{"id":1837,"date":"2018-10-08T11:35:37","date_gmt":"2018-10-08T14:35:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?p=1837"},"modified":"2020-04-28T21:44:11","modified_gmt":"2020-04-29T00:44:11","slug":"o-cotidiano-nos-quadrinhos-documentais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/o-cotidiano-nos-quadrinhos-documentais\/","title":{"rendered":"O cotidiano nos quadrinhos documentais"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><strong>Por Douglas Fernandes e Henrique Perini. <\/strong>A no\u00e7\u00e3o de quadrinhos documentais, segundo o professor da UFJF, Felipe Muanis, prop\u00f5e a articula\u00e7\u00e3o entre a forma cultural da HQ, comumente associada ao entretenimento, e a narrativa de n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o. O termo \u201cserviria para designar um g\u00eanero mais amplo, um guarda-chuva, contendo outras abordagens como a jornal\u00edstica, a biogr\u00e1fica e a do relato de viagem\u201d, assinala. Muanis esteve em setembro, na Faculdade de Comunica\u00e7\u00e3o e Artes, para dar uma palestra sobre o tema a convite do CCM.<\/p>\n<p align=\"justify\">As HQs documentais surgiram com maior for\u00e7a no final da d\u00e9cada de 1990 e tiveram como principal influ\u00eancia o jornalista malt\u00eas Joe Sacco. Talvez, por esse motivo, se adote, ainda, a defini\u00e7\u00e3o de jornalismo em quadrinhos (ou quadrinhos jornal\u00edsticos) para tratar de HQs que lidem com o factual. Diferentemente dos quadrinhos chamados de tradicionais (que remetem, na maioria das vezes, ao gibi, \u00e0s tirinhas c\u00f4micas e \u00e0s fic\u00e7\u00f5es de super-her\u00f3is), as HQs documentais se apresentam como produ\u00e7\u00f5es mais robustas, em que aparecerem espa\u00e7os maiores para o surgimento do homem cotidiano nos enredos. Em Um Contrato com Deus, de Will Eisner (de 1978, considerada a primeira graphic novel), por exemplo, n\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancia a personagens dotados de superpoderes ou que se destacam frente aos outros por algum motivo extraordin\u00e1rio. A obra trata, primordialmente, de pessoas comuns.<\/p>\n<div id=\"attachment_1838\" style=\"width: 566px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1838\" class=\"wp-image-1838 \" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/notas-sobre-gaza-joe-sacco.jpg\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"403\" \/><p id=\"caption-attachment-1838\" class=\"wp-caption-text\">Notas sobre Gaza &#8211; Joe Sacco<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\">Os quadrinhos documentais, geralmente publicados no formato de graphic novel, s\u00e3o, de acordo com Muanis, muitas vezes produzidos em preto e branco e almejam a quebra de tabus, buscando, por meio do desenho, uma representa\u00e7\u00e3o mais ampla que outras m\u00eddias n\u00e3o facultam. O desenho permite determinadas imagens (de viol\u00eancia, por exemplo) que a fotografia, cinema ou televis\u00e3o n\u00e3o podem mostrar por uma quest\u00e3o de \u201cbom gosto\u201d. \u201cTem coisas que s\u00f3 o desenho vai dar. As demais m\u00eddias t\u00eam dificuldades em lidar com alguns tipos de imagem\u201d, ressalta Muanis.<\/p>\n<p align=\"justify\">Outra influ\u00eancia importante para o quadrinho documental e que merece destaque, segundo Muanis, \u00e9 o quadrinho underground, surgido nos Estados Unidos na d\u00e9cada de 1960. Muanis alega que esses quadrinhos s\u00e3o a base para as HQs documentais. Visualmente, s\u00e3o obras sem cores, onde os personagens eram retratados fora dos padr\u00f5es, desconjuntados. Este tipo de quadrinho escapa \u00e0s regras impostas pelas editoras, tanto em seus aspectos gr\u00e1ficos quanto de conte\u00fado, o que permite uma liberdade maior de \u201cdizer o que n\u00e3o poderia ser dito na sociedade\u201d. Os personagens fogem dos padr\u00f5es est\u00e9ticos de beleza (se distanciando do star system estadunidense) e dos padr\u00f5es de comportamento. Nessas hist\u00f3rias, abordam-se temas como drogas, sexualidade e hedonismo. O underground buscava autonomia para falar de tudo que n\u00e3o podia ser dito nas produ\u00e7\u00f5es mainstream. Logo, se assumem como produ\u00e7\u00f5es alternativas, com venda em locais fora do mercado regular, afastando a ideia de que o quadrinho \u00e9 voltado somente para crian\u00e7as. A constru\u00e7\u00e3o do discurso \u00e9 autorreferente, com o autor assumindo o car\u00e1ter de personagem nas pr\u00f3prias hist\u00f3rias. Essa personifica\u00e7\u00e3o do personagem no quadrinho underground busca a desconstru\u00e7\u00e3o da imagem idealizada dos personagens cl\u00e1ssicos.<\/p>\n<div id=\"attachment_1839\" style=\"width: 765px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1839\" class=\"wp-image-1839 size-full\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/will-eisner-um-contrato-com-deus.jpg\" alt=\"\" width=\"755\" height=\"531\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/will-eisner-um-contrato-com-deus.jpg 755w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/will-eisner-um-contrato-com-deus-300x211.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 755px) 100vw, 755px\" \/><p id=\"caption-attachment-1839\" class=\"wp-caption-text\">Um contrato com Deus &#8211; Will Eisner<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\">\u201cS\u00e3o obras mais densas e que tratam de experi\u00eancias mais mundanas, onde o autor \u00e9 o pr\u00f3prio personagem e vive seu cotidiano. \u201cAs graphic novel oferecem a oportunidade de atender uma necessidade de narrar as hist\u00f3rias de pessoas banais e suas rela\u00e7\u00f5es cotidianas, retomando o documental que j\u00e1 aparece desde as pinturas rupestres, passando pelas charges dos jornais\u201d, aponta Muanis.<\/p>\n<p align=\"justify\">O quadrinho documental \u00e9 um dos espa\u00e7os importantes para a alteridade devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o do autor na hist\u00f3ria em que ele narra. Para Munais n\u00e3o se trata de narcisismo, mas de \u201cuma necessidade de demarcar um espa\u00e7o de subjetividade que se torna, para o leitor, alteridade. E isso \u00e9 menos performance e mais o desejo de trabalhar lugares invisibilizados. Trata-se de reconhecimentos que precisam ser feitos e preconceitos que devem ser superados\u201d. Para o professor, os quadrinhos documentais abordam as rela\u00e7\u00f5es cotidianas que se apresentam como extraordin\u00e1rias para uma sociedade que n\u00e3o sabe enxergar o outro, lidar com outro.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">\n<p class=\"western\" align=\"justify\">\n<p class=\"western\" align=\"justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Douglas Fernandes e Henrique Perini. A no\u00e7\u00e3o de quadrinhos documentais, segundo o professor da UFJF, Felipe Muanis, prop\u00f5e a articula\u00e7\u00e3o entre a forma cultural da HQ, comumente associada ao entretenimento, e a narrativa de n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o. 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