{"id":1347,"date":"2017-10-20T11:26:49","date_gmt":"2017-10-20T13:26:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/?page_id=1347"},"modified":"2017-11-06T11:31:07","modified_gmt":"2017-11-06T13:31:07","slug":"mediacoes-eticas-nas-narrativas-testemunhais-em-memorias-da-vila","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/mediacoes-eticas-nas-narrativas-testemunhais-em-memorias-da-vila\/","title":{"rendered":"Media\u00e7\u00f5es \u00e9ticas nas narrativas testemunhais em Mem\u00f3rias da Vila"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por J\u00fania Maria Pinto de Campos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Breve contextualiza\u00e7\u00e3o do objeto<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Sabendo que as m\u00eddias tradicionais, atrav\u00e9s de esquemas representativos que domesticam o Outro ou constroem uma diferen\u00e7a intranspon\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o a ele, t\u00eam, historicamente, apagado sujeitos e espa\u00e7os sociais, surge a inquieta\u00e7\u00e3o de estudar a emerg\u00eancia de novas realidades por meio de narrativas que valorizam vozes por vezes silenciadas. Essas narrativas se referem, neste trabalho, \u00e0s autobiografias, segundo Lejeune (2008), que valorizam a primeira pessoa como ponto de vista e trazem a rememora\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias narradas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Como objeto emp\u00edrico nessa investiga\u00e7\u00e3o, ser\u00e3o analisadas as narrativas testemunhais presentes em Mem\u00f3rias da Vila. A recente obra busca retratar a biografia dos moradores do Aglomerado da Serra. Para isso, foram reunidos, no livro, fotografias aliadas \u00e0 relatos escritos em primeira pessoa, que resgatam lembran\u00e7as de moradores da comunidade. O trabalho, que \u00e9 fruto da iniciativa do fot\u00f3grafo Guilherme Cunha, com a participa\u00e7\u00e3o da jornalista Joana Tavares, busca retratar o olhar do morador sobre ele mesmo, bem como fotografar seu rosto de modo a evidenciar a sua hist\u00f3ria. A proposta acerca dos relatos est\u00e1 no sentido de dar a voz, de construir uma hist\u00f3ria carregada de atributos testemunhais, que ao mesmo tempo torna conhecida e dignifica realidades.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os relatos testemunhais componentes do dispositivo de visibilidade em estudo surgiram no projeto, segundo Guilherme Cunha (2016), com o objetivo de complementar o trabalho fotogr\u00e1fico, no exerc\u00edcio de narrar o Outro, \u201cindo al\u00e9m do sentido contemplativo e ic\u00f4nico\u201d, inerente \u00e0s fotografias (Guilherme Cunha). Essas narrativas foram produzidas a partir de entrevistas realizadas pela jornalista Joana Tavares com alguns idosos moradores do Aglomerado, que, ap\u00f3s a grava\u00e7\u00e3o, os transcreveu e editou. Apesar de apresentar um n\u00edvel de coloquialidade comum da fala e certo ritmo de oralidade, nota-se nos relatos que a ortografia n\u00e3o reproduz erros de pron\u00fancia significativos, o que demostra uma inten\u00e7\u00e3o de narrar de forma mais articulada, que se contrap\u00f5e a modos pitorescos de pron\u00fancia de sujeitos marginalizados.<\/p>\n<p align=\"justify\">Para Seligmann-Silva (2005), a literatura do testemunho traz um novo modo de se relacionar com o passado, utilizando-se da mem\u00f3ria de forma a desconstruir a forma linear de evolu\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria.<\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\">A concep\u00e7\u00e3o linear do tempo \u00e9 substitu\u00edda por uma concep\u00e7\u00e3o topogr\u00e1fica: a mem\u00f3ria \u00e9 concebida como um local de constru\u00e7\u00e3o de uma cartografia, sendo que nesse modelo diversos pontos no mapa mnem\u00f4nico entrecruzam-se, como em um campo arqueol\u00f3gico ou em um hipertexto. Como Celan mesmo afirmou, definindo sua po\u00e9tica, a sua poesia visa construir \u201ccercamentos [Einfriedungen] em torno do sem-palavra, do sem-limites\u201d: ele quer mapear o passado. Ao inv\u00e9s de visar uma representa\u00e7\u00e3o do passado, a literatura do testemunho tem em mira a sua constru\u00e7\u00e3o a partir de um presente. (SELIGMANN-SILVA, 2005, p. 79).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"justify\">Sendo a autobiografia um g\u00eanero intr\u00ednseco \u00e0 literatura de testimonio \u2013 segundo Seligmann-Silva (2005) \u2212, \u00e9 importante destacar, para fins deste trabalho, algumas de suas principais caracter\u00edsticas, de acordo com Lejeune (2008). Para este autor, a autobiografia \u00e9 considerada um tipo de escrita, mas tamb\u00e9m um modo de leitura, visto que existe um contrato de leitura proposto pelo autor ao leitor, que determina o sentido atribu\u00eddo ao texto na mente deste \u00faltimo. A autobiografia \u00e9, portanto, \u201cum efeito contratual historicamente vari\u00e1vel\u201d, submetida a diferentes tipos de leituras (Lejeune, 2008, p.45). Por isso, n\u00e3o existe uma f\u00f3rmula clara e total para defini-la. Paralelos \u00e0 autobiografia existem seus g\u00eaneros vizinhos, tais como: mem\u00f3rias; biografia; romance pessoal; poema autobiogr\u00e1fico; di\u00e1rio e auto-retrato, ou ensaio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Por defini\u00e7\u00e3o, entende-se a autobiografia como uma narrativa constru\u00edda retrospectivamente por um sujeito, sobre sua vida particular. Lejeune (2008, p.14) pontua, ainda, elementos pertencentes \u00e0 autobiografia, separando-os em quatro categorias. S\u00e3o elas: as formas de linguagem, como a narrativa ou a prosa; o assunto tratado, a vida particular do sujeito ou a hist\u00f3ria de uma personalidade; a situa\u00e7\u00e3o do autor, sua identidade e rela\u00e7\u00e3o com o narrador; e, por \u00faltimo, a posi\u00e7\u00e3o do narrador, se \u00e9 personagem principal e se narra sua hist\u00f3ria de forma retrospectiva.<\/p>\n<p align=\"justify\">No caso de Mem\u00f3rias da Vila, a autobiografia se faz presente nas hist\u00f3rias de vidas narradas pelos moradores da Serra e mediadas pela Jornalista Joana Tavares. Os relatos seguem os elementos pertencentes \u00e0 autobiografia, de acordo com Lejeune (2008): forma de narrativa; vida particular dos sujeitos; identidade real do autor e narrador; narrador em primeira pessoa do singular; al\u00e9m de seu aspecto retrospectivo de narra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">A valoriza\u00e7\u00e3o do testemunho \u00e9, segundo Sarlo (2007, p.38), um \u201cmovimento de devolu\u00e7\u00e3o da palavra, de conquista da palavra e de direito \u00e0 palavra\u201d. Esse movimento tem, segundo a autora, um vi\u00e9s ideol\u00f3gico de cura identit\u00e1ria, resultante da recupera\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria social ou pessoal. Por meio desses relatos \u201cos direitos da primeira pessoa se apresentaram, de um lado, como direitos reprimidos que devem se libertar; de outro, como instrumentos da verdade.\u201d (SARLO, 2007, p.41).<\/p>\n<p align=\"justify\">Sarlo (2007) aponta um problema relacionado \u00e0 auto representa\u00e7\u00e3o do testemunho como verdade de um sujeito que relata sua experi\u00eancia, e coloca como necess\u00e1ria a an\u00e1lise da rela\u00e7\u00e3o entre relato e experi\u00eancia, principalmente \u00e0 carga de subjetividade presente pela utiliza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria como \u201cinst\u00e2ncia reconstituidora do passado\u201d (SARLO, 2007, p.28). Para a autora, \u201ctodo testemunho quer ser acreditado, mas nem sempre traz em si mesmo as provas pelas quais se pode comprovar sua veracidade; elas devem vir de fora.\u201d (SARLO, 2007, p.37). Por isso, n\u00e3o se pode usar a mesma metodologia para se referir aos usos judici\u00e1rios ou hist\u00f3ricos do testemunho. Em seus usos judiciais, o testemunho funciona como facilitador no exerc\u00edcio das provas de uma situa\u00e7\u00e3o, que, em meio a outros tipos de evid\u00eancias, auxilia na sustenta\u00e7\u00e3o dos argumentos. Em contrapartida, em seus usos historiogr\u00e1ficos de reconstru\u00e7\u00e3o do passado, como no caso de Levi, que viveu uma \u201csitua\u00e7\u00e3o-limite\u201d, imposs\u00edvel de ser testemunhada por sujeitos que a vivenciaram at\u00e9 o fim, n\u00e3o h\u00e1 como considerar as mesmas regras de cr\u00edtica sobre sua verdade. A \u201c(&#8230;) intensidade da experi\u00eancia vivida, incr\u00edvel para quem n\u00e3o viveu a experi\u00eancia, \u00e9 tamb\u00e9m aquilo que o testemunho n\u00e3o \u00e9 capaz de representar.\u201d (SARLO, 2007, p.36). Devido \u00e0 necessidade de se considerar as experi\u00eancias e a subjetividades presentes nos relatos, surge a aporia da veracidade dos testemunhos hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mesmo diante dessa situa\u00e7\u00e3o, a autora acredita na verdade e na import\u00e2ncia dos relatos de experi\u00eancias, porque, atrav\u00e9s deles, \u00e9 poss\u00edvel conhecer outros lados de hist\u00f3rias, transformando os sujeitos em seres \u201ccognosc\u00edveis\u201d e retirando-os da posi\u00e7\u00e3o de aliena\u00e7\u00e3o e anonimato.<\/p>\n<blockquote><p>O sujeito n\u00e3o s\u00f3 tem experi\u00eancias como pode comunic\u00e1-las, construir seu sentido e, ao faz\u00ea-lo, afirmar-se como sujeito. A mem\u00f3ria e os relatos de mem\u00f3ria seriam uma \u201ccura\u201d da aliena\u00e7\u00e3o e da coisifica\u00e7\u00e3o. Se j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sustentar uma Verdade, florescem em contrapartida verdades subjetivas que afirmam saber aquilo que, at\u00e9 tr\u00eas d\u00e9cadas atr\u00e1s, se considerava oculto pela ideologia ou submerso em processos acess\u00edveis \u00e0 simples introspec\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 Verdade, mas os sujeitos, paradoxalmente, tornaram-se cognosc\u00edveis. (SARLO, 2007, p.39)<\/p><\/blockquote>\n<p align=\"justify\">O valor da verdade do testemunho se sustenta, portanto, no imediatismo da experi\u00eancia vivida pelo sujeito.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os relatos em primeira pessoa, segundo Serelle (2009, p.39), tornaram-se um dos eixos narrativos centrais, a partir da d\u00e9cada de 1970, em uma \u201cguinada subjetiva\u201d que \u201cdeu a voz, por meio do testemunho, \u00e0queles at\u00e9 ent\u00e3o exclu\u00eddos dos discursos majorit\u00e1rios.\u201d Trazendo para o contexto desta pesquisa, as hist\u00f3rias de vida em Mem\u00f3rias da Vila, ao recuperar o \u201ceu\u201d, por meio dos relatos, objetivaram uma aproxima\u00e7\u00e3o com a cultura de pessoas exclu\u00eddas socialmente, para levar o leitor a se posicionar no lugar do Outro, bem como, ao refor\u00e7ar a perspectiva dos exclu\u00eddos, \u201ctrabalhar o entendimento sobre nossas identidades coletivas de forma menos unilateral e tendenciosa.\u201d (CUNHA, 2016, p.15).<\/p>\n<p align=\"justify\">Sobre essa guinada subjetiva, Sarlo (2007, p.18) a teoriza, quando destaca a import\u00e2ncia e a possibilidade de se entender o passado e valorizar os modos de subjetiva\u00e7\u00e3o do Outro narrado para a reconstru\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias. Segundo a autora, isso come\u00e7ou a se evidenciar por meio de um reordenamento ideol\u00f3gico e conceitual da sociedade \u2212 entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1970 \u2212 e do passado dos seus sujeitos, por meio da revaloriza\u00e7\u00e3o da primeira pessoa como refer\u00eancia, reconhecendo o seu lugar e a import\u00e2ncia da sua subjetividade. Esse movimento marca a realoca\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos nas estruturas sociais, que antes eram contaminados por um falso e encoberto discurso. Com a hist\u00f3ria oral e o testemunho, a confian\u00e7a no sujeito que narra a sua vida foi estabelecida n\u00e3o s\u00f3 para conservar uma mem\u00f3ria, mas tamb\u00e9m para tornar vis\u00edvel uma identidade encoberta e distorcida.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00edtica midi\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Entretanto, o fato de \u201cescrever e publicar a narrativa da pr\u00f3pria vida foi, e continua sendo, um privil\u00e9gio reservado \u00e0s classes dominantes\u201d (Lejeune, 2008, p.113). Segundo esse autor, existe o problema do circuito de comunica\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 nas m\u00e3os das classes dominantes, que acabam promovendo seus valores e ideologia. Para ele, \u201cos relatos autobiogr\u00e1ficos, obviamente, n\u00e3o s\u00e3o escritos apenas para \u2018transmitir a mem\u00f3ria\u2019 (&#8230;). Eles constituem o espa\u00e7o em que se elabora, se reproduz e se transforma uma identidade coletiva, as formas de vida pr\u00f3pria \u00e0s classes dominantes.\u201d (Lejeune, 2008, p.131).<\/p>\n<p align=\"justify\">O vivido das classes dominadas \u00e9 estudado a partir de um ponto de vista econ\u00f4mico e pol\u00edtico e, at\u00e9 o s\u00e9culo XIX, era silenciado. O que se fazia vis\u00edvel e interessante de ser reconhecido at\u00e9 ent\u00e3o eram biografias de pessoas c\u00e9lebres que tiveram \u00eaxito em algum campo da vida social. Dessa forma, \u00e9 not\u00f3ria a exist\u00eancia de jogos de poder entre o vivido e o representado. A evoca\u00e7\u00e3o da vida das classes dominadas \u00e9 feita por relatos de algu\u00e9m, cuja identidade n\u00e3o aparece, ou seja, o \u201cdiscurso relatado neutraliza aparentemente a oposi\u00e7\u00e3o entre quem tem a palavra e quem n\u00e3o a tem\u201d. (Lejeune, 2008, p.139).<\/p>\n<p align=\"justify\">Pode-se refletir, a partir dessa problematiza\u00e7\u00e3o, que h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 \u00e9tica, mas tamb\u00e9m pol\u00edtica na media\u00e7\u00e3o da autobiografia dos que n\u00e3o escrevem, pois o poder interfere diretamente nas formas de representa\u00e7\u00e3o dos sujeitos e em sua posi\u00e7\u00e3o de autoridade. Os modelos que s\u00e3o exclu\u00eddos da escrita, por exemplo, s\u00e3o representados e resgatados pelos que a possuem. A autoridade estar\u00e1, portanto, sempre do lado dos que det\u00eam certo poder.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em vista disso e trazendo para o contexto narrativo de Mem\u00f3rias da Vila, a alteridade, ao mesmo tempo em que se faz necess\u00e1ria, para fazer vis\u00edvel um outro lado da hist\u00f3ria dos habitantes da favela, pode fazer emergir uma infinidade e, ao mesmo tempo, uma incompletude de informa\u00e7\u00f5es. (Levinas, 1980). Diante dessas realidades reivindicantes no \u00e2mbito da cultura midi\u00e1tica, e considerando as aporias e riscos no processo de media\u00e7\u00e3o, como as narrativas testemunhais do projeto Mem\u00f3rias da Vila se posicionam eticamente, desafiando as pr\u00e1ticas de media\u00e7\u00e3o reducionistas, na tentativa de tornar vis\u00edveis e memor\u00e1veis realidades marginalizadas?<\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-1343\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Adelita_Ferreira_Neves-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Adelita_Ferreira_Neves-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Adelita_Ferreira_Neves-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Adelita_Ferreira_Neves-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1344\" src=\"http:\/\/www1.fca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Relato-Adelita.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Relato-Adelita.jpg 960w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Relato-Adelita-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogfca.pucminas.br\/ccm\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Relato-Adelita-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>J\u00fania Maria Pinto de Campos<\/strong> possui gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Social, com habilita\u00e7\u00e3o em Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas, pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais (PUC Minas). Atualmente \u00e9 mestranda do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Social da PUC Minas e bolsista Capes.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>ARFUCH, Leonor. O espa\u00e7o biogr\u00e1fico: dilemas da subjetividade contempor\u00e2nea. Rio de Janeiro: Ed UERJ, 2010.<\/p>\n<p>CUNHA, G.; TAVARES, J. Mem\u00f3rias da Vila: hist\u00f3ria dos moradores da comunidade da serra. Belo Horizonte, Circuito: 2016.<\/p>\n<p>LEJEUNE, P. O pacto autobiogr\u00e1fico: de Rousseau \u00e0 Internet. Organiza\u00e7\u00e3o: NORONHA, Jovita. Tradu\u00e7\u00e3o: NORONHA, Jovita; GUEDES, Maria In\u00eas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.<\/p>\n<p>LEVINAS, Emmanuel. Totalidade e infinito. Edi\u00e7\u00e3o 70, Lisboa: 1980.<\/p>\n<p>SELIGMAM-SILVA, M. O local da diferen\u00e7a: ensaios sobre mem\u00f3ria, arte, literatura e tradu\u00e7\u00e3o. Editora 34, S\u00e3o Paulo: 2005. 360 p.<\/p>\n<p>SERELLE, M. Jornalismo e Guinada Subjetiva. Revista Estudos em Jornalismo e M\u00eddia &#8211; Ano VI &#8211; n. 2 pp. 33 &#8211; 44 jul.\/dez. 2009.<br \/>\nJ\u00fania Campos \u00e9 graduada em Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas pela PUC Minas (2015). Mestranda em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela PUC Minas e membro do grupo de pesquisa M\u00eddia e Narrativa.<\/p>\n<p>*Dados da entrevista. Entrevista realizada com o fot\u00f3grafo Guilherme Cunha em 28 out. 2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por J\u00fania Maria Pinto de Campos Breve contextualiza\u00e7\u00e3o do objeto Sabendo que as m\u00eddias tradicionais, atrav\u00e9s de esquemas representativos que domesticam o Outro ou constroem uma diferen\u00e7a intranspon\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o a ele, t\u00eam, historicamente, apagado sujeitos e espa\u00e7os sociais, surge a inquieta\u00e7\u00e3o de estudar a emerg\u00eancia de novas realidades por meio de narrativas que valorizam&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1347","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Media\u00e7\u00f5es \u00e9ticas nas narrativas testemunhais em Mem\u00f3rias da Vila - 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