{"id":6427,"date":"2025-11-04T15:03:58","date_gmt":"2025-11-04T18:03:58","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=6427"},"modified":"2025-11-04T15:03:58","modified_gmt":"2025-11-04T18:03:58","slug":"males-o-levante-que-o-brasil-tentou-esquecer-e-o-cinema-se-recusa-a-silenciar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/males-o-levante-que-o-brasil-tentou-esquecer-e-o-cinema-se-recusa-a-silenciar\/","title":{"rendered":"Mal\u00eas: o levante que o Brasil tentou esquecer \u2014 e o cinema se recusa a silenciar"},"content":{"rendered":"<p>Por L\u00eddia Caetano<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1835, Salvador foi palco da maior revolta urbana de escravizados da hist\u00f3ria brasileira: a Revolta dos Mal\u00eas. Liderada por africanos islamizados, alfabetizados em \u00e1rabe e organizados com precis\u00e3o militar, o levante foi sufocado com viol\u00eancia e, desde ent\u00e3o, relegado ao esquecimento. Quase dois s\u00e9culos depois, essa hist\u00f3ria ressurge com for\u00e7a no cinema brasileiro com o filme Mal\u00eas, dirigido por Ant\u00f4nio Pitanga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais do que uma reconstitui\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, Mal\u00eas \u00e9 um manifesto visual e espiritual. A obra prop\u00f5e uma est\u00e9tica afrocentrada e uma narrativa que desafia o apagamento hist\u00f3rico, colocando os negros como protagonistas de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria \u2014 com f\u00e9, estrat\u00e9gia e complexidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6428 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-1.jpg\" alt=\"\" width=\"611\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-1.jpg 611w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-1-300x182.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 611px) 100vw, 611px\" \/>Cr\u00e9ditos: Ag\u00eancia Brasil- Ilustra\u00e7\u00e3o que representa a Revolta de Mal\u00eas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Revolta dos Mal\u00eas: f\u00e9 como for\u00e7a pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os mal\u00eas eram africanos mu\u00e7ulmanos, em sua maioria da etnia nag\u00f4, que viviam em Salvador no s\u00e9culo XIX. Eles se destacavam por sua alfabetiza\u00e7\u00e3o em \u00e1rabe, disciplina religiosa e organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. A revolta foi planejada com precis\u00e3o: os rebeldes pretendiam libertar os escravizados, tomar o controle da cidade e instaurar uma ordem baseada na f\u00e9 isl\u00e2mica e nos valores africanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O levante ocorreu na madrugada de 25 de janeiro de 1835. Apesar da for\u00e7a e da articula\u00e7\u00e3o, os revoltosos foram derrotados em poucas horas. A repress\u00e3o foi brutal: dezenas de mortos, centenas de presos, deporta\u00e7\u00f5es e puni\u00e7\u00f5es severas. O Estado intensificou o controle sobre os africanos islamizados, proibindo pr\u00e1ticas religiosas e refor\u00e7ando o apagamento cultural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A f\u00e9, nesse contexto, n\u00e3o era apenas espiritual \u2014 era pol\u00edtica. A religiosidade dos mal\u00eas era o motor da resist\u00eancia, a base da organiza\u00e7\u00e3o e o s\u00edmbolo da autonomia cultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6429 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-2.jpeg\" alt=\"\" width=\"623\" height=\"331\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-2.jpeg 623w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto-2-300x159.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Cr\u00e9ditos: Reda\u00e7\u00e3o National Geographic Brasil &#8211; Na foto, uma imagem da exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Ecoa Mal\u00eas&#8221; que<br \/>\nfoi realizada em 2025 na Casa de Hist\u00f3rias de Salvador, na Bahia, em homenagem \u00e0 mem\u00f3ria da Revolta<br \/>\ndos Mal\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O filme como quilombo narrativo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lan\u00e7ado no m\u00eas de outubro de 2025, Mal\u00eas \u00e9 um drama hist\u00f3rico com dire\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio Pitanga e roteiro de Manuela Dias. O elenco re\u00fane nomes como Camila Pitanga, Rocco Pitanga, Patr\u00edcia Pillar, Rodrigo dos Santos, Samira Carvalho e Bukassa Kabengele. A narrativa se passa em Salvador, no ano da revolta, e acompanha personagens que vivem os dilemas da resist\u00eancia e da sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O filme acompanha Pac\u00edfico Licutan (interpretado por Ant\u00f4nio Pitanga), l\u00edder espiritual e pol\u00edtico que defende a uni\u00e3o entre diferentes povos, tribos e religi\u00f5es como estrat\u00e9gia para o fim da escravid\u00e3o. A personagem Sabina, vivida por Camila Pitanga, \u00e9 uma mulher negra alforriada que n\u00e3o apoia o levante \u2014 uma escolha narrativa que revela a pluralidade de vozes dentro da comunidade negra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Camila Pitanga destacou em entrevistas que Mal\u00eas \u201cmostra que negros n\u00e3o pensam univocamente\u201d. Essa abordagem rompe com estere\u00f3tipos e refor\u00e7a a complexidade das escolhas individuais diante da opress\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ant\u00f4nio Pitanga define o projeto como um \u201cquilombo cinematogr\u00e1fico\u201d, onde a fam\u00edlia negra \u2014 inclusive a sua pr\u00f3pria, j\u00e1 que atua ao lado dos filhos Camila e Rocco \u2014 \u00e9 o n\u00facleo da constru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica da liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Est\u00e9tica afrocentrada e espiritualidade como for\u00e7a <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A dire\u00e7\u00e3o de arte valoriza elementos da cultura africana, como os trajes, os rituais e a musicalidade, criando uma atmosfera que conecta passado e presente. A f\u00e9 isl\u00e2mica dos mal\u00eas \u00e9 retratada n\u00e3o apenas como pr\u00e1tica religiosa, mas como for\u00e7a pol\u00edtica e organizadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A espiritualidade \u00e9 tratada como linguagem de resist\u00eancia. Os c\u00e2nticos, os gestos e os s\u00edmbolos religiosos funcionam como c\u00f3digos de luta e pertencimento. O filme n\u00e3o apenas representa a f\u00e9 \u2014 ele a convoca como ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"width: 700px;\" class=\"wp-video\"><video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-6427-1\" width=\"700\" height=\"1244\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/malesofilme_20241003_reel_3470860494408359992_1_3470860494408359992.mp4?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/malesofilme_20241003_reel_3470860494408359992_1_3470860494408359992.mp4\">https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/malesofilme_20241003_reel_3470860494408359992_1_3470860494408359992.mp4<\/a><\/video><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">Cr\u00e9ditos:@malesofilme | @globofilmes | @tambellinifilmes | @petrobras<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resist\u00eancia, espiritualidade e identidade:<\/strong> <strong>ontem e hoje<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Revolta dos Mal\u00eas foi mais do que um levante contra a escravid\u00e3o \u2014 foi uma tentativa de reconstruir a sociedade com base em valores africanos e isl\u00e2micos. Hoje, movimentos negros seguem mobilizados por reconhecimento, justi\u00e7a social e liberdade religiosa. A repress\u00e3o vivida em 1835 ainda reverbera em formas contempor\u00e2neas de exclus\u00e3o e silenciamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As manifesta\u00e7\u00f5es culturais negras continuam sendo marginalizadas, desvalorizadas ou criminalizadas \u2014 nos espa\u00e7os p\u00fablicos, nas pol\u00edticas culturais e na educa\u00e7\u00e3o formal. O filme Mal\u00eas atualiza esse debate ao mostrar que a resist\u00eancia negra \u00e9 m\u00faltipla: espiritual, est\u00e9tica, pol\u00edtica e comunit\u00e1ria. A f\u00e9, que guiava os mal\u00eas, permanece como for\u00e7a vital nas comunidades negras, seja nas comunidades afrodescendentes, nos coletivos perif\u00e9ricos ou nas express\u00f5es art\u00edsticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A identidade negra segue sendo constru\u00edda em meio a apagamentos hist\u00f3ricos, disputas simb\u00f3licas e afirma\u00e7\u00f5es cotidianas. O filme n\u00e3o entrega respostas prontas \u2014 ele provoca reflex\u00f5es urgentes sobre pertencimento, mem\u00f3ria e liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Considera\u00e7\u00f5es Finais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao trazer a hist\u00f3ria dos mal\u00eas para o cinema, o filme dirigido por Ant\u00f4nio Pitanga n\u00e3o apenas resgata uma mem\u00f3ria silenciada \u2014 ele a transforma em ferramenta de consci\u00eancia e provoca\u00e7\u00e3o. Em um pa\u00eds onde a hist\u00f3ria negra \u00e9 frequentemente ignorada, onde religi\u00f5es de matriz africana enfrentam intoler\u00e2ncia e onde a juventude negra luta diariamente por dignidade, Mal\u00eas se imp\u00f5e como um grito ancestral que atravessa s\u00e9culos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A resist\u00eancia retratada no filme n\u00e3o se limita ao campo f\u00edsico. Ela \u00e9 espiritual, est\u00e9tica, intelectual e coletiva. A f\u00e9 dos africanos islamizados, que organizaram o levante de 1835, era mais do que devo\u00e7\u00e3o \u2014 era estrat\u00e9gia pol\u00edtica, afirma\u00e7\u00e3o cultural e for\u00e7a comunit\u00e1ria. Essa dimens\u00e3o, muitas vezes apagada pela hist\u00f3ria contada oficialmente, ganha pot\u00eancia na narrativa cinematogr\u00e1fica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais de 190 anos depois, os ecos daquela repress\u00e3o ainda ressoam. Espa\u00e7os de espiritualidade negra continuam sendo alvo de agress\u00f5es, e o racismo religioso persiste como uma das formas mais cru\u00e9is de exclus\u00e3o. A desigualdade racial se mant\u00e9m nos indicadores sociais, e o silenciamento hist\u00f3rico segue presente \u2014 a Revolta dos Mal\u00eas ainda \u00e9 pouco conhecida e raramente ensinada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mal\u00eas convida o p\u00fablico a refletir sobre o que mudou desde 1835 \u2014 e, sobretudo, sobre o que ainda precisa mudar. A resist\u00eancia negra \u00e9 diversa, estrat\u00e9gica e profundamente espiritual. A luta dos mal\u00eas continua viva \u2014 nas ruas, nas escolas, nos terreiros e nas telas \u2014 por meio de quem insiste em lembrar, resistir e reimaginar o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">https:\/\/www.nationalgeographicbrasil.com\/historia\/2025\/10\/revolta-dos-males-descubra-como-foi-a-maior-rebeliao-escrava-do-brasil<br \/>\nhttps:\/\/www.adorocinema.com\/filmes\/filme-1000000268\/<br \/>\nhttps:\/\/www.uol.com.br\/splash\/noticias\/2025\/10\/02\/plano-geral-males.htm<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por L\u00eddia Caetano Em 1835, Salvador foi palco da maior revolta urbana de escravizados da hist\u00f3ria brasileira: a Revolta dos Mal\u00eas. Liderada por africanos islamizados, alfabetizados em \u00e1rabe e organizados com precis\u00e3o militar, o levante foi sufocado com viol\u00eancia e, desde ent\u00e3o, relegado ao esquecimento. 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