{"id":3361,"date":"2021-03-18T08:53:46","date_gmt":"2021-03-18T11:53:46","guid":{"rendered":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/?p=3361"},"modified":"2023-04-04T16:31:23","modified_gmt":"2023-04-04T19:31:23","slug":"dilemas-da-representacao-no-documentario-africano-pare-de-nos-filmar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/dilemas-da-representacao-no-documentario-africano-pare-de-nos-filmar\/","title":{"rendered":"Dilemas da representa\u00e7\u00e3o no document\u00e1rio africano &#8220;Pare de nos filmar&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stop-1024x591.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3362\" width=\"603\" height=\"347\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stop-1024x591.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stop-300x173.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stop-220x126.jpg 220w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stop.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px\" \/><figcaption>Foto: Produtora Doxy<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Por Clara Pellegrini.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Filme de abertura da corrente <a href=\"http:\/\/mostradecinemasafricanos.com\/\">Mostra de Cinemas Africanos<\/a> 2021, o longa documental <em>Pare de nos filmar (<\/em><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=KGBKXsDcAkc\"><em>Stop filming us<\/em><\/a><em>,<\/em> 2020, Joris Postema<em>)<\/em> vai at\u00e9 Goma, cidade do nordeste do Congo, com a inten\u00e7\u00e3o de n\u00e3o apenas retratar aquele territ\u00f3rio, mas investigar quest\u00f5es que tradicionalmente marcam a produ\u00e7\u00e3o de imagens na e da \u00c1frica: quem tem o direito de filmar, qual a forma como se filma e quais as consequ\u00eancias disso? S\u00e3o essas indaga\u00e7\u00f5es que movimentam o filme e o pr\u00f3prio filmar; o longa de Postema tenta se debru\u00e7ar sobre si mesmo tanto quanto tenta se debru\u00e7ar sobre o mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">O document\u00e1rio \u00e9 uma coprodu\u00e7\u00e3o entre os Pa\u00edses Baixos e a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. A equipe \u00e9 composta por profissionais congolenses e holandeses &#8211; entre esses \u00faltimos, o cinegrafista e o pr\u00f3prio diretor (logo, quem escolhe o que vai ser filmado e quem de fato filma). Apresenta-se aqui a principal problem\u00e1tica da obra: como esse homem branco europeu pode mostrar a \u00c1frica sem reproduzir imagens e estere\u00f3tipos nocivos e recorrentes? As ra\u00edzes dessa problem\u00e1tica se confundem com as ra\u00edzes do document\u00e1rio africano: antes da d\u00e9cada de 1950, o cinema no continente era usado como propaganda colonial, instrumentalizado para a \u201ceduca\u00e7\u00e3o\u201d dos africanos. Os filmes eram feitos pelos colonizadores, que detinham os meios de produ\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o dessas imagens. A partir dos anos 50, alguns cineastas europeus, como Jean Rouch, passam ent\u00e3o a produzir document\u00e1rios que pretendem se opor a essa aliena\u00e7\u00e3o colonial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Este \u00e9 um importante ponto de virada, especialmente porque esses documentaristas ditos anticoloniais, al\u00e9m de fazer filmes, contribu\u00edram diretamente para a forma\u00e7\u00e3o de alguns dos cineastas que viriam a se tornar can\u00f4nicos no cinema africano \u2013 Safi Faye, por exemplo, foi aluna de Rouch. Entretanto, essa nova abordagem n\u00e3o deixou de ser, em alguma medida, problem\u00e1tica: os document\u00e1rios desses europeus eram marcados por um olhar fortemente etnogr\u00e1fico e exotizante. A reitera\u00e7\u00e3o da alteridade dos africanos a partir da constru\u00e7\u00e3o dessa imagem antropol\u00f3gica dos nativos locais como selvagens ex\u00f3ticos, que os enclausura em estere\u00f3tipos e homogeniza suas exist\u00eancias, fez com que os cineastas da \u00c1frica buscassem, ent\u00e3o, tomar as r\u00e9deas da produ\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica de si, em um esfor\u00e7o de desafiar as estereotipias e libertar-se das imagens coloniais atrav\u00e9s do desenvolvimento de linguagens, est\u00e9ticas e estilos pr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Esse contexto hist\u00f3rico se relaciona intimamente com o filme de Postema, ainda que <em>Pare de nos filmar <\/em>exista em um mundo com 70 anos de diferen\u00e7a do mundo em que essas quest\u00f5es come\u00e7am a ser delineadas \u2013 e o longa se prop\u00f5e a encar\u00e1-las frontalmente. As primeiras cenas de Goma (e sobretudo a narra\u00e7\u00e3o de Joris que as acompanha) d\u00e3o a ver conflitos que marcam a regi\u00e3o \u2013&nbsp; viol\u00eancia, problemas de infraestrutura e quest\u00f5es humanit\u00e1rias \u2013 mas essa constru\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica negativa passa a ser tensionada antes mesmo de estar completa; \u201cEu, como ocidental, posso retratar esse mundo?\u201d O filme perturba a representa\u00e7\u00e3o que constr\u00f3i, em um movimento que simultaneamente produz imagens e questiona essa produ\u00e7\u00e3o. As discuss\u00f5es se desenrolam na frente da c\u00e2mera, fazem parte do tecido do filme: Joris, Ga\u00efus, TD Jack, Ganza e os outros integrantes da equipe constantemente conversam entre si e com outras pessoas, indiretamente envolvidas na feitura do document\u00e1rio, sobre as imagens que fazem e as quest\u00f5es que surgem a partir delas.&nbsp; O gesto de refletir sobre o que se faz torna essa constru\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica oscilante, ora negativa, ora positiva, movimentando-se de acordo com as quest\u00f5es ponderadas e colocadas em cheque, e sempre aberta: n\u00e3o existem respostas prontas, concretas, apenas perguntas, considera\u00e7\u00f5es e tentativas de an\u00e1lise. A movimenta\u00e7\u00e3o se d\u00e1 tamb\u00e9m pelo que objetivamente se escolhe filmar, o que constitui concretamente as cenas. Assim, facetas negativas e positivas do retrato de Goma aparecem distribu\u00eddas ao longo dos 95 minutos, costuradas de acordo com o tom das inquiri\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">A investiga\u00e7\u00e3o movida pela pergunta inicial de Postema encontra tr\u00eas personagens locais que estimulam no filme outras quest\u00f5es; mant\u00e9m-se a rela\u00e7\u00e3o com&nbsp; o fio condutor (o que se escolher representar, quais as consequ\u00eancias dessa escolha e quem deve faz\u00ea-la), mas apresentam-se outras perspectivas a partir do encontro com essas figuras: o artista Mugabo Baritegera, a cineasta Bernadette Vivuya e a jornalista Ley Uwera. Todos os tr\u00eas produzem, eles mesmos, imagens do Congo, mas suas produ\u00e7\u00f5es imag\u00e9ticas s\u00e3o muito diferentes, em contexto e conte\u00fado. Mugabo vai \u00e0s ruas de Goma e, atrav\u00e9s da fotografia, conta uma hist\u00f3ria positiva da cidade, n\u00e3o se restringindo aos conflitos; suas lentes registram a vida cotidiana e a cultura de seu povo. Bernadette est\u00e1 em processo de feitura de um filme, no qual discute a heran\u00e7a colonialista da regi\u00e3o e os impactos desse colonialismo que reverberam at\u00e9 hoje, mas o que<em> Pare de nos filmar <\/em>acompanha \u00e9, sobretudo, sua busca por financiamento do projeto \u2013 a implica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de fazer imagens \u00e9 colocada em evid\u00eancia. Ley, por sua vez, enquanto jornalista fotogr\u00e1fica, trabalha ocasionalmente para ONGs ocidentais, retratando v\u00edtimas do genoc\u00eddio em Ruanda que buscam abrigo em campos de refugiados na regi\u00e3o de Goma. Aqui, a quest\u00e3o econ\u00f4mica \u00e9 confrontada com o peso e as consequ\u00eancias da representa\u00e7\u00e3o: em que medida esse trabalho reitera a coloniza\u00e7\u00e3o das imagens da \u00c1frica?<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Essa \u00e9, ali\u00e1s, outra das grandes problem\u00e1ticas com as quais o filme de Postema se depara: a incessante explora\u00e7\u00e3o neocolonialista do Congo. O maior sintoma dessa manuten\u00e7\u00e3o da domina\u00e7\u00e3o colonial, que se d\u00e1 a partir de novas formas estruturantes, \u00e9 a presen\u00e7a esmagadora de ONGs estrangeiras (s\u00f3 na cidade de Goma s\u00e3o 250) que se imprime tamb\u00e9m nas cenas do document\u00e1rio: vemos constantemente carros, trabalhadores e as sedes dessas muitas organiza\u00e7\u00f5es, de maneira destacada ou ao fundo dos quadros, como componentes indissoci\u00e1veis da paisagem. Ainda que esses grupos forne\u00e7am algum tipo de suporte \u00e0 popula\u00e7\u00e3o insuficientemente amparada pelo governo local, seu trabalho oferece apenas um assistencialismo que resolve as urg\u00eancias pontualmente, sem que haja mudan\u00e7as concretas a longo prazo \u2013 e isso apenas alimenta o ciclo de depend\u00eancia: n\u00e3o havendo pol\u00edticas p\u00fablicas que garantam solu\u00e7\u00f5es duradouras, a presen\u00e7a das ONGs (europeias, em sua maioria) como paliativo imediatista ser\u00e1 sempre necess\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Essa explora\u00e7\u00e3o neocolonialista se d\u00e1 tamb\u00e9m em n\u00edvel simb\u00f3lico, operando sobre as imagens e representa\u00e7\u00f5es de forma a alimentar esse imagin\u00e1rio das popula\u00e7\u00f5es africanas como carentes de suporte externo. A iniciativa da Netflix (abordada no document\u00e1rio) de gravar um filme sobre o ebola enquanto a epidemia acontecia no Congo \u00e9 representativa: uma empresa ocidental explorando economicamente imagens da \u00c1frica que refor\u00e7am estere\u00f3tipos reducionistas. \u00c9 da consci\u00eancia dessa problem\u00e1tica e da origem hist\u00f3rica dessas quest\u00f5es que surgem as reflex\u00f5es de <em>Pare de nos filmar<\/em> sobre a pr\u00f3pria produ\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica. A escolha de expor constantemente o dispositivo f\u00edlmico para pensar sobre aquilo que se faz&nbsp; \u00e9 um caminho que permite que a abordagem de Postema se distancie em algum grau da reprodu\u00e7\u00e3o dessa coloniza\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica. A representa\u00e7\u00e3o que ele constr\u00f3i n\u00e3o \u00e9, afinal, concreta, fechada; pelo contr\u00e1rio, muda constantemente e permanece aberta, inacabada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Mas apesar do gesto questionador, essa tentativa de mudan\u00e7a de posicionamento \u00e9 posta em cheque &#8211; a come\u00e7ar pela escolha do t\u00edtulo: <em>Pare de nos filmar<\/em>. Quem realmente diz isso aqui? A popula\u00e7\u00e3o de Goma, sim, e de forma enf\u00e1tica quando, reiteradamente, resiste a ser filmada pelas lentes de Wiro, o cinegrafista holand\u00eas. S\u00e3o v\u00e1rias as cenas ao longo do document\u00e1rio em que vemos pessoas cobrindo o rosto, reclamando de serem gravadas ou encarando desafiadoramente a c\u00e2mera; sintoma das consequ\u00eancias concretas que essa explora\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, imag\u00e9tica, imp\u00f5e sobre esses indiv\u00edduos. Mas quando esse imperativo \u00e9 colocado como o nome do filme \u2013 no qual, vale lembrar, quem olha e quem direciona o olhar (inclusive na montagem) s\u00e3o homens brancos europeus \u2013 ele deixa de fazer sentido. E se a constru\u00e7\u00e3o da obra se d\u00e1 guiada pelo debate sobre as imagens que s\u00e3o feitas da \u00c1frica, pensando o direito e a forma de produ\u00e7\u00e3o dessas representa\u00e7\u00f5es \u2013&nbsp; mas, principalmente, os n\u00edveis de poder implicados nessa a\u00e7\u00e3o, \u00e9 question\u00e1vel que aqui essas estruturas ainda se mantenham. Apesar do esfor\u00e7o de deslocamento, n\u00e3o h\u00e1, fundamentalmente, nenhuma mudan\u00e7a: a possibilidade, inclusive econ\u00f4mica, de fazer esse filme permanece nas m\u00e3os do realizador ocidental, e ele o faz para um espectador tamb\u00e9m ocidental; o espa\u00e7o dado aos congoleses de participar ativamente das discuss\u00f5es instigadas pelo longa \u00e9 mera ferramenta da pr\u00f3pria constru\u00e7\u00e3o f\u00edlmica. A clara inten\u00e7\u00e3o do realizador de n\u00e3o reproduzir um comportamento neocolonialista, por mais louv\u00e1vel que seja, n\u00e3o chega a se concretizar no resultado final. Pela consci\u00eancia disso, talvez, alguns dos personagens locais que Joris escuta dizem que n\u00e3o, ele n\u00e3o deveria ter ido a Goma fazer o filme \u2013 mesmo depois de assistir as imagens e entender que o diretor pretende com elas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">A janela de exibi\u00e7\u00e3o de <em>Pare de nos filmar<\/em> na Mostra de Cinemas Africanos j\u00e1 acabou, mas h\u00e1 ainda outros filmes dispon\u00edveis que merecem ser vistos. A edi\u00e7\u00e3o de 2021 acontece at\u00e9 o dia 22 de mar\u00e7o, e as obras podem ser acessadas de forma gratuita pela plataforma&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.spcineplay.com.br\/\">Spcine Play<\/a>. Todos os programas de curtas j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis, permanecendo acess\u00edveis at\u00e9 o final, e h\u00e1 ainda a estreia de quatro document\u00e1rios em longa-metragem:<strong> <\/strong><em>Sakawa<\/em> (Gana, 2018), <em>Descobrindo Sally<\/em> (Eti\u00f3pia, 2020), <em>Vamos Conversar<\/em> (Egito, 2019) e <em>Me Chamo Samuel<\/em> (Qu\u00eania, 2020), filme de encerramento da Mostra. Vale lembrar que depois da estreia, sempre \u00e0s 19 horas dos dias programados, os longas ficam dispon\u00edveis por apenas 72 horas e t\u00eam limites espec\u00edficos de visualiza\u00e7\u00f5es; assim, \u00e9 importante consultar a <a href=\"http:\/\/mostradecinemasafricanos.com\/edicaoespecial2021-programacao\/\">programa\u00e7\u00e3o<\/a> para se organizar quanto \u00e0 exibi\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do site, vale conferir tamb\u00e9m a p\u00e1gina do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/mostradecinemasafricanos\/\">Instagram <\/a>da Mostra de Cinemas Africanos, que oferece informa\u00e7\u00f5es diversas sobre os filmes e o funcionamento do evento.  <\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:justify\">Clara Pellegrini \u00e9 monitora do CCM e graduanda em Cinema e Audiovisual pela PUC Minas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Clara Pellegrini. 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