{"id":5219,"date":"2023-04-27T10:00:13","date_gmt":"2023-04-27T13:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=5219"},"modified":"2023-05-09T18:28:47","modified_gmt":"2023-05-09T21:28:47","slug":"metafora-de-lucrecia-martel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/metafora-de-lucrecia-martel\/","title":{"rendered":"Met\u00e1fora de Lucr\u00e9cia Martel"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_5221\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5221\" class=\"size-full wp-image-5221\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/lucrecia-martel-ccm-apagar-depois.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"749\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/lucrecia-martel-ccm-apagar-depois.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/lucrecia-martel-ccm-apagar-depois-300x219.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/lucrecia-martel-ccm-apagar-depois-768x562.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-5221\" class=\"wp-caption-text\">BEVERLY HILLS, CA &#8211; JULY 19: Filmmaker\/screenwriter Lucrecia Martels attends MIU MIU presents Lucrecia Martel&#8217;s &#8220;Muta&#8221; on July 19, 2011 in Beverly Hills, California. (Photo by Alberto E. Rodriguez\/Getty Images)<\/p><\/div>\n<p>Por: Let\u00edcia S. G\u00f3is<\/p>\n<p>Lucr\u00e9cia Martel \u00e9 uma cineasta do cinema moderno e contempor\u00e2neo que possui caracter\u00edsticas bem marcantes. Ap\u00f3s a experi\u00eancia com os tr\u00eas primeiros filmes da realizadora, as obras O p\u00e2ntano (2001), A menina santa (2004) e A mulher sem cabe\u00e7a (2008), uma quest\u00e3o se destaca sobre todas. Lucr\u00e9cia se debru\u00e7a sobre a formata\u00e7\u00e3o familiar da classe m\u00e9dia e retrata de maneira complexa as mazelas relacionais dessa classe na Argentina. O estilo da diretora costuma revelar outras facetas em seus filmes, ela trata tamb\u00e9m da quest\u00e3o do clima, muito chuvoso e quente, utiliza planos e enquadramentos fragmentados, o medo, o sil\u00eancio&#8230;, por\u00e9m o que sobressai em suas obras, em especial na trilogia, \u00e9 aquilo que motiva a autora: a quest\u00e3o biogr\u00e1fica. O cen\u00e1rio de suas tramas \u00e9 sua terra Natal, suas personagens principais s\u00e3o mulheres e os argumentos s\u00e3o sobre a vida da classe m\u00e9dia, na qual a realizadora cresceu. Ela revela v\u00e1rias quest\u00f5es relacionais que apenas algu\u00e9m de dentro dessa l\u00f3gica poderia saber. Seu olhar, al\u00e9m de ser o olhar feminino, \u00e9 um olhar cl\u00ednico, atento e familiar. Um olhar que se reconhece e se coloca \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de retratar a realidade de sua gente, de sua \u00e9poca.<\/p>\n<p>A cineasta se dedica a desnudar as facetas veladas da desigualdade social e o estado de letargia constante da classe m\u00e9dia, fazendo isso de maneira pr\u00f3pria, como uma caracter\u00edstica autoral. Seus filmes se tornam uma trilogia n\u00e3o pela conex\u00e3o e continuidade de suas hist\u00f3rias, mas pelo desejo e rela\u00e7\u00e3o da autora com a tem\u00e1tica. Os filmes se ligam e se completam em um \u00fanico ponto espec\u00edfico, ponto esse que \u00e9 a pr\u00f3pria Lucr\u00e9cia Martel. Ela d\u00e1 a dica, revela de maneira sutil o que quer que o espectador veja ao assistir seus tr\u00eas filmes. Ela contextualiza: O p\u00e2ntano \u00e9 o ambiente, o lugar f\u00edsico, o estado let\u00e1rgico da classe, um filme que coloca seus personagens em estado de naufr\u00e1gio em uma \u00e1gua barrenta, com medo e feridas que marcam a superf\u00edcie, a pele. A menina santa \u00e9 a revela\u00e7\u00e3o escondida, o desnudo do desejo, daquilo que almejam os componentes da fam\u00edlia, aquilo que a moral nega que deseja, o filme \u00e9 o v\u00e9u sobre o sentir carnal da fam\u00edlia crist\u00e3. E A mulher sem cabe\u00e7a \u00e9 a justificativa das a\u00e7\u00f5es dessa classe, a mulher que n\u00e3o tem culpa, que n\u00e3o desejava o que aconteceu, a classe que se apoia na d\u00favida, que \u00e9 v\u00edtima, doente, louca, que n\u00e3o se<br \/>\nresponsabiliza, que n\u00e3o levanta e age por si s\u00f3, que permanece let\u00e1rgica. Esse \u00e9 o elo, a rela\u00e7\u00e3o familiar para Martel e o espectador.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o familiar percorre as narrativas de Lucr\u00e9cia em suas estruturas, vemos por diversas vezes os elementos narrativos nos dizerem muito mais que os pr\u00f3prios personagens, h\u00e1 uma aus\u00eancia de falas. Tal aus\u00eancia nos permite aflorar os sentidos e observar que cada gesto, movimento de c\u00e2mera e cen\u00e1rio nos dizem sempre mais. A inten\u00e7\u00e3o com a classe m\u00e9dia nos filmes de Martel, deseja revelar a superficialidade desse contexto social. Em entrevista, ela nos diz que o grande problema da classe m\u00e9dia \u00e9 que ela nunca se preocupa em olhar para o presente, est\u00e1 sempre buscando algo para o futuro. Tal coment\u00e1rio me conduz a encontrar diversas nuances nas realiza\u00e7\u00f5es que me proponho comentar. Em todos esses tr\u00eas filmes citados a superficialidade se d\u00e1 de uma maneira diferente, por\u00e9m se mant\u00eam presente. Vemos as personagens se desvencilhando, sempre evitando assuntos \u2212 claro, j\u00e1 n\u00e3o falam mesmo! \u2212 ou est\u00e1 escondendo algo. H\u00e1 sempre um segredo, h\u00e1 sempre a necessidade de manter a apar\u00eancia. A necessidade de revelar essa dist\u00e2ncia que existe entre a classe m\u00e9dia e as demais classes, se transfere para a dist\u00e2ncia ensaiada entre os<br \/>\nconflitos dos personagens e o espectador. Quando digo \u201cdist\u00e2ncia ensaiada\u201d quero dizer um afastamento que pretende enganar, se disfar\u00e7ar, pois \u00e9 na realidade uma dist\u00e2ncia que nos mostra n\u00e3o apenas sua pr\u00f3pria exist\u00eancia, mas tamb\u00e9m sua origem. O trabalho nos revela as din\u00e2micas, a inten\u00e7\u00e3o de esconder e o porqu\u00ea dessa dist\u00e2ncia. N\u00f3s, espectadores de Lucr\u00e9cia Martel, estamos na verdade bem pr\u00f3ximos, estamos dentro de sua casa, estamos testemunhando, ao assistir seus filmes, a confiss\u00e3o das problem\u00e1ticas sist\u00eamicas da classe social retratada.<\/p>\n<p>A classe m\u00e9dia \u00e9 retratada como essa classe que n\u00e3o se relaciona com as classes mais baixas, no entanto, est\u00e1 cotidianamente em contato direto com elas. N\u00e3o vemos as personagens de classe mediana se relacionando com pessoas ricas, \u00e9 sempre a din\u00e2mica dessa primeira se relacionando consigo mesma ou com seus subalternos.<br \/>\nUma din\u00e2mica explorada a partir desse complexo que n\u00e3o aceita sua realidade, que busca ser mais, que se julga diferente, melhor, da\u00ed o coment\u00e1rio de Martel. A classe m\u00e9dia n\u00e3o olha para o presente, pois n\u00e3o repara suas condi\u00e7\u00f5es reais, n\u00e3o v\u00ea suas feridas, n\u00e3o interroga seus erros.<\/p>\n<p>Existem alguns elementos imag\u00e9ticos nos filmes da realizadora que aparecem com frequ\u00eancia e funcionam como im\u00e3s de nossa aten\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m como a materializa\u00e7\u00e3o daquelas mazelas que falamos antes. Na met\u00e1fora de Martel, o ambiente e ambienta\u00e7\u00e3o que nos dizem mais. A superficialidade \u00e9 a quest\u00e3o que mais aparece nas tramas, tudo est\u00e1 sempre nas entrelinhas, nada \u00e9 muito verbalizado. Vemos que a diretora tem uma certa fixa\u00e7\u00e3o por piscinas em seus filmes, da mesma maneira que os elementos da natureza se esbarram com as tramas das personagens. A \u00e1gua, parada, depositada em um quadrado de cimento, cavado artificialmente no ch\u00e3o, nos mostra a aus\u00eancia da fluidez. Seus personagens est\u00e3o sempre dentro dessa pausa, no interior da imobilidade. As piscinas d\u00e3o a dica da morbidez da classe m\u00e9dia, aquele estado let\u00e1rgico citado antes. Em um dos filmes, \u201cO p\u00e2ntano\u201d, h\u00e1 a presen\u00e7a de uma piscina suja e v\u00e1rias pessoas ao redor tomando sol. Em um outro, \u201cA mulher sem cabe\u00e7a\u201d, as personagens femininas falam sempre sobre n\u00e3o molhar o cabelo na piscina. Essa \u00e1gua parada, impedida de ter fluidez e vaz\u00e3o, \u00e9 uma \u00e1gua que representa um lugar inexplorado. Representa a falta de profundidade, a indisposi\u00e7\u00e3o de limpar tal \u00e1gua, bem como a inutilidade dessa piscina que por estar t\u00e3o suja \u00e9 \u00f3bvio que n\u00e3o se pretende entrar. Tamb\u00e9m n\u00e3o v\u00e3o mergulhar nessas \u00e1guas, submergir suas cabe\u00e7as para ver o que tem debaixo, v\u00e3o sempre permanecer na superf\u00edcie, olhando de fora, esperando um subalterno limp\u00e1-las.<\/p>\n<p>Outro elemento que ajuda a trabalhar a constru\u00e7\u00e3o da vida de apar\u00eancias dessa classe, \u00e9 o medo e as formas de ilustra\u00e7\u00e3o dele. H\u00e1 sempre uma amea\u00e7a, um barulho desconhecido que \u00e9 ao mesmo tempo reconhec\u00edvel, um movimento de c\u00e2mera lento que nos revela gradativamente, marcando o receio que a c\u00e2mera tem de ver o que h\u00e1 no pr\u00f3ximo plano. A amea\u00e7a \u00e9 presente n\u00e3o s\u00f3 dentro do argumento da hist\u00f3ria, mas no fio condutor das realiza\u00e7\u00f5es de Martel. H\u00e1 uma amea\u00e7a em desnudar os costumes e car\u00e1ter da classe m\u00e9dia, um perigo eminente como se a realidade do filme temesse a autora, ou como se ela mesma tivesse a inten\u00e7\u00e3o de assust\u00e1-los. A complexidade de Lucr\u00e9cia Martel surpreende. Ela se identifica como uma cineasta que n\u00e3o liga para o mercado. A cr\u00edtica a descreve como a cineasta que n\u00e3o \u00e9 esquecida, pois est\u00e1 sempre ativando o exerc\u00edcio da mem\u00f3ria. Lucr\u00e9cia est\u00e1 sempre buscando remexer a realidade, iluminar o contexto de sua origem e revelar como ela mesmo diz os \u201ctumores\u201d que s\u00e3o as personagens da vida real, mas que ela pega emprestado para suas hist\u00f3rias. Uma cineasta que se move pela verdade, pelo realismo, que pretende conquistar o apelo de uma massa espectadora, quer mesmo \u00e9 deixar pulgas atr\u00e1s da orelha. Quer que o espectador fa\u00e7a sua parte tamb\u00e9m, que entre na \u00e1gua suja, que deixe para tr\u00e1s a superf\u00edcie, que desnude aquela realidade que ela<br \/>\nvestiu de cinema.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Let\u00edcia S. G\u00f3is Lucr\u00e9cia Martel \u00e9 uma cineasta do cinema moderno e contempor\u00e2neo que possui caracter\u00edsticas bem marcantes. Ap\u00f3s a experi\u00eancia com os tr\u00eas primeiros filmes da realizadora, as obras O p\u00e2ntano (2001), A menina santa (2004) e A mulher sem cabe\u00e7a (2008), uma quest\u00e3o se destaca sobre todas. 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