{"id":14909,"date":"2023-09-04T10:48:28","date_gmt":"2023-09-04T13:48:28","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=14909"},"modified":"2023-09-04T10:48:50","modified_gmt":"2023-09-04T13:48:50","slug":"economia-do-cuidado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/economia-do-cuidado\/","title":{"rendered":"Economia do cuidado desafia as an\u00e1lises econ\u00f4micas tradicionais"},"content":{"rendered":"\n<p>Em novembro de 2022, a Comiss\u00e3o de Defesa dos Direitos da Mulher, da C\u00e2mara dos Deputados, aprovou o <strong>Projeto de Lei (PL) 2647\/2021<\/strong>, que prop\u00f5e a<strong> contabiliza\u00e7\u00e3o da dedica\u00e7\u00e3o ao cuidado dos filhos como tempo de servi\u00e7o para fins de aposentadoria<\/strong>, alterando a regulamenta\u00e7\u00e3o dos Planos de Benef\u00edcios da Previd\u00eancia Social. Para entrar em vigor, a proposta ainda precisa ser analisada por outras inst\u00e2ncias e ir \u00e0 vota\u00e7\u00e3o no plen\u00e1rio, mas a entrada da discuss\u00e3o no radar do poder p\u00fablico j\u00e1 representa a <strong>emerg\u00eancia de uma abordagem que desafia as fronteiras tradicionais da an\u00e1lise econ\u00f4mica: a Economia do Cuidado<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O termo \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o de <em>Economy Care<\/em>, express\u00e3o criada pela cientista pol\u00edtica Joan Tronto, em 1993, para designar todo tipo de trabalho, remunerado ou n\u00e3o, motivado pelo objetivo de melhorar a vida de outras pessoas. No contexto da economia contempor\u00e2nea, a <strong>Economia do Cuidado surge como um conceito inovador que lan\u00e7a luz sobre o trabalho de cuidado n\u00e3o remunerado, caracterizando-o como fundamental para o bem-estar social<\/strong>. Reconhece-se, portanto, a complexidade e o longo per\u00edodo gasto com afazeres como preparar refei\u00e7\u00f5es, limpar e organizar a casa, comprar mantimentos e lavar, estender e guardar roupas. H\u00e1 ainda o cuidado com crian\u00e7as e\u00a0<a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/envelhecimento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">idosos<\/a>, que envolve uma s\u00e9rie de outras tarefas que podem fazer parte da vida dos respons\u00e1veis durante muitos anos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Economia do cuidado em estat\u00edsticas<\/h4>\n\n\n\n<p>A Pesquisa Nacional por Amostras de Domic\u00edlios Continuada, realizada em 2019 pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), indicou que, na semana da coleta dos dados, mais de 75% das entrevistadas afirmaram ter realizado atividades relacionadas ao cuidado com crian\u00e7as e idosos: auxiliar nos cuidados pessoais e atividades educacionais, monitorar ou fazer companhia dentro do domic\u00edlio e transportar ou acompanhar para a escola, consultas m\u00e9dicas, exames, atividades sociais etc. Nos primeiros meses de vida de uma crian\u00e7a, soma-se, ainda, a ocupa\u00e7\u00e3o com o aleitamento materno. A partir de dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), \u00e9 poss\u00edvel estimar que s\u00e3o gastas 650 horas com a amamenta\u00e7\u00e3o at\u00e9 que o beb\u00ea atinja os seis meses \u2013 a OMS indica que a alimenta\u00e7\u00e3o seja exclusivamente de leite materno at\u00e9 essa idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A economista e pesquisadora Simone Wajnman esclarece mais sobre o tema na entrevista abaixo:<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quando falamos de economia do cuidado, existe um perfil espec\u00edfico de quem desenvolve esse tipo de trabalho? Quais s\u00e3o as caracter\u00edsticas que definem esse perfil?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Isso. S\u00e3o de fato as mulheres, muito mais do que os homens. Isso \u00e9 algo que, historicamente, as mulheres ganharam &#8211; eu diria pior: elas ficaram muito identificadas ou relegadas a um trabalho que \u00e9 tido como de pouco valor, que \u00e9 o da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse trabalho, embora seja um trabalho de produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 visto como uma produ\u00e7\u00e3o que n\u00e3o seria econ\u00f4mica. Mas essa ideia tem mudado ao longo do tempo: \u00e9 exatamente para que toda produ\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica exista, que \u00e9 preciso que as pessoas sejam cuidadas. Ali\u00e1s, para que elas cheguem a uma idade ativa, precisam ter sido cuidadas, pois, se n\u00e3o forem, n\u00e3o chegam nem ao primeiro dia de vida vivas &#8211; que dir\u00e1 aos primeiros anos ou \u00e0 idade em que sejam independentes e comecem a se qualificar para que, um dia, venham a se tornar pessoas economicamente produtivas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, essa ideia de que trabalho de cuidado n\u00e3o \u00e9 parte da economia \u00e9 uma ideia que cada vez mais vem sendo superada. Mas, de fato, ao longo da hist\u00f3ria, o que se desenvolveu como proveitoso para as fam\u00edlias foi uma ideia de que o trabalho fosse especializado. Ent\u00e3o, os homens se especializaram na produ\u00e7\u00e3o de renda, de bens, para servir \u00e0s necessidades da fam\u00edlia, e as mulheres ficariam com a produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica, ou seja, tudo aquilo do \u00e2mbito da fam\u00edlia, e os homens, aquilo que estaria no ambiente externo ao de seus domic\u00edlios. Ent\u00e3o, o homem, seria <em>breadwinner\u00a0<\/em>e as mulheres t\u00eam o papel da\u00a0<em>female caretaker.\u00a0<\/em>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Miniss\u00e9rie: O que elas querem? Ep. 4 - Economia do cuidado com Ma\u00edra Liguori\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LImgKBrV9uA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">Epis\u00f3dio do podcast &#8220;Mamilos&#8221; sobre Economia do Cuidado.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quais atividades voc\u00ea definiria como as mais desenvolvidas, pensando nos perfis que voc\u00ea trouxe das mulheres, al\u00e9m do cuidado da casa?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Tudo aquilo que implica cuidar das pessoas. Na realidade, a gente caracteriza, na economia do cuidado de hoje, o <strong>cuidado como uma dimens\u00e3o multifacetada que tem v\u00e1rios tipos de atividade envolvidas<\/strong>. Se a gente puder decompor essas atividades em dois grandes grupos, essas atividades seriam os cuidados diretos e os indiretos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os diretos s\u00e3o aqueles que as pessoas cuidam diretamente de uma outra, normalmente algu\u00e9m dependente. \u00c9 um trabalho que exige uma intensidade grande, um contato enorme com a outra pessoa, e est\u00e1 ligado \u00e0 incapacidade dessa pessoa de realizar outras tarefas. Por exemplo: uma crian\u00e7a que n\u00e3o come sozinha, n\u00e3o anda, n\u00e3o pode fazer absolutamente nada, ela precisa de algu\u00e9m que esteja diretamente ocupada com essas atividades para ela. Da mesma maneira vai acontecer com uma pessoa idosa, \u00e0 medida em que ela perde capacidades, ou com qualquer adulto com o advento de algum fato novo que fa\u00e7a com que perca capacidades, mesmo que temporariamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cuidados indiretos s\u00e3o aqueles que n\u00e3o est\u00e3o envolvidos com algu\u00e9m especificamente, mas que beneficiam um grupo grande de pessoas, n\u00e3o necessariamente dependentes. Por exemplo: se eu estou aqui na minha casa e falo que vou fazer jantar para todo mundo, eu estou cuidando de pessoas que n\u00e3o s\u00e3o dependentes, n\u00e3o necessitam disso para sobreviver, mas facilita a vida delas e isso \u00e9 uma transfer\u00eancia de tempo que fa\u00e7o para esse pessoal. Todos esses cuidados t\u00eam um custo impl\u00edcito. O que seria esse custo? Esse tempo que estou dedicando a cuidar das pessoas eu poderia estar fazendo algo remunerado, por\u00e9m, n\u00e3o estou. <\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, afinal de contas quanto custa esse meu tempo? E a\u00ed est\u00e1 a invisibilidade de cuidados, estou fazendo por amor, mas tem um envolvimento de tempo real que poderia estar desenvolvendo alguma outra tarefa e que outras pessoas que est\u00e3o se beneficiando desse meu cuidado est\u00e3o usando para fazer algo que reverte em rendimento para elas. Ent\u00e3o, precisamos, e isso que \u00e9 o que a economia do cuidado faz, \u00e9 visibilizar o custo desse cuidado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Em uma pesquisa na plataforma Vale do Cuidado, realizada pelo <a href=\"https:\/\/thinkolga.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Think Olga<\/a>, eles dizem que a mulher gasta 61 horas por semana nesses trabalhos n\u00e3o remunerados. Fica o questionamento, que at\u00e9 voc\u00ea mesmo trouxe: qual seria a remunera\u00e7\u00e3o ideal para essas pessoas?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Temos v\u00e1rias estrat\u00e9gias de como mensurar esse tempo, pois \u00e9 disso que a economia do cuidado trata: visibilizar esse trabalho que \u00e9 econ\u00f4mico, j\u00e1 que n\u00e3o existe produ\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica caso n\u00e3o haja esse cuidado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para dar essa visibilidade, precisa-se saber quanto custa e as duas maneiras mais convencionais s\u00e3o a de custo de oportunidade e a de custo substituto. A de oportunidade funciona da seguinte forma: quanto eu poderia estar ganhando caso estivesse usando esse tempo que estou cuidando de minha fam\u00edlia fazendo um trabalho remunerado? A outra estrat\u00e9gia \u00e9 de quanto eu teria que pagar para algu\u00e9m me substituir e fazer esse trabalho para minha fam\u00edlia ou cuidar de um idoso, ou seja, tomar meu lugar para planejar as atividades dom\u00e9sticas em todos seus \u00e2mbitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Claro que temos problemas nas duas formas de mensura\u00e7\u00e3o: na oportunidade, quanto maior a escolaridade de uma mulher, mais o tempo dela custa, o que n\u00e3o \u00e9 muito bem visto, quase que algo injusto, ent\u00e3o, o m\u00e9todo mais frequentemente usado \u00e9 n\u00f3s calcularmos, dentro da realidade do pa\u00eds em que vivemos, com o custo de vida e mercado de trabalho que temos, quanto custaria para substituir esse meu trabalho com algo que pudesse me remunerar, o custo do trabalho substituto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Em novembro de 2022, foi aprovada a <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/propostas-legislativas\/2291969\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">lei 2647<\/a>, que altera a lei dos benef\u00edcios da previd\u00eancia para que os cuidados com os filhos sejam contabilizados como tempo de servi\u00e7o. Ela est\u00e1 passando por algumas inst\u00e2ncias, mas em pa\u00edses como Uruguai e Chile j\u00e1 foram aprovadas leis semelhantes. Como isso vai representar um avan\u00e7o aqui no Brasil e como isso j\u00e1 representou um avan\u00e7o nesses pa\u00edses que foram aprovados?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Isso faz todo sentido, houve at\u00e9 uma discuss\u00e3o enorme sobre essa quest\u00e3o no momento da \u00faltima Reforma da Previd\u00eancia, as pessoas se posicionaram dizendo que regras iguais para homens e mulheres na previd\u00eancia social seria um avan\u00e7o, no sentido de que n\u00e3o tem que trat\u00e1-los de forma diferente no mercado de trabalho. Mas essa \u00e9 uma vis\u00e3o extremamente obtusa, na minha maneira de entender, pois eles de fato n\u00e3o t\u00eam oportunidades iguais no mercado de trabalho. Caso tivessem, ent\u00e3o, sim, a gente poderia trat\u00e1-los da mesma forma. Isso se d\u00e1 muito menos pela discrimina\u00e7\u00e3o no mercado. O fator mais importante que explica isso \u00e9 o fato de as mulheres terem que conciliar grande carga de trabalho dom\u00e9stico com a possibilidade de exercer um trabalho remunerado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, temos que considerar que essas atribui\u00e7\u00f5es do trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o precisariam ser s\u00f3 para a mulher. \u00c0 medida que institu\u00edsse uma regra desse tipo, que todo o trabalho de cuidado deve ser reconhecido socialmente, poderia funcionar para homens e mulheres. As pessoas que cuidam devem ser reconhecidas, e a primeira forma de se fazer isso \u00e9 incluir no projeto de vida de longo prazo. Por exemplo: a mulher passa sua vida cuidando, e ao final de sua vida n\u00e3o \u00e9 inclu\u00edda na previd\u00eancia social, pois ela n\u00e3o teria trabalhado. Mas como assim ela n\u00e3o trabalhou?<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, esse reconhecimento por parte da previd\u00eancia, que \u00e9 uma forma de se reconhecer uma seguridade para essa pessoa no final da vida dela, \u00e9 apenas uma das formas de reconhecer que ela praticou um exerc\u00edcio essencial para ela e toda sua fam\u00edlia, inclusive em seu pr\u00f3prio desenvolvimento econ\u00f4mico, pois sem investimento nas pessoas produtivas n\u00e3o h\u00e1 crescimento econ\u00f4mico. E uma das formas mais importantes de se investir na capacidade produtiva das pessoas \u00e9 investir na primeira inf\u00e2ncia, na sa\u00fade, no bem-estar etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa, ent\u00e3o, seria uma das formas mais reconhecidas nos pa\u00edses do mundo de contabilizar esse tempo de cuidado para que se possa estabelecer um retorno por essas atividades quanto \u00e0 perda da capacidade laborativa desses indiv\u00edduos no final da vida deles.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CsJS_SfrC4a\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);\"><div style=\"padding:16px;\"> <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CsJS_SfrC4a\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" style=\" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> <div style=\" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;\"> <div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;\"><\/div> <div style=\"display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;\"> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;\"><\/div> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;\"><\/div><\/div><\/div><div style=\"padding: 19% 0;\"><\/div> <div style=\"display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;\"><svg width=\"50px\" height=\"50px\" viewBox=\"0 0 60 60\" version=\"1.1\" xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" xmlns:xlink=\"https:\/\/www.w3.org\/1999\/xlink\"><g stroke=\"none\" stroke-width=\"1\" fill=\"none\" fill-rule=\"evenodd\"><g transform=\"translate(-511.000000, -20.000000)\" fill=\"#000000\"><g><path d=\"M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631\"><\/path><\/g><\/g><\/g><\/svg><\/div><div style=\"padding-top: 8px;\"> <div style=\" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;\">Ver essa foto no Instagram<\/div><\/div><div style=\"padding: 12.5% 0;\"><\/div> <div style=\"display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;\"><div> <div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);\"><\/div> <div style=\"background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;\"><\/div> <div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);\"><\/div><\/div><div style=\"margin-left: 8px;\"> <div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;\"><\/div> <div style=\" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; 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font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CsJS_SfrC4a\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" style=\" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Uma publica\u00e7\u00e3o compartilhada por Bela Gil (@belagil)<\/a><\/p><\/div><\/blockquote> <script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o outras pr\u00e1ticas para que esses trabalhos sejam mais valorizados?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Tem uma s\u00e9rie de coisas. Primeiro que tem uma quest\u00e3o cultural super importante: \u00e9 preciso que prestemos aten\u00e7\u00e3o ao fato de que as mulheres, em um tempo n\u00e3o t\u00e3o distante, n\u00e3o estavam bem representadas no mercado de trabalho. Hoje elas est\u00e3o presentes, principalmente nos \u00faltimos 80-60 anos, est\u00e3o cada vez mais inseridas nesse ambiente. Mas se observamos como elas participam, as mulheres est\u00e3o em atividades que, de certa forma, mimetizam atividades que elas fazem no ambiente dom\u00e9stico.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o, principalmente, as atividades de cuidados, ou seja: empregadas dom\u00e9sticas, que cuidam da casa, mas s\u00e3o remuneradas e, n\u00e3o por coincid\u00eancia, \u00e9 uma das atividades mais desvalorizadas de todas na nossa escala ocupacional, com os menores sal\u00e1rios e tendem a n\u00e3o ser formalizadas. Mesmo quando mulheres est\u00e3o em atividades mais relevantes, mais valorizadas e formais na economia, elas est\u00e3o fazendo trabalho de professoras, enfermeiras, de cuidadoras, que s\u00e3o trabalhos que tendem a reproduzir a ideia do cuidado. E esses trabalhos tamb\u00e9m s\u00e3o menos valorizados que trabalhos de ger\u00eancia, de dire\u00e7\u00e3o de empresas etc.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 interessante perceber que as mulheres s\u00e3o as principais participantes desses mercados, mas os cargos de dire\u00e7\u00e3o s\u00e3o ocupados, principalmente, por homens. Enquanto n\u00e3o tivermos melhor divis\u00e3o no trabalho dom\u00e9stico entre homens e mulheres, isso n\u00e3o vai mudar internamente nas culturas das pessoas, ou seja, se elas n\u00e3o perceberem que tais atividades s\u00e3o importantes para todos, essas quest\u00f5es que s\u00e3o culturalmente estabelecidas n\u00e3o se resolvem.<\/p>\n\n\n\n<p>Valorizar o trabalho de cuidado \u00e9 uma quest\u00e3o cultural, com uma s\u00e9rie de coisas que podem ser feitas para melhorar as condi\u00e7\u00f5es. A outra coisa \u00e9 melhorar o suporte do Estado para essas atividades, para possam ser menos dolorosas. Oferecer creches para crian\u00e7as pequenas, hospital que possa atender pessoas idosas, centros de longa perman\u00eancia para a popula\u00e7\u00e3o geri\u00e1trica e pessoas incapacitadas funcionais sem distin\u00e7\u00e3o de idade. Ou seja, tem uma s\u00e9rie de fatores que melhoram o suporte que a sociedade como um todo resolve priorizar para que esses cuidados sejam feitos por todos, n\u00e3o apenas pelas mulheres.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pensando agora no cen\u00e1rio do mercado econ\u00f4mico, essa remunera\u00e7\u00e3o desse trabalho, que impacto ela geraria para esse mercado que vivemos na sociedade?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Tem v\u00e1rias estimativas sobre isso, nenhuma definitiva, mas sem d\u00favida h\u00e1 um impacto enorme. Se formos olhar todas as escalas de atividade econ\u00f4mica que temos no mercado de trabalho brasileiro, um ter\u00e7o dessas atividades remuneradas est\u00e1 relacionada com o cuidado. Mas, sem d\u00favida, essa \u00e9 uma maneira de pensar o problema tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 dif\u00edcil convencer um pol\u00edtico de que essa \u00e9 uma medida importante, pois ela tem um impacto social. \u00c9 muito mais f\u00e1cil voc\u00ea aliar o impacto social ao econ\u00f4mico, e por isso mesmo esses n\u00fameros s\u00e3o importantes. Mostrar que \u00e9 um enorme gerador de emprego. Investir, por exemplo, em melhorias nas atividades, para que as pessoas possam substituir parte do trabalho dom\u00e9stico por um trabalho que n\u00e3o \u00e9 exercido em domic\u00edlio. Ou seja, trabalhos que n\u00e3o sejam com crian\u00e7as, idosos ou cuidados permanentes para pessoas incapacitadas, cuidar apenas uma parte do dia para que libere os adultos da fam\u00edlia e eles possam ir para o mercado de trabalho, isso tem um impacto enorme em gera\u00e7\u00e3o de empregos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, tem um impacto imediato na oferta de trabalhos, e de longo prazo na melhora da capacidade dessas pessoas. Ou seja, criar pol\u00edticas que melhorem esse setor da economia geraria consequ\u00eancias de maior capacidade de gera\u00e7\u00e3o de renda para as fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">E vendo todo esse cen\u00e1rio, voc\u00ea sente que j\u00e1 teve algum avan\u00e7o pol\u00edtico nessa quest\u00e3o?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Simone Wajnman:<\/strong> Foi criada uma Secretaria Especial de Cuidados e Fam\u00edlia, neste governo, dentro do Minist\u00e9rio de Desenvolvimento Social. O primeiro trabalho que essa Secretaria est\u00e1 fazendo, pois ela s\u00f3 tem um m\u00eas de exist\u00eancia, \u00e9 reunir todas as pol\u00edticas que est\u00e3o dispersas nos diversos minist\u00e9rios: temos pol\u00edticas espec\u00edficas para idosos estabelecidas na \u00e9poca do Estatuto do Idoso; tem diversas a\u00e7\u00f5es voltadas para crian\u00e7as, seja no Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social, seja no da Educa\u00e7\u00e3o ou da Sa\u00fade. Ent\u00e3o, a primeira coisa que essa Secretaria est\u00e1 fazendo \u00e9 colocar isso tudo numa mesma estrutura, para que possamos saber o que de fato temos e o que falta.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse trabalho est\u00e1 funcionando como diagn\u00f3stico, para que se possa sistematizar tudo isso, colocar tudo dentro de uma pol\u00edtica nacional de cuidados, a exemplo do que v\u00e1rios pa\u00edses, inclusive da Am\u00e9rica Latina, j\u00e1 est\u00e3o fazendo, muito antes que o Brasil. O Uruguai \u00e9 um exemplo \u00f3timo, pois j\u00e1 tem uma pol\u00edtica nacional de cuidados, que \u00e9 algo que n\u00e3o pode prover tudo, mas essas a\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem dar todos os tipos de cuidados que as pessoas precisam, mas ela est\u00e1 focando naquilo que \u00e9 mais essencial, principalmente a primeira inf\u00e2ncia, cuidados com idosos e com pessoas com defici\u00eancia. N\u00e3o basta apenas dar recursos para as pessoas, isso \u00e9 uma maneira que voc\u00ea resolve uma parte do problema, mas voc\u00ea n\u00e3o resolve os cuidados.<\/p>\n\n\n\n<p>A popula\u00e7\u00e3o brasileira est\u00e1 envelhecendo r\u00e1pido, mais r\u00e1pido que os pa\u00edses que j\u00e1 est\u00e3o com a transi\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica completa, a nossa est\u00e1 sendo completada de uma forma muito r\u00e1pida. A cultura et\u00e1ria est\u00e1 se invertendo rapidamente e, quando substitu\u00edmos uma popula\u00e7\u00e3o infantil por uma popula\u00e7\u00e3o idosa, os cuidados com a popula\u00e7\u00e3o mais velha s\u00e3o muito mais complexos que os que seriam feitos com as crian\u00e7as. N\u00e3o que os cuidados com a popula\u00e7\u00e3o infantil n\u00e3o exijam algum tipo de especializa\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 mais complicado quando voc\u00ea est\u00e1 cuidando de idosos com doen\u00e7as cr\u00f4nicas que, muitas vezes, exigem uma qualifica\u00e7\u00e3o muito particular para cuidar dessas enfermidades, exigem dar medica\u00e7\u00e3o, atender com primeiros socorros, fazer trabalho fisioterap\u00eautico, ou seja, uma s\u00e9rie de fatores que s\u00e3o altamente especializados e de longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto mais a popula\u00e7\u00e3o envelhece, mais ganhamos expectativa de vida e n\u00e3o estamos fazendo um excelente trabalho de reduzir a morbidade da popula\u00e7\u00e3o idosa. E, se essa parte dos habitantes \u00e9 mal atendida, ela \u00e9 uma popula\u00e7\u00e3o que tende a desenvolver cada vez mais incapacidade funcional, que s\u00e3o extremamente onerosas e exigem cuidados altamente qualificados. Tornando essa quest\u00e3o de grande import\u00e2ncia a se resolver, n\u00e3o sendo apenas uma quest\u00e3o de justi\u00e7a social, mas tamb\u00e9m de estrat\u00e9gia para que voc\u00ea n\u00e3o desmantele toda uma sociedade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">Esta entrevista foi produzida por Anna Nunes Reis, Danilo Valadares, Helena Tomaz, J\u00falia de Jesus e Maria Eduarda Gonzaga, alunos do 6\u00b0per\u00edodo de Jornalismo, para a disciplina de Laborat\u00f3rio de Jornalismo Especializado, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Get\u00falio Neuremberg. <\/pre>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><br><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A economista Simone Wajnman esclarece a import\u00e2ncia da economia do cuidado<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":14916,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[303],"tags":[1660,1659,1661,1662],"class_list":["post-14909","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas","tag-cuidar","tag-economia-do-cuidado","tag-maes","tag-maternidade"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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