{"id":1772,"date":"2018-09-10T10:37:25","date_gmt":"2018-09-10T13:37:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?p=1772"},"modified":"2018-09-10T10:38:35","modified_gmt":"2018-09-10T13:38:35","slug":"memoria-e-persistencia-dos-golpes-as-revistas-brasileiras-na-analise-de-frederico-tavares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/memoria-e-persistencia-dos-golpes-as-revistas-brasileiras-na-analise-de-frederico-tavares\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3ria e persist\u00eancia dos golpes: as revistas brasileiras na an\u00e1lise de Frederico Tavares"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" align=\"justify\"><strong>Por Juliana Gusman.<\/strong><\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">A rela\u00e7\u00e3o de Frederico Tavares com revistas come\u00e7ou, segundo ele, na inf\u00e2ncia. Seu interesse extrapolou a gaveta na qual guardava \u201c<a href=\"http:\/\/www.repositorio.jesuita.org.br\/bitstream\/handle\/UNISINOS\/3524\/ser_revista.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y\">d\u00e9cadas em papel couch\u00e9<\/a>\u201d debaixo da cama para se transformar em um persistente objeto de estudo, foco do trabalho do professor do departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Universidade Federal de Ouro Preto h\u00e1 onze anos. Ao longo do tempo, no entanto, o apre\u00e7o passou a conviver com certa desconfian\u00e7a, sentimento prof\u00edcuo para a perspectiva cr\u00edtica.<\/p>\n<p align=\"justify\">No dia 6 de setembro \u00faltimo, a convite do grupo de pesquisa <a href=\"https:\/\/midiaenarrativa.wordpress.com\/\">M\u00eddia e Narrativa<\/a>, da PUC Minas, Tavares, que \u00e9 autor de um verbete do livro <a href=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/revista\/994\/uma-enciclopedia-para-entender-o-golpe-de-2016\">Enciclop\u00e9dia do Golpe \u2013 Vol. 2: o papel da m\u00eddia<\/a> (lan\u00e7ado em 2017), voltou seu olhar desconfiado para o papel das revistas semanais em nosso contexto pol\u00edtico atual. Na palestra Revistas para quem: cr\u00edticas ao fazer jornal\u00edstico em tempo de golpes, discorreu sobre as estrat\u00e9gias discursivas desse tipo de produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, especialmente engajada, nos \u00faltimos anos, na consolida\u00e7\u00e3o da narrativa do \u201cimpeachment\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1774 aligncenter\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/450xN.jpg\" alt=\"\" width=\"444\" height=\"647\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/450xN.jpg 450w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/450xN-206x300.jpg 206w\" sizes=\"auto, (max-width: 444px) 100vw, 444px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">Em um cen\u00e1rio abstruso para o mercado editorial \u2013 <a href=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/revista\/1017\/o-estrategista-do-naufragio\">vide, por exemplo, o fechamento de dezenas de t\u00edtulos da editora Abril<\/a> \u2013 o professor antecipa um questionamento que tem acompanhado seu esfor\u00e7o investigativo: at\u00e9 que ponto vale a pena estudar revistas? E j\u00e1 rebate: \u201cA gente tem que entender que as revistas n\u00e3o existem por acaso. Elas fazem um tipo de jornalismo que \u00e9 delas. E \u00e9 a partir dessa singularidade, seja ela de maior ou menor repercuss\u00e3o, que a gente pode insistir na sua import\u00e2ncia e, consequentemente, naquilo em que a gente acha que elas pouco atuam, mas acabam atuando\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Para Tavares, a especificidade do modus operandi das revistas pode favorecer certas demandas da nossa sociedade, no que diz respeito a pautas e agendamentos, de uma forma muito mais enf\u00e1tica do que se pode pensar. A partir de uma an\u00e1lise de capas da revista Veja (que, apesar da redu\u00e7\u00e3o de 50% de t\u00edtulos impressos do mercado em dez anos, continua faturando cerca de 50% do p\u00fablico ainda existente) o professor demonstra como a publica\u00e7\u00e3o, e outras similares, s\u00e3o respons\u00e1veis pela reitera\u00e7\u00e3o de determinados discursos implicados em nossa tessitura pol\u00edtica.<\/p>\n<p align=\"justify\">As revistas, segundo Tavares, afirmam-se como potentes instrumentos na cristaliza\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es de poder. O professor advoga que a Veja \u2013 e demais publica\u00e7\u00f5es semanais que seguem o mesmo padr\u00e3o \u2013 resgata e atualiza mem\u00f3rias, da pr\u00f3pria revista, de outros peri\u00f3dicos e do p\u00fabico, estrategicamente, em certos contextos. A partir de sua an\u00e1lise, percebe-se uma postura que tende ao refor\u00e7o e \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de preceitos ideol\u00f3gicos que visam construir formas de legitima\u00e7\u00e3o discursivas. \u201cDentro de uma cobertura midi\u00e1tica, se escolhe n\u00e3o apenas o que \u00e9 atual ou n\u00e3o, mas tamb\u00e9m aquilo que deve permanecer. Ent\u00e3o as revistas semanais n\u00e3o falam apenas de atualidades, mas elas elegem aquelas que devem se perpetuar, que v\u00e3o se atualizar, mas cujo sentido vai se mantendo\u201d. Logo, promove-se uma forma de fazer jornal\u00edstico naturalizada, que deixa de ser, dessa maneira, foco de contesta\u00e7\u00f5es. Em outras palavras, o conte\u00fado torna-se alheio \u00e0s estrat\u00e9gias que lhe deram origem e que n\u00e3o s\u00e3o colocadas em xeque. Nada bom para promover desconfian\u00e7as produtivas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Conforme Tavares, esse mecanismo permite que as revistas se desalinhem de um conjunto de expectativas profissionais e princ\u00edpios \u00e9ticos inerentes ao campo. Exemplo paradigm\u00e1tico para o professor \u00e9 a capa da edi\u00e7\u00e3o 2397 da Veja, que circulou em outubro de 2014.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1773 aligncenter\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/capa-2397-original2.jpeg\" alt=\"\" width=\"441\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/capa-2397-original2.jpeg 590w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/capa-2397-original2-230x300.jpeg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 441px) 100vw, 441px\" \/><br \/>\n\u201cEssa capa na qual temos Dilma e Lula, personagens frequentes da revista, foi veiculada no s\u00e1bado, 25 de outubro de 2014, nas v\u00e9speras da elei\u00e7\u00e3o do segundo turno, disputada entre Dilma e A\u00e9cio. Por detr\u00e1s dela, h\u00e1 uma expectativa, constru\u00edda ao longo do tempo pelo jornalismo, de que o p\u00fablico est\u00e1 vendo ali uma verdade. Essa capa vai, inclusive, pautar uma edi\u00e7\u00e3o inteira do Jornal Nacional. A Veja n\u00e3o \u00e9 aquela que traz a not\u00edcia. Ela \u00e9 a not\u00edcia. Ela possui, na sua temporalidade e na maneira como se relaciona com a sociedade, a capacidade ou a autoriza\u00e7\u00e3o para, numa capa como essa, independente do conte\u00fado que est\u00e1 posto, fazer valer este conte\u00fado. Esse epis\u00f3dio faz parte de um processo, de um conjunto de atualiza\u00e7\u00f5es que nesse momento atinge um certo \u00e1pice\u201d. Tavares lembra, ainda, que essa capa foi fotocopiada e distribu\u00edda no metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, como uma esp\u00e9cie de panfleto, n\u00e3o pol\u00edtico, mas \u201cjornal\u00edstico\u201d. Edifica-se, ent\u00e3o, uma interpreta\u00e7\u00e3o que, apesar de esconder seus modos de conforma\u00e7\u00e3o, acaba se tornando gatilho para pauta noticiosa.<\/p>\n<p align=\"justify\">Apesar da fragilidade do pilar que sustenta a reportagem da revista em quest\u00e3o, ancorada em um vazamento duvidosamente adquirido, seu formato socialmente naturalizado e n\u00e3o confrontado engessa poss\u00edveis cr\u00edticas a sua pr\u00e1tica. \u201cE isso \u00e9 reiterado por outro jornalismo, que \u00e9 o televisivo. Tem-se, a\u00ed, uma invers\u00e3o de valores jornal\u00edsticos. Ela n\u00e3o se d\u00e1 apenas porque se trata de uma cobertura enviesada em rela\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es ideol\u00f3gicas, mas ela passa a ser tamb\u00e9m uma cobertura enviesada pelo desequil\u00edbrio que oferece\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u201cSeja no Jornal Nacional, na Globo, na Veja, na Isto \u00c9 ou na Folha de S. Paulo, h\u00e1 uma cobertura intensa e massiva desnivelada sobre os lados que estavam em jogo. Esse desn\u00edvel se revela h\u00e1 muito tempo\u201d. Para ilustrar o argumento, l\u00ea um editorial da revista Veja de 2006, que j\u00e1 sugestionava anula\u00e7\u00f5es de resultados de urnas. \u201cO impeachment da presidenta Dilma, por exemplo, j\u00e1 se anunciava h\u00e1 muito mais tempo por esses ve\u00edculos, desde o primeiro governo do PT. \u00c9 a perpetua\u00e7\u00e3o de um sentido. H\u00e1 uma naturaliza\u00e7\u00e3o no discurso sobre o impeachment que cria, com o sentido da perenidade, a inevitabilidade. \u00c9 a solu\u00e7\u00e3o que nosso jornalismo faz crer que \u00e9 vi\u00e1vel\u201d. As revistas, portanto, perseveram por causa de sua capacidade de reverbera\u00e7\u00e3o em outras m\u00eddias de maior amplitude e alcance. Elas fazem parte da engrenagem que produz um discurso pol\u00edtico espec\u00edfico.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u201cPode-se afirmar que se trata de um ponto de vista, por\u00e9m no caso das revistas e suas repercuss\u00f5es, trata-se de uma continuidade. O golpe \u00e9, tamb\u00e9m, uma dura\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, assim como \u00e9 uma dura\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Um golpe n\u00e3o acontece de um dia para outro. E os tempos que comp\u00f5em as p\u00e1ginas escritas no passado seguem no futuro. A revista faz isso. N\u00e3o por que os conte\u00fados do golpe foram ou seguir\u00e3o sendo manchete. Mas porque a ess\u00eancia do golpe \u00e9 tamb\u00e9m pr\u00f3pria do modo de ser e de fazer um tipo de jornalismo\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a name=\"_GoBack\"><\/a> O cen\u00e1rio se agrava quando recordamos que grande parte das publica\u00e7\u00f5es semanais do pa\u00eds abriga posicionamentos conservadores, frequentemente reacion\u00e1rios e vinculados a pautas da direita, ligadas a grupos familiares organizados em grandes oligop\u00f3lios, promovendo uma leitura padronizada e uma vis\u00e3o de mundo engessada. A retomada da democracia em tempos de golpe, como deixou claro a fala de Tavares, passa por uma <a href=\"http:\/\/www.fndc.org.br\/clipping\/democracia-e-o-fim-do-oligopolio-midiatico-953869\/\">urgente pluraliza\u00e7\u00e3o da m\u00eddia<\/a> e pela necessidade de legitima\u00e7\u00e3o de outras pr\u00e1ticas jornal\u00edsticas que escapam do conluio dos grandes bar\u00f5es da imprensa. Junto com a perpetua\u00e7\u00e3o do discurso midi\u00e1tico hegem\u00f4nico, caminha, continuamente, o nosso desafio.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Juliana Gusman\u00a0<\/strong>\u00e9 graduada no curso de jornalismo da PUC Minas. \u00c9 membro do grupo de pesquisa M\u00eddia e Narrativa e mestranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Social.<\/p>\n<p class=\"western\" align=\"justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Juliana Gusman. A rela\u00e7\u00e3o de Frederico Tavares com revistas come\u00e7ou, segundo ele, na inf\u00e2ncia. 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