{"id":6230,"date":"2025-06-03T07:10:28","date_gmt":"2025-06-03T10:10:28","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=6230"},"modified":"2025-06-02T13:40:27","modified_gmt":"2025-06-02T16:40:27","slug":"analise-apocalypse-now-redux-2001-fantasmas-da-guerra-inutil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/analise-apocalypse-now-redux-2001-fantasmas-da-guerra-inutil\/","title":{"rendered":"An\u00e1lise: Apocalypse Now Redux (2001) &#8211; Fantasmas da guerra in\u00fatil"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por: Bernardo Carvalho Marujo<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/mb.web.sapo.io\/41d0063f8df633ede28a9ead254305c40b7fd372.jpg\" alt=\"Os filmes de Martin Sheen - Atualidade - SAPO Mag\" width=\"570\" height=\"285\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em 1979, ap\u00f3s tr\u00eas anos de produ\u00e7\u00e3o e 238 dias de grava\u00e7\u00e3o nas Filipinas, em uma jornada que quase terminou em trag\u00e9dia, Francis Ford Coppola lan\u00e7aria um dos filmes de guerra mais aclamados e memor\u00e1veis de todos os tempos, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Apocalypse Now<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Em 2001, embalado pelo sucesso de outros cortes de diretores \u2014 e tamb\u00e9m pelo desejo de arrecadar dinheiro \u2014 Coppola lan\u00e7ou <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Redux<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, uma vers\u00e3o com cerca de 50 minutos de conte\u00fado adicional, expandindo uma experi\u00eancia que ele acreditava ser curta demais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2019, ap\u00f3s cr\u00edticas de que <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Redux<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> era longo demais \u2014 e ainda insatisfeito com a vers\u00e3o de 79 \u2014 Coppola lan\u00e7ou o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Final Cut<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, uma combina\u00e7\u00e3o das duas vers\u00f5es anteriores, com cerca de 10 minutos a menos que o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Redux<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. E, embora ainda haja debate sobre qual vers\u00e3o \u00e9 superior, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Redux<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 certamente a que mais se aprofunda nos temas do filme e explora com mais ousadia o manto de surrealismo que cobre a obra-prima do diretor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O filme, baseado no livro <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cora\u00e7\u00e3o das Trevas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, de Joseph Conrad, transp\u00f5e a narrativa da\u00a0 Rep\u00fablica Federativa do Congo para a Guerra do Vietn\u00e3, onde o capit\u00e3o Willard (Martin Sheen) \u00e9 enviado ao Camboja para encontrar o coronel Kurtz (Marlon Brando), que teria enlouquecido. Apesar das mudan\u00e7as de cen\u00e1rio, permanecem os personagens, as barbaridades e os temas de perda de identidade e raz\u00e3o diante dos horrores humanos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Embora n\u00e3o tenha rendido a Coppola um Oscar, como <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Poderoso Chef\u00e3o \u2013 Parte II<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Apocalypse Now<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> se tornou um cl\u00e1ssico absoluto, tanto na filmografia do diretor quanto no g\u00eanero de guerra. \u00c9 frequentemente citado ao lado de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Platoon<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nascido para Matar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Resgate do Soldado Ryan<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Mas o curioso, ao compar\u00e1-lo com esses filmes, \u00e9 o quanto ele parece diferente. Enquanto a maioria tenta retratar o conflito com alguma verossimilhan\u00e7a \u2014 mesmo que exagerada ou romantizada \u2014 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Apocalypse Now<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> se volta mais aos sentimentos. Mergulha nos p\u00e2ntanos da loucura e d\u00e1 espa\u00e7o a personagens maiores que a vida, verdadeiros fantasmas do Vietn\u00e3.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Isso se revela logo no in\u00edcio, com Willard. Na abertura, ele est\u00e1 b\u00eabado, deitado, imaginando fogo, helic\u00f3pteros e viol\u00eancia. Incapaz de dormir, espera por uma miss\u00e3o que lhe devolva algum prop\u00f3sito. Tornou-se um fantasma, mentalmente preso \u00e0 guerra e reduzido a uma ferramenta \u00e0 espera de ordens. Embora o acompanhemos durante quase todo o filme, aprendemos pouco sobre ele como pessoa. Vemos mortes ao seu redor, ouvimos seus mon\u00f3logos e at\u00e9 torcemos por ele, mas no fundo, Willard n\u00e3o \u00e9 um indiv\u00edduo. \u00c9 um soldado entorpecido, cumprindo ordens em meio ao horror. Sua \u00fanica motiva\u00e7\u00e3o real \u00e9 aquela que antes era um comando e virou obsess\u00e3o: encontrar o coronel Kurtz e elimin\u00e1-lo com extremo preconceito.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 fascinante que nossa introdu\u00e7\u00e3o ao vil\u00e3o seja a descri\u00e7\u00e3o de um sonho. N\u00e3o vemos suas atrocidades nem ouvimos de imediato seus discursos sobre a guerra. N\u00e3o h\u00e1 apresenta\u00e7\u00e3o concreta \u2014 apenas um breve relato de quem ele era e um sonho. Um caramujo sobre uma l\u00e2mina, sofrendo, mas sobrevivendo. Essa imagem define tanto Kurtz, o soldado que supostamente enlouqueceu diante do horror, quanto os pr\u00f3prios EUA, que, ao invadirem um territ\u00f3rio em grande parte desconhecido, travaram uma guerra cruel e sem sentido. Tudo para demonstrar for\u00e7a, sacrificando jovens por uma democracia inexistente e uma amea\u00e7a artificial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O maior medo de Kurtz \u00e9 que a guerra continue \u2014 e ele tamb\u00e9m. Nada a ganhar, nada a perder. Apenas existir como um fantasma. \u00c9 essa consci\u00eancia perturbadora de Kurtz que atrai Willard, e tamb\u00e9m o p\u00fablico. Em certa medida, os dois concordam. Uma das \u00faltimas falas sugere que aquela foi, enfim, sua \u00faltima miss\u00e3o, e que Kurtz recebeu o que desejava: uma sa\u00edda, pela morte. Ambos deixam para tr\u00e1s o pesadelo em que viviam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Refor\u00e7ando a ideia de fantasmas e sonhos vividos, temos a mais pol\u00eamica adi\u00e7\u00e3o de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Apocalypse Now<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">: a sequ\u00eancia da planta\u00e7\u00e3o francesa. No meio do filme, bem no ponto de virada para o segundo ato, Willard e seus companheiros encontram um grupo de franceses cercado pela n\u00e9voa, vivendo isolados no sul da \u00c1sia. O filme vinha construindo uma tens\u00e3o crescente, mas, de repente, pausa por cerca de 20 minutos para refletir sobre o passado colonial franc\u00eas, o prop\u00f3sito da guerra e um dos pseudo-romances mais estranhos do cinema. Provavelmente foi cortada da vers\u00e3o original por isso: \u00e0 primeira vista, quebra o ritmo e parece aleat\u00f3ria \u2014 cr\u00edticas comuns entre espectadores \u2014 mas numa an\u00e1lise mais cuidadosa, a cena enriquece n\u00e3o s\u00f3 os temas, como tamb\u00e9m a atmosfera surreal. Os franceses vivendo ali h\u00e1 anos, acreditam ter direito \u00e0quela terra. S\u00e3o estoicos, imobilizados pela guerra \u2014 seja por orgulho, seja por dissocia\u00e7\u00e3o de sua p\u00e1tria. Parados no tempo, dispostos a morrer por um passado. Caramujos im\u00f3veis sobre a l\u00e2mina, ainda sobrevivendo. Eles s\u00e3o as presen\u00e7as mais fantasmag\u00f3ricas de todo o filme, literalmente aparecendo e desaparecendo do nada, e constroem ainda mais esse sonho tornado pesadelo, incans\u00e1vel e intermin\u00e1vel, onde os mais sortudos s\u00e3o os que escapam pela morte.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Sobreviver \u00e9 o maior terror de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Apocalypse Now<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2014 n\u00e3o morrer. A subvida causada pelo trauma, pela dor e pela guerra. Um retrato da brutalidade de uma campanha profundamente desnecess\u00e1ria, que nos faz desejar, diante do horror, a aniquila\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1979, ap\u00f3s tr\u00eas anos de produ\u00e7\u00e3o e 238 dias de grava\u00e7\u00e3o nas Filipinas, em uma jornada que quase terminou em trag\u00e9dia, Francis Ford Coppola lan\u00e7aria um dos filmes de guerra mais aclamados e memor\u00e1veis de todos os tempos, Apocalypse Now. 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