{"id":310,"date":"2016-08-20T02:22:44","date_gmt":"2016-08-20T02:22:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?page_id=310"},"modified":"2016-08-20T02:22:44","modified_gmt":"2016-08-20T02:22:44","slug":"metateve-bases-teorico-conceituais-para-o-estudo-da-reflexividade-televisiva","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/metateve-bases-teorico-conceituais-para-o-estudo-da-reflexividade-televisiva\/","title":{"rendered":"METATEV\u00ca: bases te\u00f3rico-conceituais para o estudo da reflexividade televisiva"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Carla Doyle\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>O terreno f\u00e9rtil dos meados de 1980<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Entre o fim da d\u00e9cada de 1970 e os anos 1980, a televis\u00e3o passou por mudan\u00e7as cruciais que a tornaram foco de aten\u00e7\u00f5es em termos de inova\u00e7\u00f5es em linguagem. No Brasil, ela tornou-se celeiro de experimenta\u00e7\u00f5es, cen\u00e1rio de parcerias entre jovens grupos de produ\u00e7\u00e3o audiovisual e emissoras consagradas pelos padr\u00f5es econ\u00f4micos e culturais. Datam, especialmente a partir do fim da d\u00e9cada de 1970, algumas express\u00f5es televisivas de vanguardismo est\u00e9tico, como o programa <em>Abertura<\/em>, apresentado por Glauber Rocha, na <em>TV Tupi<\/em>, al\u00e9m de <em>Cassino do Chacrinha<\/em>, apresentado por Abelardo Barbosa, na <em>Rede Globo de Televis\u00e3o<\/em>. Ao tra\u00e7armos um panorama com base em suas experi\u00eancias comunicacionais, \u00e9 poss\u00edvel consider\u00e1-los como carros-chefes de todo um movimento que viria com mais intensidade e variabilidade de formatos num futuro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A televis\u00e3o brasileira seguiu a trilha de outras televis\u00f5es pelo mundo, passou a falar de si e em si com mais frequ\u00eancia e a refletir sobre o pr\u00f3prio papel e lugar no mundo, desenvolvendo tamb\u00e9m por aqui aquilo que John Caldwell (1995, p. 4) chamou de \u201ctoda uma nova ambi\u00eancia perform\u00e1tica e autoconsciente\u201d, a prop\u00f3sito de seus estudos ambientados no contexto da produ\u00e7\u00e3o televisiva nos Estados Unidos, relacionados especialmente \u00e0 apoteose estil\u00edstica dos anos 1980.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">A televis\u00e3o fez e segue a fazer parte de momentos cruciais em nossa hist\u00f3ria em todos os campos. Entend\u00ea-la em seu modo de falar de si mesma pode significar entendermos um pouco mais sobre n\u00f3s mesmos e nossos modos de conceber e valorizar o mundo ao redor.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">No contexto da TV norte-americana, Caldwell denominou de <em>televisualidade <\/em>essa nova din\u00e2mica de produzir. O modo, ent\u00e3o, emergente de comunica\u00e7\u00e3o vinha com uma \u201cest\u00e9tica baseada numa extrema autoconsci\u00eancia de estilo\u201d (Caldwell, 1995, p. 4). Ciente de sua condi\u00e7\u00e3o industrial e vista como tal, a <em>televisualidade<\/em> ganhava espa\u00e7o em um momento de crise econ\u00f4mica nos Estados Unidos. A tecnologia passava a interferir, fortemente, na determina\u00e7\u00e3o do estilo dos programas em uma televis\u00e3o reconhecida como manufatura. Hiperatividade, efeitos e p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o em excesso passavam a ditar o padr\u00e3o de qualidade dos programas. Como destaca o autor, nos anos 1980, a emissora<em> CNN<\/em> \u201ccria e celebra a consci\u00eancia do aparato televisivo\u201d (Caldwell, 1995, p. 13). A autoria, ent\u00e3o, passou a ser uma estrat\u00e9gia de <em>marketing<\/em>, chegando a ser consumida como uma esp\u00e9cie de <em>boutique<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ao mesmo tempo, o fen\u00f4meno da Neotev\u00ea era teorizado por Francesco Casetti e Roger Odin (2012) para o contexto da televis\u00e3o italiana. Em linhas gerais, segundo os autores, entrava em xeque a antiga no\u00e7\u00e3o de contrato de leitura e a transpar\u00eancia dava lugar a uma opacidade (Xavier, 2008), em que a estrutura de produ\u00e7\u00e3o passava a ser valorizada. O aparato televisivo ganhava cada vez mais espa\u00e7o e j\u00e1 n\u00e3o era visto como um inconveniente. Gruas, <em>booms<\/em>, trip\u00e9s e fios aparentes deixavam de ser vistos como descuido ou incompet\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o e passavam a ser fator de credibilidade para os programas e, consequentemente, para as emissoras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Na Fran\u00e7a, a discuss\u00e3o sobre o que foi denominado como &#8220;metatelevis\u00e3o&#8221; e &#8220;reflexividade televisiva&#8221; veio pela pesquisa de Virginie Spies (2004). Ela caracteriza a emiss\u00e3o reflexiva como aquela que \u201ctoma a televis\u00e3o sob o \u00e2ngulo que for\u201d (Spies, 2004, tradu\u00e7\u00e3o nossa). Ao tra\u00e7ar um paralelo do perfil da programa\u00e7\u00e3o, dos anos 1960 a 1990, a autora situa a d\u00e9cada de 1960 como a da promo\u00e7\u00e3o da m\u00eddia televisiva sobre ela mesma; a de 1970 como a da interroga\u00e7\u00e3o sobre a linguagem; a de 1980 como dedicada \u00e0 promo\u00e7\u00e3o dos canais; enquanto nos anos 1990 essa atividade seguia mais leve, numa \u00f3tica mais \u201cdivertida\u201d (Spies, 2004, tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A postura metalingu\u00edstica \u2013 intr\u00ednseca \u00e0 ess\u00eancia do meio televisivo \u2013 \u00e9 vista, desse modo, por um vi\u00e9s mais aprofundado, num caminho para a compreens\u00e3o e a teoriza\u00e7\u00e3o de uma reflexividade que pode ser observada a partir de processos de estetiza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m das inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, esses processos levam em considera\u00e7\u00e3o os estilos de grava\u00e7\u00e3o que t\u00eam, por sua vez, fatores de ativa\u00e7\u00e3o ligados aos estratos ic\u00f4nico, cin\u00e9tico e verbal (Caldwell, 1995).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ao observarmos o per\u00edodo inaugurado pelas inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e concep\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas \u2013 entre os anos 1970 e 1980, at\u00e9 o presente \u2013, em que nos deparamos com a TV digital e os conceitos que emergem desse mesmo campo de discuss\u00f5es \u2013 como o de &#8220;p\u00f3s-TV&#8221; e de &#8220;hipertelevis\u00e3o&#8221; (Muanis, 2012) \u2013, verificamos que a reflexividade encontra-se entre as posturas que se mant\u00eam ou costumam ser enfatizadas\/revisitadas. Seja qual for a t\u00e9cnica, o g\u00eanero de produ\u00e7\u00e3o ou a categoria em que determinados programas se enquadram, essa capacidade do meio de colocar-se em quest\u00e3o \u00e9 uma constante. Se, conforme Caldwell, desde os anos 1980, o potencial formal da imagem \u00e9 mais explorado dentro de uma estil\u00edstica extremamente autoconsciente e anal\u00edtica, se a ind\u00fastria da autoconsci\u00eancia \u201cvai mais longe que muitas vanguardas\u201d e se a academia tem aten\u00e7\u00e3o proporcionalmente mais voltada aos produtos cinematogr\u00e1ficos, \u00e9 premente que se trabalhe por uma melhor organiza\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-conceitual e anal\u00edtica das express\u00f5es televisivas, pela conforma\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica da imagem com que nos deparamos nas telas em profus\u00e3o (Caldwell, 1995, p. 75).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Entre a metalinguagem e a reflexividade: origens, contamina\u00e7\u00f5es e deriva\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A metatev\u00ea tem ra\u00edzes conceituais na metalinguagem, que, por sua vez, nasce no campo da lingu\u00edstica. Ela ganha especifica\u00e7\u00f5es\/classifica\u00e7\u00f5es, adquirindo materialidade em meio aos programas, por meio do que chamo de modos de express\u00e3o dos processos reflexivos, uma concep\u00e7\u00e3o que parte do di\u00e1logo com as teoriza\u00e7\u00f5es de Marcio Serelle (2009) e de Virginie Spies (2004). A articula\u00e7\u00e3o de ambos os termos \u2013 metalinguagem e metatelevis\u00e3o \u2013 permitir\u00e1 um esclarecimento sobre as condi\u00e7\u00f5es da autoproblematiza\u00e7\u00e3o do meio e sobre o que considero como metarreflexividade televisiva.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Na etimologia do conceito de metalinguagem, o prefixo grego \u201cmeta\u201d remete a \u201ccomunidade\u201d ou a \u201cparticipa\u00e7\u00e3o\u201d, o que j\u00e1 sugere uma caracter\u00edstica constitutiva. Em Roman Jakobson, temos que \u201ca faculdade de falar determinada l\u00edngua implica a faculdade de falar acerca dessa l\u00edngua\u201d (Jakobson, 2007, p. 67). Ao aproximar esses dois universos, por analogia, temos que, quanto mais se fez TV, aprendendo a lidar com suas peculiaridades t\u00e9cnicas, mais se desenvolveu igualmente a capacidade de se falar dela, ou, melhor, aludir a ela.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em um processo de adapta\u00e7\u00e3o, delimito a metatev\u00ea\/metatelevis\u00e3o como um lugar, uma condi\u00e7\u00e3o ou posicionamento, um <em>estado de<\/em>. A partir dessa ambienta\u00e7\u00e3o, tem condi\u00e7\u00f5es de pleno funcionamento o que concebo como a\u00e7\u00e3o reflexiva, ou seja, o meio voltar-se a e sobre si mesmo num movimento ativo, de autoproblematiza\u00e7\u00e3o. E, devido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o mesma de herdar tra\u00e7os de m\u00eddias que a antecederam, somam-se aqui suas ra\u00edzes cinematogr\u00e1ficas, marcadas pelo advento do document\u00e1rio reflexivo. De acordo com Bill Nichols, o document\u00e1rio reflexivo pode ser considerado como o \u201cmais consciente de si mesmo e aquele que mais se questiona\u201d (Nichols, 2005, p. 166).<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Delimito a metatev\u00ea\/metatelevis\u00e3o como um lugar, uma condi\u00e7\u00e3o ou posicionamento, um <em>estado de<\/em>. A partir dessa ambienta\u00e7\u00e3o, tem condi\u00e7\u00f5es de pleno funcionamento o que concebo como a\u00e7\u00e3o reflexiva, ou seja, o meio voltar-se a e sobre si mesmo num movimento ativo, de autoproblematiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Do document\u00e1rio, novamente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 televis\u00e3o, esse movimento sobre si mesmo lembra a concep\u00e7\u00e3o de Elizabeth B. Duarte sobre a autorreflexividade, um \u201cprocedimento de autorreferencia\u00e7\u00e3o da ordem da incid\u00eancia. Implica a presen\u00e7a de um sujeito que fa\u00e7a de si pr\u00f3prio objeto do discurso por ele mesmo produzido\u201d (Duarte, 2004, p. 91). Como exemplo de produto televisivo em que \u00e9 clara a presen\u00e7a da autorreflexividade, a autora cita o programa <em>Cena Aberta <\/em>(Rede Globo, 2003). Nesta produ\u00e7\u00e3o, \u201cn\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o entre o que acontece por tr\u00e1s e em frente \u00e0s c\u00e2meras, entre dramaturgia e document\u00e1rio\u201d (Duarte, 2004, p. 91). Entre os termos \u201creflexividade\u201d e \u201cautorreflexividade\u201d, trazidos por ela, toma-se o primeiro e a ele acrescenta-se o prefixo \u201cmeta\u201d, para exprimir a situa\u00e7\u00e3o em que, al\u00e9m de viver uma situa\u00e7\u00e3o (intr\u00ednseca) de metalinguagem, o meio televisivo promove uma a\u00e7\u00e3o reflexiva, curvando-se sobre si pr\u00f3prio, com condi\u00e7\u00f5es estruturais para o estabelecimento do que seja uma postura efetivamente cr\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Entre as pesquisas sobre reflexividade de Virginie Spies (2004), a autora aponta a ironia como um mote da reflexividade nos anos 1990. Essa atitude tomaria corpo em meio \u00e0s emiss\u00f5es, numa \u00eanfase aos <em>m\u00e9tiers<\/em> e \u00e0s t\u00e9cnicas, \u00e0s atualidades e aos bastidores, ao passado e \u00e0 promo\u00e7\u00e3o dos programas e canais. Elevadas a categorias, considera-se neste estudo, que elas servem de base para a an\u00e1lise da reflexividade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Por uma classifica\u00e7\u00e3o dos modos de express\u00e3o dos processos reflexivos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Os \u00e2ngulos ou terrenos da reflexividade, demarcados como \u201c<em>M\u00e9tiers<\/em> e t\u00e9cnicas\u201d, \u201cAtualidades e bastidores\u201d, \u201cPassado\u201d e \u201cPromo\u00e7\u00e3o de programas e canais\u201d podem ser enriquecidos com perspectivas imag\u00e9ticas para um estudo mais completo em dire\u00e7\u00e3o a uma poss\u00edvel est\u00e9tica da reflexividade. Aqui, no entanto, faz-se uma aproxima\u00e7\u00e3o mais simplificada das esferas discursivo-verbal e discursivo-imag\u00e9tica. Para exemplificar essas categorias, aponto programas brasileiros veiculados a partir dos anos 1980 at\u00e9 a primeira d\u00e9cada dos anos 2000, tais como <em>Doris para Maiores<\/em>, <em>Cena Aberta<\/em>, <em>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter<\/em>, <em>No Estranho Planeta dos Seres Audiovisuais<\/em>, <em>Custe o Que Custar<\/em> (<em>CQC<\/em>), <em>Casseta&amp; Planeta \u2013 Urgente!<\/em>, <em>V\u00eddeo Show.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>i. <em>M\u00e9tiers<\/em> e t\u00e9cnicas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A palavra francesa <em>m\u00e9tier<\/em> est\u00e1 relacionada a of\u00edcio, trabalho, \u00e0 sobreviv\u00eancia a partir de uma determinada atividade profissional. As t\u00e9cnicas v\u00eam como ferramentas, modos de realiza\u00e7\u00e3o de um <em>m\u00e9tier<\/em>.\u00a0 Neste aspecto, observam-se os modos como as pr\u00e1ticas profissionais s\u00e3o tratadas discursivamente e enquadradas como tema das emiss\u00f5es. O movimento reflexivo, neste caso, pode implicar desde uma idealiza\u00e7\u00e3o desses fatores \u2013 acompanhada de um tom professoral\/did\u00e1tico em sua disposi\u00e7\u00e3o \u2013 at\u00e9 uma t\u00f4nica de desmistifica\u00e7\u00e3o\/aproxima\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas profissionais do mundo cotidiano.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No per\u00edodo considerado, temos em <em>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter <\/em>(Rede Globo, 2006) um dos principais exemplos de \u00eanfase ao <em>m\u00e9tier<\/em>. O programa come\u00e7ou como um quadro dentro do <em>Fant\u00e1stico<\/em> e tornou-se fixo na grade da <em>Rede Globo\u00a0<\/em>a partir de junho de 2008. Na equipe liderada por Caco Barcelos, jovens jornalistas t\u00eam a miss\u00e3o de mostrar \u201cdiferentes \u00e2ngulos da mesma not\u00edcia\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Neste caso, a idealiza\u00e7\u00e3o do of\u00edcio da reportagem \u00e9 alimentada pela \u00eanfase a uma linha did\u00e1tica de abordagem, em que o of\u00edcio jornal\u00edstico \u00e9 professorado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ainda em rela\u00e7\u00e3o aos <em>m\u00e9tiers<\/em>, outro recurso, o da explica\u00e7\u00e3o ou tradu\u00e7\u00e3o de termos t\u00e9cnicos e jarg\u00f5es profissionais, tamb\u00e9m pode ser frequentemente observado em algumas produ\u00e7\u00f5es. \u00c9 o caso de <em>Cena Aberta <\/em>(Rede Globo, 2003), produ\u00e7\u00e3o da Casa de Cinema de Porto Alegre com dire\u00e7\u00e3o de Jorge Furtado, Regina Cas\u00e9 e Guel Arraes, que apresentou adapta\u00e7\u00f5es de textos de Clarice Lispector, Sim\u00f5es Lopes Neto, Leon Tolstoi e Marcos Rey. Propondo-se como forma aberta da adapta\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, o programa faz constantes men\u00e7\u00f5es \u00e0s t\u00e9cnicas e \u00e0s estruturas dos processos audiovisuais, num tom quase did\u00e1tico.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em <em>Cena Aberta<\/em>, a idealiza\u00e7\u00e3o, o tom professoral e a autoridade estabelecida por jarg\u00f5es e recursos t\u00e9cnicos, utilizados sem necessariamente serem explicados em <em>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter <\/em>(Rede Globo, 2006), d\u00e3o lugar a um didatismo em que cada procedimento \u00e9 mais detalhado, de um modo que cria condi\u00e7\u00f5es de proximidade entre produ\u00e7\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o. Verdadeiras tradu\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas por meio de recursos como texto escrito na tela, que acompanha as explica\u00e7\u00f5es de apresentadores.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sem tais tradu\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel que <em>Negro Bonif\u00e1cio <\/em>se tornasse o epis\u00f3dio mais herm\u00e9tico ao grande p\u00fablico, dadas as express\u00f5es muitas vezes desconhecidas at\u00e9 mesmo pelos habitantes atuais da regi\u00e3o retratada na trama. A dist\u00e2ncia temporal e o relativo \u00eaxodo na campanha ga\u00facha enfraquecem o v\u00ednculo com o universo da hist\u00f3ria na atualidade, tornando-o idealizado e restrito.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>ii. Atualidades e bastidores<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Esta categoria \u00e9 uma das que mais diferenciam a caracter\u00edstica dos programas entre o que Umberto Eco, Francesco Casetti e Roger Odin classificaram como <em>Paleo<\/em> e <em>Neotev\u00ea<\/em>. \u00c0 medida que as produ\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter metarreflexivo foram se desenvolvendo, ao longo das d\u00e9cadas de 1980, 1990 e 2000, al\u00e9m de aludirem \u00e0s atualidades noticiosas, passaram a relacionar-se a outros programas e tem\u00e1ticas circulantes no meio televisivo em escala mundial, nacional ou na pr\u00f3pria emissora. Atualidades sobre a m\u00eddia televisiva, em si, ganhavam aten\u00e7\u00e3o de modo crescente e intensificado dentro da pr\u00f3pria m\u00eddia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No conjunto de programas, de modo geral, tal caracter\u00edstica \u00e9 mais comum aos que parodiam ou aludem \u00e0 estrutura telejornal\u00edstica, como <em>Casseta&amp; Planeta &#8211; Urgente! <\/em>(Rede Globo, 1992), <em>Doris para Maiores <\/em>(Rede Globo, 1991) e <em>Custe o que custar <\/em>(Rede Bandeirantes, 2008). Com 18 anos de veicula\u00e7\u00e3o \u2013 entre 1992 e 2010 \u2013 <em>Casseta&amp; Planeta <\/em>\u00e9 o mais longo, em meio ao conjunto de programas observado, e um dos programas humor\u00edsticos em TV do pa\u00eds que mais tempo sobreviveu na grade. <em>D\u00f3ris para Maiores<\/em> seguia um formato de revista eletr\u00f4nica, num misto de jornalismo, fic\u00e7\u00e3o e humor<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, e pode ser considerado um exemplo de INFOtenimento (Gomes, 2008). Ele foi veiculado mensalmente em 1991, \u00e0s 21h30, no espa\u00e7o chamado <em>Ter\u00e7a Nobre <\/em>da <em>Rede Globo<\/em>. J\u00e1 <em>Custe o Que Custar <\/em>(<em>CQC<\/em>) \u00e9 um programa que completou oito temporadas e foi veiculado no hor\u00e1rio nobre da Band \u00e0s 22h das segundas-feiras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Essas tr\u00eas produ\u00e7\u00f5es fazem parte do g\u00eanero humor\u00edstico ou guardam certa proximidade dele. Assim, dentro de um perfil de programa em que a objetividade, facilmente, d\u00e1 lugar a um enquadramento mais subjetivo dos temas, as considera\u00e7\u00f5es e cr\u00edticas \u00e0s tem\u00e1ticas podem ser tanto atenuadas, quanto intensificadas em dire\u00e7\u00e3o a um sarcasmo e a uma acidez tornados peculiares ao longo dos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o aos bastidores, no entanto, aponta-se um problema paradoxal. Primeiro porque a ideia de bastidor \u00e9 fundamentalmente ligada ao momento e \u00e0 esfera do fora de campo. Sempre que o meio apresentar os bastidores, estar\u00e1 representando (re-apresentando), e imediatamente ser\u00e3o formados novos bastidores, que n\u00e3o os que estar\u00e3o sendo mostrados. Se for recuperada a concep\u00e7\u00e3o de Oliver Fahle (2006) sobre imagem (o que est\u00e1 no quadro) e vis\u00edvel (tudo o que \u00e9 existente em termos visuais e que pode vir a fazer parte do quadro), \u00e9 poss\u00edvel classificar os bastidores de acordo com o que Fahle define como imagem. Ainda assim, tem-se que, por defini\u00e7\u00e3o anterior de bastidores, sua condi\u00e7\u00e3o fundamental \u00e9 justamente n\u00e3o fazer parte da imagem como \u00e9 concebida por Fahle.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>iii. Passado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por raz\u00f5es referentes ao pr\u00f3prio hist\u00f3rico da m\u00eddia televisiva, esta categoria n\u00e3o teria condi\u00e7\u00f5es de ser explorada com tanta \u00eanfase, ou com tanta efetividade, como a partir dos anos 1980. Em se tratando da TV dentro da pr\u00f3pria TV, tal distanciamento em rela\u00e7\u00e3o aos prim\u00f3rdios da m\u00eddia foi necess\u00e1rio para que se pudesse, justamente, considerar tais men\u00e7\u00f5es como refer\u00eancias a um passado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em meio aos programas produzidos nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, <em>No Estranho Planeta dos Seres Audiovisuais <\/em>(TV Futura, 2008-2009) \u00e9 uma das produ\u00e7\u00f5es que podem recorrer a um banco de dados mais rico do passado e o faz por uma quest\u00e3o estrutural de sua proposta. A s\u00e9rie foi criada por Cao Hamburger, dirigida e roteirizada por Paulinho Caruso e Teo Poppovic. O mote do programa s\u00e3o os n\u00edveis de desenvolvimento alcan\u00e7ado pelos diversos meios que utilizam a linguagem audiovisual e que a produ\u00e7\u00e3o tenta abordar de algum modo, a cada epis\u00f3dio. No momento em que se completa a primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI, \u00e9 (desafio) poss\u00edvel \u00e0 TV fazer um programa que procure resgatar esse legado. \u00a0Pode-se dizer que o que possibilita a exist\u00eancia desse programa \u00e9, justamente, o hist\u00f3rico sobre o qual ele se debru\u00e7a. No per\u00edodo considerado, \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o que mais se presta a uma refer\u00eancia ao passado da televis\u00e3o, mas n\u00e3o s\u00f3 a ela, j\u00e1 que trata das aproxima\u00e7\u00f5es\/cruzamentos\/converg\u00eancias midi\u00e1ticas audiovisuais.\u00a0 A vantagem, em termos de ganhos para a linguagem televisiva em si, \u00e9 que <em>No Estranho Planeta dos Seres Audiovisuais <\/em>(TV Futura, 2008-2009) foi feito para ser apresentado na televis\u00e3o. Assim, apesar de ele, tematicamente, abordar os outros meios \u00e9 voltado aos usos televisivos que o c\u00f3digo audiovisual trabalha.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>iv. \u00a0Promo\u00e7\u00e3o de programas e de canais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Como todas as outras, esta categoria resulta de uma constata\u00e7\u00e3o em meio ao contexto franc\u00eas dos anos 1960 a 1990, segundo a pesquisa de Virginie Spies (2004). Em rela\u00e7\u00e3o ao universo de programas brasileiros considerados, a promo\u00e7\u00e3o de programas e de canais refere-se, mais frequentemente, \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de outras produ\u00e7\u00f5es da grade de cada emissora. Novamente servem como exemplo os programas <em>Casseta &amp; Planeta &#8211; Urgente! <\/em>(Rede Globo, 1992), <em>D\u00f3ris para Maiores <\/em>(Rede Globo, 1991) e <em>Custe o que custar <\/em>(Rede Bandeirantes, 2008). Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s produ\u00e7\u00f5es dos anos 2000, em geral ocorre uma promo\u00e7\u00e3o mais pronunciada do pr\u00f3prio programa em cada caso. A autorrefer\u00eancia \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o constante e pode chegar a engendrar uma postura narc\u00edsica em meio \u00e0s emiss\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em <em>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter <\/em>(Rede Globo, 2006), por exemplo, a introdu\u00e7\u00e3o de cada edi\u00e7\u00e3o cont\u00e9m o nome da produ\u00e7\u00e3o no <em>slogan<\/em> de abertura. E a maneira de abordar-se segue de perto as constata\u00e7\u00f5es de Spies, para quem \u201co discurso promocional \u00e9 feito em torno da marca\u201d (Spies, 2004, p. 301). Segundo a autora, a reflexividade d\u00e1-se nos diferentes n\u00edveis propostos por Fran\u00e7ois Jost (1998): o da empresa, da televis\u00e3o como m\u00eddia, da marca e da media\u00e7\u00e3o televisiva.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 promo\u00e7\u00e3o dos canais, conforme Spies (2004), temos que a emissora falar de seus programas \u00e9 um modo indireto de autopromo\u00e7\u00e3o daquela esfera. No contexto brasileiro das \u00faltimas d\u00e9cadas, mais uma vez <em>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter <\/em>(Rede Globo, 2006) entra em evid\u00eancia como um dos programas que mais colaboram com a emissora em seus esfor\u00e7os de autopromo\u00e7\u00e3o. Em outro caso, <em>Cena Aberta <\/em>(Rede Globo, 2003), a promo\u00e7\u00e3o da emissora se d\u00e1 indiretamente, pelo fato de a apresentadora\/personagem de Regina Cas\u00e9 e de atores de tr\u00eas dos quatro cap\u00edtulos da s\u00e9rie serem contratados da Rede Globo. No entanto, n\u00e3o se considera que haja reflexividade de fato em todos os \u00e2mbitos citados por Jost (1998). Aludir a si n\u00e3o \u00e9 o mesmo que refletir sobre.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A iniciativa de tra\u00e7ar uma hierarquiza\u00e7\u00e3o ou progress\u00e3o entre os conceitos de metalinguagem, metatev\u00ea e reflexividade televisiva \u00e9 algo que se estruturou a partir de minhas d\u00favidas e de meus colegas de orienta\u00e7\u00e3o no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o da UFRGS. O que eu sabia definir era a vontade de abordar a situa\u00e7\u00e3o de autorrefer\u00eancia, o falar de si, mas que, afinal, em se tratando de TV, j\u00e1 n\u00e3o se restringe a um falar. A nova ambi\u00eancia perform\u00e1tica e autoconsciente conceituada como televisualidade nos Estados Unidos, tem \u201cest\u00e9tica baseada numa extrema autoconsci\u00eancia de estilo\u201d (Caldwell, 1995, p. 4) e assume diferentes conceitua\u00e7\u00f5es para diferentes contextos. Ela tem formas, cores, modos de edi\u00e7\u00e3o, nuances em \u00e1udio e v\u00eddeo que merecem detalhamento, mas, antes disso, precisa ser entendida quanto a sua tipologia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Entendo que os modos de express\u00e3o dos processos reflexivos, entendidos dentro de uma linha evolutiva desde os estudos de metalinguagem, passando pela metatev\u00ea, colaboram, portanto, para uma compreens\u00e3o anterior, podendo inclusive enriquecer a defini\u00e7\u00e3o de imagem e vis\u00edvel em termos de televis\u00e3o, o que, por sua vez, enriqueceria a discuss\u00e3o est\u00e9tica de um meio t\u00e3o vasto de influ\u00eancias e ainda relativamente desvalorizado \u2013 se comparado aos estudos de cinema, por exemplo \u2013 justamente por essa sua complexidade, considerada at\u00e9 mesmo popularesca e <em>kitsch<\/em>. Em vez de marginalizar, \u00e9 preciso investir no estudo sobre o que se desconhece. A televis\u00e3o fez e segue a fazer parte de momentos cruciais em nossa hist\u00f3ria em todos os campos. Entend\u00ea-la em seu modo de falar de si mesma pode significar entendermos um pouco mais sobre n\u00f3s mesmos e nossos modos de conceber e valorizar o mundo ao redor.<\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a><em>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter<\/em>. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/g1.globo.com\/profissao-reporter\/index.html&gt;. Acesso em: fev. 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Idem.<\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><strong>PARA SABER MAIS:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:left;\">Acesse o link\u00a0<a href=\"http:\/\/www.lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/142330\">http:\/\/www.lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/142330 <\/a>para ler a tese POR UMA EST\u00c9TICA TELEVISIVA: <em>Um olhar sobre a reflexividade em programas brasileiros, <\/em>que d\u00e1 origem ao presente texto.<\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-324\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/profissao_reporter1.jpg\" alt=\"profissao_reporter1\" width=\"844\" height=\"474\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/profissao_reporter1.jpg 844w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/profissao_reporter1-300x168.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/profissao_reporter1-768x431.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 844px) 100vw, 844px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Carla Doyle\u00a0<\/strong>\u00e9 graduada em Comunica\u00e7\u00e3o Social\/Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (2006) e mestre em Comunica\u00e7\u00e3o Midi\u00e1tica\/Linha M\u00eddias e Estrat\u00e9gias Comunicacionais pela mesma Institui\u00e7\u00e3o (2008). Sua experi\u00eancia profissional na \u00e1rea de Comunica\u00e7\u00e3o inclui jornalismo especializado, telejornalismo e radialismo. Professora do Curso de Gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo do Centro Universit\u00e1rio Franciscano. Bolsista Capes de doutorado pelo Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), de 2012 a 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Refer\u00eancias <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a name=\"_Toc383618824\"><\/a><a name=\"_Toc383618711\"><\/a>CALDWELL, John T. <strong>Television<\/strong>: Style, Crisis and authority in American television. New Brunswick: RutgersUniversity Press, 1995.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">CASETTI, Francesco; ODIN, Roger. Da Paleo \u00e0 Neotelevis\u00e3o: abordagem semiopragm\u00e1tica. Tradu\u00e7\u00e3o de REICHELT, Henrique R. In: <strong>Ciberlegenda<\/strong>: Os novos caminhos da produ\u00e7\u00e3o, espectatorialidade e do consumo televisivo na contemporaneidade. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense (UFF), n. 27, 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">DUARTE, Elizabeth B. Televis\u00e3o: Ensaios metodol\u00f3gicos. Porto Alegre: Sulina, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">ECO, Umberto. <strong>Viagem na Irrealidade Cotidiana<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Nova Fronteira, 1984.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">FAHLE, Oliver. Est\u00e9tica da televis\u00e3o: passos rumo a uma teoria da imagem em televis\u00e3o. In: GUIMAR\u00c3ES, C\u00e9sar; LEAL, Bruno Souza; MENDON\u00c7A, Carlos Camargos (orgs.). <strong>Comunica\u00e7\u00e3o e experi\u00eancia est\u00e9tica<\/strong>. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">GOMES, It\u00e2nia Maria Mota. O embaralhamento das fronteiras entre informa\u00e7\u00e3o e entretenimento e a considera\u00e7\u00e3o do jornalismo como processo cultural e hist\u00f3rico. In: DUARTE, Elizabeth Bastos; CASTRO, Maria L\u00edlia Dias de. Em torno das m\u00eddias: pr\u00e1ticas e ambi\u00eancias. Porto Alegre: Sulina, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">JAKOBSON, Roman.<strong> Ling\u00fc\u00edstica e Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Cultrix, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">JOST, Fran\u00e7ois. <strong>Compreender a televis\u00e3o<\/strong>. Porto Alegre: Sulina, 2007<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">MUANIS, Felipe. <strong>O tempo morto na hipertelevis\u00e3o<\/strong>.In: Anais do XXI Encontro Anual da Comp\u00f3s. Universidade Federal de Juiz de Fora, 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a name=\"_Toc442758266\"><\/a><a name=\"_Toc442758160\"><\/a><strong>______. METAIMAGENS na televis\u00e3o e vanguardas: <\/strong>as vinhetas da Rede Globo e MTV<strong>. <\/strong>XX Encontro da Comp\u00f3s<strong>. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 14 a 17 de junho de 2011.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">NICHOLS, B. <strong>Introdu\u00e7\u00e3o ao document\u00e1rio<\/strong>. Campinas: Papirus, 2005. OLIVEIRA JR, L. C. O diretor: Eisenstein injetou no cinema o desejo da revolu\u00e7\u00e3o. In: CARLOS, C. S. (org.). <strong>Sergei Eisenstein<\/strong>: O encoura\u00e7ado Potemkin. S\u00e3o Paulo: Moderna, 2011 (Cole\u00e7\u00e3o Folha Cine Europeu; 13).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">REDE BANDEIRANTES.<strong>Custe o Que Custar<\/strong>. S\u00e3o Paulo: 2008 \u2013 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">REDE GLOBO. <strong>Casseta&amp; Planeta Urgente!<\/strong> Rio de Janeiro: 1992-2010.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">REDE GLOBO. <strong>Cena Aberta.<\/strong> Rio de Janeiro: 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">REDE GLOBO. <strong>Doris para Maiores<\/strong>.Rio de Janeiro: 1991.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">REDE GLOBO. <strong>Profiss\u00e3o Rep\u00f3rter<\/strong>. Rio de Janeiro: 2006 \u2013.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">SERELLE, Marcio.\u00a0<strong>Metatev\u00ea: a media\u00e7\u00e3o como realidade apreens\u00edvel.<\/strong>\u00a0S\u00e3o Paulo,<strong>\u00a0<\/strong>MATRIZes, Vol. 1, N\u00ba 2, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">SPIES, Virginie. <strong>La t\u00e9l\u00e9vision dans le miroir<\/strong>: Th\u00e9orie, histoire et analyse des \u00e9missions r\u00e9flexives. Paris: L\u2019Hartmann, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00ad\u00ad______. Des T\u00e9l\u00e9s-dimanche \u00e0 TV+: Les strat\u00e9gies de discours d\u2019une r\u00e9fl\u00e9xivit\u00e9 orient\u00e9e. In: La t\u00e9l\u00e9vision au miroir (2). <strong>Revue Champs Visuels<\/strong>: Revue interdisciplinaire de recherches sur l\u2019image. Paris: L\u2019Harmattan, n. 9, mars 1998.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">TV FUTURA.<strong>No Estranho Planeta dos Seres Audiovisuais.<\/strong> Rio de Janeiro: 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">XAVIER, Ismail. <strong>O discurso cinematogr\u00e1fico<\/strong>: a opacidade e a transpar\u00eancia. S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 2008.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Carla Doyle\u00a0 O terreno f\u00e9rtil dos meados de 1980 Entre o fim da d\u00e9cada de 1970 e os anos 1980, a televis\u00e3o passou por mudan\u00e7as cruciais que a tornaram foco de aten\u00e7\u00f5es em termos de inova\u00e7\u00f5es em linguagem. 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