCM100000d701210aRCRD\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">no empreendedorismo, que surge como alternativa para a autonomia financeira<\/a>, mas ainda carece de pol\u00edticas inclusivas que atendam \u00e0s necessidades espec\u00edficas das trabalhadoras.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>A gente n\u00e3o tem folga, literalmente. O \u00fanico dia livre \u00e9 para cuidar da casa e da fam\u00edlia. Quando termina, j\u00e1 \u00e9 hora de trabalhar de novo!<\/strong><\/p>\n<cite><strong>J\u00eanifer Ferreira, vendedora<\/strong><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A atual escala imp\u00f5e uma rotina exaustiva \u00e0s mulheres, dificultando o equil\u00edbrio entre trabalho, fam\u00edlia e sa\u00fade mental. As entrevistadas destacam a sobrecarga emocional e a falta de tempo para si mesmas, tornando urgente o debate sobre condi\u00e7\u00f5es mais humanas.<\/p>\n\n\n\n<p>Propostas de flexibiliza\u00e7\u00e3o da jornada, como a redu\u00e7\u00e3o do descanso semanal ou o prolongamento das horas trabalhadas, podem intensificar as dificuldades j\u00e1 enfrentadas, prejudicando ainda mais a sa\u00fade e os direitos das mulheres. Para reverter esse quadro, especialistas apontam a necessidade de <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/ref\/a\/T3X8zdDGn5DZbcjxTLjcyKM\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pol\u00edticas p\u00fablicas que promovam maior equidade de g\u00eanero,<\/a> como incentivos para a cria\u00e7\u00e3o de creches, regulamenta\u00e7\u00f5es trabalhistas mais humanizadas e programas de suporte psicol\u00f3gico para trabalhadoras. Essas medidas n\u00e3o apenas beneficiam as mulheres, mas tamb\u00e9m resultam em ambientes de trabalho mais saud\u00e1veis, sustent\u00e1veis e produtivos para todos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-cdc7740b1af99bdda7b54aa638e71342\"><strong>Origem da escala 6&#215;1<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A escala 6&#215;1 tem suas origens na<a href=\"https:\/\/www.jusbrasil.com.br\/artigos\/a-ditadura-de-getulio-vargas-o-estado-novo\/113642005\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> gest\u00e3o de Get\u00falio Vargas<\/a>, em 1940, quando o ent\u00e3o presidente sancionou a Lei n.\u00ba 5.452, conhecida como <a href=\"https:\/\/exame.com\/carreira\/guia-de-carreira\/clt-entenda-o-que-e-os-principais-direitos-do-trabalhador\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT)<\/a>. Embora a lei n\u00e3o mencione diretamente o modelo 6&#215;1, estabeleceu um limite semanal de 48 horas de trabalho, vigente na \u00e9poca, permitindo que jornadas como essa fossem adotadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O limite atual de horas semanais para trabalhadores com carteira assinada foi definido em 1988, a partir da Assembleia Constituinte que elaborou a nova Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Durante os debates, houve uma proposta para reduzir a jornada para 40 horas semanais, mas ela foi rejeitada, e o limite foi fixado em 44 horas semanais. Ao longo dos anos, diversas tentativas de reduzir a jornada n\u00e3o avan\u00e7aram. Em 2015, o senador Paulo Paim (PT) prop\u00f4s um <a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2016\/02\/02\/pec-estabelece-reducao-gradual-da-jornada-de-trabalho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">projeto<\/a> para diminuir gradativamente a carga semanal para 40 e, posteriormente, 36 horas, mas o processo foi arquivado em 2022, sem vota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"73655a\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #73655a;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"731\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-1024x731.webp\" alt=\"A deputada Erika Hilton, mulher negra com cabelo longo e loiro, est\u00e1 sentada e fala de forma enf\u00e1tica em microfone durante audi\u00eancia p\u00fablica\" class=\"wp-image-19917 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-1024x731.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-300x214.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-768x548.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-1536x1097.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-2048x1462.webp 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-370x264.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-270x193.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-570x407.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-740x528.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Erika-Hilton-150x107.webp 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Erika Hilton participa de uma audi\u00eancia p\u00fablica sobre a Escala 6&#215;1 \/ Foto: Lula Marques (Ag\u00eancia Brasil)\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, novas propostas t\u00eam reacendido o debate sobre a redu\u00e7\u00e3o da jornada. Em 2019, o deputado federal <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/632530-proposta-reduz-jornada-semanal-de-trabalho-de-44-para-36-horas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reginaldo Lopes (PT-MG)<\/a> sugeriu a ado\u00e7\u00e3o de uma semana de 36 horas. Agora, a deputada federal <a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/noticia\/2024\/11\/12\/escala-6x1-o-que-diz-a-pec-proposta-por-erika-hilton.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Erika Hilton (PSOL)<\/a> prop\u00f5e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que busca trazer \u00e0 pauta a implanta\u00e7\u00e3o do modelo 4&#215;3, com quatro dias de trabalho e tr\u00eas de descanso, reduzindo a jornada semanal para 36 horas, sem alterar o limite di\u00e1rio de oito horas. Essa proposta visa melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, oferecer maior flexibilidade e alinhar o Brasil \u00e0s tend\u00eancias globais que promovem uma abordagem mais equilibrada para a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-09afc22d3ee6cc3d2f52973770f9b25b\"><strong>Discuss\u00e3o em MG<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou uma audi\u00eancia sobre o assunto, por\u00e9m at\u00e9 o momento n\u00e3o existe uma data marcada para ser votada. Apesar disso, o tema vem ganhando relev\u00e2ncia em debates no cen\u00e1rio nacional, com propostas que buscam alterar as jornadas de trabalho e promover melhores condi\u00e7\u00f5es para os trabalhadores. As ruas de Belo Horizonte viram palcos de protestos para a busca do fim da escala 6&#215;1, ganhando apoio de trabalhadores que exigem uma melhor condi\u00e7\u00e3o de trabalho. A redu\u00e7\u00e3o de horas trabalhadas em Belo Horizonte virou assunto dentro da c\u00e2mara dos vereadores da capital, sindicatos e trabalhadores falaram sobre os preju\u00edzos trazidos pelas 44 horas semanais com apenas 1 dia de descanso, visando debater em uma audi\u00eancia p\u00fablica a possibilidade da redu\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-7bd21c255e0e9da505b8e79c86d80356\"><strong>Burnout: a exaust\u00e3o silenciosa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O burnout, ou s\u00edndrome do esgotamento profissional, tem se tornado uma realidade alarmante para muitos brasileiros, inclusive para mulheres que enfrentam jornadas de trabalho exaustivas. O regime 6&#215;1 limita o tempo dispon\u00edvel para recupera\u00e7\u00e3o f\u00edsica e mental, tornando os trabalhadores mais vulner\u00e1veis ao desgaste emocional. A press\u00e3o por alta produtividade, combinada com o estresse cotidiano e a aus\u00eancia de pausas adequadas, contribui significativamente para o<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/cnk4p78q03vo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> aumento dos casos de burnout no Brasil<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os principais sintomas da s\u00edndrome incluem cansa\u00e7o extremo, sensa\u00e7\u00e3o de inefic\u00e1cia, dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o e irritabilidade constante, que podem evoluir para problemas mais graves, como ansiedade e depress\u00e3o. No contexto da escala 6&#215;1, esses sinais podem ser agravados pela falta de equil\u00edbrio entre vida profissional e pessoal, j\u00e1 que o \u00fanico dia de descanso muitas vezes \u00e9 insuficiente para recuperar as energias e aproveitar momentos de lazer ou conviv\u00eancia familiar. Al\u00e9m disso, a percep\u00e7\u00e3o de que o trabalho consome a maior parte da vida do indiv\u00edduo aumenta a insatisfa\u00e7\u00e3o e reduz a qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Patr\u00edcia Tavares, 53 anos, formada em psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1997, atualmente trabalhando em cl\u00ednica anal\u00edtica afirma acreditar que esses trabalhos  seis por um, onde a pessoa trabalha de forma ininterrupta, \u00e9 uma jornada de trabalho que certamente propicia a s\u00edndrome de Burnout. Tendo em vista que as pessoas v\u00e3o trabalhar e v\u00e3o ter poucas horas para descansar, para voltar para suas vidas pessoais, familiares e sociais,&nbsp; \u00e9 uma jornada de trabalho que vai contra a m\u00e3o do que a gente considera sa\u00fade mental.<\/p>\n\n\n\n<p>Para mitigar os efeitos do burnout, \u00e9 fundamental que empresas e empregadores deem pol\u00edticas mais humanas e sustent\u00e1veis, como a flexibiliza\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria, programas de apoio psicol\u00f3gico e a promo\u00e7\u00e3o de ambientes de trabalho mais saud\u00e1veis. Paralelamente, o poder p\u00fablico deve refor\u00e7ar a fiscaliza\u00e7\u00e3o de jornadas excessivas e investir em campanhas que conscientizem os trabalhadores sobre a import\u00e2ncia de cuidar da sa\u00fade mental. Somente assim ser\u00e1 poss\u00edvel enfrentar esse problema crescente, que impacta n\u00e3o apenas os indiv\u00edduos, mas tamb\u00e9m a produtividade e o desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"d8c1c0\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #d8c1c0;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"724\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-1024x724.webp\" alt=\"Gr\u00e1fico de rosca que mostra casos de atendimentos no SUS por Burnout, separado por g\u00eaneros, onde mulheres, que no gr\u00e1fico est\u00e3o representadas pela cor roxa, e maior parte do gr\u00e1fico, possuem 71,8% e os homens, representados pela cor laranja e menor do gr\u00e1fico, possuem 28,2%.\" class=\"wp-image-19918 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-1024x724.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-300x212.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-768x543.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-1536x1086.webp 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-370x262.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-270x191.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-570x403.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-740x523.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-150x106.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Grafico-png.webp 2000w\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-gridlove-bg-color has-gridlove-cat-618-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-5dc713558e821236911a2ea8af0e4f2e\"><strong>Repensando o modelo e buscando solu\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A PEC que discute o fim da escala 6&#215;1 coloca o Brasil no centro de debates globais sobre o futuro do trabalho. Em um cen\u00e1rio onde se busca cada vez mais a humaniza\u00e7\u00e3o e a flexibiliza\u00e7\u00e3o das jornadas, o texto a ser debatido no Congresso prop\u00f5e alinhar o pa\u00eds a pr\u00e1ticas internacionais que priorizam a sa\u00fade, o bem-estar e a produtividade dos trabalhadores. Contudo, especialistas alertam que a implementa\u00e7\u00e3o dessa medida exige estudos aprofundados sobre a viabilidade econ\u00f4mica nos diferentes setores e uma ado\u00e7\u00e3o gradual, respeitando as especificidades de cada ramo de atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, a legisla\u00e7\u00e3o brasileira j\u00e1 permite a redu\u00e7\u00e3o da jornada em alguns setores, por meio de negocia\u00e7\u00f5es coletivas entre sindicatos e empresas. Entretanto, sabe-se que nessa negocia\u00e7\u00e3o os trabalhadores ficam em desvantagem, e uma mudan\u00e7a estrutural mais ampla, como a proposta no Congresso, reflete um movimento global que reconhece as novas demandas do mercado de trabalho. Tecnologias emergentes e mudan\u00e7as nas expectativas dos trabalhadores t\u00eam impulsionado iniciativas que promovam equil\u00edbrio entre vida pessoal e profissional.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto central \u00e9 o foco crescente na sa\u00fade mental. Empresas est\u00e3o investindo em programas de apoio psicol\u00f3gico, medita\u00e7\u00e3o e atividades que promovem bem-estar emocional, reconhecendo que a sa\u00fade mental est\u00e1 diretamente ligada ao desempenho profissional. Para mulheres submetidas a longas jornadas e \u00e0 sobrecarga da escala 6&#215;1, esses programas s\u00e3o ferramentas essenciais para prevenir condi\u00e7\u00f5es como o burnout, um problema cada vez mais recorrente no mercado de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de ambientes de trabalho saud\u00e1veis tamb\u00e9m tem ganhado espa\u00e7o. Estruturas que priorizam ergonomia, boa ilumina\u00e7\u00e3o, qualidade do ar e espa\u00e7os destinados ao descanso e \u00e0s atividades f\u00edsicas contribuem diretamente para o bem-estar dos trabalhadores. Em um contexto onde mulheres acumulam responsabilidades dentro e fora de casa, essas melhorias s\u00e3o fundamentais para aliviar o impacto f\u00edsico e emocional do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-dominant-color=\"5f5b5b\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #5f5b5b;\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"613\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-1024x613.webp\" alt=\"Um grupo de manifestantes segura uma grande faixa preta com os dizeres \u201cN\u00c3O \u00c0 ESCALA 6x1 - Pela vida al\u00e9m do trabalho!\u201d, enquanto outras pessoas ao fundo exibem cartazes com mensagens de protesto. A manifesta\u00e7\u00e3o ocorre em um cen\u00e1rio urbano, com pr\u00e9dios ao redor.\n\" class=\"wp-image-19919 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-1024x613.webp 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-300x179.webp 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-768x459.webp 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-370x221.webp 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-270x162.webp 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-570x341.webp 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-740x443.webp 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao-150x90.webp 150w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Manifestacao.webp 1170w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Manifesta\u00e7\u00e3o contra a escala de trabalho 6&#215;1, com trabalhadores e ativistas exigindo melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e tempo para a vida pessoal, em ato realizado na Avenida Paulista. Foto: Letycia Bond\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, empresas que promovem uma cultura organizacional positiva, pautada no reconhecimento, no respeito e na valoriza\u00e7\u00e3o de seus colaboradores, t\u00eam obtido resultados significativos em engajamento e fideliza\u00e7\u00e3o. Essa abordagem \u00e9 particularmente relevante para as mulheres, que enfrentam desigualdades salariais, falta de oportunidades iguais e os desafios da dupla jornada. Pol\u00edticas de equidade de g\u00eanero, como incentivos para creches e programas de suporte, tamb\u00e9m s\u00e3o indispens\u00e1veis para mitigar essas dificuldades e criar um ambiente mais inclusivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um pa\u00eds onde milh\u00f5es de mulheres enfrentam a sobrecarga da dupla jornada, investir em alternativas que promovam equil\u00edbrio e qualidade de vida n\u00e3o \u00e9 apenas uma necessidade econ\u00f4mica, mas tamb\u00e9m um imperativo social. Ao adotar pr\u00e1ticas que valorizem o bem-estar dos trabalhadores, o Brasil poder\u00e1 se alinhar \u00e0s tend\u00eancias globais de trabalho e construir um mercado mais justo, produtivo e sustent\u00e1vel para todos.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Conte\u00fado produzido por Alice Sena, Aline Lima, Amanda Ara\u00fajo, Cec\u00edlia Rodrigues, Maria Eduarda Mussi e Luisa Cambraia sob a supervis\u00e3o da jornalista e professora Fernanda Sanglard na disciplina Apura\u00e7\u00e3o, Reda\u00e7\u00e3o e Entrevista.<\/pre>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Leia tamb\u00e9m<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/genero-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Os desafios para a igualdade de g\u00eanero no Brasil<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/a-lama-que-ainda-assombra-os-atingidos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>A lama que ainda assombra os atingidos<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rotina de trabalho sob o regime 6&#215;1 \u2014 seis dias trabalhados para um de descanso \u2014 \u00e9 uma realidade para milh\u00f5es de trabalhadores brasileiros. 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