{"id":4429,"date":"2022-06-23T19:04:15","date_gmt":"2022-06-23T22:04:15","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=4429"},"modified":"2023-04-04T16:31:03","modified_gmt":"2023-04-04T19:31:03","slug":"a-bruxa-do-amor-misoginia-e-a-dependencia-emocional-feminina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/a-bruxa-do-amor-misoginia-e-a-dependencia-emocional-feminina\/","title":{"rendered":"A Bruxa do Amor: misoginia e a depend\u00eancia emocional feminina"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"886\" height=\"498\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4431\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-5.png 886w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-5-300x169.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-5-768x432.png 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-5-460x260.png 460w\" sizes=\"auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px\" \/><figcaption><em>Fotos de divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Por Marina Marques da Silva<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O que leva uma mulher a sonhar obsessivamente com o seu pr\u00edncipe encantado?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Elaine Parks (Samantha Robinson) \u00e9 uma jovem e bela vi\u00fava, que foi abandonada pelo seu marido Jerry (Stephen Wozniak), morto misteriosamente quando come\u00e7ava a se preparar para se casar com outra mulher. Para sanar as dores causadas pelo ex-marido, Elaine entra em um culto, se torna uma bruxa e aprende a buscar o seu pr\u00f3prio poder. Ela tenta se tornar uma mulher mais livre em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria sexualidade, ao mesmo tempo em que ambiciona usar seus novos poderes para atrair o par ideal. Combinando a magia sexual aprendida em sua nova religi\u00e3o com feiti\u00e7os de amor, ela pretende se tornar a mulher perfeita aos olhos dos homens. Entretanto, a personagem passa a seguir \u00e0 risca os desejos dos novos parceiros, j\u00e1 que internalizou que somente assim conseguiria o &#8220;amor perfeito e a confian\u00e7a perfeita&#8221; que sonhava em ter, mas nunca obtivera com Jerry ou com outros homens em sua vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em certo momento de <em>The Love Witch<\/em> (Anna Biller, 2016), Elaine diz: &#8220;Eu sou a bruxa do amor! Eu sou a sua fantasia perfeita!&#8221;. Ao longo do filme, entendemos que essa idealiza\u00e7\u00e3o \u00e9, na verdade, um trauma que a personagem carrega desde sua inf\u00e2ncia. O pr\u00f3prio pai a tratava de maneira abusiva, insultando e maltratando-a por n\u00e3o corresponder ao ideal de perfei\u00e7\u00e3o que a sociedade espera de uma mulher. O quadro se agrava ap\u00f3s Elaine ser abandonada por Jerry, que tamb\u00e9m a tratava de forma psicologicamente abusiva. Logo conseguimos entender, como explicita em uma entrevista Anna Biller, diretora e roteirista do filme, que Elaine \u00e9 um \u201cmonstro estilo Frankenstein\u201d, fruto da sociedade patriarcal em que vivemos. Sua busca fren\u00e9tica e alienada pelo amor e sua capacidade de fazer qualquer coisa para conseguir o que quer dos homens beiram \u00e0 tragicidade, fazendo-nos sentir pena da protagonista. Assim a diretora faz cr\u00edticas certeiras \u00e0 maneira mis\u00f3gina como o amor e os relacionamentos (pelo menos do ponto de vista heterossexual) s\u00e3o encarados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Ela, no entanto, n\u00e3o critica apenas o efeito negativo da misoginia sobre as mulheres, mas tamb\u00e9m a pr\u00f3pria masculinidade toxica que leva os homens a se tornarem brutos, a ignorar e reprimir seus sentimentos e sua sensibilidade \u2013 sob o risco de perderem a estima e respeito. Homens que n\u00e3o se encaixam nesses padr\u00f5es acabam se tornando v\u00edtimas da estigmatiza\u00e7\u00e3o e da humilha\u00e7\u00e3o por parte da sociedade, que os taxariam, homofobicamente, de \u201cmaricas\u201d ou \u201cfrouxos\u201d; eles n\u00e3o se comportariam como homens de verdade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Nem mesmo os homens aparentemente mais desconstru\u00eddos, popularmente chamados de \u201cesquerdomachos\u201d, escapam da cr\u00edtica de Biller. Nas intera\u00e7\u00f5es entre Elaine e Gahan (Jared Sanford), fica claro que o bruxo sacerdote, que apresenta um discurso feminista, de empoderamento, e que defende a liberdade sexual das mulheres, parece se aproveitar desse mesmo discurso para abusar sexualmente das mulheres nos rituais de inicia\u00e7\u00e3o do culto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"886\" height=\"602\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-6.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4432\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-6.png 886w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-6-300x204.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-6-768x522.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px\" \/><figcaption><em>Cena retirada do filme<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Retornemos, ent\u00e3o, \u00e0 obsess\u00e3o de Elaine, o foco da narrativa. Na verdade, parte da carga cr\u00edtica da obra vem da ironia que emerge quando as t\u00e1ticas de conquista da protagonista d\u00e3o errado; na verdade, elas funcionam t\u00e3o bem, que o tiro sai pela culatra. Elaine deixa os homens literalmente ensandecidos de amor. Por\u00e9m, eles n\u00e3o sabem lidar com os pr\u00f3prios sentimentos, n\u00e3o est\u00e3o acostumados a encararem de frente emo\u00e7\u00f5es t\u00e3o profundas. Pelo contr\u00e1rio, est\u00e3o acostumados a reprimir afetos e, por isso, acabam morrendo de amor quando Elaine estremece seus bloqueios emocionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O primeiro deles \u00e9 o professor de literatura da universidade local, Wayne (Jeffrey Vicent Parise). Trata-se de um homem culto, que ama poesia, dono de uma sensibilidade latente. Por outro lado, Wayne \u00e9 um mulherengo inveterado, que diz &#8220;amar as mulheres\u201d, mas n\u00e3o consegue estabelecer um relacionamento duradouro com nenhuma. Nas falas do personagem, ele revela que nenhuma mulher se enquadra nas suas exig\u00eancias: &#8220;todas as mulheres por quem me atraio [fisicamente] nunca s\u00e3o inteligentes o suficiente, e todas as mulheres inteligentes n\u00e3o me fazem sentir [fisicamente] atra\u00eddo&#8221;. J\u00e1 conformado com o fato de que ele nunca encontraria a mulher ideal, ele se dizia um lobo solit\u00e1rio. Quando Elaine entra em sua vida, Wayne n\u00e3o consegue entender ou lidar com a intensidade de seus sentimentos, e acaba se tornando um namorado grudento, codependente, exigindo que ela sempre estivesse ao seu dispor \u2013 outra ironia: inicialmente, Wayne comenta com Elaine que ela era diferente das outras mulheres por, justamente, n\u00e3o exigir promessas de comprometimento e apego. Por fim, sem conseguir manejar a rela\u00e7\u00e3o, Wayne tem um ataque card\u00edaco fatal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O pr\u00f3ximo homem a se envolver com Elaine \u00e9 Richard (Robert Seeley), marido de Trish, uma das pouqu\u00edssimas amigas de Elaine. Richard \u00e9 um homem doce, rom\u00e2ntico e atencioso, que n\u00e3o parece despejar sobre Trish as expectativas machistas sobre como a mulher perfeita deve ser e se portar. Entretanto, Richard \u00e9 pressionado a se encaixar cada vez mais no estere\u00f3tipo do \u201cmacho alfa\u201d, rejeitado por Trish. Ent\u00e3o quando Elaine se prop\u00f5e a realizar todas as suas fantasias masculinistas, ele se apaixona loucamente por ela e se torna obsessivo, \u201cexatamente como uma mulher, chorando por tudo\u201d. Quando Elaine termina o relacionamento com ele, em um ato de desespero, Richard tira sua pr\u00f3pria vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O terceiro e \u00faltimo homem que atravessa a cruzada de Elaine \u00e9 Griff Meadows (Gian Keys). Griff \u00e9 o sargento respons\u00e1vel por investigar as mortes em torno da protagonista. Quando eles se conhecem, Elaine comenta que tinha a sensa\u00e7\u00e3o de j\u00e1 t\u00ea-lo visto antes, impress\u00e3o que ele retribui. Logo depois, ela explica que o viu em uma tiragem da \u201ccruz celta\u201d, um m\u00e9todo do Tarot, que o aponta como seu destino. Griff seria o homem com quem Elaine se casaria. A refer\u00eancia ao Tarot j\u00e1 d\u00e1 pistas sobre o desenrolar da trama: Griff realmente se encaixa no arqu\u00e9tipo do cavaleiro de paus revelado na tiragem: \u00e9 bonito, por\u00e9m se concentra apenas na apar\u00eancia e nas conquistas sexuais; de sua l\u00edngua pinga leite e mel, por\u00e9m diz apenas o que \u00e9 conveniente; conquista com um sorriso, por\u00e9m \u00e9 insens\u00edvel e n\u00e3o pensa nos outros; gera excita\u00e7\u00e3o, por\u00e9m \u00e9 superficial e evita assunto s\u00e9rios e profundos. Essas caracter\u00edsticas, na verdade partilhadas por muitos homens em uma sociedade machista, s\u00e3o ressaltadas na cena em que as personagens participam de uma cerim\u00f4nia de casamento de mentira, performada em uma feira renascentista organizada por integrantes do culto de Elaine. Na ocasi\u00e3o, conseguimos escutar seus pensamentos: enquanto testemunhamos a paix\u00e3o de Elaine, somos confrontados com as contradi\u00e7\u00f5es de Griff. Ele age como se estivesse apaixonado, mas a ideia do compromisso o apavora internamente. Griff teme se tornar fraco e que isso o leve a ser, consequentemente, menos viril. Tamb\u00e9m o escutamos pensar: \u201cO ideal feminino s\u00f3 existe na mente do homem. Nenhuma mulher pode executar esse papel perfeitamente.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Tal constata\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 nenhuma novidade, considerando as expectativas irrealistas e opressoras de subservi\u00eancia que s\u00e3o depositadas nas mulheres h\u00e1 s\u00e9culos, criadas por homens que n\u00e3o conseguem nem aceitar e nem se relacionar de uma forma humana e profunda com suas parceiras. Anna Biller explicita o paradoxo quando Griff, nos seus devaneios, sentencia: \u201cQuanto mais voc\u00ea conhece uma mulher, menos voc\u00ea consegue sentir algo por ela.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"886\" height=\"702\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-7.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4433\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-7.png 886w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-7-300x238.png 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/image-7-768x609.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 886px) 100vw, 886px\" \/><figcaption><em>Quadro pintado por Elaine ao longo do filme<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Com um visual de tirar o folego, o longa faz uma homenagem aos filmes de terror hollywoodianos dos 60 e 70 e, apesar de se passar em dias mais atuais, remete esteticamente \u2013 tanto na fotografia quanto na dire\u00e7\u00e3o de arte \u2013 ao estilo da \u00e9poca. Todo o cen\u00e1rio e figurino foram cuidadosamente pensados para se encaixarem no estilo que Anna pretendia homenagear. Ainda, o filme foi filmado em pel\u00edcula 35 mm e impresso a partir de um negativo original cortado, utilizando-se, tamb\u00e9m, da t\u00e9cnica tecnicolor. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Quando confrontada sobre poss\u00edveis aproxima\u00e7\u00f5es de <em>The Love Witch <\/em>com o g\u00eanero <em>exploitation<\/em>, a diretora recusa acusa\u00e7\u00f5es. Na sua vis\u00e3o, o <em>explotation<\/em> \u00e9 um g\u00eanero erigido a partir do olhar masculino, voltado para um p\u00fablico masculino. Seus filmes, ao contr\u00e1rio, s\u00e3o feitos a partir da vis\u00e3o feminina para um p\u00fablico feminino. Ela almeja, sobretudo, ampliar o espa\u00e7o de representa\u00e7\u00e3o das mulheres no cinema. Esse parece ser o objetivo de <em>The Love Witch<\/em>, que traz essa for\u00e7a pol\u00edtica de maneira sutil e cheia de ironia, sem subestimar a intelig\u00eancia de suas expectadoras.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"350\" data-id=\"4435\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Gif.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-4435\"\/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><em>\u201cIsso significa que eu tiro o que quero dos homens e n\u00e3o o contr\u00e1rio!\u201d \u2013 Cena retirada de A Bruxa do Amor (tradu\u00e7\u00e3o livre do t\u00edtulo original)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nome Original: <\/strong>The Love Witch<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Anna Biller<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Elenco:<\/strong> Samantha Robinson, Gian Keys, Laura Waddell, Jeffrey Vincent Parise, Jared Sanford<\/p>\n\n\n\n<p><strong>G\u00eanero: <\/strong>Com\u00e9dia, Terror, Suspense<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Produtora: <\/strong>Anna Biller Productions<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Distribuidora:<\/strong> Supo Mungam Films<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ano de Lan\u00e7amento: <\/strong>2016 &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Marina Marques da Silva O que leva uma mulher a sonhar obsessivamente com o seu pr\u00edncipe encantado? 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