{"id":11566,"date":"2022-11-22T17:00:00","date_gmt":"2022-11-22T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/?p=11566"},"modified":"2023-02-01T09:15:11","modified_gmt":"2023-02-01T12:15:11","slug":"entrevista-clarissa-campolina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/colab\/entrevista-clarissa-campolina\/","title":{"rendered":"Clarissa Campolina: \u201cO mist\u00e9rio me instiga\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p>Mineira de Belo Horizonte, Clarissa Campolina \u00e9 diretora, roteirista, montadora, curadora e professora de cinema. Ao lado de outras duas cineastas mineiras, Mar\u00edlia Rocha e Luana Melga\u00e7o, Clarissa fundou, em 2005, a Anavilhana, produtora que tem \u201co desejo de articular pesquisa, forma\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o audiovisual\u201d. Em 2011, \u201cGirimunho\u201d, seu primeiro longa-metragem como diretora, que tem como personagem principal uma senhora do interior do estado, estreou no Festival de Veneza. Na terceira entrevista da s\u00e9rie \u201cCinema Mineiro\u201d, do Colab, Clarissa fala sobre cria\u00e7\u00e3o, arte e narrativas do cinema de Minas Gerais e do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><mark style=\"background-color:#eec49f\" class=\"has-inline-color\">A entrevista foi editada para fins de clareza e concis\u00e3o.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Girimunho, seu primeiro longa como diretora, se passa no interior de Minas Gerais, que habita o imagin\u00e1rio das pessoas quando pensam no estado. J\u00e1 Marte Um, grande sucesso atual, \u00e9 um cinema mineiro urbano. Pensando na recep\u00e7\u00e3o dessas obras e na imagem que Minas tem no restante do Brasil, o que voc\u00ea quis captar ou real\u00e7ar no seu filme? \u00c9 poss\u00edvel fugir do estere\u00f3tipo sobre o interior de Minas Gerais?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>O filme\u00a0 veio em 2009, uma \u00e9poca da minha vida que tinha um projeto chamado \u201cCinema no rio\u201d, que percorria o rio S\u00e3o Francisco. Fui convidada a participar desse projeto junto com o Helv\u00e9cio [Marins Jr.], que dirige o <em>Girimunho <\/em>comigo. A gente filmava as cidades do interior e exibia pequenos v\u00eddeos antes da exibi\u00e7\u00e3o de um longa-metragem. J\u00e1 tinha uns seis anos que o Brasil estava produzindo mais longas, e o projeto vinha com esse desejo de mostrar o Brasil para os brasileiros fora dos centros urbanos, onde n\u00e3o se chegava e onde n\u00e3o tinha cinema. Nesse conv\u00edvio e nesse encontro com o interior, a gente come\u00e7ou a perceber coisas diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a gente chegou em S\u00e3o Rom\u00e3o do Guimar\u00e3es, imediatamente passamos por lugares do \u201cGrande Sert\u00e3o Veredas\u201d, acompanhando o rio S\u00e3o Francisco de Ibirapora at\u00e9 a Foz. Ent\u00e3o, para mim, que era mais jovem, <mark style=\"background-color:#d69dbf\" class=\"has-inline-color\">foi um encontro com um Brasil que eu n\u00e3o conhecia<\/mark> de fato. Acho que tem mais a ver com isso do que um desejo de representa\u00e7\u00e3o de Minas ou do cinema mineiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando voc\u00ea \u00e9 realizador ou realizadora, o primeiro impulso n\u00e3o \u00e9 o que o filme vai fazer, como que ele vai representar o mundo, \u00e9 como que voc\u00ea est\u00e1 motivada ou atra\u00edda por certas quest\u00f5es. No final, todos esses filmes comp\u00f5em o cinema mineiro e o cinema brasileiro. Claro que voc\u00ea tem que ter isso em mente no momento que voc\u00ea resolve fazer [um filme], voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 apenas suprindo um desejo, uma satisfa\u00e7\u00e3o pessoal, voc\u00ea tem que ter em mente que aquele trabalho vai representar esse pa\u00eds, esse estado, voc\u00ea tem que estar comprometido com isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea pode fazer a dire\u00e7\u00e3o de um filme idealizado por uma produtora que a ideia j\u00e1 existe e voc\u00ea se identifique, queira fazer e tal, mas, nesse caso, acho que teve a ver com um certo encantamento, um encantamento de uma forma de vida que a gente percebia na Bast\u00fa [personagem do filme], uma habilidade de contar hist\u00f3ria e de fabular de um jeito que era muito pr\u00f3prio e que, de alguma forma, tinha a ver com aquela geografia, com aquele espa\u00e7o, com a falta de luz, com esse rio que ela n\u00e3o sabe exatamente onde vai dar. Ent\u00e3o, t\u00ednhamos a possibilidade de imaginar muitas coisas. Nesse imaginar, ela era uma ex\u00edmia contadora de hist\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"GIRIMUNHO - Trailer Oficial\" width=\"770\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XRIrIv0UsWY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">Trailer de <em>Girimunho<\/em>. <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong> Em 2011, Girimunho estreou no Festival de Veneza. Desde ent\u00e3o, voc\u00ea produziu sete curtas e est\u00e1 trabalhando em dois longas. O que voc\u00ea acha que mudou no cinema feito aqui nesses 11 anos?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>A gente fala, aqui na Anavilhana, que, como a gente come\u00e7ou em 2005, tem quase 20 anos que a gente se dedica ao fazer cinema. Nossas produ\u00e7\u00f5es cresceram junto com as pol\u00edticas p\u00fablicas do governo nacional, que foram influenciando os governos estadual e municipal. De repente, a Ancine come\u00e7ou a ter um papel mais determinante no financiamento dos projetos e a gente viu uma necessidade: se a gente quisesse fazer longa, principalmente, a gente teria que ter uma empresa, um CNPJ, e formalizar isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Junto com isso, aconteceu outra coisa, particularmente em Belo Horizonte: quando eu me formei na UFMG, a gente s\u00f3 tinha cinema de anima\u00e7\u00e3o, eu entrei em 1997. Em Belo Horizonte, n\u00e3o existia curso de Cinema em universidade p\u00fablica , se eu quisesse fazer Cinema eu tinha que ir para a UFRJ, para a USP ou para a UFF. Com as pol\u00edticas p\u00fablicas, tamb\u00e9m come\u00e7aram a surgir cursos de Cinema nas Universidades. Isso foi alterando todo o escopo do cinema brasileiro. Essa educa\u00e7\u00e3o, junto com a entrada dessas disciplinas e das Faculdades de Cinema nas universidades p\u00fablicas, al\u00e9m de outras pol\u00edticas p\u00fablicas como o FIES e o Prouni, fizeram com que v\u00e1rias pessoas entrassem nas universidades, e isso vai alterando tamb\u00e9m quem est\u00e1 fazendo cinema. \u00c9 um trabalho um tanto privilegiado. Eu acho que tudo isso vai alterando os atores que produzem e isso altera o cinema: a gente tem nesses 20 anos uma altera\u00e7\u00e3o e uma <mark style=\"background-color:#d79fc0\" class=\"has-inline-color\">possibilidade de identificar o cinema mineiro como v\u00e1rios cinemas<\/mark>, isso \u00e9 muito importante, faz com que a gente enrique\u00e7a o cinema mineiro.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Muitas das suas obras retratam hist\u00f3rias de di\u00e1rios ou momentos introspectivos dos personagens. Por que voc\u00ea optou por retratar essa faceta da viv\u00eancia humana?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Acho que me atrai muito construir personagens que podem ser bons e maus, ser bons mas cometer erros. Me interessa, de alguma forma, esse lugar e eu acho que \u00e9 muito delicado, pelo menos o jeito que eu olho pro mundo: eu sei que ele \u00e9 cheio de lacunas, eu vejo o mundo a partir dos meus olhos e a forma que eu vejo tem a ver com quem eu sou, uma mulher branca, de classe m\u00e9dia. Ent\u00e3o, eu tenho meu lugar, eu vejo o mundo a partir desse lugar, mas ele n\u00e3o \u00e9 totalit\u00e1rio. O mist\u00e9rio me instiga, eu sou movida por ele e pela vontade de&nbsp; descobrir outras coisas. Para descobrir voc\u00ea n\u00e3o tem que saber tudo.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Atualmente, voc\u00ea est\u00e1 trabalhando em dois longas: Can\u00e7\u00e3o ao longe e A Fera na Selva. Voc\u00ea pode nos contar um pouco sobre essas obras?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p><em>Can\u00e7\u00e3o ao longe<\/em> j\u00e1 terminou e estreou no festival do Rio, vai ser exibido agora em um festival em Marrakech e no Festival de Bras\u00edlia. <em>Fera na selva<\/em> ainda estou montando. Tem uma coisa que talvez voc\u00ea tenha identificado nos trabalhos como introspectivo, mas eu acho que todos os meus trabalhos t\u00eam uma transforma\u00e7\u00e3o, algo em transforma\u00e7\u00e3o, em movimento, \u00e0s vezes mais ligados a esse cinema di\u00e1rio, cinema ensa\u00edsta e, \u00e0s vezes, ligado ao cinema da paisagem, mas cada um com caracter\u00edsticas particulares. De alguma forma, os filmes buscam sempre um lugar para se estar e um jeito de se transformar.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 no <em>Girimunho<\/em>, a Bast\u00fa come\u00e7a em luto e \u00e9 o acompanhar da transforma\u00e7\u00e3o dela, dessa passagem. No <em>Can\u00e7\u00e3o,<\/em>\u00e9 a busca de uma jovem mulher que procura o lugar dela no mundo. Come\u00e7ou motivado pela quest\u00e3o da fam\u00edlia, o que que \u00e9 a fam\u00edlia. Eu estava gr\u00e1vida na \u00e9poca em que eu comecei a escrever, e fiquei me questionando: eu sou h\u00e9tero, tenho meu companheiro, a gente est\u00e1 junto at\u00e9 hoje, j\u00e1 estavamos juntos h\u00e1 um tempo e eu engravidei. A\u00ed eu falei: \u2018cara, eu estou nesse modelo porque \u00e9 um modelo ou por que eu quero?\u2019. Na \u00e9poca, estava tendo aquelas enquetes no Senado sobre o que \u00e9 fam\u00edlia, \u00e9 composto por um homem e uma mulher? Pode ser composto por duas mulheres? Tinham v\u00e1rias perguntas e eu tinha certeza que fam\u00edlia n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso que eu estava construindo, existiam outras possibilidades. Eu tenho uma amiga que os pais s\u00e3o separados e ela se relaciona com o pai por cartas, ele mora em um pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina e eles n\u00e3o tinham se visto desde quando ele deixou o Brasil, quando ela tinha sete anos. A\u00ed, a partir desse desejo que eu tinha da hist\u00f3ria dessa minha amiga, eu comecei a desenvolver um argumento e um desejo de olhar um pouco para essas estruturas. Eu acho que o filme fala um pouco de ra\u00e7a, de classe, de g\u00eanero, a partir de um drama familiar.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fera na selva<\/em> tamb\u00e9m fala sobre transforma\u00e7\u00e3o. Outro dia, o filho de uma amiga minha , que tem 15 anos, chamado Ian, viu o <em>Can\u00e7\u00e3o ao longe<\/em> e, no final , quando a menina est\u00e1 atr\u00e1s de uma casa para morar, todos esses sentimentos v\u00e3o entrando dentro dessa narrativa que \u00e9 muito simples: ela est\u00e1 atr\u00e1s de uma casa para morar. A\u00ed esse menino de 15 anos falou para mim: <mark style=\"background-color:#dca3c5\" class=\"has-inline-color\">\u201cse voc\u00ea est\u00e1 at\u00e9 hoje falando de encontrar o seu lugar, \u00e9 porque voc\u00ea n\u00e3o conseguiu fazer o filme que fale de fato disso\u201d<\/mark>. E o Ian foi para o <em>Girimunho<\/em>, ele tinha tr\u00eas anos, ele \u00e9 filho do fot\u00f3grafo, morou com a gente em S\u00e3o Rom\u00e3o por um tempo. Ent\u00e3o, assim, ele diz que se desde o <em>Girimunho<\/em> eu estou fazendo esse <em>rol\u00ea <\/em>\u00e9 porque ou isso \u00e9 muito importante para mim ou porque eu ainda n\u00e3o disse tudo que tinha para dizer. Talvez seja isso mesmo, eu acho que \u00e9 esse estado de estar confort\u00e1vel em um lugar e saber que voc\u00ea pertence a algum lugar, talvez eu n\u00e3o encontre ele. Ent\u00e3o, o <em>Fera na Selva<\/em> \u00e9 [sobre] uma personagem que chama Dora e ela teve a casa queimada, a m\u00e3e morreu quando ela era nova ela morava com a av\u00f3 e a av\u00f3 morreu tamb\u00e9m e ela sai como uma andarilha em busca de uma terra que a m\u00e3e falou que tem. Ent\u00e3o, o filme acompanha esse perambular dessa personagem atr\u00e1s de uma terra que ela acha que \u00e9 dela.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Voc\u00ea poderia indicar outro filme para quem quer conhecer mais sobre o cinema mineiro?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Eu vou indicar o <em>Kevin<\/em> que est\u00e1 em cartaz. Eu montei, a Anavilhana, que \u00e9 minha produtora, \u00e9 co-produtora, e a Joanna Oliveira \u00e9 diretora, roteirista e atriz. \u00c9 um filme muito sens\u00edvel sobre uma amizade entre duas mulheres e muitas coisas acontecem. Elas conversam sobre muitas quest\u00f5es que s\u00e3o muito delicadas e muito fortes para n\u00f3s, mulheres, principalmente, mas \u00e9 um filme que todo mundo deve ver, homens, mulheres, at\u00e9 para entender e trazer uma empatia para alguma quest\u00f5es que s\u00e3o femininas.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Para finalizar: como seria um dia de grava\u00e7\u00e3o ideal para voc\u00ea?<\/h5>\n\n\n\n<p>Um dia com uma equipe companheira, que a gente possa fazer as cenas com calma. Para mim, o ideal \u00e9 um dia de filmagem que tem apenas uma cena para ser feita, que a gente se dedique, que a gente tenha tempo para conversar, ensaiar, se for o caso. Se o filme n\u00e3o requer um ensaio, que a gente converse, olhe, viva o espa\u00e7o. Com uma equipe que consiga de fato se comunicar, porque eu acho que a falta de comunica\u00e7\u00e3o no <em>set<\/em>, falta de entendimento das quest\u00f5es dos outros, das dificuldades entre cada departamento, impede que a gente consiga compreender as quest\u00f5es do outro departamento. Muitas vezes, a gente fica sem saber ou impaciente. Acho que uma boa comunica\u00e7\u00e3o, um sentimento de empatia, uni\u00e3o e tempo s\u00e3o os quatro elementos que fariam um <em>set<\/em> ideal. Al\u00e9m de abertura para o que est\u00e1 acontecendo na hora, acho que o tempo tamb\u00e9m traz essa tranquilidade da abertura, de n\u00e3o ter que fritar uma cena, conseguir observar faz com que voc\u00ea seja mais aberto.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\">Essa entrevista foi realizada por Helena Tomaz e Isadora Pimenta, monitoras do Colab. <\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cineasta fala sobre inspira\u00e7\u00f5es e processos de cria\u00e7\u00e3o no audiovisual.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":11574,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1439,303],"tags":[428,274,174,367,1037],"class_list":["post-11566","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cineastas-mineiros","category-entrevistas","tag-arte","tag-cinema","tag-cultura","tag-entrevista","tag-minas-gerais"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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