{"id":5624,"date":"2024-04-05T19:17:45","date_gmt":"2024-04-05T22:17:45","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=5624"},"modified":"2024-04-05T19:17:45","modified_gmt":"2024-04-05T22:17:45","slug":"costurando-as-narrativas-do-cinema-frankenstein-e-o-legado-imortal-como-fonte-de-criatividade-para-a-setima-arte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/costurando-as-narrativas-do-cinema-frankenstein-e-o-legado-imortal-como-fonte-de-criatividade-para-a-setima-arte\/","title":{"rendered":"Costurando as narrativas do cinema: Frankenstein e o legado imortal como fonte de criatividade para a s\u00e9tima arte"},"content":{"rendered":"<p>POR: Julia Sanchez de Oliveira<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"img\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/i.pinimg.com\/originals\/c5\/75\/5c\/c5755c0e7d3891c153f0de61a5649283.jpg\" width=\"170\" height=\"226\" \/><\/p>\n<p>A ideia desse artigo surgiu quase que imediatamente ap\u00f3s eu sair da sess\u00e3o de &#8220;Poor Things&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto refletia a totalidade da experi\u00eancia cinematogr\u00e1fica que acabara de vivenciar, me dei conta de que talvez o estrondoso sucesso deste filme poderia ser atribu\u00eddo n\u00e3o apenas \u00e0s excelentes performances dos atores, \u00e0 dire\u00e7\u00e3o de arte meticulosa e \u00e0 fotografia envolvente, mas tamb\u00e9m por ser essencialmente parecido com &#8220;Frankenstein&#8221; de Mary Shelley.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo para aqueles que nunca se aventuraram nas p\u00e1ginas ou nas telas do cl\u00e1ssico &#8220;Frankenstein&#8221;, a narrativa ressoa em nossa consci\u00eancia coletiva. \u00c9 uma hist\u00f3ria simb\u00f3lica sobre a rela\u00e7\u00e3o entre criador e criatura, onde o cientista Victor Frankenstein, d\u00e1 vida a um monstro por meio da jun\u00e7\u00e3o de peda\u00e7os de v\u00e1rios cad\u00e1veres. A repulsa e o horror diante da sua pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o levam Frankenstein a abandonar a criatura \u00e0 sua pr\u00f3pria sorte, desencadeando uma jornada de autoconhecimento e vingan\u00e7a para a criatura abandonada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria foi publicada pela primeira vez em 1818, com o nome da autora mantido em anonimato. Foi somente em 1823 que Mary Shelley, a mente brilhante por tr\u00e1s do escrito, assumiu a obra, contudo, foi na vers\u00e3o relan\u00e7ada de 1831 que a hist\u00f3ria encontrou sua forma mais completa. Mais de dois s\u00e9culos depois, \u00e9 fascinante observar como a narrativa continua a exercer seu poder de influ\u00eancia sobre in\u00fameras obras audiovisuais e liter\u00e1rias, provando sua relev\u00e2ncia atemporal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enredo, contado de forma potente pela autora, revela um dilema ancestral da humanidade: a dif\u00edcil rela\u00e7\u00e3o com a perda, a rejei\u00e7\u00e3o e o confronto com a morte. A narrativa reflete como um eco das experi\u00eancias pessoais da autora, marcada por trag\u00e9dias e desafios emocionais. A perda prematura da m\u00e3e, seguida pela rejei\u00e7\u00e3o e ex\u00edlio do conv\u00edvio familiar, culminando na dolorosa perda de seu pr\u00f3prio filho, tudo isso repercute na trama do romance g\u00f3tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 extraordin\u00e1rio observar como a hist\u00f3ria e os dilemas apresentados em &#8220;Frankenstein&#8221; se reproduzem atrav\u00e9s de diversas obras liter\u00e1rias e audiovisuais, ultrapassando g\u00eaneros e \u00e9pocas. Um exemplo not\u00e1vel \u00e9 &#8220;Pin\u00f3quio&#8221;, escrito por Carlos Collodi e publicado pela primeira vez em 1883. A hist\u00f3ria acontece a partir da jornada de um pai enlutado que recebe um presente inusitado: um peda\u00e7o de madeira falante. Com isso, ele decide construir o famoso boneco Pin\u00f3quio. \u00c0 primeira vista parece uma narrativa distante de Frankenstein, mas \u00e9 not\u00f3rio a semelhan\u00e7a de temas como perda e tentativa de lidar com o luto atrav\u00e9s de uma cria\u00e7\u00e3o. Nas vers\u00f5es mais recentes de &#8220;Pin\u00f3quio&#8221;, encontramos at\u00e9 mesmo a cena da morte do boneco e sua ressurrei\u00e7\u00e3o, evocando uma reconcilia\u00e7\u00e3o entre criador e criatura, similar \u00e0 din\u00e2mica explorada por Shelley em seu livro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos anos 2000, a Disney presenteou o p\u00fablico com &#8220;Lilo &amp; Stitch&#8221;, uma obra que bebe diretamente da fonte inesgot\u00e1vel de inspira\u00e7\u00e3o que se tornou &#8220;Frankenstein&#8221;. A hist\u00f3ria, embora destinada ao p\u00fablico infanto-juvenil, aborda a envolvente rela\u00e7\u00e3o entre criador e criatura. Em sua trama, acompanhamos a jornada de Stitch, uma criatura criada por um cientista que o rejeita, rotulando-o como disposto a possuir somente comportamentos destrutivos. No entanto, a hist\u00f3ria toma um rumo surpreendente quando Stitch encontra em Lilo e sua comunidade um lar e uma fam\u00edlia, proporcionando-lhe um espa\u00e7o para explorar suas emo\u00e7\u00f5es humanas, apesar de sua natureza n\u00e3o convencional. A obra &#8220;Lilo &amp; Stitch&#8221; n\u00e3o apenas presta uma homenagem contempor\u00e2nea e mais sutil ao legado de &#8220;Frankenstein&#8221;, mas tamb\u00e9m oferece uma reflex\u00e3o atual sobre temas de identidade, pertencimento e reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre in\u00fameras obras que se inspiram na narrativa de &#8220;Frankenstein&#8221;, uma em especial que merece destaque \u00e9 &#8220;Edward, m\u00e3os de tesoura&#8221;, do cineasta \u00edmpar Tim Burton. Esse filme reproduz os temas universais de identidade e aceita\u00e7\u00e3o presentes no romance original de Mary Shelley. Em &#8220;Edward, m\u00e3os de tesoura&#8221;, somos apresentados \u00e0 narrativa de um personagem criado de maneira artificial por um ser humano, e que, assim como Victor Frankenstein, no fim acaba por abandonar a sua cria\u00e7\u00e3o incompleta. No entanto, \u00e9 poss\u00edvel observar um ponto de contraste em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 criatura de Shelley, Edward \u00e9 dotado de uma inoc\u00eancia tocante e habilidades extraordin\u00e1rias, tornando-se uma figura cativante para quem o assiste. A meticulosa constru\u00e7\u00e3o visual e narrativa de Tim Burton, aliada \u00e0 colossal interpreta\u00e7\u00e3o de Johnny Depp, fazem deste filme uma obra-prima atemporal, que continua atravessando gera\u00e7\u00f5es e encantando espectadores de todas as idades. Por fim, o filme de Tim Burton n\u00e3o \u00e9 apenas um tributo ao legado de Shelley, mas tamb\u00e9m uma express\u00e3o art\u00edstica \u00fanica que ecoa al\u00e9m do g\u00eanero, explorando temas de solid\u00e3o, aceita\u00e7\u00e3o, e mais uma vez, a busca pela identidade em um mundo que muitas vezes \u00e9 cruel e incompreens\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o podemos concluir esta an\u00e1lise sem mencionar o fascinante paralelo entre o cl\u00e1ssico de Mary Shelley e o antigo mito grego de Prometeu. Muitos escritores e cr\u00edticos destacam a poss\u00edvel influ\u00eancia do mito sobre a obra de Shelley, sugerindo que Prometeu possa ter servido como uma fonte de inspira\u00e7\u00e3o inconsciente para a autora. A conex\u00e3o entre as duas hist\u00f3rias \u00e9, no m\u00ednimo, intrigante: assim como o tit\u00e3 Prometeu desafiou Zeus ao roubar o fogo e conceder aos mortais, Victor Frankenstein assume o papel de um criador divino ao \u201croubar\u201d o poder da vida e criar seres \u00e0 sua semelhan\u00e7a. Essa dualidade entre o poder humano e divino, entre a busca pelo conhecimento e suas consequ\u00eancias, refletem atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, unindo essas duas hist\u00f3rias em um di\u00e1logo grandioso entre mitologia, literatura e os dilemas da humanidade. Essa interse\u00e7\u00e3o revela n\u00e3o apenas a profundidade das preocupa\u00e7\u00f5es e anseios que t\u00eam assombrado a humanidade ao longo da hist\u00f3ria, mas tamb\u00e9m a capacidade atemporal dessas narrativas em provocar reflex\u00f5es e debates sobre o nosso lugar no universo e as responsabilidades que procedem com o conhecimento e o poder. \u201cFrankenstein\u201d e o mito de Prometeu permanecem como monumentos liter\u00e1rios e tamb\u00e9m como lembretes para n\u00f3s, da complexidade e beleza do eterno conflito entre os limites da ci\u00eancia, a ambi\u00e7\u00e3o humana e o respeito pelas for\u00e7as que transcendem nossa compreens\u00e3o enquanto seres mortais.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS:<\/p>\n<p>FELTRIN, Tatiana. Frankenstein, ou O Prometeu Moderno (Mary Shelley). YouTube, 31 de outubro de 2021. 49 min e 32 segundos. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=P4quYC-K9dE&gt;. Acesso em: 17 de mar\u00e7o de 2024.<\/p>\n<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. FAFICH &#8211; Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas.<br \/>\n&lt;https:\/\/www.fafich.ufmg.br\/~labfil\/mito_filosofia_arquivos\/prometeu_epimeteu.pdf&gt;<\/p>\n<p>Julia Sanchez de Oliveira \u00e9 graduanda do terceiro per\u00edodo de Publicidade e Propaganda da PUC Minas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>POR: Julia Sanchez de Oliveira A ideia desse artigo surgiu quase que imediatamente ap\u00f3s eu sair da sess\u00e3o de &#8220;Poor Things&#8221;. 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