{"id":4566,"date":"2022-09-27T13:34:43","date_gmt":"2022-09-27T16:34:43","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=4566"},"modified":"2023-04-04T16:30:59","modified_gmt":"2023-04-04T19:30:59","slug":"ilha-das-flores-recortes-e-colagens-de-uma-verdade-fragmentada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/ilha-das-flores-recortes-e-colagens-de-uma-verdade-fragmentada\/","title":{"rendered":"Ilha das Flores: Recortes e Colagens de Uma Verdade Fragmentada"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Marco Souza<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"282\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/image-12-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4596\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/image-12-1.png 500w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/image-12-1-300x169.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/image-12-1-460x260.png 460w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A cada exibi\u00e7\u00e3o, Ilha das Flores (1989) se consolida cada vez mais como uma das realiza\u00e7\u00f5es audiovisuais mais polidas do documentarismo brasileiro. Eleito em 2019 como \u201co melhor curta-metragem brasileiro da hist\u00f3ria\u201d pela Abraccine (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cr\u00edticos de Cinema), o filme escrito e dirigido por Jorge Furtado destrincha a complexa exist\u00eancia do ser humano em uma sociedade capitalista, recorrendo a uma estrat\u00e9gia \u00fanica: o diretor faz uso dos par\u00e2metros e s\u00edmbolos das linguagens publicit\u00e1ria e documental para confeccionar um produto que retorce a realidade e coloca a no\u00e7\u00e3o comum de \u201cverdade\u201d em xeque.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O texto e a narra\u00e7\u00e3o estoicos e hiper-racionais, com a ocasional piscadela ao c\u00f4mico, t\u00eam o intuito de imediatamente desarmar o espectador. Esse car\u00e1ter did\u00e1tico n\u00e3o julga a capacidade do p\u00fablico de entender conceitos simples, mas sim pinta uma clara narrativa e linha temporal a ser seguidas. A linguagem \u00e9, na realidade, muito similar em tom \u00e0 do documentarista norte-americano Michael Moore que, em diversos renomados trabalhos que sucedem o curta em quest\u00e3o, se volta ao l\u00fadico e ao ir\u00f4nico para se conectar com o espectador, ao mesmo passo que lentamente afia sua escolha de palavras para que a mensagem ao final da exibi\u00e7\u00e3o seja cir\u00fargica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Quanto \u00e0 est\u00e9tica em si, os diversos gr\u00e1ficos feitos de recortes de revista e os in\u00fameros insertes de filmagens do \u201creal\u201d \u2013 que mais remetem a imagens de arquivo \u2013 nos transportam para o que seria uma vers\u00e3o cinematogr\u00e1fica do movimento pop art. \u00c0 primeira vista, vemos as paletas saturadas dos tomates e fam\u00edlias que facilmente se adequam ao famigerado \u201csonho americano\u201d, e apenas pensamos na comercialidade dessas imagens. Por\u00e9m, sob segunda inspe\u00e7\u00e3o, notamos como os visuais corroboram com o sarcasmo do texto, ao apresentar uma realidade que \u00e9 alheia a do brasileiro, mas profundamente difundida entre a m\u00eddia anglo-sax\u00f4nica e seu culto ao artificial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Mergulhamos t\u00e3o profundamente no universo de Ilha das Flores, entre conceitua\u00e7\u00f5es in\u00fateis sobre as composi\u00e7\u00f5es dos c\u00e9rebros de humanos e su\u00ednos, e romantiza\u00e7\u00f5es super idealizadas dos diferentes setores trabalhistas, que at\u00e9 esquecemos o t\u00edtulo do curta. Temos no\u00e7\u00e3o que o filme possui um largo di\u00e1logo com a s\u00e1tira \u2013 afinal, n\u00e3o se coloca imagens chocantes do holocausto no meio de um curta vibrante e carism\u00e1tico sem considerar o contraste de tom que \u00e9 criado \u2013 mas somos entretidos e distra\u00eddos pelas criativas maneiras com que o roteiro consegue dar voltas sobre si mesmo, adicionando ainda mais elementos no caminho. Eis que, depois de mais da metade da dura\u00e7\u00e3o do filme, somos finalmente introduzidos \u00e0 infame Ilha das Flores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Para o curta, a Ilha das Flores representa um mecanismo de subvers\u00e3o final do arco narrativo constru\u00eddo at\u00e9 ent\u00e3o. Ao mesmo tempo que confirma as impress\u00f5es do espectador, de que um prop\u00f3sito maior estava lentamente sendo tecido por detr\u00e1s do humor levemente \u00e1cido; o cl\u00edmax do filme tamb\u00e9m revela que a realidade desse local quebra as regras j\u00e1 estabelecidas no universo em que fomos imersos. Subitamente, nos \u00e9 revelado que crian\u00e7as e mulheres da Ilha das Flores, que s\u00e3o t\u00e3o humanas quanto qualquer um, s\u00e3o tratadas aqui como inferiores aos porcos. Entende-se imediatamente que essa popula\u00e7\u00e3o representa uma mazela da sociedade, e que os conceitos previamente definidos sobre as condi\u00e7\u00f5es humanas e suas intera\u00e7\u00f5es entre si s\u00e3o nulas ou irrelevantes quando vistas sob uma lente capitalista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Pode-se argumentar que essa cr\u00edtica social n\u00e3o \u00e9 bem desenvolvida e fundamentada ao ser brevemente introduzida ao final de um produto j\u00e1 t\u00e3o enxuto, quase que suavizando uma tem\u00e1tica de grande import\u00e2ncia para a contemporaneidade, com o tom ir\u00f4nico da narra\u00e7\u00e3o. Ilha das Flores, por\u00e9m, apresenta um trabalho conciso. Todos os elementos apresentados anteriormente (as pessoas, o trabalho, a economia, os animais) retornam para um ciclo final, que agora, em uma realidade menos idealizada, se mostra mais como uma espiral do que um c\u00edrculo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Furtado n\u00e3o tem o intuito de negligenciar uma mensagem sombria ao montar imag\u00e9ticas reconfortantes, que puxam das estrat\u00e9gias de cativa\u00e7\u00e3o publicit\u00e1ria. O que ele faz \u00e9 potencializar sua pr\u00f3pria voz ao remover o p\u00fablico do aconchego da linha de fluxo conhecida, quebrando a magia do imagin\u00e1rio para que a dureza da realidade possa realmente ser assimilada e confrontada. \u00c9 um exemplo do poder da s\u00e1tira e de como o humor e a estiliza\u00e7\u00e3o da est\u00e9tica podem contribuir para a constru\u00e7\u00e3o de uma obra que outrora poderia ser ma\u00e7ante e desgastante para o espectador, caso estivesse nas m\u00e3os de um realizador que fosse apenas focado na clareza imediata do t\u00f3pico abordado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A Ilha das Flores apresentada a n\u00f3s reside em um limbo entre a fic\u00e7\u00e3o e a realidade. Embora todo document\u00e1rio discutivelmente ande por essa mesma t\u00eanue corda bamba do \u201creal\u201d, o curta de Furtado se orgulha em mesclar o que \u00e9 fabricado ao que \u00e9 ver\u00eddico, ao ponto de que \u00e9 imposs\u00edvel distinguir um do outro por completo. Enquanto os trechos de Dona Anete (Ci\u00e7a Reckziegel) e sua fam\u00edlia parecem ser provenientes de um banco de imagens, por sua alta polidez, com larga ilumina\u00e7\u00e3o e precisa dire\u00e7\u00e3o de arte, descobrimos nos cr\u00e9ditos finais que os tais segmentos foram orquestrados pela pr\u00f3pria equipe de Furtado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">E \u00e9 tamb\u00e9m ao final dos cr\u00e9ditos, ap\u00f3s toda a equipe, atores e loca\u00e7\u00f5es por detr\u00e1s do projeto serem por fim transparecidos, que o filme brada: \u201co resto \u00e9 verdade\u201d. Mas a \u201cverdade\u201d em quest\u00e3o aqui n\u00e3o \u00e9 sobre uma representa\u00e7\u00e3o fiel do que se passa na Ilha das Flores de nosso mundo, que sequer foi a principal localidade da maior parte das grava\u00e7\u00f5es. Se algu\u00e9m argumentasse com a j\u00e1 finada cineasta belga Agn\u00e8s Varda que assiste a document\u00e1rios quem apenas busca uma transposi\u00e7\u00e3o exata do real para a pel\u00edcula, a mesma provavelmente riria de uma constata\u00e7\u00e3o t\u00e3o ing\u00eanua. Nem todo plano ou enquadramento \u00e9 natural, muito menos as a\u00e7\u00f5es das pessoas retratadas nele, e muito provavelmente nunca saberemos se os momentos mais importantes para as pessoas\/personagens ali realmente acabaram no corte final do filme, caso os editores e a equipe envolvida fa\u00e7am um bom trabalho em moldar uma narrativa coesa com o material dispon\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Ilha das Flores \u00e9 o exemplo m\u00e1ximo de como o capitalismo falha em prover significado para palavras como \u201cigualdade\u201d e \u201cliberdade\u201d. No papel, quando analisado a fundo, o local que titula o filme n\u00e3o \u00e9 nada menos do que um artif\u00edcio para se chegar ao ponto desejado. Por\u00e9m, quando se distancia dos detalhes, para focar no todo, percebe-se que os recortes e colagens da pop art de Furtado s\u00e3o exatamente o que parecem a princ\u00edpio: uma abstra\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A relativiza\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia humana, atrav\u00e9s de um racionalismo t\u00e3o literal, apenas aliena o cidad\u00e3o comum e torna o erudito \u201cburro\u201d, ao ser inalcan\u00e7\u00e1vel em suas demandas, de similar forma ao que acontece com popula\u00e7\u00f5es economicamente carentes, quanto \u00e0s demandas de um cen\u00e1rio global hiper-capitalista. Dessa maneira, um filme fidedigno \u00e0 \u201crealidade\u201d n\u00e3o \u00e9 aquele que repete o real, mas o que nos faz sentir a sua conclus\u00e3o da mesma forma com que as personagens na grande tela. Toda a ang\u00fastia, insatisfa\u00e7\u00e3o, raiva e depress\u00e3o ao entender que meros conceitos s\u00e3o subjugados e relativos a quem os est\u00e1 constantemente ditando e reescrevendo.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Isso \u00e9 o que realmente se passa na Ilha das Flores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cada exibi\u00e7\u00e3o, Ilha das Flores (1989) se consolida cada vez mais como uma das realiza\u00e7\u00f5es audiovisuais mais polidas do documentarismo brasileiro. 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