{"id":1383,"date":"2017-11-13T11:37:23","date_gmt":"2017-11-13T13:37:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?page_id=1383"},"modified":"2017-11-13T11:37:23","modified_gmt":"2017-11-13T13:37:23","slug":"jornalismo-e-o-trabalho-de-traducao-da-experiencia-de-ocupacao-urbana","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/jornalismo-e-o-trabalho-de-traducao-da-experiencia-de-ocupacao-urbana\/","title":{"rendered":"Jornalismo e o trabalho de tradu\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia de ocupa\u00e7\u00e3o urbana"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><strong>Por M\u00edriam Santini de Abreu e Gislene Silva. <\/strong>O VI Semin\u00e1rio M\u00eddia e Narrativa, com o tema Emerg\u00eancias: novas realidades e as m\u00eddias, pautou-se pela constata\u00e7\u00e3o de que as m\u00eddias t\u00eam, historicamente, apagado sujeitos e espa\u00e7os sociais. Outras narrativas, tanto \u00e0 margem como em articula\u00e7\u00e3o com os meios de comunica\u00e7\u00e3o estabelecidos, v\u00eam valorizando vozes at\u00e9 ent\u00e3o silenciadas. Entre elas est\u00e3o as m\u00eddias que produzem jornalismo contra-hegem\u00f4nico, que tem potencial para fazer o trabalho de tradu\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias sociais que se contrap\u00f5em aos modelos hegem\u00f4nicos ditados pelo capitalismo global, na perspectiva te\u00f3rica de Boaventura de Sousa Santos.<\/p>\n<p align=\"justify\">O trabalho de tradu\u00e7\u00e3o correlaciona-se com dois outros conceitos do Souza Santos, sociologia das aus\u00eancias e sociologia das emerg\u00eancias. As formula\u00e7\u00f5es do autor criticam o modelo dominante da racionalidade ocidental e ampliam a compreens\u00e3o do mundo e as formas como nele se cria e legitima o poder social. A proposta de Sousa Santos nutriu-se de um projeto de investiga\u00e7\u00e3o sobre experi\u00eancias de movimentos sociais e de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais para combater a globaliza\u00e7\u00e3o neoliberal e o capitalismo global. O conjunto de conclus\u00f5es \u00e9 extremamente rico para se pensar o jornalismo. O autor constatou que 1) a experi\u00eancia social em todo o mundo \u00e9 muito mais ampla e variada do que aquelas consideradas as importantes pela tradi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e filos\u00f3fica ocidental; 2) esta experi\u00eancia \u00e9 amplamente desperdi\u00e7ada; 3) para combater esse desperd\u00edcio, \u00e9 necess\u00e1rio um modelo diferente de racionalidade e, como consequ\u00eancia, de ci\u00eancia social (SANTOS, 2002: 238). Assim, ao modelo de racionalidade dominante, denominado pelo autor de raz\u00e3o indolente, ele prop\u00f5e outro, o de raz\u00e3o cosmopolita, que se funda nos tr\u00eas procedimentos sociol\u00f3gicos citados: a sociologia das aus\u00eancias, a sociologia das emerg\u00eancias e o trabalho de tradu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">A sociologia das aus\u00eancias implica o movimento de dilata\u00e7\u00e3o do presente, trazendo \u00e0 tona as alternativas\/experi\u00eancias ignoradas, invisibilizadas nas ci\u00eancias sociais convencionais, tirando-as da condi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o-exist\u00eancia e al\u00e7ando-as \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de alternativas \u00e0s experi\u00eancias hegem\u00f4nicas na disputa pol\u00edtica. A este movimento soma-se outro, o de contrair o futuro, caminho sinalizado pela sociologia das emerg\u00eancias, que abre um leque \u201c(&#8230;) de possibilidades plurais e concretas, simultaneamente ut\u00f3picas e realistas, que se v\u00e3o construindo no presente atrav\u00e9s das actividades de cuidado\u201d (SANTOS, 2002: 253).<\/p>\n<p align=\"justify\">Essas sociologias, afirma Santos, est\u00e3o estreitamente ligadas porque quanto mais o mundo revelar experi\u00eancias dispon\u00edveis, mais experi\u00eancias poss\u00edveis ir\u00e3o se concretizar no futuro. E entre os campos sociais que o autor considera os mais importantes para essa multiplicidade e diversidade se revelarem est\u00e3o os de comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o, que inclui 1) os fluxos globais de informa\u00e7\u00e3o e os meios de comunica\u00e7\u00e3o social globais e 2) as redes de comunica\u00e7\u00e3o independente transnacionais e os meios independentes alternativos (SANTOS, 2002: 260).<\/p>\n<p align=\"justify\">No vasto campo aberto por sua proposta, Santos tamb\u00e9m delineia o caminho para novas formas de pensar e de conceber sentidos para a totalidade social em suas inesgot\u00e1veis formas de express\u00e3o. O caminho \u00e9 o que ele denomina trabalho de tradu\u00e7\u00e3o, procedimento que permite a inteligibilidade rec\u00edproca entre as experi\u00eancias do mundo dispon\u00edveis e poss\u00edveis, aumentando o campo das experi\u00eancias como um todo para melhor se avaliar que possibilidades elas abrem para confrontar a globaliza\u00e7\u00e3o neoliberal, n\u00e3o no futuro, e sim no presente.<\/p>\n<p align=\"justify\">O trabalho de tradu\u00e7\u00e3o se d\u00e1 sobre saberes (entre duas ou mais culturas com preocupa\u00e7\u00f5es semelhantes e diferentes respostas a elas) e sobre as pr\u00e1ticas e seus agentes (os saberes aplicados, transformados em pr\u00e1ticas e materialidades). Santos afirma que a tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 um trabalho intelectual, pol\u00edtico e tamb\u00e9m emocional, por se relacionar com o inconformismo diante de uma car\u00eancia decorrente de conhecimentos ou pr\u00e1ticas incompletas ou deficientes. Os tradutores de culturas devem ser o que o autor designa como intelectuais cosmopolitas, encontrados entre dirigentes de movimentos sociais e ativistas de base.<\/p>\n<p align=\"justify\">E o jornalismo e os jornalistas? Podem tamb\u00e9m se afirmar neste trabalho, traduzindo as experi\u00eancias sociais que se contrap\u00f5em aos modelos hegem\u00f4nicos ditados pelo capitalismo global? A resposta \u00e9 afirmativa e se concretiza no jornalismo contra-hegem\u00f4nico, que tem mais pot\u00eancia para efetivar o trabalho de tradu\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia ignorada pela m\u00eddia hegem\u00f4nica.<\/p>\n<p align=\"justify\">A concep\u00e7\u00e3o de jornalismo contra-hegem\u00f4nico tem sido desenvolvida partir da obra de A. Gramsci, apontando a necessidade de uma imprensa e de uma pr\u00e1tica jornal\u00edstica que, mais do que cr\u00edticas, se pautem por uma constru\u00e7\u00e3o contra-hegem\u00f4nica no capitalismo. A pesquisadora C\u00e1tia Guimar\u00e3es (2015) seguiu este caminho ao trabalhar com o conceito de jornalismo contra-hegem\u00f4nico no entendimento de que h\u00e1 limites nas estrat\u00e9gias que se colocam no campo do chamado jornalismo alternativo, muitas das quais buscam apenas diversificar ou promover \u201cboas pr\u00e1ticas\u201d de informa\u00e7\u00e3o, conhecimento ou entretenimento, de forma descolada das lutas concretas de transforma\u00e7\u00e3o da realidade, ou limitam-se a uma guerra de vers\u00f5es com a m\u00eddia hegem\u00f4nica, no movimento de genericamente apontar seu car\u00e1ter manipulat\u00f3rio. A autora considera essas iniciativas importantes, mas insuficientes para a disputa de hegemonia.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ao investigar o conjunto de princ\u00edpios, t\u00e9cnicas e orienta\u00e7\u00f5es \u00e9ticas que moldaram o fazer jornal\u00edstico que se legitimou como pr\u00e1tica social e profissional, a autora identificou duas caracter\u00edsticas deste modelo que possibilitam a reflex\u00e3o sobre como erigir uma pr\u00e1tica jornal\u00edstica contra-hegem\u00f4nica. A primeira \u00e9 a concep\u00e7\u00e3o de objetividade que, no jornalismo hegem\u00f4nico, se confunde com a busca de neutralidade. A segunda \u00e9 a ideia de atualidade como fragmenta\u00e7\u00e3o da realidade social.<\/p>\n<p align=\"justify\">A autora mostra como a consci\u00eancia imediata ou emp\u00edrica, o senso comum, e suas manifesta\u00e7\u00f5es no cotidiano, na viv\u00eancia das contradi\u00e7\u00f5es entre a concep\u00e7\u00e3o de mundo e a realidade concreta, s\u00e3o o f\u00e9rtil caminho em que o jornalismo que busca ser contra-hegem\u00f4nico pode encontrar a sua especificidade: \u201cAt\u00e9 porque \u00e9 no terreno das contradi\u00e7\u00f5es imediatas, vividas e sentidas, mas tamb\u00e9m traduzidas, organizadas e ressignificadas por pr\u00e1ticas como o jornalismo, que se d\u00e1 a luta de classes\u201d (GUIMAR\u00c3ES, 2015: 234). \u00c9 a partir deste cotidiano socialmente compartilhado que o jornalismo contra-hegem\u00f4nico pode se dirigir aos sujeitos, incluindo-os em uma coletividade n\u00e3o fragmentada no movimento hist\u00f3rico.<\/p>\n<p align=\"justify\">Essa perspectiva condiz com o conjunto de conceitos de Souza Santos e pode abrir espa\u00e7os cr\u00edticos que, no jornalismo, visibilizem as experi\u00eancias sociais que a m\u00eddia hegem\u00f4nica ignora e que constroem outros\/novos caminhos de emancipa\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1381 aligncenter\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/33.jpg\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"347\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/33.jpg 1600w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/33-300x169.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/33-768x432.jpg 768w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/33-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/33-460x260.jpg 460w\" sizes=\"auto, (max-width: 616px) 100vw, 616px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Gislene Silva<\/strong> \u00e9 professora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com p\u00f3s-doutorado na ECA\/USP (2009) e Universidad Complutense de Madrid (2016). L\u00edder do Grupo de Pesquisa Cr\u00edtica de M\u00eddia e Pr\u00e1ticas Culturais.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>M\u00edriam Santini de Abreu<\/strong> \u00e9 graduada em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela UNISINOS, especializa\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o e Meio Ambiente pela UDESC e mestrado em Geografia pela UFSC. \u00c9 doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo da UFSC.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>GUIMAR\u00c3ES, C\u00e1tia Corr\u00eaa. Jornalismo e luta de classes: desvendando a ideologia do modelo informativo na busca da contra-hegemonia. Tese apresentada \u00e0 Escola de Servi\u00e7o Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2015. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.capes.gov.br\/ images\/stories\/download\/pct\/ 2016\/Mencoes-Honrosas\/Servico- Social-Catia-Correa-Guimaraes. PDF&gt;. Acesso em: 24 out. 2017.<\/p>\n<p>SANTOS, Boaventura de Sousa. Para uma sociologia das aus\u00eancias e uma sociologia das emerg\u00eancias. Revista Cr\u00edtica de Ci\u00eancias Sociais, 63, Outubro 2002: 237-280. Dispon\u00edvel em http:\/\/rccs.revues.org\/1285.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por M\u00edriam Santini de Abreu e Gislene Silva. O VI Semin\u00e1rio M\u00eddia e Narrativa, com o tema Emerg\u00eancias: novas realidades e as m\u00eddias, pautou-se pela constata\u00e7\u00e3o de que as m\u00eddias t\u00eam, historicamente, apagado sujeitos e espa\u00e7os sociais. 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