{"id":16696,"date":"2024-07-01T14:46:37","date_gmt":"2024-07-01T17:46:37","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=16696"},"modified":"2024-07-03T15:30:23","modified_gmt":"2024-07-03T18:30:23","slug":"rap-em-bh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/rap-em-bh\/","title":{"rendered":"Rap em BH lida com marginaliza\u00e7\u00e3o e batalha por mudan\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n<p>Segundo <a href=\"https:\/\/www.otempo.com.br\/entretenimento\/bh-e-a-3-cidade-que-mais-ouve-rap-no-brasil-mc-cabelinho-e-o-mais-popular-1.3109902\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dados do Spotify, Belo Horizonte ostenta o t\u00edtulo de terceira cidade brasileira com maior apre\u00e7o pelo rap<\/a>. Nos sub\u00farbios, o movimento sonoro do rap em BH est\u00e1 redefinindo a paisagem musical da cidade. Os artistas mineiros BigMike e M$i Lp, integrantes do grupo Quinto Elemento, refor\u00e7am como o rap se tornou um ve\u00edculo de resist\u00eancia e manifesta\u00e7\u00e3o de identidade que ecoa pelas vielas da metr\u00f3pole, narrando as realidades e aspira\u00e7\u00f5es de uma gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O rap em Belo Horizonte nasceu como uma express\u00e3o aut\u00eantica da cultura urbana, refletindo as realidades, desafios e aspira\u00e7\u00f5es das comunidades na cidade. A \u00e1rea cultural mineira, em especial da capital, tem recebido frequentes e importantes registros na m\u00eddia nacional e internacional. Al\u00e9m da quantidade e da qualidade da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica belo-horizontina, tamb\u00e9m existe dinamismo na \u00e1rea, n\u00e3o apenas no que diz respeito ao surgimento de novos instrumentistas, cantores e grupos, mas tamb\u00e9m nos quesitos produ\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o. O mercado tem crescido e, cada vez mais, profissionais competentes e apaixonados se destacam nesse meio.<\/p>\n\n\n\n<p>A cena do rap em Belo Horizonte \u00e9 caracterizada pela diversidade, com artistas de diferentes origens \u00e9tnicas, sociais e culturais contribuindo para a riqueza do movimento. Das periferias aos bairros centrais da cidade, o rap serve como um canal para expressar a complexidade da vida urbana e promover a solidariedade entre as pessoas. \u201cO rap sempre foi um conjunto\u201d, relata M$i Lp, rapper belo-horizontino.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16703\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-768x576.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-370x278.jpg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-270x203.jpg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-570x428.jpg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-740x555.jpg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-80x60.jpg 80w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/21-150x113.jpg 150w\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/cultura\/2019\/06\/09\/interna_cultura,1060393\/conheca-quatro-talentos-que-projetam-nacionalmente-o-rap-de-minas.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">rap se tornou uma voz poderosa para os jovens da capital mineira<\/a>. N\u00e3o \u00e9 apenas um g\u00eanero musical, mas tamb\u00e9m uma forma de comunica\u00e7\u00e3o, de arte, que incorpora elementos de poesia, dan\u00e7a e tamb\u00e9m um estilo de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao descrever o rap, o rapper BigMike cita a express\u00e3o thug life, do cantor Tupac, usada constantemente por diversos artistas do ramo, que significa \u201c<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_GE8AtjVhfE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Hate U Give Little Infants Fucks Everybody<\/a>\u201d, traduzida para o portugu\u00eas como: \u201co \u00f3dio que voc\u00ea semeia para as crian\u00e7as, ferra todo o mundo\u201d. A frase \u00e9 por vezes traduzida para \u201cvida bandida\u201d, mas Tupac desmente tal ideia. O autor n\u00e3o relaciona thug com \u201ccriminoso\u201d, mas associa o termo aos desfavorecidos, pessoas que lutam por melhores oportunidades e querem acabar com a opress\u00e3o social. BigMike reconhece a influ\u00eancia norte-americana nos raps atuais, que trazem temas relevantes, como a luta da popula\u00e7\u00e3o negra contra a opress\u00e3o policial, muito presente nos EUA.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/cultura\/2023\/12\/6667877-kaemy-vence-duelo-nacional-de-mcs-e-conquista-premio-inedito.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Os eventos de rap, como shows ao vivo, batalhas de MCs e encontros culturais, s\u00e3o frequentes em Belo Horizonte<\/a>, proporcionando espa\u00e7os de express\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o para os artistas e f\u00e3s. Al\u00e9m disso, as redes sociais e plataformas de streaming t\u00eam ampliado o alcance e a visibilidade do rap local, permitindo que as vozes da cidade sejam ouvidas em todo o pa\u00eds e al\u00e9m. A relev\u00e2ncia do g\u00eanero, juntamente com a cultura de rua em Belo Horizonte, influencia a moda, a linguagem, e at\u00e9 mesmo as pol\u00edticas p\u00fablicas, assim como destaca BigMike: \u201cTem uns amigos meus que s\u00e3o mais classe m\u00e9dia e classe m\u00e9dia alta, que eles viram e disseram: \u2018ah eu gosto de rap, deixa eu conhecer\u2019. E quando eles entraram mudaram muito tudo neles, do rosto, da maneira de se vestir. N\u00e3o foi para aquele lado de querer ser favelado, foi que mudou a mente deles em rela\u00e7\u00e3o a tudo o que acontece na comunidade, a gente mostra a verdade pra eles, entendeu?\u201d. Nesse sentido, os artistas locais s\u00e3o reconhecidos n\u00e3o apenas por sua habilidade art\u00edstica, mas tamb\u00e9m por seu ativismo e engajamento comunit\u00e1rio, contribuindo para a constru\u00e7\u00e3o de uma cidade mais inclusiva e consciente.<\/p>\n\n\n\n<p>A marginaliza\u00e7\u00e3o do rap no Brasil \u00e9 um reflexo das desigualdades sociais e do preconceito enraizado na sociedade. Apesar de ser um dos g\u00eaneros musicais mais populares e influentes do pa\u00eds, o estilo musical enfrenta obst\u00e1culos significativos em sua busca por reconhecimento e legitimidade. Uma das principais formas de marginaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a estigmatiza\u00e7\u00e3o de suas letras e mensagens. Na maioria das vezes, as letras abordam quest\u00f5es como viol\u00eancia urbana, racismo, desigualdade social e injusti\u00e7a, refletindo realidades duras enfrentadas por muitas comunidades marginalizadas. Essas mensagens nem sempre s\u00e3o bem recebidas pela sociedade em geral, que as associa frequentemente a estere\u00f3tipos negativos e preconceituosos sobre a cultura das periferias.<\/p>\n\n\n\n<p>O rap tamb\u00e9m enfrenta dificuldades de acesso aos meios de comunica\u00e7\u00e3o tradicionais, como r\u00e1dio e televis\u00e3o. Muitas vezes, as r\u00e1dios comerciais e as grandes gravadoras t\u00eam pouco interesse em promover artistas desse ramo, favorecendo estilos musicais tidos como \u201cmais comerciais\u201d. Isso limita a exposi\u00e7\u00e3o e o alcance do movimento, dificultando a sua difus\u00e3o e reconhecimento. Outro aspecto da marginaliza\u00e7\u00e3o do estilo musical \u00e9 o baixo investimento e apoio institucional. Poucos recursos s\u00e3o destinados \u00e0 promo\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da cultura no geral, mas principalmente do rap, em n\u00edvel governamental, deixando os artistas muitas vezes \u00e0 margem do cen\u00e1rio cultural \u201coficial\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O preconceito racial e social tamb\u00e9m desempenha um papel significativo na marginaliza\u00e7\u00e3o do rap. Muitos artistas s\u00e3o jovens negros e moradores de comunidades perif\u00e9ricas, que enfrentam discrimina\u00e7\u00e3o e falta de oportunidades em outras esferas da sociedade. Apesar dos desafios, esse estilo musical continua a ser uma forma poderosa de express\u00e3o e resist\u00eancia para muitos jovens brasileiros. Big Mike lembra que o movimento tem quebrado barreiras para superar o preconceito: \u201cAcho que at\u00e9 mesmo por aquela quest\u00e3o cultural em que a m\u00eddia colocou o rap em tudo como uma forma criminosa. Mas isso vem mudando. At\u00e9 hoje, na minha igreja, tem um minist\u00e9rio s\u00f3 de rap. O minist\u00e9rio est\u00e1 crescendo. Um minist\u00e9rio que hoje s\u00e3o 15, 20 pessoas, todo dia a gente se encontra, conversa, comp\u00f5e, entendeu?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O artista BigMike traz \u00e0 luz a realidade da periferia brasileira, quando relata a forma que a m\u00fasica foi um dos fatores respons\u00e1veis pela mudan\u00e7a no curso de sua vida, assim como M$i Lp, que conta como sua entrada no rap influenciou para que ele tivesse hoje seu pr\u00f3prio empreendimento. O rapper entende que a m\u00fasica \u00e9 uma oportunidade de enxergar outras possibilidades, algo que pode trazer diferentes perspectivas \u00e0s pessoas que foram levadas a pensar de uma forma limitada.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro da periferia, muitos artistas se desenvolvem. Deste meio, em Belo Horizonte, surgiram grandes artistas extremamente relevantes para o cen\u00e1rio musical, como os artistas Djonga, WS da Igrejinha, Mc Rick e Sidoka. Outro exemplo de sucesso mineiro \u00e9 o famoso MTG, g\u00eanero caracterizado pela \u201cmontagem\u201d musical, que cresceu muito na capital e hoje faz sucesso em todo o Brasil. BigMike destaca WS da Igrejinha como um exemplo de for\u00e7a do MTG, trazendo novidades para o cen\u00e1rio art\u00edstico: \u201cEle buscou conhecimento para criar aquilo e hoje t\u00e1 a\u00ed como t\u00e1 n\u00e9. [\u2026] Pro MTG de BH estar assim hoje, foi ele quem viu ali como um princ\u00edpio que abriu as portas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As m\u00fasicas s\u00e3o citadas e compartilhadas em m\u00eddias sociais, em manifesta\u00e7\u00f5es de rua e em debates p\u00fablicos, ampliando seu alcance e impacto para al\u00e9m dos limites do g\u00eanero musical. O rap desafia as normas sociais e amplifica as vozes daqueles que s\u00e3o silenciados, oferecendo uma perspectiva aut\u00eantica e muitas vezes crua sobre as realidades enfrentadas por muitas comunidades marginalizadas<\/p>\n\n\n\n<p>Existem crit\u00e9rios objetivos que podem ser considerados ao avaliar a qualidade de um rap. BigMike destaca que pode sim existir \u201crap ruim\u201d e discorre sobre a falta de originalidade nas letras ou na batida, resultando em uma m\u00fasica gen\u00e9rica e pouco inspiradora. Al\u00e9m disso, a falta de habilidade t\u00e9cnica por parte dos artistas, tanto na composi\u00e7\u00e3o das letras quanto na execu\u00e7\u00e3o do rap, pode prejudicar a qualidade da m\u00fasica. Quest\u00f5es como dic\u00e7\u00e3o inadequada, falta de flow (fluxo) ou ritmo desajeitado podem comprometer a experi\u00eancia auditiva. J\u00e1 M$i Lp conta que acredita n\u00e3o haver rap ruim, pois toda arte tem um p\u00fablico e a opini\u00e3o de cada consumidor da m\u00fasica \u00e9 pessoal, por\u00e9m, quando se trata de produ\u00e7\u00e3o musical sua vis\u00e3o \u00e9 semelhante a de BigMike, pois, dessa forma, eles avaliam as m\u00fasicas tecnicamente. Outro aspecto que pode levar um rap a ser considerado ruim \u00e9 a falta de autenticidade e honestidade nas letras. O estilo \u00e9 frequentemente valorizado por sua capacidade de transmitir experi\u00eancias de vida reais e abordar quest\u00f5es sociais relevantes, entretanto, quando as letras s\u00e3o superficiais, desonestas ou simplesmente carecem de significado, isso pode afetar negativamente a percep\u00e7\u00e3o da qualidade da m\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 not\u00e1vel que tamb\u00e9m existem artistas que, ao encontrarem uma \u201cf\u00f3rmula\u201d de sucesso, usam isso ao seu favor e, a longo prazo, pode tornar-se um tipo de m\u00fasica gen\u00e9rica e at\u00e9 sem tanta personalidade, por se atender mais ao que \u00e9 aceito pelo p\u00fablico geral do que se comunicar com sua voz de protesto e contra a cultura dominante.<\/p>\n\n\n\n<p>O futuro do rap \u00e9 muito incerto. M$i Lp acredita que o estilo ainda vai permanecer como resist\u00eancia. As discrep\u00e2ncias sociais, para ele, permanecer\u00e3o existindo, e o rap, por ser envolto nessa quest\u00e3o, vai continuar expressando, de maneira ousada e po\u00e9tica, os gritos entalados de uma sociedade marginalizada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A origem do Rap <\/h2>\n\n\n\n<p>O Rap surgiu na Jamaica, na d\u00e9cada de 60, e logo foi levado aos Estados Unidos, na d\u00e9cada de 70. Foi inicialmente valorizado nos bairros pobres de Nova Iorque, onde os jovens de origem negra e hisp\u00e2nica em busca de uma sonoridade diferente, deram um novo impulso e significado ao estilo musical. A sigla RAP vem do ingl\u00eas \u201crhythm and poetry\u201d, que na tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas significa \u201critmo e poesia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O Rap no Brasil <\/h3>\n\n\n\n<p>No Brasil, o rap surgiu em S\u00e3o Paulo, na d\u00e9cada de 80. Era considerado um estilo de m\u00fasica violento, t\u00edpico da periferia, sendo reprimido pela sociedade da \u00e9poca. \u00c9 apenas uma d\u00e9cada depois que esse estilo musical come\u00e7a a ganhar for\u00e7a nas r\u00e1dios e na ind\u00fastria fonogr\u00e1fica.<\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros rappers a terem sucesso foram o DJ Hum e Thayde. Depois deles, vieram nomes como Racionais MCs, Planet HEmp, Pavilh\u00e3o 9, Detentos do Rap, Cambio Negros, Xis &amp; Dentinho e Gabriel, O Pensador, que at\u00e9 hoje \u00e9 uma refer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m aqui come\u00e7a a ser usado e misturado com outros estilos e g\u00eaneros musicais, como, por exemplo, o movimento manguebeat, em que est\u00e1 presente na m\u00fasica de Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi e at\u00e9 com ritmos tradicionais brasileiros, como o samba, que muitas vezes \u00e9 encontrado em pontes nas m\u00fasicas atuais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>O rap cresceu na d\u00e9cada de 90 na uni\u00e3o, onde o 509-E, o Racionais, todo mundo ali se ajudava. Se voc\u00ea pegar o contexto hist\u00f3rico ali o Mano Brown fazia alguns beats pro 509-E, entendeu? Sabotage tamb\u00e9m estava ali no meio com todo mundo, e hoje n\u00e3o \u00e9 assim. Hoje, querendo ou n\u00e3o, \u00e9 um por um. \u00c9 triste falar isso\u201d<\/p>\n<cite>BigMike<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Atualmente, o rap no Brasil \u00e9 muito relevante para o cen\u00e1rio musical, vencendo preconceitos e superando os desafios da periferia ao alcan\u00e7ar o grande p\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conhe\u00e7a rappers mineiros<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"349\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-1024x349.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16701\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-1024x349.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-300x102.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-768x262.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-1536x524.jpg 1536w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-2048x699.jpg 2048w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-370x126.jpg 370w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-270x92.jpg 270w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-570x194.jpg 570w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-740x252.jpg 740w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/2.1-150x51.jpg 150w\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Da esquerda para a direita: Sidoka; M$i Lp; BigMike; Djonga. <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Confira a entrevista com o rapper BigMike:<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista com rapper BigMike - de BH para o mundo\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SqK4TEypuJA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Reportagem produzida por Beatriz Pena, Oade Zimer, Stella Maya e Maria Fernanda Navarro, sob a supervis\u00e3o do professor Vin\u00edcius Borges, para a disciplina Apura\u00e7\u00e3o, Reda\u00e7\u00e3o e Entrevista. <\/pre>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/belo-horizonte-a-casa-do-duelo-de-mcs-nacional\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Belo Horizonte: a casa do Duelo de MC\u2019s Nacional<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Movimento \u00e9 vers\u00e1til e mant\u00e9m di\u00e1logo com a cultura perif\u00e9rica<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":16704,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[177,220,407],"class_list":["post-16696","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","tag-belo-horizonte","tag-musica","tag-rap"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Rap em BH lida com marginaliza\u00e7\u00e3o e batalha por mudan\u00e7as - Colab<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Rap em BH \u00e9 vers\u00e1til e mant\u00e9m di\u00e1logo com a cultura perif\u00e9rica. 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