{"id":6333,"date":"2025-09-04T07:31:43","date_gmt":"2025-09-04T10:31:43","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=6333"},"modified":"2025-09-03T14:31:17","modified_gmt":"2025-09-03T17:31:17","slug":"fragmentos-do-tempo-e-do-desejo-no-cinema-de-wong-kar-wai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/fragmentos-do-tempo-e-do-desejo-no-cinema-de-wong-kar-wai\/","title":{"rendered":"Fragmentos do Tempo e do Desejo no Cinema de Wong Kar- Wai"},"content":{"rendered":"<p>Por Ana Val\u00e1cio<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-6334\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-1-2.jpg\" alt=\"\" width=\"777\" height=\"516\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-1-2.jpg 777w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-1-2-300x199.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-1-2-768x510.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 777px) 100vw, 777px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Wong Kar-Wai \u00e9 um diretor que chama aten\u00e7\u00e3o no cinema contempor\u00e2neo justamente porque seus filmes n\u00e3o seguem o que a gente est\u00e1 acostumado a ver no cinema tradicional. Em vez de contar uma hist\u00f3ria de forma linear, ele trabalha muito mais com sensa\u00e7\u00f5es, atmosferas e rela\u00e7\u00f5es humanas que s\u00e3o atravessadas pelo tempo, pela mem\u00f3ria e pelo desejo. &#8220;Amores Expressos&#8221; (1994), &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221; (2000) e &#8220;2046&#8221; (2004) s\u00e3o tr\u00eas filmes que, mesmo diferentes entre si, se conectam pelas mesmas quest\u00f5es. Neste texto, pretendo discutir como o diretor constr\u00f3i essas hist\u00f3rias que parecem mais peda\u00e7os de lembran\u00e7as do que narrativas fechadas, explorando o estilo visual, o ritmo, a estrutura narrativa e, principalmente, o tratamento do amor e do tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tempo, em sua filmografia, n\u00e3o \u00e9 uma linha reta. Ele se dobra, se repete, se desfaz. Em &#8220;Amores Expressos&#8221;, uma esp\u00e9cie de cr\u00f4nica cinematogr\u00e1fica, acompanhamos duas hist\u00f3rias de amor desconectadas entre si, mas unidas pela mesma cidade melanc\u00f3lica e pela solid\u00e3o dos personagens. O tempo aqui parece sempre fora do compasso, um personagem que conta os dias desde o fim de um relacionamento, outro que compra abacaxis com vencimento marcado, como se quisesse encontrar uma data exata para esquecer algu\u00e9m. O modo como o tempo cotidiano se torna um marcador afetivo cria uma rela\u00e7\u00e3o intensa entre a passagem dos dias e a dor do esquecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221;, o tempo \u00e9 quase im\u00f3vel. O filme caminha devagar, como se cada gesto dos protagonistas carregasse o peso daquilo que n\u00e3o pode ser dito. Os encontros s\u00e3o contidos, os olhares falam mais do que as palavras. Tudo se passa num presente prolongado, em que a repeti\u00e7\u00e3o parece prender os personagens num ciclo que nunca evolui. J\u00e1 em &#8220;2046&#8221;, o tempo \u00e9 fragmentado por completo, o protagonista escreve fic\u00e7\u00e3o para lidar com suas mem\u00f3rias e as linhas entre passado, presente e futuro se apagam. O futuro, o \u201c2046\u201d, \u00e9 menos uma possibilidade e mais uma pris\u00e3o onde ele rev\u00ea, incessantemente, o que perdeu. Nesses tr\u00eas filmes, o tempo \u00e9 sempre afetivo, subjetivo, mais ligado \u00e0 mem\u00f3ria e ao desejo do que \u00e0 cronologia. Essa abordagem faz com que o espectador n\u00e3o apenas assista \u00e0 hist\u00f3ria, mas entre no fluxo emocional dos personagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A est\u00e9tica dos filmes \u00e9 parte essencial dessa experi\u00eancia. Wong Kar-Wai tem uma assinatura visual muito marcante. A fotografia, especialmente nos trabalhos com Christopher Doyle, \u00e9 sempre carregada de cor, contraste e enquadramentos pouco convencionais. Em &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221;, os ambientes s\u00e3o apertados e os personagens s\u00e3o filmados por frestas, janelas, espelhos e cortinas. H\u00e1 sempre uma barreira visual entre eles e o que desejam. Esses enquadramentos, somados aos movimentos lentos de c\u00e2mera, criam a impress\u00e3o de um tempo que se alonga e nunca se resolve. As cores s\u00e3o quentes, dominadas por vermelhos, verdes e dourados, e isso contribui para a sensa\u00e7\u00e3o de calor emocional e tens\u00e3o constante, que parece n\u00e3o ter fim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 &#8220;Amores Expressos&#8221; aposta em uma est\u00e9tica mais urbana e acelerada, com muito movimento de c\u00e2mera, uso de c\u00e2mera na m\u00e3o, cortes r\u00e1pidos e cores vibrantes. \u00c9 como se a imagem acompanhasse a confus\u00e3o emocional dos personagens e refletisse um tempo que corre depressa demais. Em &#8220;2046&#8221;, a fotografia ganha um tom mais sofisticado e melanc\u00f3lico, com muito dourado, preto e vermelho. As cenas parecem ter um brilho artificial, como se fossem lembran\u00e7as idealizadas ou sonhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A trilha sonora tamb\u00e9m \u00e9 um elemento fundamental para a cria\u00e7\u00e3o dessa atmosfera temporal. Wong Kar-Wai costuma repetir m\u00fasicas ao longo do filme, o que refor\u00e7a a ideia de obsess\u00e3o, de lembran\u00e7a que n\u00e3o passa e de um presente que nunca se encerra. &#8220;Yumeji\u2019s Theme&#8221;, por exemplo, aparece v\u00e1rias vezes em &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221; e praticamente se torna a marca sonora do desejo contido dos personagens. Em &#8220;Amores Expressos&#8221;, o uso repetitivo de m\u00fasicas pop ocidentais como \u201cCalifornia Dreamin\u201d vira parte fundamental da narrativa e ajuda a criar a sensa\u00e7\u00e3o de um cotidiano c\u00edclico, em que os mesmos sentimentos se renovam todos os dias. &#8220;2046&#8221;, no entanto, mistura m\u00fasica cl\u00e1ssica com sons eletr\u00f4nicos sutis, refor\u00e7ando essa mistura entre passado e futuro. O som, nos filmes de Wong, nunca est\u00e1 l\u00e1 s\u00f3 para preencher espa\u00e7o, ele carrega sentido emocional e temporal, ajuda a marcar o ritmo e muitas vezes substitui o que os personagens n\u00e3o conseguem dizer em palavras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro ponto que merece destaque \u00e9 a montagem. Os filmes n\u00e3o seguem uma montagem convencional com cortes que priorizam a continuidade. Em vez disso, ele aposta em cortes bruscos, repeti\u00e7\u00f5es, fus\u00f5es de imagem, c\u00e2mera lenta e acelera\u00e7\u00f5es. Essas escolhas contribuem para uma percep\u00e7\u00e3o de tempo subjetivo, em que n\u00e3o sabemos ao certo quando as coisas come\u00e7am ou terminam. Em algumas cenas de &#8220;Amores Expressos&#8221;, por exemplo, o fundo parece estar acelerado enquanto o personagem se move em c\u00e2mera lenta, o que d\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de deslocamento emocional e temporal. &#8220;2046&#8221; utiliza os saltos temporais e o entrela\u00e7amento entre realidade e fic\u00e7\u00e3o para confundir o espectador de forma proposital, n\u00e3o para dificultar a compreens\u00e3o, mas para mostrar que a experi\u00eancia do tempo \u00e9 sempre fragmentada. E em &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221;, h\u00e1 cenas que se repetem com pequenos detalhes diferentes, como se estiv\u00e9ssemos vendo a mesma mem\u00f3ria sendo revisitada v\u00e1rias vezes na mente dos personagens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-6336\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-2-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-2-1.jpeg 900w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-2-1-300x150.jpeg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-2-1-768x384.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O amor, nesses filmes, nunca \u00e9 simples. Na verdade, ele quase sempre aparece como algo imposs\u00edvel, interrompido ou que simplesmente n\u00e3o d\u00e1 certo, e em todas essas hist\u00f3rias, o tempo desempenha um papel central, seja como obst\u00e1culo, seja como espa\u00e7o de nostalgia. Em &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221;, os dois protagonistas se aproximam por causa da trai\u00e7\u00e3o dos parceiros, mas ficam presos na dor e no receio de repetir os erros. Eles criam um v\u00ednculo muito forte, mas n\u00e3o deixam esse sentimento se realizar. \u00c9 tudo muito contido, cheio de gestos n\u00e3o feitos, como se o tempo deles tivesse parado no instante em que descobriram a trai\u00e7\u00e3o. J\u00e1 em &#8220;2046&#8221;, o protagonista tenta se envolver com outras mulheres, mas est\u00e1 claramente preso ao passado. \u00c9 como se ele procurasse a mesma mulher em todas as outras, sem nunca conseguir esquecer de verdade. No enredo de &#8220;Amores Expressos&#8221;, os encontros s\u00e3o passageiros. Quando um personagem est\u00e1 pronto para amar, o outro j\u00e1 foi embora. Em todos esses casos, o amor \u00e9 tratado como algo que poderia ter sido, mas n\u00e3o foi, e isso gera uma dor que os personagens carregam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A estrutura dos roteiros acompanha essa proposta. Wong Kar-Wai escreve de forma n\u00e3o convencional, muitas vezes construindo os filmes a partir da montagem, e n\u00e3o de um roteiro fixo. Isso faz com que seus filmes pare\u00e7am mais vividos do que escritos. A impress\u00e3o que fica \u00e9 de que o espectador acompanha um tempo interior, cheio de sobreposi\u00e7\u00f5es, em vez de uma narrativa ordenada. Em &#8220;Amores Expressos&#8221;, duas hist\u00f3rias completamente separadas convivem no mesmo filme. Em &#8220;2046&#8221;, h\u00e1 camadas de narrativa, a hist\u00f3ria do escritor, os trechos do livro que ele escreve e suas mem\u00f3rias reais ou distorcidas. J\u00e1 em &#8220;Amor \u00e0 Flor da Pele&#8221;, o roteiro \u00e9 quase m\u00ednimo, deixando o peso da narrativa nas pausas, nos olhares, nos gestos e nas m\u00fasicas. E a narra\u00e7\u00e3o em off, que aparece com frequ\u00eancia, n\u00e3o serve apenas para explicar o que est\u00e1 acontecendo, mas funciona como um di\u00e1rio emocional, como uma forma dos personagens falarem o que n\u00e3o conseguem externar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No fim das contas, ele consegue transformar coisas simples, um olhar, uma m\u00fasica, um corredor estreito, em cenas carregadas de emo\u00e7\u00e3o. O tempo passa, o mundo muda, mas o que eles sentem continua ali, preso dentro deles. Assistir a esses tr\u00eas filmes juntos d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de que a gente est\u00e1 vendo diferentes vers\u00f5es de uma mesma hist\u00f3ria, uma hist\u00f3ria sobre o amor que n\u00e3o se realiza, sobre a mem\u00f3ria que insiste em ficar e sobre um tempo que n\u00e3o se deixa esquecer. \u00c9 um cinema que n\u00e3o quer entregar tudo de bandeja, ele quer que a gente sinta, com o mesmo sil\u00eancio e intensidade dos personagens, essa experi\u00eancia temporal que molda cada escolha, cada gesto e cada perda.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ana Val\u00e1cio &nbsp; Wong Kar-Wai \u00e9 um diretor que chama aten\u00e7\u00e3o no cinema contempor\u00e2neo justamente porque seus filmes n\u00e3o seguem o que a gente est\u00e1 acostumado a ver no cinema tradicional. 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