{"id":15939,"date":"2024-03-18T16:36:31","date_gmt":"2024-03-18T19:36:31","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=15939"},"modified":"2024-07-01T14:06:42","modified_gmt":"2024-07-01T17:06:42","slug":"entrevista-escritora-lavinia-rocha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/entrevista-escritora-lavinia-rocha\/","title":{"rendered":"Lav\u00ednia Rocha: escritora, palestrante, professora, influenciadora"},"content":{"rendered":"\n<p>Sentada em um c\u00f4modo de extrema particularidade, a escritora Lav\u00ednia Rocha se mostrou desinibida em falar sobre si. Com in\u00fameros sorrisos repletos de nostalgia, contou sobre o in\u00edcio de sua carreira, quando tinha apenas 11 anos: \u201cEnt\u00e3o era uma brincadeira assim, de crian\u00e7a mesmo\u201d. Uma crian\u00e7a florescendo em uma mulher de 26 anos. Entre as hist\u00f3rias de inf\u00e2ncia, a busca pela estabilidade e os planos para o futuro, conhecemos o lado vulner\u00e1vel da menina-mulher.<\/p>\n\n\n\n<p>A educa\u00e7\u00e3o tem grande influ\u00eancia na mulher e na profissional que Lav\u00ednia se tornou.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>E a\u00ed eu fui essa crian\u00e7a apoiada pelos pais, apoiada pela fam\u00edlia, apoiada pela escola, apoiada pela bibliotec\u00e1ria, apoiado pelos professores.<\/p>\n<cite>Lav\u00ednia Rocha, escritora<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O est\u00edmulo recebido dentro de casa e da escola fez com que seu amor e desejo pela cultura e pela arte aflorasse. Com uma m\u00e3e professora, ela sempre se viu em uma carreira no meio da educa\u00e7\u00e3o, como bibliotec\u00e1ria, palestrante, professora e escritora. Lav\u00ednia foi uma crian\u00e7a que teve a virtude de criar e imaginar.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, Rocha n\u00e3o pensava que suas hist\u00f3rias de crian\u00e7a se tornariam livros: &#8220;eu nem sabia que dava para fazer isso&#8221;. As hist\u00f3rias se referiam ao que ela vivia e gostaria de viver. Sua imagina\u00e7\u00e3o n\u00e3o possu\u00eda limites e o apoio a essas cria\u00e7\u00f5es se mantinha firme. &#8220;Eu sempre fui uma crian\u00e7a que criava muito e que precisava colocar para fora essas cria\u00e7\u00f5es&#8221;, lembrou. A autora n\u00e3o ousava pensar que a realidade, na qual se insere hoje, seria poss\u00edvel de ser alcan\u00e7ada. Tudo era apenas uma fantasia impensada at\u00e9 que as hist\u00f3rias que criava foram levadas at\u00e9 sua prima e amiga. Nesse momento, tudo se tornou um sonho, n\u00e3o apenas seu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Autora desde crian\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>Aos 11 anos, Lav\u00ednia publicou, de forma independente, seu primeiro livro: <a href=\"https:\/\/laviniarocha.com.br\/um-amor-em-barcelona\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cUm amor em Barcelona\u201d<\/a>. \u201cQuem pagou a publica\u00e7\u00e3o e tudo foram os meus pais. Eles sempre me apoiando\u201d. Caindo em uma realidade extremamente burocr\u00e1tica, diversos pensamentos negativos se fizeram presentes, como a falta de idade, de viv\u00eancias e de conhecimento. O apoio e seus anseios n\u00e3o deixaram com que a fr\u00e1gil crian\u00e7a desistisse. Uma escolha que se mostrou certeira. Em 2010, a editora D&#8217;Pl\u00e1cido encontrou e investiu no talento da autora, quando ela tinha 13 anos. Assim se deu o relan\u00e7amento do livro \u201cUm amor em Barcelona\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 interessante pensar na Lav\u00ednia que come\u00e7ou a atuar como palestrante aos 13 anos. Independente da pouca idade, ela possu\u00eda muito o que dizer e era escutada enquanto falava de sua primeira obra Atualmente, a autora contabiliza uma passagem em mais de 200 escolas, e reflete que escolher a educa\u00e7\u00e3o foi uma decis\u00e3o sensata.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao falar sobre as inspira\u00e7\u00f5es, Lav\u00ednia contou como muita coisa mudo no momento em que entrou para a faculdade de hist\u00f3ria, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): \u201cEu lembro quando eu entrei na faculdade. \u00c9 esse movimento, momento de movimentos sociais, de descoberta do movimento negro e tal, e da minha identidade. Eu comecei a buscar refer\u00eancias negras, ent\u00e3o hoje eu tenho. Eu me apoio muito em algumas hist\u00f3rias e em algumas escritoras que s\u00e3o muito importantes para mim. Primeiro a Concei\u00e7\u00e3o Evaristo e a Carolina Maria de Jesus, que s\u00e3o duas escritoras mineiras\u201d. Quando crian\u00e7a, ela sentia falta de sentir representada. Hoje busca se inspirar em pessoas com as quais se identifica, nos quesitos ra\u00e7a e ideologia. Ela busca trazer isso consigo, principalmente em seus livros: levar essa representatividade, que em sua inf\u00e2ncia sentiu falta, a outras crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio de sua jornada na universidade, Lav\u00ednia percebeu que tudo que envolvia o curso de ci\u00eancias sociais, curso de sua escolha inicial, era puramente acad\u00eamico e isso n\u00e3o era o seu desejo. Ao largar o curso se sentiu perdida, mas logo percebeu que o ambiente escolar era sua paix\u00e3o e decidiu segui-la. Apaixonada pela mat\u00e9ria de hist\u00f3ria quando era apenas uma colegial, decidiu que gostaria de estar em outro espa\u00e7o, saindo do lugar de quem aprende para o de quem ensina. Ela, ent\u00e3o, decidiu cursar hist\u00f3ria:&#8221;Eu entrei muito desanimada, mas logo no primeiro semestre eu me apaixonei, eu fui me apaixonando mais a cada semestre&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Representatividade <\/h2>\n\n\n\n<p>Com um semblante nost\u00e1lgico, a autora afirmou que seu livro mais pessoal \u00e9 <a href=\"https:\/\/laviniarocha.com.br\/entre-3-mundos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cEntre 3 Mundos\u201d<\/a>. Por conta de tal pessoalidade, a escritora criou a personagem fisicamente parecida com ela, assim como tamb\u00e9m trouxe um pouco de sua jornada e seu processo de descoberta sobre sua identidade. A trilogia aborda assuntos que Lav\u00ednia foi entender que faziam parte de quem ela era e desejava ser na faculdade. Lisa, a personagem principal da trilogia, \u00e9 tudo aquilo que a artista desejava ver na literatura que consumia: &#8220;Eu queria me ver, ent\u00e3o eu imaginava a personagem parecida comigo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Lav\u00ednia ergueu seu bra\u00e7o \u00e0 frente, em um local que a pouca visualiza\u00e7\u00e3o da c\u00e2mera n\u00e3o permitia ser visto. Ao retornar com o bra\u00e7o, ela soltou uma gargalhada curta e contagiante. Em suas m\u00e3os, um exemplar de \u201cEntre 3 mundos\u201d, com sua nova capa. Ela balan\u00e7ou levemente o livro e voltou seu foco a ele. Ap\u00f3s ter a certeza que seus ouvintes o viram, ela o recolocou no lugar. No in\u00edcio, a autora reflete que seu desejo de representatividade foi completamente ego\u00edsta. Por\u00e9m, com o reconhecimento do livro, muitas garotas negras demonstraram estar necessitadas de tal representatividade, se tornando uma luta de Lav\u00ednia, n\u00e3o apenas por ela mesma, mas por todos.<\/p>\n\n\n\n<p>A personagem Lisa foi se entendendo como uma garota negra e aceitando sua identidade racial. O livro se tornou uma trilogia, mesmo sem planejamento para tal, desde seu in\u00edcio. A obra foi reescrita e relan\u00e7ada com novas capas. Nessa nova escrita, Lav\u00ednia mergulha em si pr\u00f3pria. A mulher reencontra sua menina, aquela que um dia foi, agora mais madura e consciente sobre o que deseja ser e passar aos leitores. &#8220;Eu trouxe algumas abordagens que eu achava que precisavam ser mais esclarecidas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A literata se aproveita de tudo em suas hist\u00f3rias. &#8220;Eu me inspiro nas coisas que acontecem ao meu redor, n\u00e3o s\u00f3 na minha vida&#8221;. Ser observadora foi e \u00e9 essencial para a constru\u00e7\u00e3o de suas narrativas. Elas s\u00e3o feitas por pequenas constru\u00e7\u00f5es e recortes de tudo que as pessoas \u00e0 sua volta, principalmente as queridas, est\u00e3o vivendo. Homenagens aos outros e a si mesma s\u00e3o feitas com recorr\u00eancia: \u201cTodas as minhas protagonistas t\u00eam L no nome, porque todas elas carregam um pouquinho de mim\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de inspira\u00e7\u00f5es no que escrever, ela tamb\u00e9m compreende que possui fortes est\u00edmulos na forma de escrever. Algumas ideias e pensamentos que surgiram e surgem s\u00e3o recortes de tudo e todos \u00e0 sua volta, em cada pequeno detalhe. As refer\u00eancias, mesmo que sendo de forma inconsciente, eram fortes e percept\u00edveis e transformaram a Lav\u00ednia leitora em uma escritora.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o processo de crescimento pessoal pelo qual ela passou, suas inspira\u00e7\u00f5es mudaram e evolu\u00edram, assim como sua busca por conhecimento e identifica\u00e7\u00e3o diante da literatura. Em uma perspectiva jovem e contempor\u00e2nea, ela cita Jade Arrais, escritora cearense de 32 anos. J\u00e1 no campo da escrita voltado \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ela apresentou Bell Hooks, dando \u00eanfase ao seu livro \u201cEnsinando a Rransgredir\u201d: \u201cPara mim \u00e9 um livro obrigat\u00f3rio para todo professor\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um olhar distante, ela cita Elizabeth Azevedo, uma autora que \u00e9 de duas nacionalidades, dominicana e norte-americana, e que tem como foco de escrita o fato de ser afro-latina nos Estados Unidos. O desejo de entender mais sobre outras culturas a fez voltar para uma literatura que n\u00e3o fosse a da Am\u00e9rica ou a Europeia. Se vendo, perante isso, frente a frente com a literatura nigeriana: &#8220;Eu gosto muito de escritores como <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pxe92zWOotE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Chimamanda Ngozi Adichie<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.taglivros.com\/blog\/quem-foi-buchi-emecheta-a-influente-escritora-nigeriana-recem-lancada-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Buchita Emecheta<\/a>, que v\u00e3o trazer refer\u00eancias da \u00c1frica, principalmente a Nig\u00e9ria&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A intera\u00e7\u00e3o com as novas leituras, para Lav\u00ednia e as amigas, era ler algo que as engrandecesse. Com esse pensamento, iniciaram uma busca ativa por livros que cont\u00e9m representatividade negra, feito por autores negros. A partir dessa entrada em um forte movimento negro, na literatura, na faculdade e em outras ocasi\u00f5es, a autora foi criando la\u00e7os com outras pessoas que possu\u00edam, assim como ela, uma \u00e2nsia desenfreada por conhecimento e representatividade. &#8220;A gente tem um grupo chamado quilombinho, temos um livro juntas tamb\u00e9m, eu, a Solange Chioro, a Lorrane Fortunato e a Ol\u00edvia Pilar&#8221;. Grupo do qual ela fala com muito carinho, demonstrando ser uma comunh\u00e3o n\u00e3o apenas para a escrita, como tamb\u00e9m nas quest\u00f5es di\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Lav\u00ednia Rocha \u00e9 reconhecida por escrever livros infantis. Quando aceitou o convite para ser uma das escritoras de uma colet\u00e2nea com tem\u00e1ticas adultas, a autora, refletiu sobre como isso poderia chegar ao p\u00fablico infantil. Desejando escrever mais coisas voltadas para o p\u00fablico adulto, com o qual tamb\u00e9m se identificava, ela decidiu criar um pseud\u00f4nimo: &#8220;Quero separar o p\u00fablico&#8221;. Assim foi criada Lia Rocha.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Priorizando a sa\u00fade mental<\/h2>\n\n\n\n<p>Com uma risada nervosa e movimentos agitados, Lav\u00ednia demonstrou a vontade de colocar sua sa\u00fade mental como prioridade: as carreiras de professora, palestrante, escritora e influenciadora digital t\u00eam sido complexas demais para ela, sozinha, tomar a frente. \u201cEu n\u00e3o dou conta. Est\u00e1, de fato, atrapalhando a minha sa\u00fade, ent\u00e3o eu preciso diminuir o meu ritmo\u201d. Para lhe auxiliar, ela possui uma ag\u00eancia que cuida de sua carreira como escritora e outra que cuida de seu lado influenciadora: \u201cA ideia da ag\u00eancia \u00e9 te deixar criando. Eles cuidam da parte burocr\u00e1tica para voc\u00ea criar\u201d. Mesmo com o aux\u00edlio de profissionais, a jovem deseja participar de todo o processo: \u201cNossa gente, foi uma luta at\u00e9 eu conseguir abrir m\u00e3o disso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos 13 anos de carreira como escritora, atualmente, Lav\u00ednia \u00e9 reconhecida como \u201ca professora do v\u00eddeo\u201d, j\u00e1 que viralizou nas redes uma filmagem de uma aula em que ela ensina sobre o continente africano. Muitas pessoas a conhecem por causa dessa postagem, mesmo que ela tenha apenas dois anos de sala de aula. \u201cHoje eu sou mais conhecida como professora do que como escritora\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Lav\u00ednia se mexeu na cadeira, se ajeitando de modo que ficasse mais confort\u00e1vel, para falar sobre seu processo de cria\u00e7\u00e3o: \u201cEu tenho um processo criativo que \u00e9 muito livre\u201d. Descrevendo suas rela\u00e7\u00f5es com alguns amigos presentes no ramo liter\u00e1rio, ela brincou com alguns termos espec\u00edficos desse meio, se considerando uma jardineira, enquanto coloca duas de suas amigas nas posi\u00e7\u00f5es de arquiteta e paisagista.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Eu sou jardineira, aquela que planta a sementinha e deixa crescer; ela \u00e9 arquiteta, aquela que planeja tudo antes de come\u00e7ar a escrever. Tenho uma amiga que \u00e9 paisagista, que est\u00e1 no meio.<\/p>\n<cite>Lav\u00ednia Rocha<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Sabendo da possibilidade de ser motivo de susto entre seus f\u00e3s, ela disse que suas hist\u00f3rias n\u00e3o s\u00e3o planejadas. Lav\u00ednia prefere pensar sobre aquele ponto da narrativa no momento em que for escrev\u00ea-lo. Essa \u00e9 uma caracter\u00edstica referente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de personagens, locais e at\u00e9 mesmo conflitos: \u201cGosto que eu vou escrevendo e descobrindo, ent\u00e3o eu gosto muito daquele processo de ir descobrindo quem \u00e9 esse personagem\u201d. Por conta das descobertas, ela classifica o in\u00edcio das hist\u00f3rias como sua parte favorita na produ\u00e7\u00e3o do livro, j\u00e1 o desenvolvimento e a conclus\u00e3o s\u00e3o sempre como barreiras: \u201cEu acho sempre muito dif\u00edcil\u201d. Lav\u00ednia considera que ser geminiana a faz mudar rapidamente de ideia, assim colocando empecilhos no decorrer das narrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>A escritora possui o olhar de uma sonhadora. O caracter\u00edstico brilho nos olhos indica todo o carinho que ela possui por suas obras e seus planejamentos futuros. N\u00e3o apenas de escrita ela alimenta seus planos. Eles v\u00e3o al\u00e9m e alcan\u00e7am o audiovisual. Como em sua inf\u00e2ncia, ela se espelha e inspira em Thalita Rebou\u00e7as, uma das escritoras pioneiras em levar suas obras para o cinema. Ela enfatiza o processo de dar voz e imagens para os livros nacionais: \u201cHoje o mercado desse setor, do audiovisual, tem se aberto mais para literatura nacional\u201d. Essa visibilidade faz com que ela sinta esperan\u00e7osa, ainda assim a autora v\u00ea a realidade de hoje, nesse \u00e2mbito, como algo complexo e nichado, \u201cgeralmente s\u00e3o livros que s\u00e3o muito famosos\u201d. Al\u00e9m do preconceito enraizado na sociedade brasileira, fazendo com que essa oportunidade chegue primeiro a autores brancos, com pouca ou nenhuma diversidade racial em seus livros. Para depois alcan\u00e7ar autores brancos que escrevem sobre protagonismo negro, para apenas ap\u00f3s todas essas etapas chegar a autores negros com protagonismo liter\u00e1rio negro. \u201cAssim que a cadeia vai chegando\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao pensar sobre o futuro ela reflete sobre o que gosta de consumir e o que gostaria de produzir, \u201ceu quero muito trabalhar com romance hist\u00f3rico, porque, poxa, eu sou escritora e sou historiadora, \u00e9 o prato cheio para poder fazer\u201d. A falta de representatividade se fez novamente presente em sua vis\u00e3o, um ponto importante na hist\u00f3ria do Brasil foi a escravid\u00e3o e mesmo sendo um tema como palco de diversas discuss\u00f5es ainda \u00e9 um ponto pouco abordado em fic\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, principalmente nos romances. Assim como tamb\u00e9m n\u00e3o se tem muitos autores brasileiros escrevendo romance hist\u00f3rico, como inspira\u00e7\u00e3o para tal vontade ela cita Paola Aleksandra, \u201cela \u00e9 um amor, um amor de pessoa, ent\u00e3o eu fiquei com mais vontade de ler o livro dela\u201d, apesar de nunca ter lido os livros da autora, Lav\u00ednia, a cita e se mostra engrandecida com o trabalho e personalidade de Paola. Sua vontade se mostra cada vez mais crescente, \u201ceu gosto muito e eu acho que a gente tem que pensar a hist\u00f3ria do Brasil, ent\u00e3o eu quero falar sobre isso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Esse conte\u00fado foi produzido por Gabrielle Moreira Guimar\u00e3es, Lais Milagres Peregrino, Nicollas Kevin Rodrigues Silva, Thiago Correa dos Santos Marinho com a supervis\u00e3o do professor Vin\u00edcius Borges.<\/pre>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/joana-suarez-o-rosto-do-jornalismo-independente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Joana Suarez: o rosto do jornalismo independente<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/ariene-susui-ativismo-e-protagonismo-indigena-no-jornalismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ariene Susui: ativismo e protagonismo ind\u00edgena no jornalismo<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A educa\u00e7\u00e3o tem grande influ\u00eancia na mulher e na profissional que Lav\u00ednia Rocha se tornou<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":16051,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1760],"tags":[367,1754,1761,1021],"class_list":["post-15939","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-perfil","tag-entrevista","tag-escritora","tag-influenciadora","tag-perfil"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Perfil: Lav\u00ednia Rocha - Colab<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"A escritora Lav\u00ednia Rocha se mostra desinibida em falar sobre si. 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