{"id":1375,"date":"2017-11-06T11:57:42","date_gmt":"2017-11-06T13:57:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?page_id=1375"},"modified":"2018-04-17T11:11:17","modified_gmt":"2018-04-17T14:11:17","slug":"jornalismo-alternativo-brasileiro-a-producao-da-noticia-como-iniciativa-em-economia-solidaria","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/jornalismo-alternativo-brasileiro-a-producao-da-noticia-como-iniciativa-em-economia-solidaria\/","title":{"rendered":"Jornalismo alternativo brasileiro: a produ\u00e7\u00e3o da not\u00edcia como iniciativa em economia solid\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Elisangela Colodeti<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Este ensaio trata do papel do jornalismo contra hegem\u00f4nico brasileiro, no atual contexto de avan\u00e7o das pol\u00edticas neoliberais. Num pa\u00eds onde se vive uma democracia de baixa intensidade e pouco participativa, no qual a dist\u00e2ncia entre representantes e representados cresce na mesma medida em que o ideal capitalista se edifica enquanto concep\u00e7\u00e3o social preponderante, buscaremos entender como o jornalismo alternativo, enquanto parte do campo, se coloca enquanto pe\u00e7a-chave de um conjunto de propostas e pr\u00e1ticas de resist\u00eancia e mudan\u00e7a paradigm\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>1. O jornalismo tradicional e o interesse do mercado<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O avan\u00e7o das pol\u00edticas neoliberais pelo mundo deve seu sucesso, em larga medida, \u00e0 capacidade das ind\u00fastrias de informa\u00e7\u00e3o e entretenimento de operar como estruturadoras e disseminadoras de vis\u00f5es de mundo e modos de vida que demonizam a atua\u00e7\u00e3o do Estado sobre a regula\u00e7\u00e3o das demandas coletivas e d\u00e3o ao mercado o status da virtude sobre o desenvolvimento social. Conforme Denis de Moraes (2005), \u201ca difus\u00e3o midi\u00e1tica incumbe-se de associar o prisma de revela\u00e7\u00e3o da realidade a concep\u00e7\u00f5es alinhadas com o livre mercado\u201d. O motivo para a ampla defesa desse discurso, ainda segundo ele, \u00e9 bastante simples:<\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\">Os conglomerados de m\u00eddia desempenham um papel de agentes econ\u00f4micos globais. Todos eles figuram entre as 300 maiores empresas n\u00e3o financeiras do mundo. [&#8230;] Para este resultado, contribu\u00edram bastante as desregulamenta\u00e7\u00f5es neoliberais dos anos 80 e 90. Os megagrupos alastraram-se pelos Continentes sem se submeter a maiores restri\u00e7\u00f5es legais. Mesmo que o desempenho atual seja afetado pela retra\u00e7\u00e3o das verbas publicit\u00e1rias e pela desacelera\u00e7\u00e3o internacional, consultorias especializadas prev\u00eaem que os investimentos em comunica\u00e7\u00e3o continuar\u00e3o a aumentar a m\u00e9dio e a longo prazos. Os players de m\u00eddia buscam alcan\u00e7ar os par\u00e2metros de rentabilidade que norteiam os gigantes transnacionais. (MORAES. 2005, p. 34)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Neste sentido, os conglomerados midi\u00e1ticos atuam promovendo ader\u00eancia ideol\u00f3gica ao modelo capitalista neoliberal e diminuindo ao m\u00ednimo o espa\u00e7o de circula\u00e7\u00e3o de ideias opostas. Interconectando o planeta atrav\u00e9s de narrativas e tecnologias, a m\u00eddia hegem\u00f4nica transborda o seu discurso para todo o globo, massificando o ideal capitalista e colaborando para sua edifica\u00e7\u00e3o, enquanto concep\u00e7\u00e3o social hegem\u00f4nica.<\/p>\n<p align=\"justify\">No Brasil, as mega corpora\u00e7\u00f5es de m\u00eddia est\u00e3o concentradas nas m\u00e3os de poucas fam\u00edlias e integram esse cen\u00e1rio. Nos notici\u00e1rios, \u00e9 evidente o modo como o mercado assume o papel de sujeito regulador da esfera pol\u00edtica. Segundo a Professora do Instituto de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da UnB, Fl\u00e1via Biroli:<\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\">\u201cEm um exemplo expl\u00edcito e que n\u00e3o foge \u00e0 regra de como isso se d\u00e1, a coluna Painel da Folha de S. Paulo registrava, em 28 de setembro de 2016, sob o t\u00edtulo \u201cEngajamento\u201d, que \u201cintegrantes do mercado financeiro t\u00eam auxiliado o deputado [o relator da PEC 241] na interlocu\u00e7\u00e3o com a C\u00e2mara\u201d. Na mesma coluna, no dia seguinte e agora sob o t\u00edtulo \u201cEm conjunto\u201d, \u00e9 dada a informa\u00e7\u00e3o de que \u201ccome\u00e7a no governo um movimento para priorizar a aprova\u00e7\u00e3o da nova Lei de Licenciamento Ambiental\u201d, uma vez que \u201csem ela, investidores podem ficar reticentes em participar dos leil\u00f5es das concess\u00f5es\u201d. Na coluna e nos notici\u00e1rios, esse enquadramento aparece como se fosse natural porque outras l\u00f3gicas e interesses s\u00e3o suspensos. Quem, al\u00e9m dos \u201cinvestidores\u201d, poderia ser considerado para se discutir lei ambiental? Quais argumentos e motiva\u00e7\u00f5es, al\u00e9m dos deles, poderiam estar sobre a mesa? No caso anterior, nenhum estranhamento no fato de que \u201cintegrantes do mercado financeiro\u201d trabalhem na costura de uma PEC que modificar\u00e1 a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, reduzindo por 20 anos os investimentos em sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o e tornando ainda mais prec\u00e1rios os direitos sociais no Brasil?\u201d (BIROLI. 2011, p.71)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"justify\">Nas democracias representativas liberais, o papel normativo do jornalismo \u00e9 o de atuar como defensor do interesse p\u00fablico, para que os cidad\u00e3os possam formular opini\u00f5es e participar do processo pol\u00edtico com autonomia. Contudo, o que se v\u00ea na atualidade \u00e9 uma defesa do interesse de mercado, em detrimento dos ideais democr\u00e1ticos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Segundo Wilson Gomes, em Jornalismo, Fatos e Interesses, o interesse p\u00fablico do jornalismo tradicional, ligado ao surgimento da burguesia e, portanto, baseado na autodetermina\u00e7\u00e3o dos sujeitos e na argumenta\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica enquanto princ\u00edpio protetor dos direitos da sociedade civil, sempre entendeu como p\u00fablico um determinado grupo dotado de certo poder representativo, do qual mulheres e negros, por exemplo, n\u00e3o faziam parte. Na atualidade, ainda, a imprensa assumiu caracter\u00edsticas empresariais, estando muito mais voltada a \u201csuprir o mercado de informa\u00e7\u00f5es\u201d que a \u201csuprir a arena da opini\u00e3o civil\u201d (GOMES, 2009, p.75). O sentido da palavra \u201cp\u00fablico\u201d nesse aspecto, inclusive, se confunde com o termo \u201caudi\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Embora j\u00e1 tenha havido muitas cr\u00edticas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade do jornalismo tradicional em cumprir seu discurso legitimador e atuar de fato como \u201cc\u00e3o de guarda dos interesses sociais\u201d, s\u00e3o iniciais as discuss\u00f5es a respeito dos caminhos normativos e pr\u00e1ticos que se apresentam como resposta e resist\u00eancia a esse modelo de produ\u00e7\u00e3o noticiosa.<\/p>\n<p><strong>2. O jornalismo alternativo e o interesse social<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O jornalismo tradicional, enquanto parte da m\u00eddia hegem\u00f4nica, \u00e9 apenas uma das pe\u00e7as-chave do capitalismo contempor\u00e2neo, que atua em constela\u00e7\u00e3o. Segundo Boaventura de Sousa Santos (2016), somente uma constela\u00e7\u00e3o de resist\u00eancias seria capaz de fazer frente a esse poder ramificado. Para ele, enquanto o capitalismo dissemina pelo mundo sua l\u00f3gica de prioriza\u00e7\u00e3o do mercado na regula\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 da economia, mas da sociedade em seu conjunto, emergem m\u00faltiplas formas de economia solid\u00e1ria que, como express\u00f5es da riqueza do pensamento e das pr\u00e1ticas populares, se configuram, hoje, como a maior for\u00e7a de oposi\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia ao avan\u00e7o das pol\u00edticas neoliberais.<\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\">Alguns exemplos: Defesa dos espa\u00e7os p\u00fablicos que, nas cidades, priorizem os pedestres, o conv\u00edvio social, a vida associativa, com gest\u00e3o democr\u00e1tica e popular, transportes coletivos, hortas comunit\u00e1rias e pra\u00e7as sensoriais; economia cooperativa;; soberania alimentar, agricultura familiar e educa\u00e7\u00e3o para alimenta\u00e7\u00e3o sem uso de agrot\u00f3xicos; novo paradigma de produ\u00e7\u00e3o-consumo que fortale\u00e7a as economias locais articuladas translocalmente; substitui\u00e7\u00e3o do PIB por indicadores que incluam a economia do cuidado, a sa\u00fade coletiva, a sociedade decente e a prosperidade n\u00e3o assentada no consumo compulsivo [&#8230;]. (SANTOS. 2016, p.107)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>De acordo com Singer (2004), \u201cmesmo sendo hegem\u00f4nico, o capitalismo n\u00e3o impede o desenvolvimento de outros modos de produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\">A economia solid\u00e1ria compreende diferentes tipos de \u2018empresas\u2019, associa\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias com o fim de proporcionar a seus associados benef\u00edcios econ\u00f4micos. Estas empresas surgem como rea\u00e7\u00f5es a car\u00eancias que o sistema dominante se nega a resolver. (SINGER. 2004, p.42)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"justify\">Para Singer, a economia solid\u00e1ria mostra-se vi\u00e1vel, constituindo uma alternativa real ao capitalismo. \u00c9 primordial, para tanto, que a sociedade tome consci\u00eancia do modus operandi neoliberal, de suas consequ\u00eancias enquanto concep\u00e7\u00e3o social preponderante, e, principalmente, da for\u00e7a dos enfrentamentos coletivos sobre a l\u00f3gica capitalista.<\/p>\n<p align=\"justify\">O jornalismo alternativo na contemporaneidade se coloca, a partir do pr\u00f3prio campo, como iniciativa pr\u00e1tica e conceitualmente mais adequada \u00e0s exig\u00eancias da sociedade midiatizada atual, buscando atuar como um contraponto, ou como uma contraface \u00e0quele fazer considerado como o hegem\u00f4nico. De acordo com Chris Atton e James Hamilton, em Alternative Journalism, as iniciativas baseiam-se mais significativamente na internet, pelo baixo custo de produ\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, pela maior facilidade distribui\u00e7\u00e3o e de acesso ao p\u00fablico. Ainda de acordo com os autores, o sentido norteador do jornalismo alternativo est\u00e1 na defesa dos direitos humanos e, portanto, na valoriza\u00e7\u00e3o de narrativas sobre minorias representativas e segmentos sociais marginalizados, considerados sub-representados na grande m\u00eddia. Trata-se, portanto, de iniciativas que pregaram um modo alternativo de se colocar frente ao modelo dominante, provocando questionamentos, formando correntes de resposta e deixando novos legados.<\/p>\n<p align=\"justify\">No contexto brasileiro, sites autointitulados como alternativos, como \u00e9 o caso da Agencia P\u00fablica, da Ponte Jornalismo, do Coletivo AzMinas e do Coletivo Jornalistas Livres, por exemplo, descrevem suas miss\u00f5es de modos equivalentes. Al\u00e9m disso, \u00e9 poss\u00edvel observar v\u00e1rios pontos em comum nos seus conte\u00fados: As pautas, geralmente, confrontam a estrutura midi\u00e1tica monopolizada, priorizando uma postura cr\u00edtica sobre os seus modos de representa\u00e7\u00e3o, num claro posicionamento em favor da defesa dos direitos humanos e da den\u00fancia de abusos de poder gerada por grandes empresas ou organismos do estado. Ao dar voz \u00e0s minorias representativas invisibilizadas, essas iniciativas buscam recuperar o olhar da sociedade sobre si pr\u00f3pria, se empenhando continuamente pela deslegitima\u00e7\u00e3o da desigualdade social e da viol\u00eancia contra grupos marginalizados. O trabalho busca o empoderamento desse p\u00fablico, atrav\u00e9s da publiciza\u00e7\u00e3o e da desnaturaliza\u00e7\u00e3o de injusti\u00e7as e opress\u00f5es vividas pelos segmentos mais vulner\u00e1veis. A linguagem utilizada na constru\u00e7\u00e3o noticiosa tamb\u00e9m \u00e9 renovada. Por meio de uma modula\u00e7\u00e3o do arsenal racionalista t\u00e3o frequente na escrita jornal\u00edstica hegem\u00f4nica, \u00e9 poss\u00edvel encontrar uma apreens\u00e3o mais po\u00e9tica, sens\u00edvel e subjetiva da realidade, por meio narrativas menos rigorosas, menos presas \u00e0s informa\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas, as mensura\u00e7\u00f5es e as descri\u00e7\u00f5es objetivas. Al\u00e9m disso, ao anunciarem que abrem m\u00e3o do lucro, esse ve\u00edculos se colocam a favor do recebimento de verbas vindas de organismos independentes, como funda\u00e7\u00f5es e institutos, al\u00e9m de apoio econ\u00f4mico atrav\u00e9s de campanhas de financiamento coletivo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Entendemos, pela inten\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, muitas vezes declarada, de uma contribui\u00e7\u00e3o para um novo tipo de participa\u00e7\u00e3o e rearranjo social, que o jornalismo alternativo atual emerge das m\u00faltiplas frentes de economia solid\u00e1ria, integrando um vasto conjunto de iniciativas populares.<\/p>\n<p align=\"justify\">Colaborativos e autossustent\u00e1veis, os sites de jornalismo alternativo no Brasil operam al\u00e9m dos mecanismos de busca de lucros e, ao dar voz a grupos marginalizados, tematizam v\u00e1rios aspectos da pol\u00edtica neoliberal, desafiando sua l\u00f3gica globalizada atrav\u00e9s da amplia\u00e7\u00e3o de uma compreens\u00e3o coletiva, para uma an\u00e1lise sobre os seus impactos sobre diferentes campos sociais. Emergindo da lacuna deixada pela grande m\u00eddia, o jornalismo alternativo abandona a mercantiliza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, objetivando a cria\u00e7\u00e3o de um novo espa\u00e7o noticioso, que opera em sinergia com um conjunto de valores muito mais voltado ao bem comum.<\/p>\n<p align=\"justify\">O jornalismo alternativo contempor\u00e2neo possui, portanto, uma marca bastante sens\u00edvel e se configura a partir de um estatuto completamente novo e inconceb\u00edvel ao paradigma tradicional na atualidade. A partir de um modo de produ\u00e7\u00e3o noticiosa que ultrapassa o papel de mediadora, se afirma como parte inexor\u00e1vel do pr\u00f3prio campo social, se constituindo com base numa viv\u00eancia constante, cr\u00edtica e aberta aos rearranjos e enfrentamentos coletivos frente ao modelo pol\u00edtico-econ\u00f4mico que se imp\u00f5e.<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1372 aligncenter\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/project_thumb_facebook_share_azm_avatar_juntos.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/project_thumb_facebook_share_azm_avatar_juntos.jpg 600w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/project_thumb_facebook_share_azm_avatar_juntos-300x158.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Elisangela Colodeti<\/strong> \u00e9 mestre em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela PUC Minas, na \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o Intera\u00e7\u00f5es Midi\u00e1ticas. Graduada em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2005), com especializa\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica da Comunica\u00e7\u00e3o, pela PUC Minas (2009) e Hist\u00f3ria e Culturas Pol\u00edticas, pela Universidade Federal de Minas Gerais (2012). Foi rep\u00f3rter e apresentadora na TV Globo Minas. Atualmente \u00e9 professora, pesquisadora, assessora de comunica\u00e7\u00e3o e produtora de conte\u00fados web.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>ATTON, Chris. Alternative media. London: SAGE, 2005 ATTON, Chris; HAMILTON, James F. Alternative Journalism. Londres: SAGE Publications Ltd, 2008. BIROLI, Fl\u00e1via; MIGUEL, Luis Felipe. Caleidosc\u00f3pio pol\u00edtica e m\u00eddia. S\u00e3o Paulo: Editora Unesp, 2011.<\/p>\n<p>CARVALHO, Guilherme. Jornalismo Alternativo na era digital: reportagens da Ag\u00eancia P\u00fablica. Alterjor (ECA-USP. S\u00e3o Paulo. Ano 02\u2013 Volume 02 Edi\u00e7\u00e3o 04. 2011.<\/p>\n<p>DOWNING, J. M\u00eddia radical: rebeldia nas comunica\u00e7\u00f5es e movimentos sociais. S\u00e3o Paulo: Senac, 2002.<\/p>\n<p>MORAES, D\u00eanis de; RAMONET, Ignacio; SERRANO, Pascual. M\u00eddia, poder e contrapoder: da concentra\u00e7\u00e3o monop\u00f3lica \u00e0 democratiza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013. SANTOS, Boaventura de Sousa. A dif\u00edcil democracia. Reinventar as esquerdas. S\u00e3o Paulo.: Boitempo, 2016.<\/p>\n<p>SINGER, Paul. Senaes &#8211; uma experi\u00eancia brasileira de pol\u00edticas de economia solid\u00e1dia. In: A\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Pol\u00edtica solid\u00e1ria: uma perspectiva internacional. FILHO, GC de F; LAVILLE, J-L; MEDEIROS, A e MAGNEN, J-P (orgs). Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Elisangela Colodeti Este ensaio trata do papel do jornalismo contra hegem\u00f4nico brasileiro, no atual contexto de avan\u00e7o das pol\u00edticas neoliberais. 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