{"id":2008,"date":"2019-04-04T14:12:29","date_gmt":"2019-04-04T17:12:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?p=2008"},"modified":"2023-04-04T16:31:39","modified_gmt":"2023-04-04T19:31:39","slug":"imagens-do-leitor-a-experiencia-da-leitura-como-instancia-da-mediacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/imagens-do-leitor-a-experiencia-da-leitura-como-instancia-da-mediacao\/","title":{"rendered":"Imagens do leitor: a experi\u00eancia da leitura como inst\u00e2ncia da media\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-2010\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/joao-silas-51725-unsplash-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/joao-silas-51725-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/joao-silas-51725-unsplash-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/joao-silas-51725-unsplash-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p>Por <b>Gabriela Barbosa<\/b>. A leitura n\u00e3o \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o natural, precisamos ser ensinados a ler para ter acesso ao texto (H\u00c9BRARD, 2011). Mas, uma vez aprendida, a leitura se torna um lugar de possibilidades infinitas. Especialmente nos dias de hoje, quando a circula\u00e7\u00e3o de livros \u00e9 mais fluida e permite que mais pessoas tenham acesso \u00e0 leitura e aos livros que eram antes considerados territ\u00f3rios dominados pelos eruditos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A leitura se trata de um processo de produ\u00e7\u00e3o de sentidos que d\u00e1 ao leitor a responsabilidade de construir um significado para a hist\u00f3ria. Segundo o historiador franc\u00eas Roger Chartier (2011), uma hist\u00f3ria do ler afirmar\u00e1 que as &#8220;significa\u00e7\u00f5es dos textos, quaisquer que sejam, s\u00e3o constitu\u00eddas, diferencialmente, pelas leituras que se apoderam deles&#8221;. Mais do que &#8220;o que o escritor quis dizer&#8221;, devemos pensar o que o leitor conseguiu tirar daquele livro, as quest\u00f5es, os ensinamentos e as provoca\u00e7\u00f5es que aquela leitura suscitou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses significados n\u00e3o s\u00e3o imut\u00e1veis (SILVERSTONE, 2002), pelo contr\u00e1rio, quando s\u00e3o compartilhados, eles podem transitar, pluralizar e reverberar leituras, que s\u00e3o muito mais numerosas que o pr\u00f3prio livro. Mesmo que algu\u00e9m leia a mesma obra que outra pessoa, a leitura nunca ser\u00e1 a mesma, afinal, estamos falando de indiv\u00edduos diferentes que percebem e apreendem cada uma das passagens de maneiras distintas. Cada um de n\u00f3s carrega uma bagagem cultural, econ\u00f4mica, social, geogr\u00e1fica e hist\u00f3rica que est\u00e1 junto conosco no momento da leitura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma frase que circula nas m\u00eddias sociais, atribu\u00edda \u00e0 escritora brasileira Ruth Rocha, pode ser \u00fatil para elucidar a quest\u00e3o: &#8220;o processo de leitura possibilita essa opera\u00e7\u00e3o maravilhosa que \u00e9 o encontro do que est\u00e1 dentro do livro com o que est\u00e1 guardado na nossa cabe\u00e7a&#8221;. N\u00f3s n\u00e3o deixamos de ser n\u00f3s mesmos ao ler o livro, por isso carregamos muito de n\u00f3s mesmos para a hist\u00f3ria. E a\u00ed acontece o sentido reverso: tamb\u00e9m adicionamos sentido ao pr\u00f3prio livro, como um sistema de colabora\u00e7\u00e3o. Como se fosse um processo de preenchimento de lacunas deixadas pelo autor \u2014 cada leitor tem esse poder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, diferente do que muitos pensam, a leitura n\u00e3o \u00e9 uma atividade passiva, pelo contr\u00e1rio: ela \u00e9 um ato criativo e transformativo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"700\" height=\"394\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nRcjF4S7Gqs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Roland Barthes (2004, p. 26), em <i>O rumor da l\u00edngua<\/i>, fornece uma imagem bastante comum entre os leitores: &#8220;Nunca lhe aconteceu, ao ler um livro, interromper com frequ\u00eancia a leitura, n\u00e3o por desinteresse, mas, ao contr\u00e1rio, por afluxo de id\u00e9ias, excita\u00e7\u00f5es, associa\u00e7\u00f5es? Numa palavra, nunca lhe aconteceu ler levantando a cabe\u00e7a?&#8221;. Para o autor, a interrup\u00e7\u00e3o, a &#8220;levantada de cabe\u00e7a&#8221;, \u00e9, ao mesmo tempo, irrespeitosa e apaixonada. Irrespeitosa porque n\u00e3o permite que o escritor continue a sua reflex\u00e3o, corta, suspende o texto. Mas \u00e9 tamb\u00e9m apaixonada porque \u00e9 desse texto que a interrup\u00e7\u00e3o se nutre, e para ele retorna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda para Barthes (2004), o processo da leitura n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 profundamente individual, como profundamente coletivo. Ele deriva de formas <i>transindividuais<\/i> (termo cunhado pelo autor) que remetem ao pertencimento de uma coletividade. Tanto o autor quanto o leitor partem de certos c\u00f3digos, como a pr\u00f3pria l\u00edngua, a forma narrativa e estere\u00f3tipos que s\u00e3o anteriores \u00e0 exist\u00eancia de ambos, mas que s\u00e3o uma esp\u00e9cie de passagem, n\u00e3o s\u00e3o imut\u00e1veis. Ler livros \u00e9 demonstrar que n\u00e3o h\u00e1 uma verdade objetiva ou subjetiva ao texto, \u00e9 demonstrar que se pode imprimir um determinado comportamento a ele, mantendo-o vivo (BARTHES, 2004, p. 29).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Utilizando termos pr\u00e1ticos, o pesquisador franc\u00eas Jean-Marie Goulemot (2011) suscita que a rela\u00e7\u00e3o do leitor com o livro tamb\u00e9m alcan\u00e7a dimens\u00f5es <i>fora-do-texto<\/i> o que, para o autor, compreende tr\u00eas lugares diferentes: o <b>fisiol\u00f3gico<\/b>, o <b>hist\u00f3rico<\/b> e a <b>biblioteca<\/b>. No <b>fisiol\u00f3gico<\/b>, ele mostra as quest\u00f5es f\u00edsicas que englobam a leitura. Existe na leitura uma posi\u00e7\u00e3o e uma atitude espec\u00edfica que variam conforme a disposi\u00e7\u00e3o de cada um. O corpo sentado, deitado ou alongado tem uma pr\u00e1tica que prefere locais solit\u00e1rios ou locais p\u00fablicos, que desenvolve a leitura em dias chuvosos ou dias ensolarados, que acende velas ou abajures como uma esp\u00e9cie de ritual. O pr\u00f3prio f\u00edsico reclama, cansa, fica sonolento, boceja, experimenta dores, formigamentos, sofre de c\u00e3imbra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No <b>hist\u00f3rico<\/b>, Goulemot fala sobre a hist\u00f3ria que existe em nossa cabe\u00e7a que pertence a uma coletvidade, similar ao que disse Barthes sobre as formas <i>transindividuais<\/i>, que n\u00e3o dependem tanto de n\u00f3s para existir. L\u00ea-se a partir de um contexto hist\u00f3rico-pol\u00edtico-social ao qual se est\u00e1 submetido e ao qual se acredita, levando em considera\u00e7\u00e3o que o autor da obra tamb\u00e9m estava submetido a um contexto hist\u00f3rico-pol\u00edtico-social espec\u00edfico. E, por fim, a <b>biblioteca<\/b>: para Goulemot, toda leitura \u00e9 uma leitura comparada. Toda leitura faz emergir as antigas leituras que j\u00e1 fizemos, suscitando e questionando os sentidos j\u00e1 adquiridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma hist\u00f3ria se alimenta tamb\u00e9m de outras hist\u00f3rias. Mas, diferente da comida, a leitura nunca se esgota. Quanto mais lemos, mais nos preenchemos daquela hist\u00f3ria e mais sentidos damos \u00e0 ela. Portanto, cada leitor \u00e9 \u00fanico e cada saber \u00e9 irrepet\u00edvel. Mar\u00eda Teresa Andruetto (2017) diz que &#8220;[&#8230;] a literatura n\u00e3o \u00e9 lugar de certezas, e sim o territ\u00f3rio da d\u00favida, e nada mais libert\u00e1rio e estimulante do que a possibilidade de duvidar, de enfrentarmo-nos a n\u00f3s mesmos para p\u00f4r em quest\u00e3o nossas certezas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todas essas experi\u00eancias s\u00f3 podem existir a partir de um \u00fanico indiv\u00edduo: o leitor. Para Umberto Eco (2011, p. 37), o texto \u00e9 uma m\u00e1quina pregui\u00e7osa que s\u00f3 pode funcionar a partir da interpreta\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m. Ele n\u00e3o existe sozinho. Tanto que, os pr\u00f3prios escritores, quando escrevem um texto, j\u00e1 imaginam seu <i>leitor-modelo<\/i>, express\u00e3o cunhada por Eco. Esse leitor-modelo coopera com o texto exatamente da maneira que o escritor pensou. Percebe todas as refer\u00eancias, entende o prop\u00f3sito da hist\u00f3ria e capta os sentidos mais profundos dela. Ou seja, o leitor-modelo n\u00e3o subverte a hist\u00f3ria, n\u00e3o a l\u00ea de maneira &#8220;errada&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acontece que n\u00f3s n\u00e3o somos leitores-modelo. N\u00f3s somos leitores emp\u00edricos. Os leitores emp\u00edricos muitas vezes ignoram a regra do jogo, n\u00e3o reconhecem as refer\u00eancias e se apropriam totalmente um texto. Eles n\u00e3o s\u00f3 interpretam um livro como tamb\u00e9m o usam. A diferen\u00e7a para Eco (1994, p. 14) entre <i>interpreta\u00e7\u00e3o<\/i> e <i>uso<\/i> \u00e9 considerar que o uso \u00e9 algo totalmente particular. Ele imagina a fic\u00e7\u00e3o como um bosque, onde cada caminho leva a uma <i>interpreta\u00e7\u00e3o<\/i> diferente, mas o <i>uso<\/i> \u00e9 criar um jardim particular onde s\u00f3 voc\u00ea pode caminhar. Isso acontece quando confundimos a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria com a hist\u00f3ria do personagem, relembramos de ocasi\u00f5es que s\u00f3 aconteceram conosco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo que o leitor-modelo seja um tipo de leitor que o escritor almeja, ele \u00e9 pouco prov\u00e1vel, porque n\u00e3o se l\u00ea num v\u00e1cuo: todo leitor possui hist\u00f3ria, cren\u00e7a, opini\u00e3o, localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e tantas outras caracter\u00edsticas que o perpassam que, inevitavelmente, direcionam e conduzem a leitura. A leitura \u00e9 uma media\u00e7\u00e3o, algo que contribui para a nossa capacidade de entender o mundo, segundo Roger Silverstone (2002, p. 13), de produzir e de compartilhar seus significados. Assim, o livro n\u00e3o pode ser visto como algo que busca unificar a experi\u00eancia, mas sim um lugar que permite v\u00e1rias trajet\u00f3rias do sentido. Um espa\u00e7o prop\u00edcio para o que se procura, afinal, na literatura: o prazer da leitura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sociabilidade \u00e9 um dos lugares da media\u00e7\u00e3o (MART\u00cdN-BARBERO, 2003). Ela \u00e9 esse retorno \u00e0s rela\u00e7\u00f5es pessoais, tanto com fam\u00edlia e amigos quanto com outras pessoas do nosso conv\u00edvio. E, apesar da leitura se constituir, hoje, de uma a\u00e7\u00e3o solit\u00e1ria, n\u00e3o se pode opor intimidade e sociabilidade. Para a antrop\u00f3loga francesa Mich\u00e8le Petit (2013), &#8220;o \u00edntimo e o compartilhado est\u00e3o ligados de modo indissol\u00favel no ato de ler. Ao ler, muitas vezes experimentamos ao mesmo tempo nossa verdade mais \u00edntima e nossa humanidade compartilhada.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A experi\u00eancia de uma leitura coletiva, como em grupos de leitura, tem a capacidade de modificar as leituras solit\u00e1rias anteriores e alargar o sentido do livro. Mais do que isso, a literatura tem a capacidade de formar grupos e de transformar grupos em comunidades, amigos. O livro propicia uma conex\u00e3o entre pessoas que leram e gostaram do mesmo livro, provocando um companheirismo e uma uni\u00e3o. Nas palavras da professora Luzia de Maria (2009), &#8220;quem gosta tanto quanto n\u00f3s do livro pelo qual nos apaixonamos vira amigo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No cen\u00e1rio que nos encontramos, os clubes do livro aparecem hoje como uma forma de enfrentamento dos grupos marginalizados contra institui\u00e7\u00f5es e narrativas hegem\u00f4nicas. N\u00e3o \u00e0 toa essas discuss\u00f5es est\u00e3o cada vez mais populares e numerosas no Brasil. Dessa maneira, o livro, para al\u00e9m de um objeto que suscita o prazer da leitura, se coloca como um agente transformador, uma maneira de lidar com a realidade a partir de um mundo imagin\u00e1rio \u2014 n\u00e3o s\u00f3 levantando questionamentos sobre o que vivemos mas tamb\u00e9m apontando possibilidades para outras viv\u00eancias e resist\u00eancias.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"700\" height=\"394\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XHBIAntmnhs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Gabriela Barbosa<\/b> \u00e9 mestranda da Comunica\u00e7\u00e3o Social na \u00e1rea Intera\u00e7\u00f5es Midiatizadas pela PUC Minas e graduada em Comunica\u00e7\u00e3o Social (Publicidade e Propaganda) pela mesma institui\u00e7\u00e3o. Bolsista pela CAPES, membro do grupo de estudo M\u00eddia e Narrativa e integrante do Centro de Cr\u00edtica da M\u00eddia, ambos da PUC Minas. Com produ\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas voltadas para as \u00e1reas de media\u00e7\u00e3o, literatura, leitura, g\u00eanero, feminismo e reconhecimento, \u00e9 tamb\u00e9m respons\u00e1vel pelo podcast &#8220;Uma leitura toda sua&#8221; voltado para a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria de mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ANDRUETTO, Mar\u00eda Teresa. <b>A leitura, outra revolu\u00e7\u00e3o.<\/b> S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00f5es Sesc S\u00e3o Paulo, 2017, 168 p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BARTHES, Roland. <b>O rumor da l\u00edngua.<\/b> S\u00e3o Paulo: Editora Martins Fontes, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CHARTIER, Roger. As revolu\u00e7\u00f5es da leitura no ocidente. In: ABREU, M\u00e1rcia (org.). <b>Leitura, hist\u00f3ria e hist\u00f3ria da leitura<\/b>. Campinas: Mercado de Letras, 1999. 640p.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CHARTIER, Roger. (org.). <b>Pr\u00e1ticas da leitura. <\/b>S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ECO, Umberto. <b>Lector in fabula:<\/b> a coopera\u00e7\u00e3o interpretativa nos textos narrativos. S\u00e3o Paulo: Editora Perspectiva, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GOULEMOT, Jean-Marie. Da leitura como produ\u00e7\u00f5es de sentido. In: CHARTIER, Roger (org.). <b>Pr\u00e1ticas da leitura.<\/b> S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00c9BRARD, Jean. O autodidatismo exemplar. In: CHARTIER, Roger (org.). <b>Pr\u00e1ticas da leitura.<\/b> S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARIA, Luzia de. <b>O clube do livro:<\/b> ser leitor \u2014 que diferen\u00e7a faz? S\u00e3o Paulo: Editora Globo, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MART\u00cdN-BARBERO, Jes\u00fas. <b>Dos meios \u00e0s media\u00e7\u00f5es: <\/b>comunica\u00e7\u00e3o, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PETIT, Mich\u00e8le. <b>Leituras:<\/b> do espa\u00e7o \u00edntimo ao espa\u00e7o p\u00fablico. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SILVERSTONE, Roger. <b>Por que estudar a m\u00eddia.<\/b> S\u00e3o Paulo: Editora Loyola, 2002.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gabriela Barbosa. A leitura n\u00e3o \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o natural, precisamos ser ensinados a ler para ter acesso ao texto (H\u00c9BRARD, 2011). 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